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COLETA SELETIVA

Prefeitura de BH inclui isopor na lista de resíduos

Prefeitura de BH inclui isopor na lista de resíduos

O EPS é um plástico de grande versatilidade e por isso está presente em diversos segmentos da economia.

A Prefeitura de Belo Horizonte anunciou a inclusão do EPS (conhecido pela marca comercial Isopor®) na lista de resíduos que podem ser disponibilizados para a coleta seletiva no município. Para o coordenador do Comitê de EPS da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, Ivam Michaltchuk, a medida é um exemplo a ser seguido, uma vez que leva informação à população sobre a reciclabilidade do material “É fundamental promover ganhos ambientais ao evitar que o EPS vá para o aterro sanitário, além de ganhos socioeconômicos, com a geração de renda para as cooperativas de catadores", afirma Michaltchuk.

Transformar a relação da sociedade com o EPS por meio da informação técnica e científica é o trabalho do Comitê de EPS da Plastivida. O EPS é um plástico de grande versatilidade e por isso está presente em diversos segmentos da economia, tais como na construção, embalagens, agronegócio, esportes, etc. Essa cadeia de valor tem buscado soluções cada vez mais tecnológicas para atender às demandas do mercado com eficiência e excelente custo-benefício.

Além de apresentar leveza, excelente relação custo/volume útil, boa relação resistência mecânica (compressão, tração e flexão), compatibilidade físico-química com outros materiais empregados na construção civil, durabilidade, excelentes características de deformabilidade (resiliência elevada) e estabilidade dimensional, o isopor também é sustentável. O produto gera economia de energia e sua produção não emite gases CFC, assim como não propicia nenhuma emissão de VOC (compostos orgânicos voláteis), além de ser 100% reciclável. "A atuação do Comitê vem desde a orientação para catadores e cooperativas, visando a revalorização e o aumento da coleta e da reciclagem do EPS em todo o país, passando pelo fornecimento de informações técnicas sobre o EPS para legisladores, e pelo relacionamento com a sociedade de forma geral, no intuito de evidenciar as qualidades técnicas do produto e as suas contribuições para aumentar a qualidade de vida das pessoas, respeitando o meio ambiente", conta o coordenador.

Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, a reciclagem do EPS tem margem para crescer com o aumento da coleta seletiva. "A sociedade vem atuando cada dia mais em ações efetivamente sustentáveis e, para isso, a informação sobre o uso adequado, a reciclabilidade e o descarte correto de cada produto, entre eles o EPS, é fundamental", afirma. E completa: "que mais municípios acolham essa ideia em prol dos benefícios à população e ao Planeta".

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ISOPOR
Florianópolis ampliará reciclagem

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis (SC) formalizou termo de cooperação técnica para ampliar a reciclagem de poliestireno expandido (EPS), conhecido pela marca registrada Isopor®. O projeto, batizado de Recicla+EPS, foi desenvolvido pela Plastivida, no seu Comitê de EPS, em sintonia com os conceitos de Economia Circular e tem como meta tornar a cidade um modelo para o Brasil em reciclagem e educação ambiental para os plásticos, em especial o EPS. Por meio da parceria entre o Comitê de EPS da Plastivida, a Companhia de Melhoramentos da Capital (COMCAP) e a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR) realizarão ações para engajar a população na coleta seletiva das embalagens de EPS. Até o momento, já foram instalados 11 pontos de entrega voluntária (PEVs), exclusivos para a coleta do Isopor®, espalhados pela cidade. As embalagens de EPS devem ser entregues limpas e secas nas cabines coletoras em diversos pontos da cidade. A separação adequada facilita o tratamento e melhora o preço de venda do material, gerando trabalho e renda aos integrantes de cooperativas de triagem. "O Isopor® é 100% reciclável. É importante divulgar que existe um grande mercado para esse material plástico reciclado", aponta o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Braga. O EPS separado em Florianópolis vai virar novos produtos na indústria de Braço do Norte, explica. O EPS reciclado é reutilizado para fabricação de réguas, rodapés, molduras, perfis decorativos e até placas para a construção civil. De acordo com Ivam Michaltchuk, coordenador do Comitê de EPS da Plastivida, Florianópolis tem potencial para coletar e reciclar em torno de 10 toneladas de Isopor® por mês na Grande Florianópolis. Uma carga de Isopor® de 40m³ em um caminhão grande, antes de compactada, pesa cerca de 300 kg. Após a compactação, processo onde a máquina degasadora, instalada na Associação de Coletores de Materiais Recicláveis, retira até 95% do ar do Isopor®, o mesmo espaço terá capacidade para até oito toneladas do material. O superintendente de Gestão de Resíduos da SMMA, Ulisses Laureano Bianchini, afirma a importância das pessoas entregarem o Isopor® limpo e seco até os PEVs. “Depois disso, as embalagens seguirão para a Associação de Coletores de Materiais Recicláveis (ACMR), no Itacorubi, para ser preparado e encaminhado à unidade recicladora da Santa Luzia em Braço do Norte (SC)”. O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense diz que o resultado desse trabalho é uma população mais consciente, além do crescimento na geração de emprego e renda para associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, parceiras da COMCA, além do aumento na vida útil dos aterros sanitários. "Trata-se de uma ação que vai além da preservação do meio ambiente, promovendo a transformação da relação entre a cidade e seus moradores e o Isopor®, tornando Florianópolis uma capital modelo no Brasil, no que tange às boas práticas de uso e destinação desse material", informa Bahiense.

29 de março, 2021
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ARTIGO
Contraprova do plástico

Por Yuri Kabe * Em tempos de banimento de itens de plástico, como acontece no Reino Unido, em países da União Europeia, como França, e em cidades brasileiras como Rio de Janeiro e São Paulo, é fundamental analisar de forma mais crítica e sensata se encarar o produto como vilão do meio ambiente é a melhor solução para problemas ambientais que precisamos solucionar. É preciso considerar que os plásticos podem ser úteis para auxiliar a sociedade e as empresas em soluções para as mudanças climáticas, por exemplo, que são consideradas pela Organização das Nações Unidas (ONU) a principal ameaça para a vida marinha e terrestre. Nesse sentido, a luta contra a poluição plástica não pode se tornar uma guerra conta os plásticos em si. Na construção civil, a invenção do cimento e do concreto revolucionou a forma como construímos nossas edificações. Sua resistência é indispensável para o mundo moderno, tendo se tornado a segunda substância mais consumida, atrás apenas da água. Entretanto, as tecnologias atuais de produção de cimento são grandes emissoras de gases do efeito estufa e a substituição do concreto por outros materiais, principalmente o plástico, nas áreas não estruturais, além de reduzir custos, podem reduzir o impacto ambiental das edificações. No setor automobilístico, o uso do plástico deixa o automóvel mais leve, reduzindo o uso de combustível e diminuindo a queima de gases. No segmento de embalagens, vimos uma revolução com a chegada dos plásticos, que diminuíram o desperdício de alimentos e a relação entre volume de produto e de embalagem de 70% x 30% para 97% x 3%, respectivamente. Outra vantagem são os benefícios para a área da saúde. A matéria-prima tem sido fundamental para evitar contaminação, sendo utilizada na fabricação de bolsas de sangue e das máscaras recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a transmissão de doenças. Mas, como garantir um futuro com plástico e o equilíbrio ambiental? A desinformação é um grande problema. As famosas "ilhas de plástico no meio do Oceano Pacífico ou no mar do Caribe", por exemplo, sempre apresentadas como ilustração do que é despejado diariamente nos mares, são, na sua maior parte, resultados de grandes fenômenos naturais que arrastaram lixo para os mares, como o furacão Katrina, que varreu o litoral sul dos Estados Unidos em 2005 e os tsunamis que atingiram o sudeste asiático em 2004 e a costa leste do Japão em 2011. Obviamente a presença de resíduos plásticos no meio ambiente é reflexo de uma ineficiência na gestão de resíduos, um dos principais desafios da atualidade, mas a origem do problema é muito mais complexa, com particularidades em cada um dos quatro cantos do mundo. O Haiti é um país com quase nenhuma infraestrutura de coleta de lixo e localizado na rota de furacões que, junto com a chuva, levam resíduos para o oceano. Lagos, a maior cidade da Nigéria, tem mais de 20 milhões de habitantes e não conta com água encanada e, por esse motivo, o consumo de água em garrafa PET é exorbitante. A Indonésia, um país formado por quase 20 mil ilhas, tem o desafio de pensar em gestão de resíduos para regiões geográficas muito distintas. O Chile vive o problema durante o degelo, acentuado pelas mudanças climáticas, que arrasta os resíduos para o Oceano Pacífico. Na Europa, a indústria turística é um dos setores que mais geram resíduos plásticos. Em terra firme, vemos necessidade de investir mais em pesquisa e criar ciência em torno destas informações para um diagnóstico mais preciso, sem discrepância de dados. Precisamos saber o tamanho real do nosso desafio, assim como a eficácia das medidas mitigatórias para que seja possível pensar em políticas públicas e não endossar uma luta contra o que nos é favorável. Esse processo pode levar um tempo, assim como levamos décadas para chegar à conclusão de que o aumento da concentração de CO2 na atmosfera tem potencial para causar o aumento da temperatura média do planeta. Ainda assim, não é preciso esperar que isso aconteça. Além de adotar práticas de economia circular, a indústria mundial do plástico está se movimentando para gerar estatísticas, relatórios e guias para criadores de políticas públicas. A adesão ao Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional para reduzir a perda de partículas de plástico (pellets) para o meio ambiente, tem contribuído para minimizar impactos ambientais. O Plastic Leak Project, capitaneado pela Quantis, uma consultoria ambiental europeia focada na gestão do ciclo de vida do plástico, é uma das iniciativas mais recentes, com o objetivo de reunir um grupo de multistakeholders para criação de uma metodologia de quantificação que possa ser utilizada em níveis municipal e nacional por setores privado e público. A intenção é identificar a perda de plástico em setores da indústria e desenvolver ações mitigatórias. A ação já analisa dados dos setores de embalagem, têxtil e de fabricação de pneus. Como estudo de caso, uma empresa europeia com atuação no segmento de laticínios identificou que a venda de leite em pó para a Nigéria, China e Bangladesh é responsável pela perda de 4% do volume total de plásticos utilizados e está definindo um novo tipo de embalagem. Definir ações como esta só é possível a partir de uma metodologia consensual. Nem sempre o plástico será a melhor alternativa, mas precisamos reconhecer que para muitos casos o plástico é a solução mais viável do ponto de vista ambiental. Não é possível pensar em um futuro sustentável sem o plástico. * Yuri Kabe é Especialista em Avaliação de Ciclo de Vida na Braskem

27 de julho, 2020
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RESÍDUOS
Plástico mais sustentável que papel

Estudo científico do Earth Engineering Center do City College of New York (EEC|CCNY) identificou que os plásticos são responsáveis pela queda na taxa de resíduos sólidos urbanos, mesmo com o aumento da renda per capita e do consumo. O estudo americano mostra que a geração de lixo começou a desacelerar no final dos anos 90, com a consolidação de produtos fabricados com plásticos em substituição a outras matérias-primas, iniciando, assim, um processo chamado por especialistas de “desacoplamento” do desenvolvimento econômico versus o aumento da geração de lixo. O mesmo levantamento relata que a quantidade de resíduos produzidos nos Estados Unidos desde 2010 começou a cair, mesmo com o aumento nos gastos dos consumidores. De acordo com o Diretor e Ph.D da EEC/CCNY, Marco J. Castaldi, sua equipe sabia que a quantidade total de plásticos no fluxo dos resíduos sólidos urbanos, de fato, aumentou substancialmente até meados dos anos 90, o que era esperado, pois os plásticos substituíram outras matérias-primas como vidro, papel, papelão e metais, em diversos produtos de consumo. O uso dos plásticos em substituição a estes materiais a partir do final dos anos 1990 ocasionou a redução da taxa de geração de resíduos sólidos, não só em peso, mas também em volume, evidenciando o “desacoplamento”. Em média, produtos feitos com matérias-primas alternativas utilizam 3,2 vezes mais materiais do que quando fabricados com plásticos. Em outra análise, foram analisadas as embalagens. As que não são feitas com plástico consomem 4,5 vezes mais materiais. De acordo com Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, o estudo reforça a importância dos plásticos para a sociedade, não só por suas qualidades e eficiência, mas, acima de tudo, por ser a alternativa mais sustentável em todo o seu ciclo de vida. “A indústria vem trabalhando intensamente de forma responsável e transparente, além de seus limites produtivos, para mostrar à sociedade todos os benefícios e valores do plástico. Embora estes resultados quebrem paradigmas e atestem mais esta vantagem dos plásticos, continuamos focados na atuação pela educação ambiental, através do seu consumo consciente, descarte correto e reciclagem”, afirma Bahiense. Um outro estudo – realizado pela American Chemistry Council (ACC) – comparou duas mil sacolas plásticas, que pesam, em média, 13,6 kg com a mesma quantidade de sacos de papel, que pesam 127 kg. A conclusão é que para sete caminhões que transportam sacos de papel, basta um caminhão para transportar a mesma quantidade de sacolas plásticas. Já no campo da reciclagem, o estudo mostrou que para se reciclar a mesma quantidade de papel e plástico, neste caso se consome 91% a menos de energia, além de gerar 80% menos resíduos do que na reciclagem de sacos de papel. “O setor plástico sempre acreditou na eficiência e sustentabilidade dos seus produtos e os resultados destes estudos mostram, mais uma vez, que os plásticos contribuem para a preservação do meio ambiente e qualidade de vida das pessoas”, finaliza Bahiense.

10 de outubro, 2018
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ISOPOR
Reciclagem ganha fôlego em São Paulo

Lançada em 2015, por iniciativa do vereador Gilberto Natalini, Plastivida - por meio de seu Comitê de EPS - e Comissão de EPS da Abiquim, a campanha Recicla Isopor ® obteve adesão positiva da população paulistana. A campanha tem como objetivo fomentar a coleta seletiva e descarte correto de produtos feitos desse material e, principalmente, informar à população que o EPS é um plástico e 100% reciclável. Desde o dia 13 de abril deste ano, a Câmara Municipal de São Paulo conta com um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) para o recebimento de embalagens e outros produtos feitos de EPS e que seriam descartados juntamente com o lixo comum. Desde então, o material é coletado e encaminhado para reciclagem. O PEV-M fica na área externa, na entrada da Câmara Municipal de São Paulo, e nele os cidadãos descartam corretamente todo o EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros. Todo o material coletado no PEV-M é encaminhado para a cooperativa Cora, onde são comercializados e destinados para ser transformados em novos produtos, tais como molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs , floreiras, entre outros produtos. “A partir da educação ambiental e de dados científicos que mostrem as qualidades dos plásticos, sua utilidade e benefícios, além de sua capacidade de serem reciclados, a população passa a ter maior consciência sobre o seu papel como agente ativo da gestão dos resíduos na cidade, aumentando a coleta seletiva e contribuindo para o bem do Planeta”, afirma Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida. O PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) fica na Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista). Em 2012, 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado. A reciclagem do EPS é uma atividade que gera emprego e renda no Brasil. Em 2012, as 22 recicladoras deste material faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. Essas empresas trabalham com capacidade ociosa em torno de 40%, ou seja, há espaço para se reciclar mais e para isso é necessário se coletar mais.

9 de junho, 2016
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SÃO PAULO
Câmara inaugura PEV-M para isopor

O vereador Gilberto Natalini e a Plastivida estão inaugurando um PEV-M (Ponto de Entrega Voluntária Monitorado) na Câmara Municipal de São Paulo. O PEV-M tem como objetivo conscientizar a população sobre o descarte correto e reciclagem de EPS (popularmente conhecido no Brasil como Isopor ®, marca registrada pela Knauf Isopor). O PEV-M ficará na área externa, na entrada da Câmara Municipal, e receberá todo material de EPS, tais como embalagens diversas (inclusive as utilizadas para proteger eletrodomésticos e eletroeletrônicos), entre outros. Todo EPS coletado será encaminhado para as cooperativas Coopervivabem e Cora, onde será comercializado e destinado para ser transformado em novos produtos, gerando renda aos cooperados e benefícios ao meio ambiente. A inauguração do PEV-M faz parte da campanha Recicla Isopor ® , lançada em 2015 pelo vereador, pela Plastivida, por meio de seu Comitê de EPS, e pela Comissão de EPS da Abiquim, para fomentar a coleta seletiva e descarte correto do EPS. “A população precisa conhecer as informações corretas sobre os produtos, seus benefícios e sua reciclabilidade para que possa usar e descartar de forma responsável”, afirma o vereador Natalini. A parceria Plastivida/Abiquim, que resultou na campanha, tem por objetivo divulgar e promover o EPS. A inauguração do PEV-M é mais um passo neste sentido. “A Comissão Setorial de EPS da Abiquim trabalha em parceria com a Plastivida questões de sustentabilidade, educação ambiental e pesquisa de reciclagem de EPS desde 2013”, declara Wendel Souza, Coordenador da Comissão Setorial de EPS da Abiquim. O EPS é um plástico 100% reciclável e 34,5% do EPS pós-consumo foi reciclado em 2012. Naquele mesmo ano 22 recicladoras de isopor faturaram, juntas, R$ 85,6 milhões e empregaram 1.413 pessoas. O EPS reciclado pode ser transformado em molduras, rodapés, telhas termo acústicas, solados, chinelos, material para preenchimento de puffs , floreiras, entre outros produtos. “O EPS, assim como outros plásticos são produtos fundamentais à vida das pessoas e ao desenvolvimento e, assim, saber usá-lo e reutilizá-lo na reciclagem só traz benefícios à população, à economia e ao meio ao Planeta”, disse Miguel Bahiense, Presidente da Plastivida.

13 de abril, 2016