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A proposta com o acordo é ampliar o portfólio de soluções energéticas inteligentes no Brasil, a partir de novas tecnologias de baterias para elevar a segurança no sistema elétrico.

Para a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a expectativa de crescimento médio anual é de 3,3% no consumo de eletricidade no Brasil até 2035.

De acordo com a Petrobras, este é seu primeiro contrato com um consumidor final que ocasionou migração do cliente do mercado cativo para o livre no Nordeste.

Nas duas primeiras usinas da região foram instalados 428 módulos fotovoltaicos, com previsão de geração média anual de aproximadamente 420 mil kWh.

O Brasil é destaque e essa lógica também começa a ser incorporada pelo mercado imobiliário, no segmento de multipropriedade, que acumulou cerca de R$ 100 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) entre 2020 e 2024.

A área apresenta um dos maiores potenciais solares do Brasil, com cerca de 300 dias de sol por ano, além de reunir condições ideais para a geração de energia fotovoltaica em larga escala.

Desde 2012, o segmento já investiu mais de R$ 87,7 bilhões gerou mais de 601 mil empregos verdes acumulados, além de proporcionar cerca de R$ 29 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.

Nova chamada pública destinará R$ 40 milhões a projetos de eficiência energética com foco na economia de energia e o combate ao desperdício.
