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ISOPOR

Reciclagem ganha fôlego em São Paulo

Lançada em 2015, por iniciativa do vereador Gilberto Natalini, Plastivida - por meio de seu Comitê de EPS - e Comissão de EPS da Abiquim, a campanha Recicla Isopor ® obteve adesão positiva da população paulistana. A campanha tem como objetivo fomentar a coleta seletiva e descarte correto de produtos feitos desse material e, principalmente, informar à população que o EPS é um plástico e 100% reciclável. Desde o dia 13 de abril deste ano, a Câmara Municipal de São Paulo conta com um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) para o recebimento de embalagens e outros produtos feitos de EPS e que seriam descartados juntamente com o lixo comum. Desde então, o material é coletado e encaminhado para reciclagem. O PEV-M fica na área externa, na entrada da Câmara Municipal de São Paulo, e nele os cidadãos descartam corretamente todo o EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros. Todo o material coletado no PEV-M é encaminhado para a cooperativa Cora, onde são comercializados e destinados para ser transformados em novos produtos, tais como molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs , floreiras, entre outros produtos. “A partir da educação ambiental e de dados científicos que mostrem as qualidades dos plásticos, sua utilidade e benefícios, além de sua capacidade de serem reciclados, a população passa a ter maior consciência sobre o seu papel como agente ativo da gestão dos resíduos na cidade, aumentando a coleta seletiva e contribuindo para o bem do Planeta”, afirma Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida. O PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) fica na Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista). Em 2012, 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado. A reciclagem do EPS é uma atividade que gera emprego e renda no Brasil. Em 2012, as 22 recicladoras deste material faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas trabalham com capacidade ociosa em torno de 40%, ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

Lançada em 2015, por iniciativa do vereador Gilberto Natalini, Plastivida - por meio de seu Comitê de EPS - e Comissão de EPS da Abiquim, a campanha Recicla Isopor® obteve adesão positiva da população paulistana. A campanha tem como objetivo fomentar a coleta seletiva e descarte correto de produtos feitos desse material e, principalmente, informar à população que o EPS é um plástico e 100% reciclável.

Desde o dia 13 de abril deste ano, a Câmara Municipal de São Paulo conta com um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) para o recebimento de embalagens e outros produtos feitos de EPS e que seriam descartados juntamente com o lixo comum. Desde então, o material é coletado e encaminhado para reciclagem. O PEV-M fica na área externa, na entrada da Câmara Municipal de São Paulo, e nele os cidadãos descartam corretamente todo o EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros.

Todo o material coletado no PEV-M é encaminhado para a cooperativa Cora, onde são comercializados e destinados para ser transformados em novos produtos, tais como molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs, floreiras, entre outros produtos. “A partir da educação ambiental e de dados científicos que mostrem as qualidades dos plásticos, sua utilidade e benefícios, além de sua capacidade de serem reciclados, a população passa a ter maior consciência sobre o seu papel como agente ativo da gestão dos resíduos na cidade, aumentando a coleta seletiva e contribuindo para o bem do Planeta”, afirma Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida.

O PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) fica na Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista). Em 2012, 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado. A reciclagem do EPS é uma atividade que gera emprego e renda no Brasil. Em 2012, as 22 recicladoras deste material faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas trabalham com capacidade ociosa em torno de 40%, ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

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ISOPOR
Florianópolis ampliará reciclagem

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis (SC) formalizou termo de cooperação técnica para ampliar a reciclagem de poliestireno expandido (EPS), conhecido pela marca registrada Isopor®. O projeto, batizado de Recicla+EPS, foi desenvolvido pela Plastivida, no seu Comitê de EPS, em sintonia com os conceitos de Economia Circular e tem como meta tornar a cidade um modelo para o Brasil em reciclagem e educação ambiental para os plásticos, em especial o EPS. Por meio da parceria entre o Comitê de EPS da Plastivida, a Companhia de Melhoramentos da Capital (COMCAP) e a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR) realizarão ações para engajar a população na coleta seletiva das embalagens de EPS. Até o momento, já foram instalados 11 pontos de entrega voluntária (PEVs), exclusivos para a coleta do Isopor®, espalhados pela cidade. As embalagens de EPS devem ser entregues limpas e secas nas cabines coletoras em diversos pontos da cidade. A separação adequada facilita o tratamento e melhora o preço de venda do material, gerando trabalho e renda aos integrantes de cooperativas de triagem. "O Isopor® é 100% reciclável. É importante divulgar que existe um grande mercado para esse material plástico reciclado", aponta o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Braga. O EPS separado em Florianópolis vai virar novos produtos na indústria de Braço do Norte, explica. O EPS reciclado é reutilizado para fabricação de réguas, rodapés, molduras, perfis decorativos e até placas para a construção civil. De acordo com Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê de EPS da Plastivida, Florianópolis tem potencial para coletar e reciclar em torno de 10 toneladas de Isopor® por mês na Grande Florianópolis. Uma carga de Isopor® de 40m³ em um caminhão grande, antes de compactada, pesa cerca de 300 kg. Após a compactação, processo onde a máquina degasadora, instalada na Associação de Coletores de Materiais Recicláveis, retira até 95% do ar do Isopor®, o mesmo espaço terá capacidade para até oito toneladas do material. O superintendente de Gestão de Resíduos da SMMA, Ulisses Laureano Bianchini, afirma a importância das pessoas entregarem o Isopor® limpo e seco até os PEVs. “Depois disso, as embalagens seguirão para a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR), no Itacorubi, para ser preparado e encaminhado à unidade recicladora da Santa Luzia em Braço do Norte (SC)”. O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense diz que o resultado desse trabalho é uma população mais consciente, além do crescimento na geração de emprego e renda para associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, parceiras da COMCA, além do aumento na vida útil dos aterros sanitários. "Trata-se de uma ação que vai além da preservação do meio ambiente, promovendo a transformação da relação entre a cidade e seus moradores e o Isopor®, tornando Florianópolis uma capital modelo no Brasil, no que tange às boas práticas de uso e destinação desse material", informa Bahiense.

29 de março, 2021
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RESÍDUOS PLÁSTICOS
Green Mining atrai empresas

Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil é o 4° maior produtor de resíduos plásticos no mundo, com 11,3 milhões de tonelada, das quais apenas 145 mil toneladas foram efetivamente recicladas. Para mudar este cenário e trabalhar com foco em uma destinação correta para os resíduos plásticos, a startup Green Mining, em parceria com a Ambev, Unilever, Natura, Braskem, Akzo Nobel, Wise, Deink Brasil e Eco Panplas, iniciou uma jornada para aumentar a recuperação do material. Com soluções customizadas para cada parceira, priorizando a recuperação de embalagens pós-consumo de forma eficiente e trazendo-as de volta para o ciclo de produção, a ação da Green Mining, juntamente com as empresas, realiza a coleta dos resíduos, por meio de um sistema de rastreabilidade com tecnologia blockchain, e garante que todo o material coletado seja enviado para reciclagem. "O plástico não precisa ser nocivo ao meio ambiente. A ausência de uma resposta sistemática eficaz quanto ao descarte é o que tem deturpado a utilização do material. Queremos ajudar na mudança dessa cultura de descarte inadequado do plástico. Para se ter uma ideia da gravidade do assunto, aproximadamente 10 milhões de toneladas de plásticos chegam nos oceanos a cada ano. Reconhecemos essa urgência e com essas grandes parcerias inovamos e promovemos um modelo de economia circular, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico", diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining, startup especializada em logística reversa inteligente que, desde 2018, já coletou e enviou para a reciclagem mais de 1,3 milhão de quilos de vidro. A Green Mining customiza seu processo de coleta de embalagens a depender da demanda e projeto de cada companhia. Inicialmente, a startup começou suas ações em condomínios, bares, lojas e restaurantes, além de criar um sistema que possibilita obter informações de cada etapa do processo, como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. Com o sistema criado é possível fazer o rastreamento total, em tempo real, de origem, trajeto e destino com a segurança que a tecnologia blockchain fornece. Com uma grande quantidade de recicláveis, a Green Mining ajuda também à mão-de-obra empregada, capacitando e contratando mais de 28 funcionários, sendo grande parte pessoas que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Atualmente, há operação de coleta de plástico nos seguintes bairros da capital paulista: Bela Vista, Brooklin, Centro, Itaim Bibi, Jardins, Moema, Mooca, Perdizes, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana e Vila Olímpia. Para saber sobre a viabilidade de coletas gratuitas em condomínios, bares, lojas, restaurantes ou outros estabelecimentos, é necessário entrar em contato pelo email [email protected] .

1 de dezembro, 2020
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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SACOLAS PLÁSTICAS
Entidades criticam veto de Haddad

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vetou, no último dia 21 de julho, projeto de lei que previa liberar a gratuidade das sacolas plásticas em supermercados. Segundo o prefeito, não há respaldo jurídico para o projeto. A Plastivida recebeu com indignação o veto ao PL 238/2012, que permitia o fim da cobrança das sacolinhas plásticas pelos supermercados da cidade de São Paulo. Segundo a entidade, a cobrança tem sido fator de entrave ao processo de coleta seletiva por parte da população, prejudicando a reciclagem e o meio ambiente e onerando duplamente o consumidor. A Plastivida alega que a população paulistana está habituada a recolher o lixo doméstico em sacolas plásticas, conforme pesquisas já realizadas por institutos como Ibope, Datafolha, Vox Populi e outros e que a cobrança prejudica o consumidor e inviabiliza o programa de coleta seletiva da Prefeitura de São Paulo, prejudicando também a ação de preservação ambiental. A Plastivida acredita que a decisão errada do Prefeito em vetar a gratuidade das sacolas desconstrói toda a sua intenção de ser um gestor com o olhar para a sustentabilidade. O projeto de lei que regulamentaa distribuição das sacolas plásticas é dos vereadores Francisco Chagas (PT), ex-dirigente do Sindicato dos Químicos de São Paulo, Nelo Rodolfo (PMDB) e Vavá (PT) e foi aprovado em segunda votação pela Câmara Municipal de 22 de junho deste ano. “Há uma grande incoerência da prefeitura nessa decisão. Quando a Prefeitura regulamentou o uso de sacolas bioplásticas – nas cores verde e cinza - para alavancar a coleta seletiva da cidade, defendeu a gratuidade para incentivar a reciclagem de lixo. Agora o projeto é vetado pelo prefeito, que usa o argumento de que ele vai contra a lei municipal existente de proteção ao Meio Ambiente”, destaca Osvaldo Bezerra, coordenador-geral do Sindicato dos Químicos de São Paulo. Para Bezerra, a cobrança penaliza duplamente o trabalhador, que já paga pelas sacolas nas compras dos produtos. Além disso, desde que as sacolas passaram a ser comercializadas o setor plástico já perdeu cerca de seis mil vagas. “O objetivo inicial da prefeitura era padronizar sacolas e incentivar a reciclagem. Mas não houve nenhuma campanha de esclarecimento e nos supermercados a disponibilidade de sacolas – verde ou cinza – depende do estoque do ponto-de-venda. Nem sempre existem as duas sacolas para atender ao consumidor”, critica.

27 de julho, 2016
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SÃO PAULO
Câmara inaugura PEV-M para isopor

O vereador Gilberto Natalini e a Plastivida estão inaugurando um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) na Câmara Municipal de São Paulo. O PEV-M tem como objetivo conscientizar a população sobre o descarte correto e reciclagem de EPS (popularmente conhecido no Brasil como Isopor ®, marca registrada pela Knauf Isopor). O PEV-M ficará na área externa, na entrada da Câmara Municipal, e receberá todo material de EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros. Todo EPS coletado será encaminhado para as cooperativas Coopervivabem e Cora, onde será comercializado e destinado para ser transformado em novos produtos, gerando renda aos cooperados e benefícios ao meio ambiente. A inauguração do PEV-M faz parte da campanha Recicla Isopor ® , lançada em 2015 pelo vereador, pela Plastivida, por meio de seu Comitê de EPS, e pela Comissão de EPS da Abiquim, para fomentar a coleta seletiva e descarte correto do EPS. “A população precisa conhecer as informações corretas sobre os produtos, seus benefícios e sua reciclabilidade para que possa usar e descartar de forma responsável”, afirma o vereador Natalini. A parceria Plastivida/Abiquim, que resultou na campanha, tem por objetivo divulgar e promover o EPS. A inauguração do PEV-M é mais um passo neste sentido. “A Comissão Setorial de EPS da Abiquim trabalha em parceria com a Plastivida questões de sustentabilidade, educação ambiental e pesquisa de reciclagem de EPS desde 2013”, declara Wendel Souza, Coordenador da Comissão Setorial de EPS da Abiquim. O EPS é um plástico 100% reciclável e 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado em 2012. Naquele mesmo ano 22 recicladoras de isopor faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. O EPS reciclado pode ser transformado em molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs , floreiras, entre outros produtos. “O EPS, assim como outros plásticos são produtos fundamentais à vida das pessoas e ao desenvolvimento e, assim, saber usá-lo e reutilizá-lo na reciclagem só traz benefícios à população, à economia e ao meio ao Planeta”, disse Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida.

13 de abril, 2016