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MEIO AMBIENTE

SIG vai plantar 1 bilhão de árvores até 2025

SIG vai plantar 1 bilhão de árvores até 2025

Parceria com a ONG Brainforest ajudará a restaurar e criar florestas resilientes e sustentáveis.

Empresa especializada no fornecimento de sistemas e soluções para embalagens assépticas, a SIG lançou metas ambientais para os próximos anos. A companhia pretende expandir florestas, retirar carbono da atmosfera e criar mais recursos para as gerações futuras.

A principal meta é o plantio de 1 bilhão de árvores até 2025, por meio de parceria com a ONG Brainforest, que ajudará a restaurar e criar florestas resilientes e sustentáveis. A SIG concluiu recentemente a abertura de sua fábrica no município de Campo Largo (PR), com capacidade produtiva de 4,5 bilhões de embalagens por ano e vem contribuindo para o desenvolvimento do mercado de alimentos e bebidas, principalmente no segmento de laticínios, atendendo grandes marcas do segmento.

Outra grande meta é a construção de uma nova planta industrial no México, que deverá ficar pronta em 2023 e permitirá explorar o potencial de crescimento na América do Norte. A empresa pretende se tornar 100% responsável com o meio ambiente e sua fábrica já possui selos importantes para a indústria que comprovam a utilização sustentável de materiais como alumínio, e papel cartão.

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A iniciativa terá duração de 30 anos A Nestlé anunciou projeto de reflorestamento no Brasil com o objetivo de plantar e garantir a manutenção de seis milhões de árvores e contribuir com a restauração de quatro mil hectares em áreas de Cerrado e Mata Atlântica no estado de Minas Gerais. A iniciativa terá duração de 30 anos e integra o Programa Global de Reflorestamento da companhia, que vai plantar e cultivar 200 milhões de árvores nativas até 2030, em diversos biomas associados à produção de ingredientes que a empresa consome em todo o mundo. O programa é uma das iniciativas da companhia para contribuir com a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e se tornar Net Zero em 2050. “A urgência climática é uma realidade que nos leva a olhar todas as atividades de forma sistêmica, com a ambição não apenas de sustentar, mas de regenerar os sistemas alimentares”, afirma Barbara Sapunar, Diretora Executiva de Business Transformation na Nestlé Brasil. “Estamos expandindo as práticas de agricultura regenerativa em nossas principais cadeias produtivas para proteger e ajudar a restaurar os sistemas alimentares. A expectativa é que o cultivo de árvores em áreas onde adquirimos nossos principais ingredientes contribua com a fertilidade do solo e um ecossistema mais saudável”. A fase de plantio será realizada até 2027 com mudas de mais de 100 espécies nativas no entorno de nascentes, córregos e rios que fazem parte das bacias hidrográficas dos rios Doce e São Francisco. A área de abrangência é planejada para ir de Belo Horizonte, a Montes Claros, no norte do estado. Após o plantio, as áreas serão monitoradas até que as florestas se consolidem. “Queremos contribuir com a recuperação da biodiversidade desses territórios, e também com a qualidade de vida das pessoas, por meio da criação de oportunidades de emprego e renda”, complementa Barbara Sapunar. O projeto de reflorestamento é um dos pilares da agenda de sustentabilidade da Nestlé Brasil, que pretende também, até 2025, adquirir 30% das principais matérias-primas (leite, café e cacau) de propriedades que aplicam práticas de agricultura regenerativa, além de reduzir em 50% as emissões de CO2 na atmosfera até 2030 e se tornar uma empresa Net Zero em 2050. Em 2025, a Nestlé planeja atingir 100% de compras de cacau sustentável, por meio do Nestlé Cocoa Plan, programa de sustentabilidade que reúne mais de 6.500 produtores, enquanto na a cadeia do leite, o programa de sustentabilidade Nature por Ninho trabalha em parceria com cerca de 1.200 produtores, difundindo e monitorando práticas de cuidados com o solo, a água e o bem-estar animal. Na cadeia do café, o Cultivado com Respeito, criado há mais de 10 anos, é o maior programa de sustentabilidade da cafeicultura no mundo. São 1.500 fazendas certificadas, com 100% de rastreabilidade da matéria-prima adquirida pela Nestlé. Com financiamento integral da Nestlé, a iniciativa será gerenciada pela NatureCo, empresa australiana, líder em soluções baseadas na natureza, que trabalha em parceria com uma rede global de ONGs ambientais. Neste projeto, a parceira local é o Instituto Espinhaço, ONG ambiental, localizada em Minas Gerais, com foco em reflorestamento para recuperação de bacias hidrográficas. “A NatureCo tem orgulho de trabalhar com a Nestlé e o Instituto Espinhaço no desenvolvimento e na implementação de um projeto de reflorestamento como este, que tem a ambição de ajudar a criar um futuro mais otimista para o planeta e, consequentemente, para as pessoas”, afirma Mark Graeme, gerente geral de Operações da NatureCo.

6 de julho, 2024
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Empresa plantará 10 mil árvores na Amazônia

Especializado em soluções odontológicas, o Grupo Straumann pretende plantar aproximadamente dez mil árvores na Amazônia em contrapartida ao lançamento de uma pesquisa internacional. A iniciativa é uma parceria do grupo com o Projeto Saúde & Alegria e, ao longo dos próximos dois meses, a cada questionário respondido, uma árvore será plantada na Amazônia. A pesquisa será aplicada em 13 países: Brasil, Chile, Argentina, Peru, Colômbia, México, França, Alemanha, Suíça, China, Coréia, Japão e Itália. “A pandemia trouxe mudanças para o setor odontológico no mundo todo, por isso, queremos entender o cenário de pacientes em diversos locais e culturas. Além disso, todos conhecem a floresta Amazônica e sua importância para o planeta, então será essencial que mais nacionalidades participem desse projeto”, explica o CEO da Neodent e EVP do Grupo Straumann na América Latina, Matthias Schupp. Depois de 12 anos, a Amazônia voltou a bater um recorde de desmatamento e, em 2020, perdeu 11.088 km² de árvores. Para Matthias, a iniciativa é a união de dois pilares da empresa: a participação dos consumidores e a sustentabilidade. “O cuidado com o meio ambiente já faz parte da rotina do grupo e, nesta pesquisa, vimos uma oportunidade de incentivar a população a nos ajudar com o aperfeiçoamento de serviços e ainda colaborar na recuperação da principal floresta brasileira”, ressalta. O questionário pode ser respondido online nos próximos dois meses. Para acessar, basta clicar no link: http://www.straumann-group.com/amazonforest .

8 de fevereiro, 2021
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A Nestlé irá plantar em todo o mundo pelo menos três milhões de árvores em seus principais locais de fornecimento de matérias-primas nas Américas até 2021. Esta é a etapa inicial de uma iniciativa maior de reflorestamento da companhia para ampliar ações na área agrícola e implantar soluções ambientais com o objetivo de aumentar a neutralização. A medida contribui para que a Nestlé alcance o compromisso de atingir emissão zero de gases de efeito estufa até 2050. A gigante de alimentos tem a parceria da One Tree Planted (OTP), instituição ambiental sem fins lucrativos com foco no reflorestamento global, para restaurar florestas e proteger o habitat para a biodiversidade. Juntamente à OTP e seu parceiro associado, o World Resources Institute, a Nestlé selecionará locais específicos de plantio em que palmeira, soja, papel, café ou coco são cultivados, e onde ecossistemas preciosos, como florestas tropicais, áreas úmidas e turfeiras ou manguezais, podem ser restaurados. A partir de março de 2020, a Nestlé iniciará o plantio no Brasil e México. No Brasil, a companhia terá a parceria da Fundação SOS Mata Atlântica. Mais de um milhão de mudas serão destinadas ao Brasil e, por meio da parceria com a Fundação, a Nestlé definirá as localidades para o plantio, considerando as regiões de onde se originam suas principais matérias-primas como café, leite, grãos, etc. A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional em 17 estados. Hoje, restam apenas 12,4% da floresta que existia originalmente. "Atingir a ambição de neutralizar nossas emissões exige uma transformação na forma de fazer negócios. Juntamente com nossos fornecedores, vamos restaurar biomas e áreas degradadas, melhorar o gerenciamento de nossa cadeia de suprimentos e, como resultado, gerenciar melhor as emissões de gases de efeito estufa. Esse investimento levará ao aumento da biodiversidade e à regeneração de ecossistemas dos quais dependemos nas Américas", disse Laurent Freixe, CEO da Zona Americas da Nestlé. A Nestlé expandirá as atividades de reflorestamento para a África, Ásia e Oceania, com foco em locais de fornecimento de matérias-primas vulneráveis aos efeitos adversos das mudanças climáticas.

9 de março, 2020
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015