Publicidade
FONTES LIMPAS

Tocantins lidera ranking de competitividade

A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, divulgou a atualização de setembro do Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O estudo mostra que os 23 estados brasileiros mantêm a competitividade em relação ao mês de agosto, com variação de menos de 1%. O valor médio do Índice FDR Energia para todo o Brasil ficou em “0,513” no mês de setembro. Pelo quarto mês consecutivo, Tocantins lidera o ranking de atratividade entre as unidades da Federação, como o estado onde as fontes limpas no Ambiente de Contratação Livre (ACL) com a nota 0,661. Em segundo lugar aparece o Pará (0,650), seguido por Santa Catarina (0.608), Espírito Santo (0,606) e Rio de Janeiro (0,604). “Apesar da manutenção da atratividade, temos uma preocupação em relação à oferta de energia incentivada para manter o ritmo de migração das empresas interessadas”, afirma Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo. O índice é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade. O levantamento mostra que estados que possuem valores no índice abaixo de 0,4 podem ser considerados inviáveis financeiramente para migração para o ACL. “Já os que têm entre 0,4 e 0,6 podem ser considerados com viabilidade moderada e entre 0,6 e 0,8, com boa viabilidade. Acima de 0,8, com alta viabilidade”, sinaliza Azevedo.

A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, divulgou a atualização de setembro do Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O estudo mostra que os 23 estados brasileiros mantêm a competitividade em relação ao mês de agosto, com variação de menos de 1%. O valor médio do Índice FDR Energia para todo o Brasil ficou em “0,513” no mês de setembro.

Pelo quarto mês consecutivo, Tocantins lidera o ranking de atratividade entre as unidades da Federação, como o estado onde as fontes limpas no Ambiente de Contratação Livre (ACL) com a nota 0,661. Em segundo lugar aparece o Pará (0,650), seguido por Santa Catarina (0.608), Espírito Santo (0,606) e Rio de Janeiro (0,604). “Apesar da manutenção da atratividade, temos uma preocupação em relação à oferta de energia incentivada para manter o ritmo de migração das empresas interessadas”, afirma Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo. O índice é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

O levantamento mostra que estados que possuem valores no índice abaixo de 0,4 podem ser considerados inviáveis financeiramente para migração para o ACL. “Já os que têm entre 0,4 e 0,6 podem ser considerados com viabilidade moderada e entre 0,6 e 0,8, com boa viabilidade. Acima de 0,8, com alta viabilidade”, sinaliza Azevedo.

 

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Brasil atinge 8 GW de potência operacional

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou que o Brasil atingiu a marca histórica de 8 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 240 mil empregos acumulados. O Brasil possui 3,1 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 16 bilhões. Ao somar as capacidades instaladas dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. No segmento de geração distribuída, são 4,9 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 24 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Os consumidores residenciais estão no topo da lista entre os que instalam sistemas de energia solar fotovoltaica, representando 73,6% do total, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (16,6%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,4%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,9% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores dos setores de comércio e serviços (37,8%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Segundo a ABSOLAR, o Brasil possui mais de 411 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade a mais de 514 mil unidades consumidoras. “Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil continua com um mercado solar ainda muito pequeno, sobretudo na geração distribuída. Há mais de 86 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém atualmente apenas 0,6% faz uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. O CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, diz que a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o Brasil atingir as metas de desenvolvimento econômico, sobretudo agora, para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, aponta Sauaia.

8 de março, 2021
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Investimentos somam mais de R$ 13 bilhões

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou que o setor registrou mais de R$ 13 bilhões em investimentos em 2020, o que representa um crescimento de 52% em relação aos investimentos acumulados no País desde 2012. Os aportes foram feitos em grandes usinas e os sistemas de geração em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Apenas em 2020, o setor solar fotovoltaico brasileiro criou mais de 86 mil novos empregos, espalhados por todas as regiões do território nacional. Desde 2012, a fonte solar fotovoltaica já movimentou mais de R$ 38 bilhões em negócios e gerou mais de 224 mil postos de trabalho. Em 2020, as contratações cresceram 62% em relação aos empregos acumulados no País desde 2012. No que se refere à capacidade de geração de energia elétrica limpa e renovável, o Brasil possui atualmente 7,5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte (geração centralizada) com os pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos (geração distribuída). Segundo a ABSOLAR, o País saltou de 4,6 GW ao final de 2019 para 7,5 GW ao final de 2020, crescimento de 64%, mesmo em meio a um ano desafiador de pandemia global. No último ano, o mercado de energia solar arrecadou mais de R$ 3,9 bilhões aos cofres públicos, acréscimo de 52% em relação ao total arrecadado no período entre 2012 e 2019. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 3,1 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,6% da matriz elétrica do País. Em 2019, a solar foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Em 2020, o Governo Federal não realizou novos leilões de energia renovável, devido à pandemia. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte. Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 15 bilhões. A soma dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada coloca a fonte solar fotovoltaica em sexta posição na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. A fonte solar já representa uma potência instalada 32% maior do que a somatória de todas as termelétricas a carvão e usinas nucleares, que totaliza 5,6 GW. No segmento de geração distribuída, são 4,4 GW da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 20 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. O Brasil possui mais de 350 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, que geram economia e sustentabilidade para cerca de 450 mil unidades consumidoras. “Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil – detentor de um dos melhores recursos solares do planeta – continua com um mercado solar ainda pequeno e muito aquém de seu potencial. Há mais de 85 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém apenas 0,5% fazem uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR. Já o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, diz que a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil, inclusive ajudando na retomada sustentável da economia, por ser a fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País. O setor solar fotovoltaico trabalha para acelerar a expansão renovável da matriz elétrica brasileira, a preços competitivos. Somos a fonte renovável mais barata do Brasil e ajudaremos o País a crescer com cada vez mais competitividade e sustentabilidade”, aponta Sauaia.

11 de janeiro, 2021
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Brasil atinge 7 GW de potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) divulgou novo levantamento onde o Brasil atingiu marca histórica de 7 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. De 2012 até hoje, a energia solar fotovoltaica já gerou mais de R$ 35 bilhões em novos investimentos ao Brasil e promoveu mais de 210 mil empregos acumulados. Na geração centralizada, o Brasil possui 3,0 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,6% da matriz elétrica do País. No último ano, a fonte solar foi a mais competitiva entre as renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com projetos em operação na Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins. Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 15 bilhões. Quando se somam as capacidades dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. A fonte solar já representa mais do que a somatória de toda a capacidade instalada de termelétricas a carvão e usinas nucleares, que totaliza 5,6 GW. No segmento de geração distribuída são mais de 4,0 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 20 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões distribuídas no País, liderando com folga o segmento. Entre os sistemas instalados, os consumidores residenciais lideram com 72,8%, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (17,3%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,5%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,5% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (38,0%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,9%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). A ABSOLAR afirma que o Brasil possui mais de 333 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, gerando economia e sustentabilidade a mais de 415 mil unidades consumidoras. Os cinco maiores estados em potência instalada são, respectivamente: Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Paraná. Segundo o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, aponta Sauaia.

1 de dezembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
FONTES RENOVÁVEIS
Copel Mercado Livre compra 595 MW de energia solar e eólica

A Copel Mercado Livre realizou leilão de compra de energia incentivada eólica e solar no dia 14 de agosto. A subsidiária da Companhia Paranaense de Energia (Copel) contratou 162 MW médios pelo prazo de 13 anos, com o início do fornecimento previsto para janeiro de 2023. Os empreendimentos vencedores da Chamada Pública totalizam 595 MW de capacidade instalada, sendo 184 MW de energia eólica e 441 MW de energia solar. As usinas que irão gerar toda essa capacidade ainda serão construídas. A entrega de energia será feita para a Copel. De acordo com o diretor-geral da Copel Mercado Livre, Franklin Miguel, em 2020, em meio ao cenário econômico, somente o mercado livre de energia está sendo responsável pela expansão de geração do setor elétrico nacional. “Em 2020, apenas Copel e Jirau [Energia Sustentável do Brasil – ESBR] fizeram leilão para compra de energia oriunda de novos empreendimentos solares e eólicos. Isso é sinal de maturidade do mercado livre e da nossa solidez e preparo para este momento”, afirma. A Chamada Pública foi lançada no final de 2019, com previsão de compra de energia de novos projetos em três etapas. A primeira foi realizada em fevereiro de 2020 e a segunda terminou em 14 de agosto. A última etapa está prevista para o final de 2020. “Essa previsibilidade é importante para os empreendedores interessados em participar dos leilões da Copel Mercado Livre. Mesmo com o cenário econômico do ano de 2020, as etapas foram mantidas, pois estamos comprando energia para o longo prazo, além disso, o consumo do mercado livre tem reagido”, enfatiza Franklin Miguel. O período de suprimento dessa contratação vai de 2023 a 2035.

17 de agosto, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 6 GW em potência

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgou que o Brasil ultrapassou a marca de 6GW de potência instalada operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. No total, a fonte já trouxe mais de R$ 31 bilhões em novos investimentos privados no País, tendo gerado cerca de 180 mil empregos acumulados. No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 2,9 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos até 2025 referentes aos projetos já contratados em leilões de energia ultrapassam R$ 25,8 bilhões. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 100 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, Minas Gerais e São Paulo e Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de mais de R$ 15 bilhões. No caso da geração distribuída, são 3,1 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 15 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.

20 de julho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Brasil deve alcançar 1,2 milhão de geradores

O Brasil apresenta 17.408 conexões, segundo a Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica). Dentre as classes de consumo (comercial, iluminação pública, industrial, poder público, residencial, rural e serviço público) o consumo residencial é o que mais se destaca, superando 13 mil conexões. A opção por energia fotovoltaica – seja instalação comercial ou industrial - tem aumentado constantemente em todo território nacional. Os dados são atualizados constantemente pela Aneel. Segundo a pesquisa, os estados que mais se destacam são: (1° Minas Gerais 3.858, 2° São Paulo 3.363, 3° Rio Grande do Sul 2.061, 4° Rio de Janeiro 1.385 e 5° Paraná 1.300). Anaibel Novas, gerente da Unidade de Negócio de Energia Solar da multinacional austríaca Fronius, disse que a população brasileira tem investido cada vez mais em energia sustentável, em especial por conta das constantes secas, crise hídrica e aumentos das tarifas de energia elétrica. “O Brasil é um país rico em bases hídricas, diferente de outros países da Europa, por exemplo. Por esse motivo, as hidrelétricas são bem exploradas”. A especialista conta que ainda faltam incentivos do governo em relação ao uso, conhecimento da população em energias alternativas e os benefícios da utilização da energia renovável, que são incontáveis. Segundo a Alternative Technology Association, a Austrália deve transitar para uma rede elétrica 100% renovável até 2030, pois além de mais seguro é muito mais rentável e sustentável. Infelizmente, neste quesito, o Brasil caminha a passos lentos. Atualmente a energia solar representa apenas 1% da matriz energética brasileira. “Além de trazer redução de custos na conta elétrica, é comprovado que há valorização do imóvel, baixo impacto ambiental, energia inesgotável e redução das emissões de fases dos efeitos estufa. O investimento de R$ 12 mil em todo sistema fotovoltaico em uma residência é revertido em torno de sete a oito anos”, ressalta. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos atualmente são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

14 de dezembro, 2017