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ARCELORMITTAL

Prêmio por projeto de dessalinização

A ArcelorMittal Tubarão (ES) recebeu o prêmio "Projeto Inovador" pelo projeto de dessalinização da água do mar durante o Congresso IDA – International Desalination Association, maior evento mundial de dessalinização e tratamento avançado do mundo, realizado entre os dias 20 e 24 de outubro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. As obras do projeto deverão ser iniciadas ainda este ano. A planta de tratamento de água do mar em grande escala começará a ser construída pela empresa Fluence Corporation e deverá ser concluída até 2021. De acordo com o gerente-geral de Sustentabilidade e Relações Institucionais da ArcelorMittal Tubarão, João Bosco Reis da Silva, o projeto também dará oportunidade ao Espírito Santo de aprender mais sobre esse tipo de tecnologia. "Desenvolveremos parcerias com várias instituições do meio acadêmico, que poderão conhecer e estudar o funcionamento e operação deste tipo de sistema, fomentando o desenvolvimento de mão de obra capixaba especializada nesta área, que é totalmente inovadora", comenta. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento ArcelorMittal, formado por pesquisadores do Brasil e da Espanha (Astúrias), analisou as melhores tecnologias e fornecedores do mundo, considerando riscos, custos e aspectos operacionais para definir o melhor projeto a ser implantado. O sistema irá captar água do mar, que será tratada pelo processo de osmose reversa, tecnologia já estabelecida e aplicada em países como Israel, Espanha, Austrália, Argentina e Estados Unidos. A ArcelorMittal Tubarão investiu R$ 50 milhões na planta a ser instalada próxima da Central Termelétrica da empresa e ocupará cerca de 6.000 m². A unidade terá capacidade inicial de 500 m³/hora (12.000 m³/dia) e poderá ser ampliada no futuro.

A ArcelorMittal Tubarão (ES) recebeu o prêmio "Projeto Inovador" pelo projeto de dessalinização da água do mar durante o Congresso IDA – International Desalination Association, maior evento mundial de dessalinização e tratamento avançado do mundo, realizado entre os dias 20 e 24 de outubro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. As obras do projeto deverão ser iniciadas ainda este ano. 
 
A planta de tratamento de água do mar em grande escala começará a ser construída pela empresa Fluence Corporation e deverá ser concluída até 2021. De acordo com o gerente-geral de Sustentabilidade e Relações Institucionais da ArcelorMittal Tubarão, João Bosco Reis da Silva, o projeto também dará oportunidade ao Espírito Santo de aprender mais sobre esse tipo de tecnologia. "Desenvolveremos parcerias com várias instituições do meio acadêmico, que poderão conhecer e estudar o funcionamento e operação deste tipo de sistema, fomentando o desenvolvimento de mão de obra capixaba especializada nesta área, que é totalmente inovadora", comenta.
 
O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento ArcelorMittal, formado por pesquisadores do Brasil e da Espanha (Astúrias), analisou as melhores tecnologias e fornecedores do mundo, considerando riscos, custos e aspectos operacionais para definir o melhor projeto a ser implantado. O sistema irá captar água do mar, que será tratada pelo processo de osmose reversa, tecnologia já estabelecida e aplicada em países como Israel, Espanha, Austrália, Argentina e Estados Unidos. 
 
A ArcelorMittal Tubarão investiu R$ 50 milhões na planta a ser instalada próxima da Central Termelétrica da empresa e ocupará cerca de 6.000 m². A unidade terá capacidade inicial de 500 m³/hora (12.000 m³/dia) e poderá ser ampliada no futuro.

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DESSALINIZAÇÃO
ArcelorMittal Tubarão inaugura maior planta de água do mar do país

Como não há produção de aço sem água, a ArcelorMittal anunciou, em meados de setembro, o início de operação da sua planta de dessalinização de água do mar na unidade Tubarão, situada no Espírito Santo. O sistema, que recebeu R$ 50 milhões de investimentos, tem capacidade inicial para dessalinizar 500 m³/hora de água e irá garantir maior segurança hídrica para a empresa e para o Espírito Santo. Construída em área de cerca de 6 mil m², a planta consumirá cerca de 3MW de energia elétrica e representa menos de 1% do total de energia gerada pela própria ArcelorMittal Tubarão, que é autossuficiente. Segundo declarou o presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO ArcelorMittal Aços Planos América do Sul, Benjamin Baptista Filho, mesmo com os desafios impostos pela pandemia, as obras foram realizadas dentro do cronograma previsto. "Sua construção demandou a criação de 220 novos postos de trabalho. Um grande volume de profissionais que, juntamente às nossas equipes, executou todo o processo dentro dos mais rígidos controles de segurança para garantir a saúde e a integridade de todos", explicou. Durante a inauguração da planta, Benjamin contextualizou a questão hídrica na companhia, explicando que a água bruta recebida da Cesan é tratada em uma estação própria. O executivo lembrou que hoje a legislação brasileira determina que no caso de eventos de escassez hídrica, a prioridade no abastecimento de água é para uso humano e animal, ficando por fim o uso industrial, citando como exemplo a escassez hídrica enfrentada pelo estado capixaba entre os anos de 2014 e 2016. Leia a matéria completa na edição 199 de Saneamento Ambiental

23 de setembro, 2021
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SUSTENTABILIDADE
ArcelorMittal no Guia Exame

A ArcelorMittal obteve o 1º lugar no setor de Mineração, Siderurgia e Metalurgia no Guia Exame de Sustentabilidade, que circula no dia 7 de novembro. Esta é a 6ª vez que a companhia aparece no ranking graças às suas iniciativas sustentáveis desenvolvidas nas unidades. Com base na Agenda 2030 da ONU e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a ArcelorMittal adota iniciativas, como o desenvolvimento de produtos que incentivem estilos de vida mais sustentáveis; uso eficiente dos recursos e altos índices de reciclagem; usuário confiável do ar, da terra e da água e usuário responsável de energia, ajudando a criar um futuro com baixa emissão de carbono. “Sustentabilidade é um dos valores da ArcelorMittal. Trabalhamos para promover este conceito não só na empresa, mas em toda cadeia de fornecimento do aço, atuando em parceria com todos os stakeholders”, destaca o presidente da ArcelorMittal Brasil e CEO da ArcelorMittal Aços Planos América do Sul, Benjamin Baptista Filho. A companhia também dá ênfase aos princípios de economia circular, que preveem reciclagem, redução de uso, reúso e remanufatura de vários componentes. Entre as ações inovadoras da empresa está à criação do Plano Diretor de Águas (PDA), implementado nas usinas com o objetivo de garantir a disponibilidade dos recursos hídricos para as operações e, ao mesmo tempo, reduzir os impactos decorrentes da captação de água para produção do aço. O PDA ganhou o prêmio Steelie Awards na categoria Excelência em Sustentabilidade. Atualmente, a ArcelorMittal Brasil possui cerca de 98% de índice de recirculação de água dentre as produtoras de aço brasileiras. Outra marca de destaque, obtida em 2018, é a Declaração Ambiental de Produto (DAP), que reúne informações sobre o ciclo de vida e os impactos ambientais dos produtos de aço. Além disso, a unidade da ArcelorMittal em Tubarão está executando o projeto de dessalinização da água do mar, com capacidade de produzir até 500 m³/h de água industrial. As obras têm previsão de conclusão em 2021.

8 de novembro, 2019
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DESSALINIZAÇÃO
ArcelorMittal anuncia projeto no ES

A ArcelorMittal Tubarão anunciou investimentos de R$ 50 milhões para desenvolver um projeto de dessalinização no estado do Espírito Santo. As obras começarão ainda este ano e devem ser concluídas dentro de dois anos. A unidade produzirá até 500 m³/h (12.000 m³/dia) de água industrial para o sistema de água da ArcelorMittal Tubarão. Com o projeto, a ArcelorMittal Tubarão proporcionará um fonte alternativa ao consumo de água doce do Rio Santa Maria da Vitória. Atualmente a água doce, que é fornecida pela Cesan, representa 3,5% de toda a água consumida pela empresa (96,5% são provenientes de água do mar) e parte dela é tratada, transformada em potável e destinada para o consumo humano. Destes 3,5%, 97,8% são recirculados em seus processos. “O projeto tem como objetivos principais aumentar a segurança hídrica e garantir a estabilidade operacional das nossas operações, colocando a ArcelorMittal Tubarão na vanguarda da Gestão Hídrica, através de uma adequada estratégia de adaptação futura às mudanças do clima”, explica o Vice-Presidente de Operações, Jorge Luiz Ribeiro de Oliveira. O projeto engloba sistemas de captação e bombeamento de água do mar, pré-tratamento com filtração, dessalinização por osmose reversa e armazenagem, e distribuição da água produzida (água dessalinizada). A planta será instalada próxima às Centrais Termelétricas da unidade e ocupará cerca de 6.000 m², o que representará a maior planta de dessalinização do país. Durante as obras serão gerados 220 postos de trabalho (trabalhadores locais), dos quais 160- de mão-de-obra direta - obra civil e montagem/eletromecânica. Já a operação e a manutenção serão feitas, posteriormente, por oito empregados próprios. A ArcelorMittal Tubarão produzirá cerca de 3 MW de energia elétrica a ser consumida no processo de dessalinização. O montante representa menos de 1% da sua geração total de energia. O processo de licenciamento ambiental para a obra já foi iniciado junto ao Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), e está atualmente em fase de elaboração do termo de referência (TR) e do plano de controle ambiental (PCA). Segundo Jorge Luiz, o projeto não gerará impactos ambientais significativos. “Ele consiste na captação da água do mar e na sua transformação em água industrial por meio do processo de osmose reversa, tecnologia essa já consagrada e aplicada em países como Israel, Espanha, Austrália, Argentina e Estados Unidos”, explica. A devolução da salmoura (líquido com maior concentração de sais que sobra da separação) para o mar será feita por meio do canal de retorno de água do mar de resfriamento de equipamentos já existentes na usina (condensadores das centrais termelétricas). A ArcelorMittal Tubarão vem desenvolvendo outras alternativas alinhadas com o Plano Estadual de Recursos Hídricos, como os estudos com o Governo do Estado do Espírito Santo, através da Cesan – para aproveitamento industrial de esgoto tratado ; projeto de Recuperação de Nascentes da Bacia do Santa Maria da Vitória, em parceria com o Comitê de Bacia do Santa Maria da Vitória, Incaper, Seama, Ministério Público Estadual e da Região de Santa Leopoldina, e Prefeitura de Santa Leopoldina. Projeto-piloto de Santa Leopoldina visa estudar as melhores técnicas de recuperação de nascentes e realizar o cercamento de 55 nascentes na região de Crubixá.

29 de janeiro, 2019
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SEGURANÇA HÍDRICA
Dessalinização e reúso devem crescer

Com a introdução do novo Manual de Segurança da Água da IDA, a Associação Internacional de Dessalinização (IDA) e a Global Water Intelligence (GWI) divulgaram a última visão para os mercados mundiais de dessalinização e reutilização de água. O documento mostra que após três anos – período onde o mercado de dessalinização permaneceu estável – 2019 deve ser o ano de maior crescimento de projetos de dessalinização desde o final dos anos 2000. O 31º inventário de dessalinização (que cobre de julho de 2017 a junho de 2018) aponta que a capacidade mundial instalada de dessalinização é de 97,4 milhões m³/dia, enquanto a capacidade total acumulada global é de 104,7 milhões m³ diários. Até junho de 2018, mais de 20 mil usinas de dessalinização haviam sido contratadas em todo o mundo. Em relação ao reúso, a capacidade global de reutilização contratada quase dobrou desde 2010, com a capacidade contratada acumulada aumentando de 59,7 milhões de m³/dia, em 2009, para 118 milhões de m³/dia, em 2017. "A IDA sempre defendeu soluções para a escassez de água apoiando o desenvolvimento da indústria de dessalinização e reutilização de água para garantir água sustentável e recursos naturais. Nas últimas décadas, nossa indústria alcançou uma importante redução nos custos não convencionais de água e aumentou a qualidade para garantir a sustentabilidade da água", afirmou Miguel Angel Sanz, Presidente da IDA. Dessalinização e reutilização da água são soluções de abastecimento ambientalmente corretas e estão em consonância com a economia circular da água. "As tendências que estamos vendo apontam para um amplo reconhecimento de que essas soluções avançadas de tratamento de água são essenciais para a saúde e o bem-estar das pessoas e das economias em todo o mundo, tanto agora como no futuro", disse Shannon McCarthy, Secretária-Geral da IDA. De acordo com Christopher Gasson, editor da GWI, o grande avanço recente está relacionado ao custo dos projetos de dessalinização. "Propostas de projetos na Arábia Saudita e Abu Dhabi viram o preço cair abaixo de US$ 0,50/m³ pela primeira vez, o que é uma ótima notícia”. Gasson espera que 2019 seja o melhor ano no mercado de dessalinização. Em termos de reutilização de água, os preços para água potável indireta estão na faixa de US$ 0,30 a US$ 0,40, mas o mercado ainda é retido pelas percepções do público. Os projetos de dessalinização crescem cada vez mais entre os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) – formado por Omã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Qatar, Bahrein e Kuwait. De acordo com o Manual de Segurança Hídrica de 2018-2019, 1,9 milhão de m³/dia de capacidade de água do mar foram contratados no primeiro semestre de 2018, um aumento de 26% em relação ao mesmo período de 2017. Desde então, os licitantes preferidos surgiram em projetos que totalizam mais de 1 milhão de m³ diários em novas capacidades adicionais na região. No entanto, nem todas as grandes fábricas de água do mar contratadas estão localizadas no Oriente Médio. O maior empreendimento de dessalinização de água do mar listado no 31º inventário de dessalinização é o projeto de 378 mil m³/dia de osmose reversa de água do mar (SWRO) em Rosarito, México. Globalmente, a capacidade contratada de dessalinização de água salobra diminuiu 19% ano a ano, mas nos EUA a dessalinização de água salobra aumentou significativamente, totalizando 205.600 m³/dia, o maior nível desde 2012 e um aumento de 26% em relação a 2016, uma divisão razoavelmente uniforme entre plantas municipais e industriais. A dessalinização de água de alimentação de baixa concentração, como água residual e água superficial de baixa concentração, cresceu quase 25% da capacidade total em 2017, em comparação a aproximadamente 15% em 2016. A maior parte dessa capacidade é composta por grandes estações de tratamento de águas residuais na China e na Índia. O manual também relata que o mercado de dessalinização industrial cresceu 21% em capacidade contratada entre 2016 e 2017. O aumento da atividade em petróleo e gás upstream e downstream representou mais de um terço da capacidade industrial contratada em 2017, enquanto o aumento dos preços das commodities revitalizou a atividade de dessalinização na indústria de mineração, com 201.000 m3/dia de nova capacidade contratada somente no primeiro semestre de 2018. A indústria de microeletrônica também está criando oportunidades para tecnologias de dessalinização, com capacidade contratada neste setor mais do que dobrando entre 2016-2017. Do ponto de vista geográfico, a capacidade contratada no Oriente Médio - o maior mercado de dessalinização - caiu de 2016 para 2017, mas foi compensada em 2018 com a concessão de vários grandes projetos.

21 de janeiro, 2019
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ARCELORMITTAL
Premiação por Gestão da água

Promovido pela World Steel Association (WSA) o prêmio Steelie Awards foi para o Plano de Diretor de Águas (PDA) da ArcelorMittal Brasil, na categoria Excelência em Sustentabilidade. O prêmio reconhece, anualmente, indivíduos ou empresas que tenham destaque da indústria siderúrgica. A premiação foi entregue em 16 de outubro, durante encontro anual da associação, realizado em Tóquio, no Japão. Brian Aranha (VP Executivo de Estratégia, Tecnologia, P&D, Marketing e Automotivo global da ArcelorMittal) recebeu a premiação. “Este reconhecimento demonstra a responsabilidade da ArcelorMittal com uma questão extremamente importante para a sociedade brasileira, que é a disponibilidade dos recursos hídricos. Além de reduzir os riscos de desabastecimento de nossas unidades, as ações transformaram ameaças em oportunidades. O PDA sistematizou iniciativas já existentes e criou outras, unindo esforços na identificação de fontes alternativas e na melhoria da eficiência dos processos”, destaca o Gerente Geral de Sustentabilidade da ArcelorMittal Brasil, Guilherme Correa Abreu. O PDA está implantado em todas as unidades da ArcelorMittal Brasil, com exceção das recém incorporadas de Barra Mansa e Resende, que estão previstas para 2019, assim como a Mina do Andrade e a ArcelorMittal Mineração Serra Azul. Os trabalhos também foram iniciados para aplicação da metodologia na ArcelorMittal BioFlorestas. Alinhada à quinta diretriz para o desenvolvimento sustentável do Grupo - Usuário confiável do ar, da terra e da água, a criação do PDA foi motivada pela crise hídrica ocorrida em 2015, na região da Grande Vitória (ES), ameaçando a continuidade da produção da unidade de Tubarão. Atualmente, a ArcelorMittal Brasil possui índice de recirculação de água de aproximadamente 98%. Segundo dados do IABr (Instituto Aço Brasil), em 2013, a recirculação média de água no parque siderúrgico brasileiro foi de 96%.

6 de novembro, 2018
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PRÊMIO
IDA anuncia vencedores em congresso

A International Desalination Association (IDA) divulgou os vencedores dos prêmios relacionados ao Programa Técnico do Congresso Mundial da IDA 2017, realizado em São Paulo. Os prêmios para os melhores trabalhos orais e escritos apresentados contemplaram cinco categorias e foram selecionados por membros do Comitê de Concessões do Congresso Mundial. Na categoria State-of-The-Art o vencedor foi Sahil R. Shah, M.Sc, Aluno de Pós-Graduação, Laboratório de Engenharia e Pesquisa Global, Massachusetts Institute of Technology, EUA, com o projeto "Design Ótimo de um Sistema de Eletrodiálise em Lote para Desalinização Doméstica". Em Inovação, o contemplado foi Sergio Salinas Rodríguez, M.Sc, Ph.D., Professor Titular do IHE Delft Institute for Water Education, Engenharia Ambiental e Departamento de Tecnologia da Água, Países Baixos, por "Um novo método de avaliação do crescimento bacteriano nos sistemas SWRO: desenvolvimento de métodos e aplicações. Em Pesquisa & Desenvolvimento o vencedor foi Raphael Rodrigues, Ph.D., Professor Assistente da Escola Politécnica de Engenharia da Universidade de São Paulo, Brasil, para "Reutilização direta de água potável no Brasil - Um estudo de planta piloto", enquanto que em Meio Ambiente e Sustentabilidade foi premiado Sylvain Donnaz, B.S, Engenheiro de Desenvolvimento Estratégico, Infraestrutura de Tratamento Internacional da Suez, França, por "Infraestrutura sustentável para reutilização de água na agricultura: A ETAR de Samra na Jordânia". A última categoria premia o melhor Líder Jovem. Neste caso, o vencedor foi Nicholas Charles Nelson, B.Eng, Chefe do Centro de Competências para Tratamento de Água, Omya International, Suíça, pelo projeto "Avaliação Tecnoeconômica e Teste Piloto de Novo Processo de Estabilização para Água Desalinizada". A Almar Water patrocinou o Prêmio Emerging Leader Achievement Award em Desalinização e Reutilização de Água no Congresso Mundial deste ano, feito para um membro do Programa de Jovens Líderes da IDA, com um prêmio monetário de US$ 5.000. O vencedor, em 2017, foi Steven Lam, gerente de departamento NPI, Gradiant Corporation, Estados Unidos.

9 de novembro, 2017
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IDA
Miguel Sanz assume presidência até 2019

A International Desalination Association (IDA) nomeou Miguel Angel Sanz, diretor de desenvolvimento estratégico de infraestrutura de tratamento da Suez, como seu novo presidente para o período 2017/2019. Sanz substituirá Emilio Gabbrielli, diretor de desenvolvimento de negócios da Toray no exterior, que trouxe o Congresso para a América Latina pela primeira vez. O Congresso Mundial da IDA acontece entre 15 e 20 de outubro no Sheraton World Trade Center de São Paulo. Jair Vieira Tannus Junior, secretário de recursos hídricos e qualidade ambiental no Ministério do Meio Ambiente (MMA) disse que o programa Agua Doce trará água dessalinizada para meio milhão de pessoas até 2019. O programa pode promover acesso à água potável para diversos municípios através da dessalinização com controles ambientais, sociais e técnicos apropriados. "A água é definida como uma propriedade pública no Brasil e deve ser gerenciada como parte do meio ambiente, descentralizada e participativa. A dessalinização se enquadra como parte de uma agenda global de desenvolvimento sustentável", disse Junior. Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial da Água e secretário de recursos hídricos do estado de São Paulo, comentou que após a crise hídrica de 2014 o estado de São Paulo tem compartilhado conhecimento e tecnologia com outras partes do Brasil e publicou novos regulamentos avançados sobre reutilização de água. "A crise da água ajudou a população a entender que eles tiveram que usar a água com mais cuidado, impulsionaram os desenvolvimentos tecnológicos e fizeram as pessoas perceberem que a dessalinização e a reutilização serão uma parte importante da solução", disse Braga. O plenário de abertura do Congresso Mundial da IDA 2017 também falou sobre a política de dessalinização e reutilização de água em outras partes do mundo, de Abdullah bin Ibrahim Al Abdulkaim, vice-governador, planejamento e desenvolvimento, na SWCC na Arábia Saudita; Niu Bo, diretor, departamento de conservação de recursos e proteção ambiental, China; e Yousef Ebrahim Al Akraf, vice-presidente executivo da DEWA, Dubai.

30 de outubro, 2017