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EMPRÉSTIMO VERDE

Desenvolve SP atinge marca de R$ 200 mi

Segundo levantamento da Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista, a quantia de empréstimos verdes nos estado para projetos sustentáveis atingiu a marca de R$ 200 milhões. Ao longo de oito anos, o montante demandado atendeu a projetos de eficiência energética, de geração de energias renováveis e em projetos voltados à redução de emissões de gases causadores do efeito estufa. Em relação ao destino dos financiamentos, os empresários do interior paulista respondem por 62% dos investimentos realizados. A indústria foi responsável por demandar 49% do montante (R$ 97 milhões), seguida das empresas do comércio e prestadoras de serviços, com 45% (R$ 90 milhões). O setor público, por meio de prefeituras, investiu os outros 6% (R$12 milhões), principalmente na renovação ou adequação de suas frotas, substituindo o uso de combustível fóssil para combustível mais limpo, como biodiesel e etanol. O Desenvolve SP financiou, em 2017, pouco mais de R$ 36 milhões pela linha de crédito Economia Verde, um crescimento de 66% em relação ao ano anterior (R$ 21 milhões). “O aumento mostra que as empresas já estão se movimentando no sentido de adquirirem mecanismos mais econômicos e ambientalmente responsáveis”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.

Segundo levantamento da Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista, a quantia de empréstimos verdes nos estado para projetos sustentáveis atingiu a marca de R$ 200 milhões. Ao longo de oito anos, o montante demandado atendeu a projetos de eficiência energética, de geração de energias renováveis e em projetos voltados à redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.
 
Em relação ao destino dos financiamentos, os empresários do interior paulista respondem por 62% dos investimentos realizados. A indústria foi responsável por demandar 49% do montante (R$ 97 milhões), seguida das empresas do comércio e prestadoras de serviços, com 45% (R$ 90 milhões). O setor público, por meio de prefeituras, investiu os outros 6% (R$12 milhões), principalmente na renovação ou adequação de suas frotas, substituindo o uso de combustível fóssil para combustível mais limpo, como biodiesel e etanol. 
 
O Desenvolve SP financiou, em 2017, pouco mais de R$ 36 milhões pela linha de crédito Economia Verde, um crescimento de 66% em relação ao ano anterior (R$ 21 milhões). “O aumento mostra que as empresas já estão se movimentando no sentido de adquirirem mecanismos mais econômicos e ambientalmente responsáveis”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. 

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ECONOMIA VERDE
Financiamentos crescem 33%

Segundo estudo realizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), de cada quatro reais emprestados a empresas pelos bancos brasileiros, mais de um real vai para atividades voltadas à redução da emissão de carbono, eficiência no uso de recursos naturais e inclusão social. De acordo com amostra dos quinze maiores bancos brasileiros, de R$ 1,722 bilhão da carteira de financiamentos do setor em 2017, o volume direcionado a chamada ‘economia verde’ atingiu R$ 412,27 bilhões, 27,6% de toda a carteira de empréstimos dos bancos para pessoa jurídica no último ano. O resultado representa um crescimento de 33,4% em 2017 na comparação com o ano anterior, quando foram destinados R$ 309,08 bilhões para esse tipo de empresa. O crescimento do volume de recursos em ‘economia verde’ mostra que o tema vem ganhando importância para os bancos, diz o diretor de Relações Institucionais da Febraban, Mario Sérgio Vasconcelos. “Isto se deve a dois fatores: maior compreensão da importância dos potenciais impactos das mudanças climáticas no gerenciamento de riscos dos portfólios de empréstimos e identificação das oportunidades de negócios proporcionadas pela ‘economia verde’“. O levantamento da Febraban acompanha também a alocação de recursos em setores potencialmente causadores de impacto ambiental classificados segundo a Resolução 237/97 do Conama, nos quais as instituições financeiras realizam diligências especiais e rigorosa análise dos riscos socioambientais, seja para minimizar impactos negativos ou potencializar impactos positivos. “O acompanhamento desses setores é essencial uma vez que permite às instituições financeiras prever potenciais riscos e trabalhar para evitar que se tornem problemas reais”, diz Vasconcelos. Neste caso, houve um aumento de 4,3% de 2016 para 2017, de R$ 605,86 bilhões para R$ 632,03 bilhões. A participação deste tipo de financiamento na carteira total de crédito também cresceu de 36,8% (2016) para 42,3% (2017).

9 de julho, 2018
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ENERGIA SOLAR
São Paulo apoia pequenas empresas

A Secretaria de Energia e Mineração e a Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP) firmaram um acordo de cooperação com o objetivo de facilitar o acesso das pequenas e médias empresas ao financiamento de longo prazo para projetos de geração de energia solar fotovoltaica no estado de São Paulo. A Secretaria responderá pela análise e orientação técnica dos projetos que a Desenvolve SP receber para a implantação de sistemas de mini e microgeração distribuída e de energia fotovoltaica. “As fontes renováveis são as energias do futuro. O Governo de São Paulo já isentou a cadeia produtiva da indústria solar e agora dá mais um passo no fomento à geração fotovoltaica no Estado”, destaca o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles. Em contrapartida, a Desenvolve SP espera ampliar a geração de energia solar no estado. “São Paulo importa de outros estados cerca de 60% da energia elétrica que consome. Com essa parceria, queremos diminuir essa dependência, ajudando as empresas paulistas a adaptarem seus sistemas e a gerarem ao menos parte da sua própria energia, tornando-as mais eficientes e competitivas”, diz Álvaro Sedlacek, presidente da Desenvolve SP. A Desenvolve SP oferece a Linha Economia Verde para o desenvolvimento de projetos de eficiência energética. A linha ajuda a financiar a compra de equipamentos, instalação dos mesmos para a produção de energia renovável, - como placas solares, aerogeradores, caldeiras a biomassa, equipamentos para pequena central hidrelétrica, biogás de aterro, entre outros itens. A taxa de juros parte de 0,17% ao mês (+Selic) e o prazo é de até 10 anos, incluso o período de carência. Para acessar a linha de financiamento da Desenvolve SP, o projeto deve estar adequado à resolução normativa 482 da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica, de 17/04/2012 e suas alterações (517/2012, 687/2015 e 786/2017). A cooperação terá vigência pelo prazo de cinco anos. O Governo paulista quer popularizar a energia solar fotovoltaica e, para isso, vem incentivando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências. “Popularizar a geração distribuída, ampliar a segurança energética e simplificar o modelo regulatório para reduzir os custos da energia para a população. Esse é o desafio”, explica o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior.

15 de junho, 2018
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MICROBACIAS II
Governo paulista investe R$ 83 milhões em projeto

O Governo do Estado de São Paulo já investiu R$ 83,97 milhões no Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável - Microbacias II – Acesso ao Mercado. Considerado “emancipador”, o projeto já ajudou milhares de produtores rurais vinculados a mais de 200 associações e cooperativas. Com os recursos, essas organizações conseguiram reforçar e ampliar a capacidade de negociação coletiva dos agricultores, além de aumentar as oportunidades de negócios, principalmente na agricultura familiar. O Microbacias II possibilita ao produtor elaborar um plano de negócios para agregar valor à sua produção e elevar sua renda. “O governador Geraldo Alckmin demonstrou todo o seu apreço pelo projeto quando, no ano passado, buscou, junto aos Ministérios da Fazenda, e do Planejamento, Orçamento e Gestão a prorrogação até setembro de 2017 do Microbacias II para continuar fomentando os planos já em andamento e principalmente os novos projetos, estimulando a agricultura sustentável e a valorização da nossa agricultura”, afirmou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim. O Programa é executado pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento, por intermédio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), e da Secretaria do Meio Ambiente, por meio da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN), com financiamento parcial do Banco Mundial, no valor de US$ 130 milhões, sendo US$ 78 milhões do BIRD e US$ 52 milhões do Estado de São Paulo. Segundo Arnaldo Jardim, o projeto tem como objetivo apoiar iniciativas de negócios, apresentados por associações ou cooperativas, preparando o pequeno produtor para atender às demandas, além de agregar valor a sua produção. “O Microbacias II possibilita que o homem do campo se desenvolva, cresça e crie novas oportunidades de acesso ao mercado, aumentando a produtividade e gerando renda. Estamos seguindo a determinação do governador Geraldo Alckmin”, disse.As propostas de negócio aprovadas e acompanhadas pelo Projeto estão distribuídas em todo o Estado, beneficiando diretamente 6.267 famílias de produtores rurais, dos quais 5.819 são agricultores familiares.

24 de fevereiro, 2016