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REFLORESTAMENTO

Nestlé Brasil vai plantar seis milhões de árvores em dois biomas

Nestlé Brasil vai plantar seis milhões de árvores em dois biomas

A iniciativa terá duração de 30 anos A Nestlé anunciou projeto de reflorestamento no Brasil com o objetivo de plantar e garantir a manutenção de seis milhões de árvores e contribuir com a restauração de quatro mil hectares em áreas de Cerrado e Mata Atlântica no estado de Minas Gerais. A iniciativa terá duração de 30 anos e integra o Programa Global de Reflorestamento da companhia, que vai plantar e cultivar 200 milhões de árvores nativas até 2030, em diversos biomas associados à produção de ingredientes que a empresa consome em todo o mundo. O programa é uma das iniciativas da companhia para contribuir com a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e se tornar Net Zero em 2050. “A urgência climática é uma realidade que nos leva a olhar todas as atividades de forma sistêmica, com a ambição não apenas de sustentar, mas de regenerar os sistemas alimentares”, afirma Barbara Sapunar, Diretora Executiva de Business Transformation na Nestlé Brasil. “Estamos expandindo as práticas de agricultura regenerativa em nossas principais cadeias produtivas para proteger e ajudar a restaurar os sistemas alimentares. A expectativa é que o cultivo de árvores em áreas onde adquirimos nossos principais ingredientes contribua com a fertilidade do solo e um ecossistema mais saudável”. A fase de plantio será realizada até 2027 com mudas de mais de 100 espécies nativas no entorno de nascentes, córregos e rios que fazem parte das bacias hidrográficas dos rios Doce e São Francisco. A área de abrangência é planejada para ir de Belo Horizonte, a Montes Claros, no norte do estado. Após o plantio, as áreas serão monitoradas até que as florestas se consolidem. “Queremos contribuir com a recuperação da biodiversidade desses territórios, e também com a qualidade de vida das pessoas, por meio da criação de oportunidades de emprego e renda”, complementa Barbara Sapunar. O projeto de reflorestamento é um dos pilares da agenda de sustentabilidade da Nestlé Brasil, que pretende também, até 2025, adquirir 30% das principais matérias-primas (leite, café e cacau) de propriedades que aplicam práticas de agricultura regenerativa, além de reduzir em 50% as emissões de CO2 na atmosfera até 2030 e se tornar uma empresa Net Zero em 2050. Em 2025, a Nestlé planeja atingir 100% de compras de cacau sustentável, por meio do Nestlé Cocoa Plan, programa de sustentabilidade que reúne mais de 6.500 produtores, enquanto na a cadeia do leite, o programa de sustentabilidade Nature por Ninho trabalha em parceria com cerca de 1.200 produtores, difundindo e monitorando práticas de cuidados com o solo, a água e o bem-estar animal. Na cadeia do café, o Cultivado com Respeito, criado há mais de 10 anos, é o maior programa de sustentabilidade da cafeicultura no mundo. São 1.500 fazendas certificadas, com 100% de rastreabilidade da matéria-prima adquirida pela Nestlé. Com financiamento integral da Nestlé, a iniciativa será gerenciada pela NatureCo, empresa australiana, líder em soluções baseadas na natureza, que trabalha em parceria com uma rede global de ONGs ambientais. Neste projeto, a parceira local é o Instituto Espinhaço, ONG ambiental, localizada em Minas Gerais, com foco em reflorestamento para recuperação de bacias hidrográficas. “A NatureCo tem orgulho de trabalhar com a Nestlé e o Instituto Espinhaço no desenvolvimento e na implementação de um projeto de reflorestamento como este, que tem a ambição de ajudar a criar um futuro mais otimista para o planeta e, consequentemente, para as pessoas”, afirma Mark Graeme, gerente geral de Operações da NatureCo.

A Nestlé anunciou projeto de reflorestamento no Brasil com o objetivo de plantar e garantir a manutenção de seis milhões de árvores e contribuir com a restauração de quatro mil hectares em áreas de Cerrado e Mata Atlântica no estado de Minas Gerais. A iniciativa terá duração de 30 anos e integra o Programa Global de Reflorestamento da companhia, que vai plantar e cultivar 200 milhões de árvores nativas até 2030, em diversos biomas associados à produção de ingredientes que a empresa consome em todo o mundo. O programa é uma das iniciativas da companhia para contribuir com a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e se tornar Net Zero em 2050. “A urgência climática é uma realidade que nos leva a olhar todas as atividades de forma sistêmica, com a ambição não apenas de sustentar, mas de regenerar os sistemas alimentares”, afirma Barbara Sapunar, Diretora Executiva de Business Transformation na Nestlé Brasil. “Estamos expandindo as práticas de agricultura regenerativa em nossas principais cadeias produtivas para proteger e ajudar a restaurar os sistemas alimentares. A expectativa é que o cultivo de árvores em áreas onde adquirimos nossos principais ingredientes contribua com a fertilidade do solo e um ecossistema mais saudável”.

A fase de plantio será realizada até 2027 com mudas de mais de 100 espécies nativas no entorno de nascentes, córregos e rios que fazem parte das bacias hidrográficas dos rios Doce e São Francisco. A área de abrangência é planejada para ir de Belo Horizonte, a Montes Claros, no norte do estado. Após o plantio, as áreas serão monitoradas até que as florestas se consolidem. “Queremos contribuir com a recuperação da biodiversidade desses territórios, e também com a qualidade de vida das pessoas, por meio da criação de oportunidades de emprego e renda”, complementa Barbara Sapunar.

O projeto de reflorestamento é um dos pilares da agenda de sustentabilidade da Nestlé Brasil, que pretende também, até 2025, adquirir 30% das principais matérias-primas (leite, café e cacau) de propriedades que aplicam práticas de agricultura regenerativa, além de reduzir em 50% as emissões de CO2 na atmosfera até 2030 e se tornar uma empresa Net Zero em 2050. Em 2025, a Nestlé planeja atingir 100% de compras de cacau sustentável, por meio do Nestlé Cocoa Plan, programa de sustentabilidade que reúne mais de 6.500 produtores, enquanto na a cadeia do leite, o programa de sustentabilidade Nature por Ninho trabalha em parceria com cerca de 1.200 produtores, difundindo e monitorando práticas de cuidados com o solo, a água e o bem-estar animal. Na cadeia do café, o Cultivado com Respeito, criado há mais de 10 anos, é o maior programa de sustentabilidade da cafeicultura no mundo. São 1.500 fazendas certificadas, com 100% de rastreabilidade da matéria-prima adquirida pela Nestlé.

Com financiamento integral da Nestlé, a iniciativa será gerenciada pela NatureCo, empresa australiana, líder em soluções baseadas na natureza, que trabalha em parceria com uma rede global de ONGs ambientais. Neste projeto, a parceira local é o Instituto Espinhaço, ONG ambiental, localizada em Minas Gerais, com foco em reflorestamento para recuperação de bacias hidrográficas. “A NatureCo tem orgulho de trabalhar com a Nestlé e o Instituto Espinhaço no desenvolvimento e na implementação de um projeto de reflorestamento como este, que tem a ambição de ajudar a criar um futuro mais otimista para o planeta e, consequentemente, para as pessoas”, afirma Mark Graeme, gerente geral de Operações da NatureCo.

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Restauração da Mata Atlântica e Amazônia

As organizações ambientais CI-Brasil (Conservação Internacional), TNC-Brasil (The Nature Conservancy), WRI Brasil (World Resources Institute) e WWF-Brasil (Fundo Mundial para a Natureza) se uniram para restaurar áreas de floresta na Amazônia e Mata Atlântica até 2030. O objetivo é fornecer serviços ambientais, a captura de CO2 da atmosfera, fortalecer economias locais e promover o bem-estar humano. As florestas fornecem ar, água, alimentos e biodiversidade, além de ser o meio de vida para mais de 1 bilhão de pessoas no mundo, e fundamentais para a estabilidade climática do planeta. Segundo dados do Inpe, entre agosto de 2019 e julho de 2020 o desmatamento da Amazônia cresceu 34%, com 14 meses seguidos de aumento, enquanto da Mata Atlântica restam apenas 12% remanescentes, extremamente fragmentados. "Nós só vamos aumentar a escala da restauração florestal e com isso gerar impactos positivos ambientais, climáticos, econômicos e sociais por meio de parcerias. Desde a união de esforços para apoiar a implementação desta iniciativa, junto a iniciativas regionais como a Aliança pela Restauração na Amazônia, o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, até iniciativas locais que vêm trabalhando de forma aliada à natureza para um desenvolvimento justo e sustentável", afirma Mauricio Bianco, vice-presidente da Conservação Internacional no Brasil. A aliança das organizações irá canalizar esforços inicialmente para os biomas Mata Atlântica e Amazônia. O alto potencial de regeneração natural associado a essas florestas permitirá obter resultados expressivos a custos mais baixos. "Nosso objetivo é incentivar e apoiar as iniciativas regionais e os produtores que estão fazendo a restauração acontecer, pois sabemos que a restauração é fundamental para a manutenção dos serviços ambientais, geração de emprego e renda e aumento da resiliência da agropecuária", diz Miguel Calmon, consultor sênior do programa Florestas do WRI Brasil. Segundo a aliança formada, são muitos os gargalos para se ganhar escala na restauração florestal: formação de lideranças locais, recursos financeiros, políticas públicas eficientes, o arranjo produtivo da cadeia de restauração florestal (coleta de sementes, formação de viveiros de mudas, serviços de restauração de qualidade, manutenção da restauração). A parceria propõe alcançar a escala necessária atuando coletivamente, trazendo o setor privado, o público, a sociedade civil e a academia como parceiros e co-executores de arranjos co-criados pelos diferentes atores. "A iniciativa é importante exemplo de união, em que a sociedade civil se engaja trazendo sua experiência acumulada em restauração. Assim trazemos soluções para os gargalos e ganhamos escala na restauração, seja engajando o produtor rural com modelos de viés econômico, seja fortalecendo os produtos da sociobiodiversidade por meio da bioeconomia, seja na implementação de políticas públicas mais eficientes ou com modelos financeiros que custeiam a restauração no chão", destaca Rubens Benini, gerente da Estratégia de Restauração da América Latina da TNC. A parceria determinou seis pilares essenciais para o desenvolvimento do trabalho: adoção de arranjos de governança regional; inovação em finanças; investimento em ciência e tecnologia; comunicação de resultados; apoio à formulação e implementação de políticas públicas; e promoção de acesso a mercados. As organizações acreditam ser possível alcançar a restauração dos biomas, com o aumento do impacto de soluções que promovam o bem-estar humano, o fortalecimento da economia e a redução das emissões de CO2 na atmosfera, desde que o desmatamento seja interrompido imediatamente.

30 de setembro, 2020
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Três milhões de árvores até 2021

A Nestlé irá plantar em todo o mundo pelo menos três milhões de árvores em seus principais locais de fornecimento de matérias-primas nas Américas até 2021. Esta é a etapa inicial de uma iniciativa maior de reflorestamento da companhia para ampliar ações na área agrícola e implantar soluções ambientais com o objetivo de aumentar a neutralização. A medida contribui para que a Nestlé alcance o compromisso de atingir emissão zero de gases de efeito estufa até 2050. A gigante de alimentos tem a parceria da One Tree Planted (OTP), instituição ambiental sem fins lucrativos com foco no reflorestamento global, para restaurar florestas e proteger o habitat para a biodiversidade. Juntamente à OTP e seu parceiro associado, o World Resources Institute, a Nestlé selecionará locais específicos de plantio em que palmeira, soja, papel, café ou coco são cultivados, e onde ecossistemas preciosos, como florestas tropicais, áreas úmidas e turfeiras ou manguezais, podem ser restaurados. A partir de março de 2020, a Nestlé iniciará o plantio no Brasil e México. No Brasil, a companhia terá a parceria da Fundação SOS Mata Atlântica. Mais de um milhão de mudas serão destinadas ao Brasil e, por meio da parceria com a Fundação, a Nestlé definirá as localidades para o plantio, considerando as regiões de onde se originam suas principais matérias-primas como café, leite, grãos, etc. A Mata Atlântica abrange cerca de 15% do território nacional em 17 estados. Hoje, restam apenas 12,4% da floresta que existia originalmente. "Atingir a ambição de neutralizar nossas emissões exige uma transformação na forma de fazer negócios. Juntamente com nossos fornecedores, vamos restaurar biomas e áreas degradadas, melhorar o gerenciamento de nossa cadeia de suprimentos e, como resultado, gerenciar melhor as emissões de gases de efeito estufa. Esse investimento levará ao aumento da biodiversidade e à regeneração de ecossistemas dos quais dependemos nas Américas", disse Laurent Freixe, CEO da Zona Americas da Nestlé. A Nestlé expandirá as atividades de reflorestamento para a África, Ásia e Oceania, com foco em locais de fornecimento de matérias-primas vulneráveis aos efeitos adversos das mudanças climáticas.

9 de março, 2020