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BARRAGENS

Tetra Tech Brasil e IMS fecham parceria

A Tetra Tech Brasil firmou parceria recente com o IMS, organização privada e independente de pesquisa com foco em desenvolvimento de metodologias, tecnologias e serviço de monitoramento e modelagem para sismologia de mina. Pelo acordo, a Tetra Tech Brasil será representante exclusiva do IMS no mercado brasileiro para atuar no ciclo de monitoramento microssísmico para barragens de água e rejeito. A empresa adquire, importa e instala os equipamentos – que são enterrados nas barragens e não visíveis a olho nu - , além de responder pelo comissionamento do sistema, armazenamento, processamento e análise dos dados, até na emissão dos relatórios e integração ao sistema GIS. A Tetra Tech Brasil acompanha os clientes em todas as etapas de projetos relativos à segurança de barragens, inclusive no atendimento às legislações.

A Tetra Tech Brasil firmou parceria recente com o IMS, organização privada e independente de pesquisa com foco em desenvolvimento de metodologias, tecnologias e serviço de monitoramento e modelagem para sismologia de mina. Pelo acordo, a Tetra Tech Brasil será representante exclusiva do IMS no mercado brasileiro para atuar no ciclo de monitoramento microssísmico para barragens de água e rejeito. 
 
A empresa adquire, importa e instala os equipamentos – que são enterrados nas barragens e não visíveis a olho nu - , além de responder pelo comissionamento do sistema, armazenamento, processamento e análise dos dados, até na emissão dos relatórios e integração ao sistema GIS. A Tetra Tech Brasil acompanha os clientes em todas as etapas de projetos relativos à segurança de barragens, inclusive no atendimento às legislações.

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PARAOPEBA
Igam passa a cuidar do monitoramento

A Vale firmou Termo de Compromisso com o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MP-MG) transferindo todas as ações de monitoramento de recursos hídricos e sedimentos ao longo da Bacia do Rio Paraopeba e no Rio São Francisco para o Instituto Mineiro de Gestão de Águas (Igam). Pelo acordo, a mineradora terá que contratar auditoria técnica independente que será responsável por monitorar o processo de transferência, previsto para durar 26 meses. Até o término do período de 26 meses, a auditoria deverá fiscalizar os monitoramentos feitos pela Vale. Todos os demais custos inerentes ao Termo de compromisso são de responsabilidade da Vale. Após esse período, por dez anos, a mineradora permanecerá custeando as atividades de monitoramento. De acordo com o Termo de Compromisso, a auditoria deverá atuar no acompanhamento do plano de monitoramento da qualidade das águas subterrâneas e do programa de distribuição de água potável para comunidades impactadas pelo rompimento da barragem B1, na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. O acordo foi firmado no final de novembro e inclui como intervenientes o Igam, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Saúde, Ministério Público Federal e Aecom do Brasil, que é a empresa de auditoria indicada pelo MP-MG. A Vale monitora desde janeiro a qualidade da água do Paraopeba e atualmente existem 90 pontos de monitoramento de uma área de mais de 2,6 mil km de extensão, que inclui o ribeirão Ferro-Carvão, rio Paraopeba, dez de seus afluentes e o São Francisco até sua foz no oceano Atlântico. Além das 90 estações de monitoramento, a Vale mantém ainda 16 sondas paramétricas, instaladas em pontos do ribeirão Ferro-Carvão, rio Paraopeba e no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias. O equipamento viabiliza, por meio de telemetria, a leitura remota de parâmetros físicos e químicos da água, de hora em hora, aumentando a eficiência das informações. A Vale já realizou aproximadamente quatro milhões de análises de água, solo e sedimentos em mais de 31 mil amostras. As análises avaliam a presença de metais na água, pH e turbidez. Os testes realizados durante o período de estiagem indicaram uma atenuação das concentrações dos elementos analisados, resultando em um maior enquadramento aos níveis permitidos pela legislação. Os estudos continuarão durante o período de chuvas. O trabalho é conduzido por dois laboratórios especializados independentes e envolve aproximadamente 250 profissionais. Também foram realizados ensaios de ecotoxidade ao longo do rio Paraopeba com o objetivo de entender as consequências do depósito de rejeitos no curso d'água. Os resultados obtidos até o momento não apontam efeitos tóxicos nas amostras de água devido à presença de rejeito no rio. A captação direta de água no rio Paraopeba ainda está proibida como medida de prevenção. Não há restrição para captação de água subterrânea para aqueles que estão a mais de 100 metros da margem do rio. O uso da água nos trechos que estão antes do município de Brumadinho e depois da Usina de Retiro Baixo está liberado para os mais diversos fins e não existe nenhuma restrição pelos órgãos públicos.

16 de dezembro, 2019
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RECURSOS HÍDRICOS
CPRM lança Carta hidrogeológica de Manaus

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou a carta hidrogeológica de Manaus, que vai contribuir para o monitoramento dos recursos hídricos no estado do Amazonas, em especial a água subterrânea. O estudo engloba cadastro de poços e nascentes, levantamento, sistematização e interpretação de dados cartográficos; caracterização do meio físico, por meio da geologia, geomorfologia, hidrologia e hidrogeologia; parâmetro hidrodinâmico dos aquíferos; modelagem hidrogeológica; zoneamento hidrogeoquímico e contaminação, mapa potenciométrico e fluxo subterrâneo; recarga, reservas, disponibilidade e potencialidade hídrica, além do mapa hidrogeológico. O lançamento ocorreu no dia 13 de julho e contou com representantes da Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Concessionária de água da cidade, Manaus Ambiental, Agência Reguladora do Estado do Amazonas (Arsam) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM). O diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, José Leonardo Andriotti, afirma que o estudo destacou as equipes de geologia e hidrologia da CPRM, e que projeto semelhante foi realizado recentemente pela empresa em São Luís (MA). A carta hidrogeológica de Manaus vai auxiliar a ANA e secretarias do estado do Amazonas nas atividades de monitoramento do aquífero e para o processo de outorga dos poços tubulares da cidade.

31 de julho, 2017
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RIO DOCE
Ramboll avalia e monitora tragédia de Mariana

O Ministério Público Federal (MPF) firmou contrato de longo prazo com a Ramboll Environ, empresa de engenharia, design e consultoria com objetivo de remediar as consequências do pior desastre socioambiental já ocorrido no País. A Ramboll irá avaliar e monitorar o trabalho da Fundação Renova na remediação dos danos causados pela ruptura da barragem da mina de minério de ferro da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, em novembro 2015. O desastre matou 19 pessoas e causou danos socioeconômicos e ambientais graves para a Bacia do Rio Doce. As perdas se estenderam aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O Ministério Público Federal envolveu a Ramboll para garantir que a remediação, que inclui 41 programas (18 socioambientais e 23 socioeconômicos) estão sendo implementados como proposto pela Fundação Renova e que os resultados sociais, econômicos e ambientais prometidos serão realizados. A Ramboll fará também o monitoramento e relatará o progresso ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. "Nós temos todas as disciplinas relevantes em casa e estamos em uma posição única para conduzir uma análise crítica e pormenorizada das ações propostas para determinar não apenas se os resultados prometidos podem ser alcançados, mas também se atenderá às expectativas dos reguladores, comunidades afetadas e o povo brasileiro", explica Eugenio Singer, diretor gerente de Meio Ambiente e Saúde da Ramboll no Brasil. A empresa disponibilizará mais de 30 profissionais dedicados ao projeto. Além de sete especialistas internacionais em grande reparação de desastres, a equipe é composta por profissionais com conhecimentos e experiência em ecologia, geologia, biologia, engenharia ambiental e civil, gestão de riscos, serviços ecológicos e avaliação socioambiental. Neste projeto, o Ministério Público Federal será apoiado na coordenação pelos Ministérios Público do Estado de Minas Gerais e do Espírito Santo. Simultaneamente ao trabalho da Ramboll, o Instituto LACTEC avaliará a gravidade dos danos ambientais e o MPF pretende contratar outra empresa para avaliar os impactos socioeconômicos sobre municípios afetados.

13 de abril, 2017