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RECURSOS HÍDRICOS

Publicado manual sobre uso da água de chuva

Lançada no dia 10 de fevereiro pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE 2016) fala sobre o direito de todas as pessoas a ter acesso ao saneamento básico e debate políticas públicas e iniciativas que garantam a integridade e o futuro do meio ambiente. A campanha teve divulgado material informativo no dia 1º de março no portal Conic ( www.conic.org.br ), onde foi publicada reportagem sobre o manual de uso de água de chuva lançado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em 2015. Com o tema ‘Casa comum, nossa responsabilidade’ e o lema ‘Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca’, a campanha trata do desenvolvimento, da saúde integral e da qualidade de vida dos cidadãos. “A coleta da água da chuva é fundamental em muitos lugares do planeta, pelo fato de tratar de um recurso único em suas qualidades em termos não só físicos, mas também sociológicos”, afirma o pastor Inácio Lemke, vice-presidente do Conic. O manual oferece à população orientações para melhorar a qualidade da água de chuva, através de boas práticas para a sua captação, armazenamento e utilização doméstica. A publicação é direcionada às famílias que vivem situações emergenciais e dissemina uma técnica relativamente simples, mas que respeita os requisitos que garantem o funcionamento do sistema e, principalmente, assegura a qualidade da água coletada. “A era moderna trouxe ao ser humano a facilidade do acesso à água, algo que em gerações passadas era difícil. Abrir uma torneira e ter a certeza de água é uma realidade para muitas pessoas e passou a se considerar banal a sua origem ou, muitas vezes, a complexidade para realizar o tratamento. A isso está aliado o desperdício, pois passa a ser considerado um elemento infinito e aparentemente de fácil acesso”, completa Lemke. De acordo com o pesquisador e autor do manual, Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT, o projeto nasceu da constatação de que não apenas a captação da água de chuva mas também seu tratamento e armazenagem muitas vezes são feitos de maneira equivocada. “Embora a melhor água seja aquela oferecida pela concessionária, não podemos fechar os olhos ao fato de que muitas famílias hoje convivem com abastecimento irregular e têm se valido dessa solução. É preciso, no entanto, oferecer condições para que a captação seja feita de maneira mais segura, lacuna que o IPT pretende preencher com este manual”. O trabalho do IPT mostra como requisitos fundamentais à captação da água pelo telhado, e não pelo piso, além da filtragem que será responsável pela primeira limpeza, separando o líquido dos objetos sólidos como as folhas das árvores que acabam entrando no captador. Outro ponto importante é o descarte da água da primeira chuva, que carrega a poluição atmosférica e os contaminantes presentes no telhado. O recomendado é que sejam descartados dois litros de água para cada metro quadrado de área do telhado utilizado na captação, o que corresponde aos dois primeiros milímetros de precipitação. O sistema proposto no manual é de fácil instalação. “Os usuários podem fazer adaptações ao material, desde que sigam os parâmetros fundamentais. Essa água poderá ser usada para descarga de bacias sanitárias, limpeza de pisos e veículos e rega de jardins e áreas verdes”, explica Zanella. Numa situação extrema, caso falte água de qualidade superior a água de chuva – desde que captada, tratada e armazenada adequadamente – também pode ser utilizada para ingestão e preparo de alimentos. Para esse uso, além das etapas anteriores, recomenda-se ainda a fervura por um tempo superior a três minutos, melhorando a segurança sanitária.

Lançada no dia 10 de fevereiro pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE 2016) fala sobre o direito de todas as pessoas a ter acesso ao saneamento básico e debate políticas públicas e iniciativas que garantam a integridade e o futuro do meio ambiente.

A campanha teve divulgado material informativo no dia 1º de março no portal Conic (www.conic.org.br), onde foi publicada reportagem sobre o manual de uso de água de chuva lançado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em 2015.

Com o tema ‘Casa comum, nossa responsabilidade’ e o lema ‘Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca’, a campanha trata do desenvolvimento, da saúde integral e da qualidade de vida dos cidadãos. “A coleta da água da chuva é fundamental em muitos lugares do planeta, pelo fato de tratar de um recurso único em suas qualidades em termos não só físicos, mas também sociológicos”, afirma o pastor Inácio Lemke, vice-presidente do Conic.

O manual oferece à população orientações para melhorar a qualidade da água de chuva, através de boas práticas para a sua captação, armazenamento e utilização doméstica. A publicação é direcionada às famílias que vivem situações emergenciais e dissemina uma técnica relativamente simples, mas que respeita os requisitos que garantem o funcionamento do sistema e, principalmente, assegura a qualidade da água coletada. “A era moderna trouxe ao ser humano a facilidade do acesso à água, algo que em gerações passadas era difícil. Abrir uma torneira e ter a certeza de água é uma realidade para muitas pessoas e passou a se considerar banal a sua origem ou, muitas vezes, a complexidade para realizar o tratamento. A isso está aliado o desperdício, pois passa a ser considerado um elemento infinito e aparentemente de fácil acesso”, completa Lemke.

De acordo com o pesquisador e autor do manual, Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT, o projeto nasceu da constatação de que não apenas a captação da água de chuva mas também seu tratamento e armazenagem muitas vezes são feitos de maneira equivocada. “Embora a melhor água seja aquela oferecida pela concessionária, não podemos fechar os olhos ao fato de que muitas famílias hoje convivem com abastecimento irregular e têm se valido dessa solução. É preciso, no entanto, oferecer condições para que a captação seja feita de maneira mais segura, lacuna que o IPT pretende preencher com este manual”. O trabalho do IPT mostra como requisitos fundamentais à captação da água pelo telhado, e não pelo piso, além da filtragem que será responsável pela primeira limpeza, separando o líquido dos objetos sólidos como as folhas das árvores que acabam entrando no captador. Outro ponto importante é o descarte da água da primeira chuva, que carrega a poluição atmosférica e os contaminantes presentes no telhado. O recomendado é que sejam descartados dois litros de água para cada metro quadrado de área do telhado utilizado na captação, o que corresponde aos dois primeiros milímetros de precipitação.

O sistema proposto no manual é de fácil instalação. “Os usuários podem fazer adaptações ao material, desde que sigam os parâmetros fundamentais. Essa água poderá ser usada para descarga de bacias sanitárias, limpeza de pisos e veículos e rega de jardins e áreas verdes”, explica Zanella. Numa situação extrema, caso falte água de qualidade superior a água de chuva – desde que captada, tratada e armazenada adequadamente – também pode ser utilizada para ingestão e preparo de alimentos. Para esse uso, além das etapas anteriores, recomenda-se ainda a fervura por um tempo superior a três minutos, melhorando a segurança sanitária.

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REUSO
Ambipar vai tratar água da chuva

A Ambipar inaugura, no dia 22 de março (Dia Mundial da Água), um sistema de captação, tratamento e reuso de água da chuva, no complexo industrial da companhia, localizado em Nova Odessa (SP). O equipamento tem capacidade de armazenamento de 60 mil litros e, levando em conta o índice pluviométrico da região, que mede em torno de 1.317,1 mm/ano, a expectativa é a reutilização de 1,5 milhão de litros por ano de água ou 75 mil galões grandes de água. O projeto, denominado de “Sistema de Captação, Tratamento e Reuso de Alta Performance”, será utilizado para abastecer os caminhões pipas destinados a atendimento emergencial, combate a incêndios, limpeza predial, higienização de veículos, máquinas e caminhões, irrigação de áreas verdes e eventuais utilizações para uso potável. “É uma forma de preservar o recurso, principalmente em momentos de crise hídrica ou na situação atual, em que estamos com o principal reservatório do Estado de São Paulo encontra-se em baixa, com 51,5% da capacidade”, afirma Gabriel Estevam Domingos, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). O sistema conta com tratamento da água para reutilizar em fins potáveis ou não potáveis, bem como o sistema de captação (calhas, dique e tubulações), sistema de descarte dos primeiros minutos de água, componentes filtrantes, purificadores, armazenamento de água bruta e tratada, painel de comando e controle automatizado, que também funciona de forma remota como pelo aparelho celular. Além da preservação do recurso hídrico, o projeto também apoia os indicadores sociais do ESG (Environmental, Social, Governance na sigla em inglês). A ONG Ciclo, Social Arte, conta com grafiteiros da comunidade Jardim Ângela, em São Paulo, para realizar a estética visual da área que contempla o sistema de reuso de água de chuva no complexo de PD&I, em Nova Odessa. A arte contempla a fórmula molecular da água, o ciclo dinâmico e parte de seu ecossistema de forma interativa e didática.

22 de março, 2021
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ÁGUA DE CHUVA
Pesquisador do IPT lança livro sobre captação

O pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT, lança o livro 'Captação, Manejo e Uso de Água de Chuva', no 10º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva , que acontece de 15 a 18 de novembro na cidade de Belém (PA). Apesar de parecer uma técnica simples e barata, a captação de água da chuva, segundo Zanella, necessita de conhecimento específico para sua aplicação e investimentos para sua realização. A utilização de água de chuva como parte integrante de um projeto de engenharia carece da verificação da viabilidade técnica e econômica para sua implantação, explica Zanella na obra, e não são raras as situações em que o sistema pode se mostrar inviável, seja tecnicamente (principalmente quando aplicado a edificações existentes), ou economicamente – sobretudo quando avaliado a partir dos interesses financeiros de potenciais usuários considerados individualmente, como famílias de moradores, empresários ou mesmo órgãos ou entidades públicas. “Apesar da importância primordial da viabilidade técnica, não raramente a viabilidade econômico-financeira é considerada mandatória quanto à opção pela utilização dos sistemas nas cidades”, explica Zanella. A quantidade e a qualidade da água de chuva possíveis de se obter, os usos pretendidos para a água, os equipamentos necessários ao tratamento, a capacidade de estocagem e os gastos com operação e manutenção do sistema são alguns dos aspectos que devem ser avaliados pelo usuário da edificação, explica o pesquisador na obra de 24 capítulos organizada pela Associação Brasileira de Captação e Manejo de Água de Chuva (ABCMAC).

18 de novembro, 2016
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POLLUTEC
BNDES e gestores debatem saneamento

Newton de Lima Azevedo, governador brasileiro do Conselho Mundial da Água, Gesner Oliveira, sócio da GO Associados e Arian Bechara, chefe do Departamento de Saneamento Ambiental do BNDES, participam do debate “ Implementa çã o da Gest ã o Integrada da Á gua ”na Pollutec Brasil, feira de tecnologias ambientais mundial, que acontece entre os dias 12 e 15 de abril no Anhembi. O “Implementação sobre Gestão Integrada da Água”terá mediação de Newton Azevedo, além da participação de João Carlos Mello, Presidente da Thymos Consultoria, James Miralves, consultor sênior em gestão de resíduos da PHEBEE Consulting e Ana Flávia, representante do Parlamento Nacional da Juventude pela Água (PNJA). Antes dos debates, haveráuma exposição feita por Jean-François Donzier, Diretor-geral do Office International de l’Eau, organização francesa que foca a importância da capacitação técnica e gerencial dos profissionais de saneamento. O debate seráorganizado pelo movimento Rumo a Bras í lia 2018 , iniciativa da se çã o Brasil do Conselho Mundial da Água que prevêuma série de ações preparatórias ao Fórum trianual da entidade, a ser realizado daqui a dois anos na capital federal. O debate integra o fórum “ Cuidando do Futuro ” , evento simultâneo àfeira que discutirácases, desafios e oportunidades ligados ao desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo. No dia 14, às 11h30, o debate foca na garantia no futuro da água para abastecimento e uso industrial, e o papel fundamental desempenhado por boas práticas em áreas correlatas àgestão hídrica —financiamento e viabilização de projetos, gestão de resíduos e efluentes, energia (matrizes geradoras/consumo), conscientização socioambiental. Desenvolvido em parceria com a ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), o fórum “Cuidando do Futuro” promoverá 32 palestras em quatro dias. Integram o painel empresas como Suez, Solví, Estre ambiental, Thermo Fisher, Nalco / Ecolab, Mizumo,Pellenc e Actemium, além de diversas entidades ligadas ao setor ambiental —Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos), Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Abesco (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia), Abrecon (Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição), Abal (Associação Brasileira do Alumínio) e Abividro (Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro). A programação completa do evento pode ser conferida no http://www.pollutec-brasil.com/Eventos-Simultaneos/Forum-Cuidando-do-Futuro . Nos dias 12 e 13, o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) promoverána Pollutec o 6º Encontro Nacional das Águas (6º ENA) onde serádebatida a troca de experiências e soluções para a expansão dos serviços. A programação está disponível no link http://www.abconsindcon.com.br/ena/programacao ). No dia 14 estáprevista visita técnica ao Aquapolo, projeto de água de reuso construído a partir de parceria entre Sabesp e Odebrecht Ambiental, que é o maior empreendimento do tipo na América do Sul. A Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), organiza o Encontro Internacionais de Neg ó cios da Pollutec Brasil . No estande da Rede CIN, o público terá contato com projetos e serviços oferecidos pelas empresas do segmento de Meio Ambiente e Tecnologias de Produção Limpa do Sistema Indústria, que ajudam o setor produtivo a desenvolver inovações e soluções ambientais. A expectativa épromover pelo menos 200 encontros de negócios. A Pollutec Brasil acontece simultaneamente à Feicon Batimat 2016, evento do mercado de construção civil. Maiores informações sobre a Pollutec podem ser obtidas no http://www.pollutec-brasil.com/

5 de abril, 2016
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SANEAMENTO BÁSICO
Tema da Campanha da Fraternidade

Com o tema “Casa Comum, nossa responsabilidade” e sob o lema bíblico “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca (Am5.24)”, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC – coordena a próxima Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE), que tem o Saneamento Básico como foco. O lançamento oficial da Campanha aconteceu na quarta-feira de cinzas, no período da quaresma de 2016. O objetivo geral da CFE será o de “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhamo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.” A proposta é que todos os parceiros e igrejas envolvidos na articulação promovam discussões e debates regionais mostrando a importância de haver políticas públicas mais eficazes e que permitam que mais pessoas possam receber os serviços básicos. Há mais de dois anos o Instituto Trata Brasil vinha apresentando argumentos para a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a fim de que o Saneamento Básico, em seus pilares de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos, fosse considerado entre os possíveis temas das próximas Campanhas da Fraternidade. Como havia a decisão da Campanha de 2016 ser ecumênica, a CNBB encaminhou a sugestão de tema para o CONIC. Em reunião para a definição da temática, a Comissão Ecumênica responsável pela IV CFE acolheu a proposta do Trata Brasil.

11 de fevereiro, 2016
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PCJ
Estímulo à construção de bacias de retenção

Desde novembro de 2015 a região das bacias PCJ sofre com o aumento no volume de chuvas, 23% acima da média histórica, por conta do fenômeno El Nino. A expectativa é que este cenário continue em todo o primeiro trimestre deste ano. Tanta água pode ser notada nas vazões dos rios, inclusive com pontos de alagamentos. O Rio Piracicaba, por exemplo, chegou a apresentar vazões acima de 400 m³/s, bem diferente do que se viu na estiagem do ano passado, quando o rio registrou menos de 20 m³/s. Com este cenário, o Consórcio PCJ solicita que sejam construídas bacias de retenção – em áreas rurais e urbanas – para armazenar a água das chuvas de verão. “Não é necessário grande investimento financeiro para essa iniciativa. As máquinas das prefeituras podem abrir as valas à beira de estradas vicinais e estas já estarão armazenando água, impedindo alagamentos e alimentando o lençol freático”, atenta o secretário executivo da entidade, Francisco Lahóz. Nas áreas urbanas, o Consórcio PCJ recomenda a construção das bacias de retenção nos espaços reservados às faixas de segurança das linhas de transmissão de energia elétrica que cortam os municípios. Esses locais possuem uma grande área livre de construções que poderia ser utilizada para a implantação das bacias, desde que devidamente cercadas para evitar riscos de acidentes com pessoas. As bacias de retenção são uma alternativa barata, levando-se em consideração o atual cenário econômico, somada às dificuldades financeiras dos municípios. Em Limeira, por exemplo, foram construídas 400 bacias de retenção, em Jaguariúna está em processo a instalação de outras 195 e Bragança Paulista construiu quase mil bacias de retenção no último ano, antevendo-se ao período de chuvas. Até o dia 11 de dezembro de 2015, o Consórcio PCJ organizou visita técnica às bacias de retenção implantadas no Condomínio Quintas de Santa Helena, no Bairro Campestre, em Piracicaba (SP), com vereadores dos municípios associados e membros do Conselho Fiscal da entidade, com o objetivo de fomentar a implantação de leis que mobilizem a construção do maior número possível de bacias de retenção na região. Os interessados em saber mais como construir uma bacia de retenção, segue abaixo links de conteúdo técnico: - Manual Técnico de Manejo e Conservação do Solo e Água, Volume V: http://agua.org.br/wp-content/uploads/2015/08/manualaguasolo-v-5.compressed.pdf – Controle de erosão em estradas rurais não pavimentadas, utilizando sistema de terraceamento com gradiente associado a bacias de captação (Dissertação de mestrado Rui Donizete Casarin, UNESP Botucatu, 2008)). Disponível em: http://www.pg.fca.unesp.br/Teses/PDFs/Arq0317.pdf – Notas de Aulas Práticas da disciplina de Conservação do Solo e da Água (GCS 104) da Universidade Federal de Lavras, elaborada pelos Professores José Maria de Lima, Geraldo César de Oliveira e Carlos Rogério de Melo. Disponível em: http://www.dcs.ufla.br/site/_adm/upload/file/slides/matdispo/geraldo_cesar/notas_de_aula-pratica.pdf

12 de janeiro, 2016
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SANEAMENTO
Tema da Campanha da Fraternidade em 2016

O Instituto Trata Brasil se une à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC, para discutir o Saneamento Básico no Brasil sob o tema “Casa Comum, nossa responsabilidade”, escolhido para a próxima Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE), a ser lançada oficialmente na quarta-feira de cinzas, início da quaresma de 2016. Dados publicados pelo SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, referentes ao ano de 2013, mostram dados alarmantes: mais da metade dos brasileiros não têm acesso às redes de coleta de esgoto e apenas 39% dos esgotos gerados no país recebem alguma forma de tratamento; 35 milhões de pessoas não possuem água tratada; 5 milhões de pessoas não têm acesso a banheiros; e que 37% da água potável é perdida em vazamentos, “gatos” ou problemas de medição. Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil informa que há mais de dois anos a entidade vinha apresentando argumentos para a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a fim de que o Saneamento Básico, em seus pilares de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos, fosse considerado entre os possíveis temas das próximas Campanhas da Fraternidade. “Como havia a decisão da Campanha de 2016 ser ecumênica, a CNBB encaminhou a sugestão de tema para o CONIC. Em reunião para a definição da temática, a Comissão Ecumênica responsável pela IV CFE acolheu a proposta do Trata Brasil. A opção pelo tema se deu pelo fato do Saneamento ser um direito humano e uma infraestrutura essencial ao meio ambiente e à saúde das pessoas, em especial aos mais vulneráveis. Além disso, essa é uma problemática com pouca visibilidade em nosso país”. O objetivo geral da CFE será o de “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenhamo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum”. A proposta é que todos os parceiros e igrejas envolvidos na articulação promovam discussões e debates regionais mostrando a importância de haver políticas públicas mais eficazes e que permitam que mais pessoas possam receber os serviços básicos. Em outubro passado, o Instituto Trata Brasil já iniciou um ciclo de apresentações pelo país, em parceria com as coordenações regionais do CONIC, visando levar a mensagem da Campanha da Fraternidade Ecumênica. A CFE também usará as tradicionais ferramentas de comunicação (cartazes, vídeos, sermões, músicas) nas celebrações a fim de atingir o maior número de brasileiros. O CONIC é um Conselho Ecumênico formado pelas Igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil e Presbiteriana Unida do Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil e Sirian Ortodoxa de Antioquia.

4 de novembro, 2015