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PLÁSTICO

Projeto Tampinha Legal já arrecadou quase 600 kg de resíduos

Projeto Tampinha Legal já arrecadou quase 600 kg de resíduos

O projeto Tampinha Legal em São Paulo expande sua atuação com pontos de coleta estratégicos para facilitar o descarte de tampas plásticas e promover a economia circular e a cidadania ambiental.

O Tampinha Legal tem ampliado a atuação no estado de São Paulo e fortalecendo a presença em espaços de grande circulação, além de facilitar o acesso da população ao destino adequado de tampas plásticas. A iniciativa aposta na proximidade com o público para estimular práticas de cidadania no cotidiano, especialmente em ambientes urbanos com alto fluxo de pessoas. O projeto tem pontos de coleta localizados em locais estratégicos, como estações de metrô e estabelecimentos apoiadores e torna a economia circular simples e acessível. A proposta é integrar a conscientização ambiental à rotina da população, incentivando a destinação adequada de resíduos que, quando descartados corretamente, promovem melhor qualidade de vida a todos.

Atualmente, o Tampinha Legal tem centenas de pontos de coleta no estado de São Paulo e envolve também centenas de entidades assistenciais, o que mobiliza uma ampla rede de apoiadores e voluntários. Desde o início da atuação no estado, em 2017, já foram arrecadados 599.539 quilos de tampas plásticas, o que possibilitou a destinação de cerca de R$ 1,5 milhões para instituições participantes do programa. Os 66 coletores estão instalados no sistema metroviário, nas estações de quatro linhas do metrô, ampliando o alcance da iniciativa e facilitando o acesso da população a pontos de coleta de tampas plásticas durante a rotina diária. "Estar presente em áreas de grande fluxo, como as estações do Metrô SP, oportuniza o engajamento da população e reforça a importância de pequenas atitudes no dia a dia. A proposta do Tampinha Legal é justamente essa: apresentar soluções através de ações simples que geram impacto positivo", afirma a gerente do Instituto SustenPlást e porta-voz do programa, Simara Souza. Para o chefe do Departamento de Marketing do Metrô, Silvio Vinícius Santos, a parceria com o programa está alinhada com um dos atributos mais valiosos da empresa, a sustentabilidade. "O Metrô transporta diariamente três milhões de pessoas, com energia limpa, e busca constantemente iniciativas que dialoguem com esse público de forma prática e consciente. A presença dos coletores do Tampinha Legal em nossas estações facilita o engajamento dos passageiros em ações sustentáveis no seu dia a dia", destaca.

O Tampinha Legal conecta sustentabilidade, cidadania e impacto social e promove a modificação de comportamento de massa, conscientização social, aumento de qualidade de vida, incremento dos orçamentos institucionais, além da diminuição da pegada de carbono. O material arrecadado transforma-se em recursos financeiros destinados a entidades assistenciais, contribuindo para a manutenção de projetos sociais. Em São Paulo, a expansão da iniciativa reforça o potencial de mobilização em larga escala.

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ECONOMIA CIRCULAR
Tampinha Legal já destinou mais de R$ 1 milhão

O programa socioambiental Tampinha Legal já ultrapassou a marca de R$ 1 milhão destinados às entidades assistenciais participantes. Até o momento foram recolhidas mais de 570 toneladas de tampas plásticas em mais de 2.800 pontos de coleta distribuídos pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás e no Distrito Federal. Segundo a coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, este é um momento histórico. “Os expressivos números são o resultado das ações modificadoras de comportamento de massa que propomos. O Tampinha Legal é a economia circular na prática. É a atitude de todos que faz a diferença no aumento de qualidade de vida”, afirma. O programa existe há mais de quatro anos e tem caráter educativo em economia circular de iniciativa da indústria de transformação do plástico da América Latina. Ele está presente em diferentes ambientes sociais, como comércio, órgãos públicos, escolas e empresas e beneficia mais de 300 entidades assistenciais do terceiro setor. “Os números mostram que as pessoas estão assumindo a própria responsabilidade enquanto cidadãos e compreendendo que plástico é matéria-prima nobre (vale dinheiro) e que precisa retornar para a indústria para a produção de novos artefatos. O terceiro setor desenvolve um trabalho social fundamental. A educação e a orientação fazem a diferença”, diz Simara. Entre as entidades participantes do programa Tampinha legal estão as Apaes, Ligas Femininas, escolas, ONG’s, asilos, associações, hospitais, etc. Com os recursos obtidos através do Tampinha Legal, as entidades assistenciais podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, bem como custeiam tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações. Recentemente foi lançado o Copinho Legal, que segue o mesmo modelo do Tampinha Legal e destina os recursos obtidos com a venda dos descartáveis plásticos (copos, pratos e talheres) para as entidades assistenciais participantes. Em Porto Alegre (RS), o Tampinha Legal conta com o apoio estratégico da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais da FIERGS. Além do aplicativo (Android e iOS) e site (tampinhalegal.com.br), também é possível acompanhar o trabalho do Tampinha Legal por redes sociais, como YouTube, Instagram e Facebook.

22 de janeiro, 2021
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COLETA SELETIVA
Amlurb registra aumento de 35%

A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) divulgou que o mês de junho registrou aumento de 35% na coleta seletiva em relação ao mesmo mês de 2019. O volume de resíduos que foram para a reciclagem passou de 5,8 mil toneladas para 7,8 mil toneladas na comparação entre junho de 2019 e 2020. A Amlurb comenta que houve também queda de 22% nos dados de varrição, por causa das pessoas estarem mais tempo em suas casas. O aumento da coleta seletiva vai ao encontro do crescimento de quase 40 mil visitas. Isso se explica pelo maior interesse da população em consumir informações sobre reciclagem, além de terem no site um local para esclarecimento de dúvidas. Os conteúdos mais procurados foram: onde encontrar “pontos de coleta”, “reciclagem de latas: entenda sua importância e saiba como fazer” e “você sabe as diferenças entre lixo orgânico e reciclável”. O Recicla Sampa foi lançado em 2019 e já teve mais de 265 mil acessos. Comparando o primeiro semestre de 2019 com o mesmo período do ano corrente, foi verificado um crescimento de 295% no número de visitas, sendo que o público da plataforma é majoritariamente feminino (70%). Mesmo no período da pandemia, o destino de resíduos recicláveis continua sendo as Centrais Mecanizadas de Triagem, que possuem capacidade operacional de 500 toneladas diárias de resíduos, 250 t cada uma. Segundo órgãos municipais, o descarte correto deve ser feito em sacos de lixo reforçados. Os resíduos devem ser ensacados duas vezes em sacos resistentes, descartáveis e com enchimento de até dois terços da sua capacidade. Essa medida visa evitar o contato dos coletores com possíveis resíduos contaminados.

3 de agosto, 2020
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019