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SANESUL

R$ 6,1 milhões para antecipar prazo de universalização

R$ 6,1 milhões para antecipar prazo de universalização

O conjunto da obra inclui a execução de 14.412,88 metros de rede coletora de esgoto e 992 ligações domiciliares

A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) vai investir R$ 6,1 milhões na ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Jardim, no Sudoeste do Estado. As obras vão ajudar a aumentar significativamente o índice de atendimento à população local com coleta e tratamento de esgoto. O município de Jardim é uma das 68 cidades atendidas pela Sanesul e hoje tem 43% da área de cobertura do esgoto, índice que será praticamente dobrado a partir dos novos investimentos, conforme prevê o plano de investimento.

O conjunto da obra inclui a execução de 14.412,88 metros de rede coletora de esgoto, 992 ligações domiciliares e melhorias nas estações elevatórias de esgoto bruto C e Major Costa. A previsão é que a obra esteja concluída dentro de 18 meses, conforme prevê o contrato assinado entre a Sanesul e a empreiteira que realizará o trabalho. O diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, disse que as obras de esgoto se traduzem em benefícios para os municípios e para o meio ambiente, porque promovem melhorias ambientais, afastam riscos de doenças e trazem conforto para os moradores. Para Marcílio, a implantação e a ampliação dos sistemas de coleta do esgoto permitem a possibilidade de verticalização das cidades. “Entre outros benefícios, esses investimentos que a Sanesul está fazendo nas cidades onde opera aumentam os indicadores de saneamento e saúde”.

A Sanesul considera que o tratamento de esgoto gera benefícios diretos aos moradores, como a erradicação de doenças, o controle da proliferação de vetores, a melhoria do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e mudanças positivas nos aspectos urbanísticos, com a consequente valorização imobiliária e o crescimento socioeconômico da cidade e da região. Com mais esse investimento em Jardim, o Governo de Mato Grosso do Sul avança em direção às metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico.

Atualmente, o Estado conta com mais de 62% da área de cobertura do esgoto e o desejo do governador Eduardo Riedel é que Mato Grosso do Sul se antecipe ao prazo fixado pela legislação e atinja a universalização do esgotamento sanitário antes de 2033.

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ESGOTO
Sanesul quer universalização em dez anos

O Governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, o secretário de Infraestrutura Marcelo Miglioli e o Diretor-presidente da Sanesul, Luiz Rocha, lançaram, dia 23 de junho, edital de chamamento público do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para elaboração de estudos técnicos destinados à universalização do sistema de esgotamento sanitário nas cidades atendidas pela Sanesul. A empresa atende 68 municípios. O PMI tem como meta estabelecer diretrizes de participação dos interessados na elaboração e apresentação dos estudos técnicos. Estes estudos poderão ser utilizados na estruturação do projeto voltado à implantação, expansão, reabilitação, operação e manutenção dos sistemas de esgotamento sanitário da área urbana da sede dos municípios atendidos pela Sanesul, por meio de Parceria-Público-Privada (PPP). “Vamos nos valer do mecanismo de PPP para melhorar a saúde e a qualidade de vida de quase dois milhões de sul-mato-grossenses”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja durante o lançamento. Luiz Rocha, Diretor-presidente da Sanesul, afirmou que saneamento e saúde estão ligados e daí a importância da universalização dos serviços. "Além disso, também segundo a própria OMS, a cada real investido em saneamento, são economizados quatro reais nos gastos com tratamentos de saúde. Na prática, vamos buscar um parceiro privado para fazer os investimentos em construção, engenharia e operação, a partir dos estudos da PMI, para que no prazo de dez anos o esgotamento sanitário seja universalizado.” O prazo do contrato seria de 30 anos, mas a gestão desse contrato continua sendo feita pela Sanesul, e a empresa que fará os investimentos será ressarcida por meio das tarifas de esgoto, explicou Luiz Rocha. De acordo com as diretrizes estabelecidas no projeto, a universalização dos serviços de esgotamento sanitário deverá ser realizada em dez anos e o valor estimado do projeto é de R$ 3,9 bilhões, entre obras de infraestrutura e operação e manutenção dos sistemas.

30 de junho, 2016