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RECICLAGEM

Recicla Sampa faz sucesso

No ar a menos de cinco meses, o Movimento Recicla Sampa já contabiliza 42 mil acessos e 3.600 horas de conteúdos consumidos. A iniciativa fornece informações exclusivas, desde notícias e entrevistas a tutoriais e materiais informativos que podem ser utilizados em casa, no trabalho, nos condomínios e em locais públicos. Mais de 30 mil pessoas já acessaram o site do Recicla e, nas redes sociais, a campanha já soma 138 mil apoiadores. Pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com a cervejaria Ambev aponta que 66% dos brasileiros sabem pouco ou nada a respeito da coleta seletiva. O índice é reforçado pelo mapeamento de acessos à plataforma do Movimento, principalmente sobre o assunto reciclagem, que ainda gera muitas dúvidas. Os conteúdos mostrando o caminho e o impacto do lixo na cidade de São Paulo são os dois mais acessados pelos usuários. A capital paulista produz 12 mil toneladas diárias de resíduos, o equivalente a 3,6 milhões de toneladas por ano. Com um potencial de reciclar 40% deste volume, a cidade reaproveita apenas 7%, enviando o restante para os aterros sanitários. Com uma média de 8,4 mil visitas por mês, o Movimento conta com um público majoritariamente feminino (70%), entre 25 e 34 anos (30%).

No ar a menos de cinco meses, o Movimento Recicla Sampa já contabiliza 42 mil acessos e 3.600 horas de conteúdos consumidos. A iniciativa fornece informações exclusivas, desde notícias e entrevistas a tutoriais e materiais informativos que podem ser utilizados em casa, no trabalho, nos condomínios e em locais públicos. 

Mais de 30 mil pessoas já acessaram o site do Recicla e, nas redes sociais, a campanha já soma 138 mil apoiadores. Pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com a cervejaria Ambev aponta que 66% dos brasileiros sabem pouco ou nada a respeito da coleta seletiva. O índice é reforçado pelo mapeamento de acessos à plataforma do Movimento, principalmente sobre o assunto reciclagem, que ainda gera muitas dúvidas. 

Os conteúdos mostrando o caminho e o impacto do lixo na cidade de São Paulo são os dois mais acessados pelos usuários. A capital paulista produz 12 mil toneladas diárias de resíduos, o equivalente a 3,6 milhões de toneladas por ano. Com um potencial de reciclar 40% deste volume, a cidade reaproveita apenas 7%, enviando o restante para os aterros sanitários. Com uma média de 8,4 mil visitas por mês, o Movimento conta com um público majoritariamente feminino (70%), entre 25 e 34 anos (30%).

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COLETA SELETIVA
Amlurb registra aumento de 35%

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) divulgou que o mês de junho registrou aumento de 35% na coleta seletiva em relação ao mesmo mês de 2019. O volume de resíduos que foram para a reciclagem passou de 5,8 mil toneladas para 7,8 mil toneladas na comparação entre junho de 2019 e 2020. A Amlurb comenta que houve também queda de 22% nos dados de varrição, por causa das pessoas estarem mais tempo em suas casas. O aumento da coleta seletiva vai ao encontro do crescimento de quase 40 mil visitas. Isso se explica pelo maior interesse da população em consumir informações sobre reciclagem, além de terem no site um local para esclarecimento de dúvidas. Os conteúdos mais procurados foram: onde encontrar “pontos de coleta”, “reciclagem de latas: entenda sua importância e saiba como fazer” e “você sabe as diferenças entre lixo orgânico e reciclável”. O Recicla Sampa foi lançado em 2019 e já teve mais de 265 mil acessos. Comparando o primeiro semestre de 2019 com o mesmo período do ano corrente, foi verificado um crescimento de 295% no número de visitas, sendo que o público da plataforma é majoritariamente feminino (70%). Mesmo no período da pandemia, o destino de resíduos recicláveis continua sendo as Centrais Mecanizadas de Triagem, que possuem capacidade operacional de 500 toneladas diárias de resíduos, 250 t cada uma. Segundo órgãos municipais, o descarte correto deve ser feito em sacos de lixo reforçados. Os resíduos devem ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Essa medida visa evitar o contato dos coletores com possíveis resíduos contaminados.

3 de agosto, 2020
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LIXO
São Paulo recolhe 663 t no carnaval

Nos oito dias de folia de Carnaval da cidade de São Paulo, a Prefeitura, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), coletou 663,7 toneladas de resíduos, somando os blocos de rua e Sambódromo do Anhembi. Ao todo, 3.363 funcionários, entre varredores, motoristas, cooperados, coletores e fiscais, intercalados por turnos, trabalharam no Carnaval paulista. Os resíduos secos foram enviados para as duas Centrais Mecanizadas de Triagem da capital (Ponte Pequena e Carolina Maria de Jesus), a fim de reciclar o máximo possível. Para o descarte correto dos resíduos nas ruas e no Anhembi, a Prefeitura disponibilizou aos foliões 2.705 equipamentos como Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s), cestos aramados, papeleiras e contêineres, além de 355 caminhões (frota) para coleta. Já na lavagem das vias, foi utilizado cerca de 4.625 m³ de água de reúso e 12.130 litros de desinfetante. Do volume coletado, 63,2 toneladas correspondem aos cinco dias de desfile no Sambódromo do Anhembi. A coleta fez parte de uma operação especial de limpeza com 229 agentes, dos quais 169 varredores e 60 cooperados, 45 equipamentos e 35 veículos (frota). A equipe realizou a limpeza da avenida entre os intervalos das escolas de samba, além da limpeza ao entorno do sambódromo. Duas cooperativas habilitadas na Amlurb, Central Tietê e Rainha da Reciclagem, coletaram os materiais recicláveis nas arquibancadas, quiosques e camarotes no sambódromo do Anhembi, durante os quatro dias de desfile. Todo material recolhido será comercializado pelas cooperativas, que ficaram com 100% do lucro. Além das Centrais Mecanizadas, a Prefeitura fechou parceria com a iniciativa privada para incentivar catadores formais e informais a coletarem recicláveis durantes os bloquinhos. Participaram da ação mais de 1.200 catadores e foram coletadas 56,8 toneladas de recicláveis durante o carnaval de São Paulo. Todos os catadores receberam remuneração diária por dia trabalhado e também receberam pelos recicláveis coletados na hora (preço/kg).

9 de março, 2020
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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LIXO
Brasileiro com desinteresse pelo assunto

Segundo números da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), cada brasileiro produz, em média, 387 kg de lixo por ano. Isso corresponde a um volume de mais de 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos no País anualmente, praticamente enchendo 220 Maracanãs de restos do nosso consumo. Para tentar contribuir minimamente, o Comunica Que Muda (CQM), projeto da agência nova/sb, monitorou o comportamento dos internautas brasileiros por três meses, analisando como a questão do lixo é abordada. Foram mais de 125 mil menções analisadas, através da ferramenta Torabit, entre os meses de dezembro de 2016 e fevereiro de 2017. De acordo com as menções, cerca de 53% foi neutra, sem um juízo de valor sobre a questão. Já os comentários positivos, quando as pessoas reconhecem ou relatam problemas gerados pelo lixo, somaram 46%. “É muito difícil que alguém declare que o lixo não é um problema. Entretanto, a conscientização sobre essa questão ainda está longe do ideal, principalmente no sentido de um debate mais profundo. As pessoas falam mais do problema quando são atingidas diretamente”, destaca Bob Vieira da Costa, sócio-fundador e presidente da nova/sb. No período, alagamento (48%), lixo na praia (25%) e lixo na rua (16%) também foram comentados em redes sociais. No entanto, quando se trata de um problema mais distante, com o qual as pessoas não têm um contato direto, mesmo sendo afetadas, o número de comentários é muito menor. Por exemplo, os lixões, quando o termo não é usado como piada, apareceram em apenas 2,5% das menções, e com uma predominância de compartilhamentos de notícias. Já, no monitoramento sobre reciclagem, o termo “coleta seletiva”, fundamental para ações de reciclagem com grande impacto, aparece em apenas 4,7% dos comentários. Entre 2003 e 2014, a geração de lixo subiu 29% no País, enquanto o crescimento populacional foi de 6%. O padrão de consumo está cada vez maior em todo o mundo, fazendo com que a produção de lixo siga pelo mesmo caminho. O projeto Comunica Que Muda tem o objetivo de mostrar como a comunicação tem o poder de agente transformador na sociedade. Ao combinar uma estratégia de constante monitoramento dos assuntos mais debatidos nas redes, aliada à ágil criação de conteúdos específicos, o CQM busca, por meio da alta relevância e interação com o público, realizar um objetivo maior: promover e qualificar o debate sobre temas fundamentais, mas que ainda carecem de espaço na sociedade brasileira. O CQM tem uma forte presença digital, com blog ( www.comunicaquemuda.com.br ) e redes sociais (Youtube, Twitter, Facebook, Instagram e Pinterest). Esta iniciativa segue tradição pioneira iniciada em 2006 pela agência de contribuir com os debates e transformações sociais.

7 de junho, 2017
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ISOPOR
Reciclagem ganha fôlego em São Paulo

Lançada em 2015, por iniciativa do vereador Gilberto Natalini, Plastivida - por meio de seu Comitê de EPS - e Comissão de EPS da Abiquim, a campanha Recicla Isopor ® obteve adesão positiva da população paulistana. A campanha tem como objetivo fomentar a coleta seletiva e descarte correto de produtos feitos desse material e, principalmente, informar à população que o EPS é um plástico e 100% reciclável. Desde o dia 13 de abril deste ano, a Câmara Municipal de São Paulo conta com um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) para o recebimento de embalagens e outros produtos feitos de EPS e que seriam descartados juntamente com o lixo comum. Desde então, o material é coletado e encaminhado para reciclagem. O PEV-M fica na área externa, na entrada da Câmara Municipal de São Paulo, e nele os cidadãos descartam corretamente todo o EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros. Todo o material coletado no PEV-M é encaminhado para a cooperativa Cora, onde são comercializados e destinados para ser transformados em novos produtos, tais como molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs , floreiras, entre outros produtos. “A partir da educação ambiental e de dados científicos que mostrem as qualidades dos plásticos, sua utilidade e benefícios, além de sua capacidade de serem reciclados, a população passa a ter maior consciência sobre o seu papel como agente ativo da gestão dos resíduos na cidade, aumentando a coleta seletiva e contribuindo para o bem do Planeta”, afirma Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida. O PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) fica na Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista). Em 2012, 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado. A reciclagem do EPS é uma atividade que gera emprego e renda no Brasil. Em 2012, as 22 recicladoras deste material faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas trabalham com capacidade ociosa em torno de 40%, ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

9 de junho, 2016