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AEGEA

Redução de perdas em Campo Grande

A Aegea conseguiu reduzir, desde 2010, o índice de perdas de água de 57% para 19% em Campo Grande (MS). O resultado foi conquistado após investimentos em diversas tecnologias que promovem a redução de desperdícios e destinação correta da água e esgoto e, consequentemente, o aumento da eficiência e da sustentabilidade, garantido a continuação do ciclo da água. Outro trabalho importante da companhia é o de garantir que comunidades de pequenos e grandes centros, principalmente a população mais vulnerável, tenha água em suas torneiras. Para isso, a Aegea irá realizar adaptações operacionais, respeitando as características de cada região. Um exemplo da aplicação desta eficiência operacional em regiões com dificuldades de acesso é o trabalho realizado pela companhia nas regiões alagadas de Manaus (AM). Para garantir o atendimento nestas comunidades, que são compostas por residências sobre palafitas e que sofrem com as alterações dos níveis das águas do Rio Negro, a empresa desenvolveu soluções inovadoras de abastecimento para garantir a qualidade e distribuição da água. O sistema desenvolvido garante a distribuição em redes aéreas de abastecimento para as comunidades sem que haja a contaminação pela poluição dos igarapés. Estas iniciativas são realizadas em paralelo com outras ações sociais na cidade, com o objetivo de atender a população mais vulnerável e aproximar as comunidades locais. O programa Vem com a Gente mapeia e localiza as oportunidades de expansão de rede de abastecimento em regiões que não contam com abastecimento regular, como becos, palafitas e rip-rap espalhados pela cidade. Mais de 1,2 milhão de pessoas já foram atendidas pelo programa e mais de 80 mil metros de redes de água tratada foram implantadas em 38 bairros da cidade. A Aegea desenvolve soluções inovadoras e eficientes a depender das particularidades geográficas e sociais das cidades de seu portfólio de atendimento, com populações de três mil a 2,22 milhões de habitantes.

A Aegea conseguiu reduzir, desde 2010, o índice de perdas de água de 57% para 19% em Campo Grande (MS). O resultado foi conquistado após investimentos em diversas tecnologias que promovem a redução de desperdícios e destinação correta da água e esgoto e, consequentemente, o aumento da eficiência e da sustentabilidade, garantido a continuação do ciclo da água.

Outro trabalho importante da companhia é o de garantir que comunidades de pequenos e grandes centros, principalmente a população mais vulnerável, tenha água em suas torneiras. Para isso, a Aegea irá realizar adaptações operacionais, respeitando as características de cada região.

Um exemplo da aplicação desta eficiência operacional em regiões com dificuldades de acesso é o trabalho realizado pela companhia nas regiões alagadas de Manaus (AM). Para garantir o atendimento nestas comunidades, que são compostas por residências sobre palafitas e que sofrem com as alterações dos níveis das águas do Rio Negro, a empresa desenvolveu soluções inovadoras de abastecimento para garantir a qualidade e distribuição da água. 

O sistema desenvolvido garante a distribuição em redes aéreas de abastecimento para as comunidades sem que haja a contaminação pela poluição dos igarapés. Estas iniciativas são realizadas em paralelo com outras ações sociais na cidade, com o objetivo de atender a população mais vulnerável e aproximar as comunidades locais. O programa Vem com a Gente mapeia e localiza as oportunidades de expansão de rede de abastecimento em regiões que não contam com abastecimento regular, como becos, palafitas e rip-rap espalhados pela cidade. Mais de 1,2 milhão de pessoas já foram atendidas pelo programa e mais de 80 mil metros de redes de água tratada foram implantadas em 38 bairros da cidade. A Aegea desenvolve soluções inovadoras e eficientes a depender das particularidades geográficas e sociais das cidades de seu portfólio de atendimento, com populações de três mil a 2,22 milhões de habitantes.

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AEGEA
Lucro líquido cresce 70% em 2020

A Aegea Saneamento registrou lucro líquido de R$ 501 milhões em 2020, um aumento de 70,2% em relação a 2019. No 4º trimestre de 2020, a empresa registrou lucro líquido de R$ 45 milhões e receita operacional líquida de R$ 606,9 milhões, mantendo-se em linha com o valor registrado no último trimestre de 2019. “Essa performance, mesmo diante dos efeitos da pandemia COVID-19, confirma a solidez financeira da Companhia e a consistência de sua estratégia de crescimento orgânico”, diz André Pires, CFO da Aegea. O Ebitda atingiu R$ 1,3 bilhão no último ano, um crescimento de 12,2%, decorrente principalmente da evolução dos resultados operacionais de suas concessões. A margem Ebitda atingiu 57,8% em 2020, um aumento de 4,2% em relação a 2019. Dentre os fatores que colaboraram para a evolução do resultado da Companhia em 2020, destacam-se o aumento de 5,2% no volume faturado total. O volume faturado de água aumentou 5,1% em relação a 2019, e as concessões de Teresina, Águas Guariroba e Manaus foram responsáveis por 60,1% do crescimento total. O volume faturado de esgoto cresceu 5,5%, sendo 60,6% deste crescimento proveniente das concessões Águas Guariroba, Mirante, Ambiental Serra e Águas de Teresina e 21,7% do início das operações da concessionária Ambiental Metrosul. O número de domicílios atendidos com coleta e tratamento de esgoto cresceu 21,4%, atingindo 1,3 milhão. O aumento da base de clientes está associado principalmente ao início das operações da concessionária Ambiental Metrosul, que adicionou 174 mil novas economias e foi responsável por 74,9% do incremento total; e à expansão da rede em Águas Guariroba, Águas de Manaus, Águas de Teresina e Prolagos, responsáveis por 17,6% do incremento. Em 2020 a Aegea atendia uma população com cerca de 8,9 milhões de habitantes. Com o crescimento exponencial da companhia, este número passou para mais de 11,2 milhões de pessoas beneficiadas em 126 cidades, após a assinatura de contrato para mais duas PPPs: uma em dezembro de 2020, com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (CESAN), para universalização de serviços de esgotamento sanitário para 402 mil pessoas no município de Cariacica-ES, e outra em fevereiro de 2021 com a Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul (Sanesul), para universalização de serviços de esgotamento sanitário em 68 municípios no Estado do Mato Grosso do Sul, compreendendo 1,7 milhão de habitantes. A Aegea investiu R$ 522,4 milhões em 2020, uma redução de R$ 116,0 milhões na comparação com o ano anterior. Essa redução está relacionada à postergação temporária de alguns projetos (CAPEX não obrigatório) em decorrência das medidas de preservação de caixa e manutenção da liquidez, necessárias para o enfrentamento da pandemia. Compliance A Aegea Saneamento renovou a certificação da Norma ISO 37001:2017 de Gestão Antissuborno, que engloba uma série de regras internacionalmente reconhecidas, que têm como objetivo colaborar para os programas de compliance das empresas, certificando o correto alinhamento entre as organizações e a Norma Antissuborno. Para obter a nova certificação, a companhia precisou cumprir todos os requisitos da Norma, entre eles identificar não conformidades para implementação de ações corretivas, realizar auditorias e monitoramentos internos frequentes, estabelecer procedimentos para prevenir a oferta, fornecimento ou aceitação de qualquer ação que caracterize suborno, entre outros. “Manter esta importante certificação é motivo de orgulho para a Aegea e demonstra nosso comprometimento com a transparência e integridade em nossas iniciativas. Ser a primeira empresa do setor com esta conquista reforça e justifica a notável expansão da Governança na companhia,” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. A renovação da certificação reforça o compromisso da Aegea com seu Programa de Compliance, que recebeu R$ 10 milhões nos últimos anos na expansão de sua Diretoria de Integridade. Recentemente, a companhia divulgou em seu relatório anual de sustentabilidade que recebeu menção honrosa da Abrasca, Associação Brasileira das Companhias Abertas, iniciativa que reconhece as empresas que melhor produzem seus relatórios anuais, a fim de fomentar a clareza, a transparência e a excelência com que reportam suas informações ao mercado.

8 de março, 2021
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ABASTECIMENTO
Aegea universaliza serviço em Teresina

Após três anos de operação, a Aegea Saneamento conseguiu universalizar o serviço de abastecimento de água em Teresina (PI) por meio de sua concessão Águas de Teresina. A companhia cumpriu a primeira meta do contrato de subconcessão. Esta universalização beneficiou mais de 800 mil pessoas de imóveis localizados na área urbana regular da cidade com acesso ao serviço de distribuição de água tratada. “Esta conquista traz um ganho preventivo à saúde muito significativo, uma vez que, ao garantir água tratada à população, proporcionamos vidas mais dignas e saudáveis, reforçando também a prevenção de doenças. Neste momento de pandemia, nosso papel de prestador de serviços de saneamento básico no País se torna ainda mais necessário e urgente”, afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. A concessionária Águas de Teresina realizou obras importantes para a capital piauiense, como a ampliação da capacidade de produção e distribuição, tornando o sistema mais moderno e garantindo eficiência operacional. As expansões ocorreram nas Estações de Tratamento de Água, ETA Norte e ETA Sul, sendo esta última responsável por 80% da água produzida para toda a cidade. Além disso, a concessionária instalou 16,5 km de novas adutoras, além de ativação e perfuração de 12 novos poços tubulares profundos que possibilitam a ampliação da distribuição de água à população. Com o objetivo de identificar inconformidades e antecipar soluções, a companhia investiu na automação do sistema de saneamento, resultando em 151 unidades/ativos que receberam automação e telemetria na cidade, entre: poços; Estações Elevatórias de Água Tratada; Estações Elevatórias de Esgoto; reservatórios; unidades de bombeamento de água, entre outros. Com a automação nas unidades operacionais e ativos, a Águas de Teresina é capaz de monitorar em tempo real os sistemas de água e esgoto por meio do Centro de Controle e Operações (CCO), e detectar variação de pressão na rede, vazamentos e desabastecimento. A concessionária acelerou para expandir e regularizar a rede de água em regiões carentes de Teresina. O objetivo é modificar a atual realidade de 32,5 mil moradores de ocupações consolidadas, que não eram contemplados com este serviço. “Encaramos a questão do abastecimento com muita prioridade logo na nossa entrada e hoje podemos falar com convicção que problemas crônicos foram sanados e temos, por exemplo, um período como o B-R-O Bró (meses de setembro a dezembro) mais tranquilo, sem ocorrências de desabastecimento, mesmo com a alta temperatura. Garantir acesso à água tratada é mais do que um compromisso enquanto uma prestadora de serviço, mas a garantia de que estamos levando saúde e qualidade de vida à população”, destaca o diretor-presidente da Águas de Teresina, Cleyson Jacomini. A Águas de Teresina desenvolve também ações para reduzir os índices de perda de água na capital do Piauí. Com o modelo operacional adotado pelas concessionárias da Aegea, em Teresina já foi possível uma redução de quase 31% nas perdas de água, desde que a Águas de Teresina iniciou a operação na cidade.

12 de outubro, 2020
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SANTA CATARINA
Águas de Bombinhas reduz perdas de água

Empresa do Grupo Aegea Saneamento, a Águas de Bombinhas conseguiu, com economia e otimização do trabalho, reduzir para 15% as perdas de água, índice muito inferior à média nacional, que é de 38% de acordo com os números divulgados pelo instituto Trata Brasil. A média de perdas de água no estado catarinense no momento da distribuição chega aos 35%. O coordenador de operações da Águas de Bombinhas, Gabriel Balparda Fasola, disse que o objetivo da empresa é continuar diminuindo constantemente os números. "A redução no índice de perda de água tratada é um objetivo da concessionária, tanto pela economia como pelo enfoque sustentável", explica. "A redução de perdas representa a melhor distribuição de água para os bairros e, consequentemente, maior oferta de água tratada", completa. Nos últimos meses, a concessionária concluiu a instalação de três novos macromedidores em pontos estratégicos de Bombinhas. A cidade é dividida em diferentes setores e estes equipamentos têm a função de medir o volume de água que é distribuído em cada setor. Desta forma, as equipes conseguem avaliar o quanto de água saiu da Estação de Tratamento de Água e fazer uma comparação com o volume que chega às residências. "Cada gota de água é importante. Vale reforçar que também temos instaladas em nosso sistema três válvulas redutoras de pressão (VRP). O objetivo destes dispositivos é de controlar a pressão da água na cidade, evitando possíveis rompimentos", comenta Maraísa Mendoça Oliveira, responsável pelo Centro de Controle Operacional (CCO). Além destas medidas, a Águas de Bombinhas realiza cerca de 150 reparos mensais em diferentes pontos do sistema de abastecimento. “São cavaletes, ramais de ligação e redes, que buscamos reparos que buscamos reduzir o prazo de 12h para justamente evitar maiores perdas”.

12 de outubro, 2020
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COVID-19
Aegea ajuda cidades com doações

Presente em 12 estados brasileiros, a Aegea e suas concessionárias estão realizando ações de combate ao novo coronavírus e calculam beneficiar aproximadamente 8,9 milhões de pessoas atendidas pela companhia. “Acreditamos que a empresa deve contribuir com ações que estão além de suas atividades para combater o coronavírus, reafirmando nosso propósito de proporcionar vidas mais saudáveis. Sabemos que nosso papel de prestador de serviços de saneamento básico no País se torna ainda mais necessário e urgente no combate à COVID-19”, afirma Radamés Casseb, CEO da Aegea Saneamento. Entre as iniciativas, a Aegea realiza a desinfecção de vias públicas com grande circulação de pessoas, implementou novos procedimentos para garantir e manter o atendimento aos seus usuários e suspendeu os cortes de abastecimento de água – mesmo em cidades onde não foram emitidos decretos proibindo o fornecimento de água por inadimplência. Com o aumento do número de casos da COVID-19 em Manaus (AM), a Aegea, em parceria com a Prefeitura local, instalou 14 pias púbicas em áreas centrais da cidade para atender a população em situação de rua. As pias contam com dispensador de sabão e cartazes que mostram como higienizar as mãos e acionamento sem as mãos. Ainda na capital manauara, a companhia intensificou os trabalhos para regularização do abastecimento em áreas de população vulnerável, como becos, rip-rap e palafitas, implantando redes de água tratada nestes locais. A concessionária Águas de Manaus também está produzindo álcool em gel em seu laboratório interno, para que colaboradores que atuam em atividades externas possam fazer a higienização das mãos e equipamentos. Em Teresina (PI), a Aegea doou cestas básicas e realizou parceria com a Rede Pense Piauí para a produção e distribuição de álcool e máscaras destinados à rede hospitalar. O município também está recebendo obras para ampliação da cobertura de água tratada em comunidades cuja situação fundiária foi regularizada pela prefeitura, beneficiando cerca de 32,5 mil pessoas com acesso à água potável. A empresa manteve seu cronograma de investimentos e concluiu as obras da primeira Estação de Tratamento de Esgoto de Barcarena (PA) e ampliou a cobertura da coleta de esgoto em Piracicaba (SP) para outras zonas. A cidade de Matão (SP) recebeu a doação de equipamentos de proteção individual (EPIs). Para as capixabas Serra e Vila Velha, a Aegea apoiou com materiais de higiene pessoal. A empresa também doou cestas básicas para Piracicaba (SP), Campo Grande (MS) e Barcarena (PA) e contribuiu com a ação do Banco BTG para a contratação de profissionais de saúde para o Hospital HC, em São Paulo, que é o epicentro da COVID-19 no Brasil.

2 de junho, 2020
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RESULTADOS
Aegea comemora números de 2016

Sem dúvida, 2016 foi um bom ano para a Aegea Saneamento, que possui 18% do mercado privado de saneamento básico do Brasil. A receita líquida do Grupo cresceu 24,8%, alcançando R$ 992,4 milhões e manteve a cadência de crescimento planejada; o EBITDA aumentou 14,9%, atingindo R$ 462,5 milhões; e o prazo médio de endividamento da empresa foi ampliado de 5 para 5,9 anos. Os números macros comprovam o desempenho, mas o item que merece destaque, segundo Hamilton Amadeo, CEO da Aegea foi o fortalecimento da estrutura de capital conseguido no último ano, quando os minoritários confirmaram a confiança na administração da empresa ampliando sua participação, o que significou um aporte de R$ 125 milhões. “Esse é um dado muito importante para nós, pois mostra que o projeto apresentado a eles em 2012 foi aprovado o que reforça nossa capacidade de fazer frente a qualquer desafio em termos de necessidade de capital. Hoje, a soma da participação deles se aproxima de 30%, numa evolução constante”. Para explicar a performance, Amadeo ressaltou a atuação da Aegea em “clusters”, regiões onde as concessionárias do Grupo se ajudam, com administração compartilhada e integrada. Como exemplo citou as novas atuações no Espírito Santo, em Vila Velha e Serra (ambas PPPs de esgoto) e a consolidação da atuação em Rondônia, com a concessão plena de Ariquemes, a quarta no Estado, onde atende a uma população de 105 mil habitantes. Especificamente no Espírito Santo, Amadeo salientou a escala favorável da participação privada no Estado e o atendimento de quase 1 milhão de habitantes na Grande Vitória. As novas oportunidades locais surgem a partir de abril, nas cidades de Cariacica e Viana. A mesma janela de oportunidades se abre em Rondônia, onde a companhia de saneamento estadual está listada no PPI para ser privatizada: “É um Estado que tem uma população muito parecida em termos socioeconômicos com o Mato Grosso, índices de inadimplência baixos, crescimento acelerado e as tarifas da concessionária estadual são altas, o que nos dá uma folga para operar até com valores menores”, diz Amadeo, indicando que essas ilhas de crescimento é que puxarão o desenvolvimento futuro da Aegea, “um player diferenciado com presença local. Isso faz parte da estratégia de longo prazo da companhia”. Ainda na lista de conquistas e avanços conseguidos em 2016, Amadeo destacou a criação do Centro de Controle e Operação de Gestão de Perdas, que passou a centralizar as ações das concessões; a universalização de água tratada em Timon (MA) para 100% da população da área urbana, com frequência contínua; a evolução dos índices de tratamento de esgoto (cobertura e tratamento) em Piracicaba (SP), de 36% para 100% num período de quatro anos; e, por fim, o fato de a Aegea se tornar signatária do Pacto Global da ONU, como empresa inclusiva em saneamento no Brasil e referência na redução de perdas de água de 56% para 19% em Campo Grande (MS). “É importante citar que nossas metas de perdas consideram o nível ótimo para cada concessão, dentro de uma escala socioeconômica”, explica o CEO da Aegea. Principais resultados Flávio Crivellari, CFO da Aegea, ressaltou o excepcional desempenho da Aegea em 2016, mesmo num cenário de economia desafiadora: “Nosso crescimento se deu através de aquisições, aportes, licitações e vegetativo, por meio de Capex – aumento de rede nas operações existentes. Outras ações procuraram estabilizar o pico de inadimplência por razões de queda da renda per capita devido ao desemprego”. O volume de economias cresceu 8,8% no ano passado, acompanhando e o volume faturado de água e esgoto aumentou 9,5%. Os custos também cresceram no último ano em 35%, sendo que as despesas com pessoal e energia elétrica se mantiveram dentro do previsto. A economia total versus o número de colaboradores demonstrou aparente perda de produtividade, mas na verdade considera a incorporação dos colaboradores das novas concessões, que trarão resultados mais à frente. Em termos de energia, Crivellari destacou que houve crescimento de volume, mas estabilidade no custo das concessões existentes graças aos investimentos em automação realizados pelo Grupo. Perspectivas otimistas Ao falar sobre o que Aegea espera para 2017, Hamilton Amadeo fez primeiro uma análise do cenário externo, ressaltando a manutenção da crise fiscal em Estados e municípios e a consequente restrição de investimentos, o que poderá gerar oportunidades de novos investimentos privados no setor de saneamento. “A Aegea se coloca no mercado como uma empresa complementar do sistema e não como substituta do serviço. Faz mais sentido prestar serviço ao cidadão dentro de um modelo integrado. Essa é a nossa posição e as companhias estaduais já estão entendendo e aceitando essa nova opção”. Ou seja, a Aegea está se posicionando para tirar proveito da capacidade que tem de se integrar aos prestadores já existentes ou operar de forma plena onde for necessário. É uma demanda que se mostra decorrente da falta de capacidade de investimento dos Estados. A companhia também vem acompanhando o esforço de PPI do Governo Federal, através do BNDES e da Caixa, de criar uma “inteligência de saneamento”, pois não existem experiências perenes de cultura de saneamento ainda no país e a base que está sendo criada interessa à companhia, que aguarda a evolução do processo. Quanto ao cenário interno, a parte de EHS (Environment, health and safety) sempre foi uma preocupação da Aegea e hoje, atuando em quase 50 municípios, novos modelos serão implantados nos próximos dois anos para dotar a companhia de padrões internacionais. Outra ação que terá continuidade é a Academia Aegea para formação de profissionais para o setor de saneamento. Quanto às novas opções de mercado, Amadeo avisa que a companhia continuará aproveitando as oportunidades de crescimento, desde que subordinadas à estrutura de capital: “Não vamos dar o passo maior que a perna. Podemos até perder oportunidades, mas jamais iremos colocar em risco nossos indicadores de saúde financeira”.

7 de março, 2017
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SANEAMENTO
Águas Guariroba completa 15 anos de atuação

A Águas Guariroba completou, dia 23 de outubro, 15 anos de atuação na capital de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Neste período, a empresa de saneamento, pertencente ao Grupo Aegea Saneamento, investiu mais de R$ 961 milhões em água e esgoto que transformaram o cenário do saneamento básico da capital nos últimos anos. Atualmente, Campo Grande tem índice de abastecimento de água tratada próximo a 99,8% (antes da concessão era de 96%). Com o avanço do programa de universalização, nos próximos 10 anos, todos os bairros terão acesso a tratamento de esgoto, segundo a empresa. A Águas Guariroba atua em 41 municípios mato-grossenses. “O que diferencia Campo Grande hoje no Brasil é o planejamento e a busca constante pela eficiência nos serviços prestados”, afirma o Diretor-presidente da empresa, José João Fonseca. “Já investimos quase um bilhão para melhorar e ampliar o acesso da população ao tratamento de água e de esgoto. Obter estes recursos só é possível quando trabalhamos de forma eficiente”. Além das obras de ampliação em locais que não contavam com o serviço, a Águas Guariroba investiu na perfuração de poços de captação subterrânea, novos reservatórios, obras para interligar os sistemas de reservação nos bairros e redução de perdas. Agora, Campo Grande possui sistema de abastecimento de água automatizado e monitorado em tempo real através do Centro de Controle Operacional (CCO). Através de computadores e telões, técnicos controlam 24 horas por dia o funcionamento das captações de água, nas represas dos córregos Guariroba, Lageado e 150 poços profundos. Os técnicos também operam a longa distância os níveis dos reservatórios nos bairros, as estações de bombeamento, o tratamento e a pressão na rede de distribuição. Com este processo, o índice de perdas com vazamentos, fraudes e medição ineficiente foi reduzido de 56% (2006) para 19% (2014) - inferior à média nacional (37%) e um dos menores entre as capitais. Os investimentos da Águas Guariroba tornaram o sistema de distribuição de água mais eficiente e capaz de atender à população, sem riscos de racionamento em épocas de grande consumo, como o calor e a estiagem. Segundo pesquisa realizada pela empresa para medir o índice de satisfação dos moradores locais, 94% dos entrevistados disseram que os serviços públicos “funcionam bem”. O levantamento realizado em 2015 mostra ainda que, de maneira geral, os serviços prestados pela empresa têm 87% de aprovação junto aos usuários. “Acredito que essa aceitação seja devido a todos os programas de educação ambiental e de integração com a comunidade que desenvolvemos”, defende o presidente José João Fonseca. “Não adianta só fazer os investimentos. É importante saber passar para a população a importância disso”, completa. Esgoto e saúde Em relação ao serviço de esgotamento sanitário, ele era disponível a apenas 18,72% em 2000. Com a implementação do programa “Sanear Morena”, o serviço de coleta e tratamento foi ampliado para 81,83% e perdeu o estigma de obra enterrada. O acesso a saneamento mudou a realidade dos bairros e trouxe resultados para a saúde dos moradores. Um estudo que cruza dados do Datasus (Sistema de Informações do Ministério da Saúde) e do IBGE comprova que diminuiu a taxa de internações por diarreias no município. No ano de 2003, o índice era de 157,4 a cada 100 mil habitantes e em 2013 o número caiu para 22,2 a cada 100 mil habitantes, uma redução de cerca de 86%. Segundo o Diretor-presidente da Águas Guariroba, José João Fonseca, a universalização do serviço de tratamento de esgoto é a principal meta da Águas Guariroba e até 2025 a concessionária deverá investir R$ 636 milhões na terceira etapa do programa “Sanear Morena”, que está em andamento. “O gráfico de redução das diarreias acompanha diretamente a ampliação da rede de esgoto. Veja a importância que tem a coleta e principalmente o tratamento. Muito diferente de outros lugares, aqui 100% do que nós coletamos, nós tratamos. O resultado disso é mais qualidade de vida para as pessoas”, afirma.

29 de outubro, 2015