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ENERGIA FOTOVOLTAICA

São Paulo testa usina flutuante

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), por meio da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) em parceria com a Sunlution Soluções em Energia Ltda iniciou testes da primeira usina fotovoltaica flutuante da cidade de São Paulo. O projeto-piloto de 100 kilowatts de potência será avaliado durante 90 dias. A usina ocupa área de 1.000 m² do reservatório Billings junto à usina elevatória de Pedreira. O projeto recebeu investimentos de R$ 450 mil em equipamentos. “Nós temos que buscar alternativas em parceria com a iniciativa privada e com a população a fim de mudarmos nossos hábitos e investirmos no desenvolvimento sustentável. Cuidar do meio ambiente é um dever de todos! A SIMA está atenta e buscando desenvolver políticas públicas e ações a contribuir para a preservação do nosso meio ambiente”, explica o secretário Marcos Penido. O teste irá avaliar a viabilidade da implantação de usinas fotovoltaicas nos reservatórios da capital paulista. Caso o projeto seja viável, a EMAE abrirá nova chamada pública para implantação de usinas fotovoltaicas flutuantes nas represas Billings e Guarapiranga. Por meio de um Chamamento Público lançado em outubro de 2019, a Sunlution foi escolhida após apresentar documentação comprobatória dentro dos critérios técnicos-financeiros exigidos pela companhia. A energia gerada vai alimentar um dos escritórios da EMAE.

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), por meio da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) em parceria com a Sunlution Soluções em Energia Ltda iniciou testes da primeira usina fotovoltaica flutuante da cidade de São Paulo. O projeto-piloto de 100 kilowatts de potência será avaliado durante 90 dias. 
 
A usina ocupa área de 1.000 m² do reservatório Billings junto à usina elevatória de Pedreira. O projeto recebeu investimentos de R$ 450 mil em equipamentos. “Nós temos que buscar alternativas em parceria com a iniciativa privada e com a população a fim de mudarmos nossos hábitos e investirmos no desenvolvimento sustentável. Cuidar do meio ambiente é um dever de todos! A SIMA está atenta e buscando desenvolver políticas públicas e ações a contribuir para a preservação do nosso meio ambiente”, explica o secretário Marcos Penido.
 
O teste irá avaliar a viabilidade da implantação de usinas fotovoltaicas nos reservatórios da capital paulista. Caso o projeto seja viável, a EMAE abrirá nova chamada pública para implantação de usinas fotovoltaicas flutuantes nas represas Billings e Guarapiranga. Por meio de um Chamamento Público lançado em outubro de 2019, a Sunlution foi escolhida após apresentar documentação comprobatória dentro dos critérios técnicos-financeiros exigidos pela companhia. A energia gerada vai alimentar um dos escritórios da EMAE. 

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ENERGIA SOLAR
São Paulo apoia pequenas empresas

A Secretaria de Energia e Mineração e a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP) firmaram um acordo de cooperação com o objetivo de facilitar o acesso das pequenas e médias empresas ao financiamento de longo prazo para projetos de geração de energia solar fotovoltaica no estado de São Paulo. A Secretaria responderá pela análise e orientação técnica dos projetos que a Desenvolve SP receber para a implantação de sistemas de mini e microgeração distribuída e de energia fotovoltaica. “As fontes renováveis são as energias do futuro. O Governo de São Paulo já isentou a cadeia produtiva da indústria solar e agora dá mais um passo no fomento à geração fotovoltaica no Estado”, destaca o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles. Em contrapartida, a Desenvolve SP espera ampliar a geração de energia solar no estado. “São Paulo importa de outros estados cerca de 60% da energia elétrica que consome. Com essa parceria, queremos diminuir essa dependência, ajudando as empresas paulistas a adaptarem seus sistemas e a gerarem ao menos parte da sua própria energia, tornando-as mais eficientes e competitivas”, diz Álvaro Sedlacek, presidente da Desenvolve SP. A Desenvolve SP oferece a Linha Economia Verde para o desenvolvimento de projetos de eficiência energética. A linha ajuda a financiar a compra de equipamentos, instalação dos mesmos para a produção de energia renovável, - como placas solares, aerogeradores, caldeiras a biomassa, equipamentos para pequena central hidrelétrica, biogás de aterro, entre outros itens. A taxa de juros parte de 0,17% ao mês (+Selic) e o prazo é de até 10 anos, incluso o período de carência. Para acessar a linha de financiamento da Desenvolve SP, o projeto deve estar adequado à resolução normativa 482 da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica, de 17/04/2012 e suas alterações (517/2012, 687/2015 e 786/2017). A cooperação terá vigência pelo prazo de cinco anos. O Governo paulista quer popularizar a energia solar fotovoltaica e, para isso, vem incentivando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências. “Popularizar a geração distribuída, ampliar a segurança energética e simplificar o modelo regulatório para reduzir os custos da energia para a população. Esse é o desafio”, explica o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior.

15 de junho, 2018
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ENERGIA SOLAR
São Paulo regula licenciamento de projetos

Com as contribuições apresentadas pela Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, pela Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - Investe São Paulo e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo publicou a Resolução 74, que dispõe sobre o licenciamento ambiental para projetos de energia solar fotovoltaica. Segundo a nova Resolução, os projetos com potência superior a 90 MW terão que ter o Relatório Ambiental Preliminar (RAP), enquanto empreendimentos com potência entre 5 e 90 MW serão submetidos ao Estudo Ambiental Simplificado (EAS). Já os projetos com potência, o que inclui usinas de micro e minigeração de energia elétrica, terão que apresentar apenas autorização para supressão de vegetação nativa ou para instalação em áreas de proteção de manancial, se necessária. Quando houver supressão de vegetação nativa primária ou secundária em estágio médio ou avançado de regeneração, poderá ser aplicado procedimento de licenciamento ambiental mais restritivo. “Com estas medidas simplificadoras, os processos de licenciamento ambiental se tornarão mais claros, ágeis e previsíveis, garantindo a segurança tão desejada pelos investidores privados e aos consumidores que pretendem produzir energia elétrica, com sustentabilidade”, disse o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior. As medidas fazem parte do esforço do Governo do Estado de São Paulo no incentivo ao uso de energias renováveis, que considera a necessidade de aumentar a participação das fontes renováveis e mitigar a emissão de carbono fóssil na matriz energética, a necessidade de implementar a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, também de cumprir o Acordo de Paris, e que os empreendimentos de geração de energia elétrica solar fotovoltaica representam uma fonte limpa e sustentável de eletricidade, sem emissão de gases de efeito estufa e com baixo impacto ambiental, como preconiza a PEMC - Política Estadual de Mudanças Climáticas.

16 de agosto, 2017
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ENERGIA SOLAR
CDHU lança licitação para residencial em SP

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) de São Paulo abriu, dia 31 de maio, a licitação para a construção do primeiro residencial vertical que irá produzir energia a partir da luz solar, por meio de placas fotovoltaicas. A medida vai proporcionar desconto na conta do apartamento e do condomínio dos moradores. O conjunto será construído em Aparecida, na região administrativa de São José dos Campos, com 62 moradias para famílias de baixa renda. A previsão é que a construtora responsável seja selecionada e o contrato assinado até setembro, com início da construção do Conjunto Habitacional Aparecida B a partir de novembro. O investimento previsto é de R$ 9,3 milhões. A energia limpa poderá ser consumida no próprio residencial ou ser enviada para a rede de distribuição de energia. Está prevista uma geração de 50 kWh (quilowatt-hora)/mês por habitação, o que representa cerca de R$ 30 de economia na conta mensal de cada família. No total, serão instalados 152 módulos de placas fotovoltaicas no telhado dos quatro blocos e que irão gerar em torno de 4.760 KWh/mês. A energia será destinada principalmente para as áreas comuns – estacionamento, espaços de circulação entre o condomínio e hall das escadas – e também para as moradias. A novidade é resultado da parceria entre as secretarias da Habitação e de Energia e Mineração. A Subsecretaria de Energias Renováveis, da Secretaria de Energia e Mineração, coordenou os estudos que apontam o potencial de energia solar do estado de São Paulo para geração fotovoltaica de 12 TWh/ano.

5 de junho, 2017
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ENERGIA SOLAR
Sunlution consegue marca de 10 MW

Com os resultados obtidos com as usinas solares flutuantes no Brasil, a Sunlution informou ser a primeira companhia brasileira de desenvolvimento de projeto (EPC) a ter 10 MW de energia fotovoltaica contratados no País, o suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 10 mil habitantes. A marca alcançada é resultado de contrato firmado para a construção da primeira série de usinas solares flutuantes do mundo em dois reservatórios de hidrelétricas no Brasil, em Balbina (AM) pela Eletronorte, e em Sobradinho (BA) com a Chesf. Somadas, as obras terão capacidade de geração de 10 MW e devem ser entregues em meados de 2017. “A ideia é aproveitar as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações hidrelétricas para que as operações da geração solar possam ser otimizadas”, ressalta Orestes Gonçalves, Diretor da Sunlution. “Como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”, conclui. A ideia é expandir projetos flutuantes e participar dos leilões anunciados de geração solar em reservatórios. A Sunlution tem ainda projetos de pequeno porte – cerca de 4 KWp - com sistemas implantados nos baús da Truckvan, no telhado do Aeroporto Santos Dumont e no projeto “Escolas Sustentáveis, com a instalação de placas fotovoltaicas em seis colégios públicos do Rio de Janeiro.

25 de maio, 2016
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ENERGIA SOLAR
Lançada primeira usina flutuante

Na última sexta-feira, 4 de março, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, lançou a primeira usina solar flutuante no reservatório da hidrelétrica da Eletronorte de Balbina, no Amazonas. A usina solar flutuante tem capacidade de geração de 5 MW e será construída através de parceria entre a Sunlution, empresa brasileira de geração solar e hibrida e geração em usinas solares de médio e grande porte, e a fabricante de equipamentos WEG. O escopo do projeto incluiu o fornecimento pela Sunlution de flutuadores com placas fotovoltaicas para o reservatório de Balbina e estudos da otimização da operação de duas fontes de energia (Hidrelétrica e Solar) utilizando a mesma infraestrutura. Os participantes do projeto foram escolhidos através de chamada pública e englobam a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE (FADE) e Fundação de Apoio Rio Solimões (UNISOL), além das duas empresas. A usina solar flutuante será construída em duas etapas em um período total de 36 meses. Será implantado 1 MW ainda em 2016, e os 4 MW restantes, instalados nos últimos 12 meses. Para participar do projeto, a Sunlution se uniu a Ciel et Terre International, fabricante francesa dos flutuadores solares, e criou a joint venture Ciel et Terre Brasil. A ideia é aproveitar a infraestrutura existentes nas instalações hidrelétricas para produzir energia com geração solar” ressalta o Diretor da Sunlution, Orestes Gonçalves. “Como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”, conclui.

16 de março, 2016
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ENERGIA SOLAR
Sunlution fecha contrato de R$ 100 milhões

A Sunlution, empresa brasileira de geração distribuída – solar e hibrida e geração em usinas solares de médio e grande porte, assinou contrato no valor de R$ 100 milhões para instalar duas usinas solares nos reservatórios das hidrelétricas de Balbina (Eletronorte) e de Sobradinho (Chesf). O contrato prevê o fornecimento de flutuadores com placas fotovoltaicas para os reservatórios hidrelétricos das duas usinas e estudos da otimização da operação de duas fontes de energia (Hidroelétrica e Solar) utilizando a mesma infraestrutura. O projeto tem a parceria da WEG e tem período de 36 meses, dividido em duas etapas. Cada usina terá a instalação de 1 MW ainda em 2016, tendo os 4 MW restantes instalados nos últimos 12 meses. “A ideia é aproveitar as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações hidrelétricas para que as operações da geração solar possam ser otimizadas”, ressalta Orestes Gonçalves, Diretor da Sunlution. “Como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”, conclui. Para o projeto, a empresa criou a joint venture Ciel et Terre Brasil em parceria com o grupo francês Ciel et Terre International, fabricante dos flutuadores solares. A Ciel et Terre Brasil deve inaugurar duas operações fabris no País para produção local dos flutuadores.

4 de janeiro, 2016
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TECNOLOGIA
Flutuador solar gera energia

O mercado de saneamento não será mais o mesmo depois de conhecer as vantagens do flutuador com placas fotovoltaicas, tecnologia que a Sunlution, jovem empresa brasileira de geração distribuída (solar e hibrida) e geração em usinas solares de médio e grande porte, traz ao mercado brasileiro após uma joint-venture firmada com a fabricante francesa Cielet Terre International. A novidade promete ampliar, mesmo em tempos de escassez de água e baixo nível dos reservatórios, a capacidade de oferta hídrica das companhias de saneamento no Brasil. Orestes Gonçalves, sócio diretor da Sunlution, explica que o sistema já vem sendo empregado com êxito em outros países do mundo para cobrir parte dos espelhos d’água de reservatórios de companhias de saneamento: “a tecnologia reduz em até 70% o nível de evaporação da água nos locais onde o flutuador fica instalado, o que permite maior oferta hídrica e, ao mesmo tempo, utilização da energia gerada para abastecer a operação da companhia”. A proposta de gerar energia em reservatórios aproveitando a infraestrutura já existente nas instalações vem atraindo o interesse de companhias brasileiras de saneamento e as conversações com duas delas já estão bem adiantadas, garante o executivo. O sistema de energia solar flutuante, plataforma batizada por Hydrello, permite a instalação dos painéis fotovoltaicos em reservatórios de água potável, lagos de minas e pedreiras, canais de irrigação ou bacias de decantação e remediação. Com montagem rápida e fácil, o sistema se adapta a qualquer configuração elétrica. Fabricados em HDPE através de moldagem por sopro, os flutuadores possuem vida útil superior a 20 anos e são resistentes à corrosão e raios UV. Painéis secundários permitem fácil acesso para manutenção e limpeza das placas. Ciente da eficácia do equipamento, Gonçalves estima encerrar o ano de 2015 com 15 a 20 megawatts (MW) de projetos de energia solar contratados, para serem instalados ao longo de 2016: “como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”. Para otimizar ainda mais o sistema, Gonçalves destaca ainda a parceria firmada com a TechSub, fabricante francesa de aeradores de água solar sustentáveis, para explorar o mercado de tratamento e recuperação de rios e lagos no Brasil. A proposta é integrar o flutuador com placas solares da Sunlution aos aeradores da TechSub e oferecer um modelo sustentável nos projetos de melhoria da qualidade da água no Brasil. Na prática, as placas fotovoltaicas serão responsáveis pelo fornecimento da energia para o equipamento de oxigenação de água da fabricante francesa. “A tecnologiaSunlution-TechSub (aerador + flutuador solar) custa no Brasil R$ 98 mil por equipamento. Cada aerador solar é instalado para cobrir uma área de 5 hectares. Na lagoa Rodrigo de Freitas (RJ), por exemplo, o projeto para elevar a qualidade da água está orçado em torno de R$ 12 milhões e o tempo de resposta para atingir os níveis desejados é de um ano”, ilustra o executivo. Aterros sanitários podem utilizar a mesma tecnologia Outro nicho de mercado que vem sendo trabalhado pela Sunlution são os aterros sanitários e os lixões. A ideia, segundo Gonçalves, é cobrir esse locais com os mesmos flutuadores solares utilizados nos reservatórios, para gerar energia limpa e, ao mesmo tempo, garantir tratamento adequado às áreas impactadas. A expectativa da empresa nessa área é obter um volume de negócios da ordem de R$ 35 milhões com a entrada de cinco megawatts no primeiro ano de projeto. “O flutuador solar é indicado para cobrir este tipo de terreno, já que possui um sistema flexível de fixação capaz de compensar o movimento e as oscilações de uma área de lixão”, esclarece Gonçalves. Já para o setor agrícola, outro potencial cliente da empresa, a Sunlution pretende instalar os flutuadores em lagos e represas de propriedades rurais e, desta forma, garantir o abastecimento energético para a produção. Estudos mostram que o flutuador reduz em até 70% o nível de evaporação da água, o que permite ao agricultor aumentar em 30% a sua produção.

10 de dezembro, 2015