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Receita líquida cresce 51%

A Aegea obteve receita líquida de R$ 518,3 milhões no 1º trimestre de 2019, um crescimento de 51% sobre o mesmo trimestre do último ano. O Ebitda atingiu R$ 283,9 milhões, 67,7% superior ao mesmo trimestre de 2018, enquanto a margem EBITDA foi de 54,8%, um aumento de 5,5% na mesma comparação. O crescimento da concessionária é explicado em boa parte pela aquisição da Águas de Manaus, em meados de 2018, e que foi responsável por 72,8% do aumento da receita líquida da holding, sendo atualmente a segunda maior concessionária em termos de fonte de faturamento, correspondendo a 22,6% da receita total da companhia. A Aegea também teve ganhos de eficiência em suas operações, como a redução do consumo unitário de energia, de 0,646 kWh/m3 para 0,630kWh/m3. A taxa de inadimplência caiu 1,5% no acumulado anual até março de 2019, correspondendo a 2,9% da base de clientes da empresa. Nos últimos 12 meses a Aegea investiu R$ 671,1 milhões, 17,6% a mais que no mesmo período do ano anterior, principalmente pela aquisição das novas concessões. A empresa fechou o trimestre com um endividamento bruto de R$ 3,8 bilhões e um perfil de dívida de 91,4% no longo prazo e 8,6% no curto prazo, com um cronograma de amortização da dívida de 5,3 anos, com custo médio de 8,9%. A Aegea consolida 49 concessionárias de saneamento básico pelo país.

A Aegea obteve receita líquida de R$ 518,3 milhões no 1º trimestre de 2019, um crescimento de 51% sobre o mesmo trimestre do último ano. O Ebitda atingiu R$ 283,9 milhões, 67,7% superior ao mesmo trimestre de 2018, enquanto a margem EBITDA foi de 54,8%, um aumento de 5,5% na mesma comparação. 
 
O crescimento da concessionária é explicado em boa parte pela aquisição da Águas de Manaus, em meados de 2018, e que foi responsável por 72,8% do aumento da receita líquida da holding, sendo atualmente a segunda maior concessionária em termos de fonte de faturamento, correspondendo a 22,6% da receita total da companhia. A Aegea também teve ganhos de eficiência em suas operações, como a redução do consumo unitário de energia, de 0,646 kWh/m3 para 0,630kWh/m3. A taxa de inadimplência caiu 1,5% no acumulado anual até março de 2019, correspondendo a 2,9% da base de clientes da empresa.
 
Nos últimos 12 meses a Aegea investiu R$ 671,1 milhões, 17,6% a mais que no mesmo período do ano anterior, principalmente pela aquisição das novas concessões. A empresa fechou o trimestre com um endividamento bruto de R$ 3,8 bilhões e um perfil de dívida de 91,4% no longo prazo e 8,6% no curto prazo, com um cronograma de amortização da dívida de 5,3 anos, com custo médio de 8,9%. A Aegea consolida 49 concessionárias de saneamento básico pelo país. 

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Lucro líquido cresce 113% no trimestre

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 115,5 milhões no segundo trimestre de 2020, 113,6% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. Já a receita operacional líquida somou R$ 540,4 milhões, aumento de 3,7%, em relação ao segundo trimestre de 2019, enquanto o Ebitda atingiu R$ 312,9 milhões, 13,7% a mais que no mesmo trimestre do último ano e com margem de 57,9%. “Esse resultado reforça nossa estratégia de crescimento de longo prazo e chancela nossa decisão de mantermos como prioridade os investimentos em melhoria da operação, o que tem nos permitido reduzir custos, ganhar eficiência e, ao mesmo tempo, melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, afirmou Yaroslav Memrava, Diretor de Relações com Investidores da Aegea. O EBITDA acumulado até o final do segundo trimestre de 2020 foi de R$1,3 bilhão, um aumento de 31,7% na comparação com o ano anterior e reflete a solidez financeira da empresa. O resultado foi alavancado pelo aumento do volume faturado, ganhos de eficiência de suas concessionárias, evolução dos resultados de Águas de Manaus e das alterações decorrentes do reequilíbrio econômico-financeiro em Águas de Teresina, Água de Guariroba e Prolagos. No segundo trimestre, as receitas de água da Aegea cresceram 4,8% ou R$ 21,2 milhões, e as receitas de esgoto aumentaram 2,2% ou R$ 2,6 milhões. O volume faturado cresceu de 3,0% em relação ao mesmo trimestre de 2019. Do total deste aumento, 65,6% referem-se a Teresina, Guariroba, Nascentes do Xingu e Manaus, e a parcela remanescente é relacionada à expansão da rede de cobertura e ao crescimento vegetativo das demais concessões. O volume faturado de esgoto aumentou 2,2% em função principalmente do crescimento do volume médio por economia da categoria residencial ocorrido em Mirante. Novas estações A Aegea inaugurou no trimestre as primeiras estações de tratamento de esgoto nas cidades de Barcarena (PA) e São Francisco do Sul (SC). A ETE Cabanos, em Barcarena, beneficiará inicialmente 4,4 mil moradores e a ETE Ubatuba, em São Francisco do Sul, irá tratar cerca de 5 milhões de litros de esgoto por dia em baixa temporada e mais de 10 milhões de litros de esgoto por dia durante o verão. As inaugurações destas novas instalações foram realizadas por eventos virtuais, respeitando todos os protocolos de segurança estabelecidos para a pandemia atual. No acumulado de 12 meses até o segundo trimestre de 2020, a Aegea realizou R$ 652,8 milhões em investimentos, com aumento de R$ 8,6 milhões na comparação com o CAPEX realizado no ano anterior. “O novo marco regulatório do saneamento vai aprimorar e modernizar o setor, trazendo a segurança jurídica necessária para atrair mais investimentos e acelerar a universalização da cobertura do serviço”, afirma o diretor-presidente da Aegea, Radamés Casseb. Em relação à pandemia do COVID-19, a Aegea, por meio de um Núcleo de Contingência Operacional, implementou os protocolos para garantir a operação dos serviços essenciais, mantendo as estações de tratamento de água, de esgoto e os Centros de Controle Operacional em pleno funcionamento. Os protocolos de saúde e segurança foram detalhados de forma padronizada, com um amplo cuidado em todos os níveis em todas as unidades dos 57 municípios em que a empresa atua. A companhia realizou doações para hospitais, desinfecção de vias públicas com grande circulação, doação de itens de higiene pessoal, instalação de pias em vias públicas, doação de cestas básicas e de itens de segurança pessoal. Para os clientes, reforçou o atendimento virtual, que supriu a necessidade de ter as lojas físicas abertas, além de implementar facilidades e estimular o uso do aplicativo Águas em todas as concessionárias.

10 de agosto, 2020
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Lucro líquido cresce 67,1% em 2019

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 294,4 milhões em 2019, um crescimento de 67,1% na comparação com o ano anterior. Apenas no 4º trimestre, a companhia obteve lucro líquido de R$ 102,3 milhões, R$ 85,2 milhões a mais que no último trimestre de 2018. A receita líquida atingiu R$ 2,2 bilhões, um incremento de 28,3% sobre 2018. “Esse resultado reforça a consistência da estratégia de crescimento de longo prazo da Aegea e seu modelo de gestão, que prioriza investimentos na melhoria de suas operações, o que tem nos permitido reduzir custos, ganhar eficiência e melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, diz Yaroslav Memrava, Diretor de Relações com Investidores da Aegea. O Ebitda alcançou R$ 1,2 bilhão no ano passado, um crescimento de 47,1% na comparação com 2018 e margem de 48,3%. “São números expressivos que demonstram a solidez financeira da companhia”, diz. Segundo a Aegea, o bom desempenho foi impulsionado pelo resultado operacional positivo de todas as concessionárias, sobretudo Águas de Manaus e Águas de Teresina, além da capacidade da empresa em adaptar, às diversas localidades do País, o seu modelo de gestão. Ao longo de 2019, a Aegea realizou um total de R$ 638,4 milhões em investimentos, mantendo o nível de investimentos executado no ano anterior. A Aegea obteve economia de 2,8 milhões no 4º trimestre de 2019, ou 122,5 mil a mais em relação ao mesmo período de 2018. Em economias ativas de água, a alta foi de 5,4%, ou 90,6 mil novas instalações. Os números são resultado, principalmente, do ‘Programa Vem com a Gente’ adotado pela Águas de Manaus, que contribuiu com 49,3% do crescimento total. A Aegea também expandiu o número de beneficiados pela Tarifa Social na área dessa concessão, ampliando o acesso ao saneamento básico e, consequentemente, à saúde, ao agregar cerca de 40 mil novas economias ativas. No âmbito corporativo, a Aegea continua a amadurecer as práticas de Compliance, Controles Internos e Governança – pilares estratégicos para o crescimento sustentável. A Gerência de Integridade passou a ser uma Diretoria em 2019, com reporte direto ao Conselho de Administração e a certificação internacional de Sistemas de Gestão Antissuborno – a ISO 37001, foi mantida. Adicionalmente, com a independência de todos os membros do Conselho de Administração, a empresa aderiu voluntariamente ao mesmo padrão exigido pelo Novo Mercado da B3. A Aegea venceu, em novembro de 2019, a licitação promovida pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) para realizar obras e serviços em esgotamento sanitário de nove municípios gaúchos - Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Eldorado do Sul, Gravataí, Guaíba, Sapucaia do Sul e Viamão. O contrato marca a entrada da Aegea no Rio Grande do Sul e formaliza o objetivo da companhia em universalizar a cobertura de esgoto para mais 1,5 milhão de habitantes em até 11 anos, contados a partir do início das operações, previsto para ocorrer no 4º trimestre de 2020.

17 de fevereiro, 2020
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Lucro líquido de R$ 120 milhões

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 120,52 milhões no 1º semestre, 15,60% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Já a receita operacional líquida somou R$ 1,04 bilhão, aumento de 41% em relação ao 2º semestre de 2018. “Esse resultado reforça que estamos no caminho certo ao mantermos como prioridade os investimentos em melhora da operação, o que tem nos permitido reduzir custos e ganhar eficiência e, ao mesmo tempo, melhorar os indicadores de qualidade dos nossos serviços”, diz Flávio Crivellari, CFO da Aegea. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 559,05 milhões nos seis primeiros meses do ano, aumento de 61,77%. “São recordes históricos, números que reforçam ainda mais a solidez financeira da empresa”, diz. A margem Ebitda atingiu 53,80%, incremento de 7% em relação ao mesmo período de 2018. A consolidação dos números da concessionária Águas de Manaus, adquirida pela Aegea em junho de 2018, foi o principal responsável pelo crescimento do período em relação ao ano anterior. A aquisição, que hoje já representa 23,10% do faturamento consolidado da Aegea, também permitiu diversificação de fontes de receita da companhia. Nos últimos 12 meses (encerrados no 2º trimestre) a Aegea investiu $ 644,20 milhões, com destaque para a consolidação das operações de Águas de Teresina e Manaus, últimas aquisições feitas pelo Grupo. A Aegea priorizou a ampliação do fornecimento de água nessas cidades, revertendo um cenário de falta d’água e atendimento irregular à população. Outra ação importante foi a expansão do programa Tarifa Social, que subsidia contas de água e esgoto para parcelas carentes da população. Essa também tem sido uma das prioridades para a concessão de Manaus, onde desde que assumiu a concessão local, a Aegea já ampliou em mais 71,56% o número de famílias contempladas pelo programa. Hoje, mais de 5.200 das casas manauaras são atendidas com a tarifa social, número que tende a aumentar devido a uma série de ações com a comunidade que a concessionária vem realizando em alguns bairros da cidade.

23 de agosto, 2019
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Receita líquida cresce 18,1% no trimestre

A Aegea registrou receita líquida de R$ 285,9 milhões no segundo trimestre de 2017, um aumento de 18,1% quando comparado ao mesmo trimestre do último ano. O Ebitda alcançou R$ 149,6 milhões, crescimento de 13,1%. Entre os fatores para o bom desempenho na empresa no trimestre estão o aumento no número de domicílios atendidos com serviços de água e esgotamento sanitário, que foi 8,9% e 27%, respectivamente, maior do que o apresentado no segundo trimestre de 2016. As concessionárias novas representam 69,4% desse crescimento. No âmbito das concessões entrantes da Aegea, este trimestre foi principalmente marcado pelo início das operações da companhia em Vila Velha (ES) e Teresina (PI), iniciadas em julho. O índice de perdas da Aegea caiu 2,4%, para 36,6% no segundo trimestre, contra 38,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Segundo a concessionária, a redução aconteceu devido às medidas tomadas pela equipe de gestão de perdas através de ações, como: redução de pressão nas redes de distribuição de água; instalação de sensoriamento e válvulas reguladoras de pressão e outras ações ligadas a controle ativo de vazamentos. O aumento dos investimentos também teve destaque no período apurado. No acumulado de 12 meses, a companhia realizou R$ 404,0 milhões em investimentos, R$ 44,0 milhões mais do que no 2º semestre de 2016. A linha de P&D recebeu um aumento de R$ 5,8 milhões decorrente de novas licitações, elaboração de programas de manifestação de interesses e desenvolvimento de projetos. A Aegea encerrou o trimestre com 2.588 colaboradores ativos, um aumento de 6,5% em relação ao período anterior. Ainda em relação ao trimestre, houve redução de 0,6% da taxa de inadimplência de 180 dias, fruto de ações comerciais bem-sucedidas.

16 de agosto, 2017
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SANEAMENTO
Receita líquida da Aegea cresce 11,4%

A Aegea Saneamento registrou receita líquida de R$ 282 milhões no primeiro trimestre de 2017, aumento de 11,4% sobre o mesmo período de 2016. Já o Ebitda da companhia cresceu 8%, para R$ 149,2 milhões na comparação entre os mesmos trimestres. Entre os fatores para crescimento da Aegea está o aumento no número de domicílios atendidos com serviços de água, que foi 7,7% maior do que o apresentado no primeiro trimestre de 2016, e a ampliação de 25,5% nos domicílios atendidos com serviços de esgotamento sanitário. Na comparação entre o primeiro trimestre de 2016 e o mesmo período deste ano, a Aegea investiu 15% a mais em 2017. Neste âmbito, destaca-se a linha de pesquisa e desenvolvimento da empresa, que teve incremento de R$ 2,6 milhões, decorrente, dentre outras coisas, da participação em novas licitações e de desenvolvimento de projetos. O dispêndio com energia elétrica aumentou R$ 1,2 milhões, ou 5,1%, no primeiro trimestre de 2017, em comparação com o mesmo período de 2016. Desse efeito, 5,3%, ou R$ 1,3 milhão, são referentes às operações entrantes, de novos negócios. Outro ponto importante foi a redução do índice de perdas da companhia em 2,5%, atingindo 36,1% no primeiro trimestre de 2017, contra 38,6% em comparação ao trimestre anterior. A Aegea afirma que a redução aconteceu graças às medidas tomadas pela empresa no programa de combate a perdas, por meio de ações como: redução de pressão com ações operacionais em cada unidade, ajustes de set point de controle de sistemas de bombeamento e regulagem de válvulas com Ponto Crítico de Pressão, instalação adicional de instrumentação de sensoriamento de pressão e manutenção de instrumentação e controle danificados. O balanço trimestral mostrou também queda de 0,7% da taxa de inadimplência de 180 dias, fruto de ações comerciais bem-sucedidas.

22 de maio, 2017