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Desenvolve SP cria linha de créditos para meio ambiente

Desenvolve SP cria linha de créditos para meio ambiente

Linha de crédito específica para projetos de micro, pequenas e médias empresas

A Desenvolve SP, agência de fomento do estado de São Paulo, oferece aos empreendedores paulistas uma linha de crédito específica para projetos de micro, pequenas e médias empresas para preservação da água, saneamento básico e tratamento de resíduos sólidos.

A Economia Verde -- Saneamento e Resíduos faz parte da Linha Projetos Sustentáveis e oferece carência de até 36 meses, prazo para pagar de até 120 meses, incluindo a carência, e taxa a partir de 0,17% ao mês acrescida de Selic. A medida visa estimular a retomada da economia de forma sustentável para as empresas, o meio ambiente e a sociedade, além de atender os ODS 6 da ONU, que propõem assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos; ao objetivo 11, que visa reduzir o impacto ambiental por meio da gestão de resíduos municipais; e ao item 12, voltado à redução substancial de geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reúso. “A Desenvolve SP disponibiliza linhas de crédito acessíveis a empreendedores mobilizados ainda na redução na emissão de CO² e seu impacto ambiental”, destaca o presidente da Desenvolve SP, Ricardo Dias Brito.

A Projetos Sustentáveis é composta ainda pelos produtos Linha Economia Verde e a Linha Economia Verde -- Máquinas. A primeira financia projetos que promovem a redução de emissões de gases de efeito estufa, a geração de energias renováveis e a eficiência energética. Já a Linha Economia Verde -- Máquinas custeia a compra de equipamentos que promovem a redução de emissões de gases de efeito estufa e minimizam o impacto da atividade produtiva no meio ambiente, reduzindo o consumo de energia e/ou combustíveis com ganhos sustentáveis.


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A Secretaria de Energia e Mineração e a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP) firmaram um acordo de cooperação com o objetivo de facilitar o acesso das pequenas e médias empresas ao financiamento de longo prazo para projetos de geração de energia solar fotovoltaica no estado de São Paulo. A Secretaria responderá pela análise e orientação técnica dos projetos que a Desenvolve SP receber para a implantação de sistemas de mini e microgeração distribuída e de energia fotovoltaica. “As fontes renováveis são as energias do futuro. O Governo de São Paulo já isentou a cadeia produtiva da indústria solar e agora dá mais um passo no fomento à geração fotovoltaica no Estado”, destaca o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles. Em contrapartida, a Desenvolve SP espera ampliar a geração de energia solar no estado. “São Paulo importa de outros estados cerca de 60% da energia elétrica que consome. Com essa parceria, queremos diminuir essa dependência, ajudando as empresas paulistas a adaptarem seus sistemas e a gerarem ao menos parte da sua própria energia, tornando-as mais eficientes e competitivas”, diz Álvaro Sedlacek, presidente da Desenvolve SP. A Desenvolve SP oferece a Linha Economia Verde para o desenvolvimento de projetos de eficiência energética. A linha ajuda a financiar a compra de equipamentos, instalação dos mesmos para a produção de energia renovável, - como placas solares, aerogeradores, caldeiras a biomassa, equipamentos para pequena central hidrelétrica, biogás de aterro, entre outros itens. A taxa de juros parte de 0,17% ao mês (+Selic) e o prazo é de até 10 anos, incluso o período de carência. Para acessar a linha de financiamento da Desenvolve SP, o projeto deve estar adequado à resolução normativa 482 da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica, de 17/04/2012 e suas alterações (517/2012, 687/2015 e 786/2017). A cooperação terá vigência pelo prazo de cinco anos. O Governo paulista quer popularizar a energia solar fotovoltaica e, para isso, vem incentivando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências. “Popularizar a geração distribuída, ampliar a segurança energética e simplificar o modelo regulatório para reduzir os custos da energia para a população. Esse é o desafio”, explica o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior.

15 de junho, 2018
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23 de junho, 2015