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ENERGIA SOLAR

TTS Energia instala módulos fotovoltaicos em centro tecnológico da Henkel

TTS Energia instala módulos fotovoltaicos em centro tecnológico da Henkel

A iniciativa tem a parceria da Athié Wohnrath, especializada em construções sustentáveis, e contempla a instalação de mais de 580 módulos fotovoltaicos.

Empresa de engenharia e construção de usinas solares no Brasil, a TTS Energia implementou sistema de energia solar no primeiro centro tecnológico da Henkel na América Latina. A iniciativa tem a parceria da Athié Wohnrath, especializada em construções sustentáveis, e contempla a instalação de mais de 580 módulos fotovoltaicos (painéis solares). O sistema fotovoltaico será dividido em duas miniusinas: uma instalada na laje do edifício e outra sobre a cobertura do estacionamento (carport). Juntas, as estruturas terão uma potência instalada de aproximadamente 360 kilowatts (kWp).

Com sede em Jundiaí, o novo complexo da Henkel se destaca pela incorporação de soluções sustentáveis, como o uso de madeira engenheirada e a geração própria de energia solar. Denominado de Henkel Inspiration Center Jundiaí, o centro tecnológico vai abrigar um ecossistema colaborativo para o desenvolvimento de inovações e soluções para a unidade de negócios de tecnologias adesivas (Adhesive Technologies), além de ser um centro de treinamento, capacitação e interação com clientes e parceiros na região. A inauguração do centro está prevista para o primeiro trimestre de 2026. “Ter um sistema fotovoltaico instalado traz uma nota ainda maior para a obtenção desse reconhecimento e o projeto da TTS Energia atende perfeitamente parte dessas premissas, além de trazer economia e sustentabilidade às operações na Henkel, reforçando as políticas de ESG da companhia”, comenta Jacques Hulshof, diretor executivo da TTS Energia. Quando estiver concluído, o Henkel Inspiration Center Jundiaí deve obter a certificação LEED Gold, que atesta a adoção de práticas de construção sustentável e a redução do impacto ambiental dos edifícios. A Athié Wohnrath será responsável pela integração das características estruturais que utilizam madeira engenheirada – uma abordagem que não apenas promove a sustentabilidade, mas também redefine os padrões construtivos na indústria.

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A Eternit acaba de lançar a primeira telha fotovoltaica com tecnologia desenvolvida no Brasil e que permitirá transformar a energia captada do sol em energia elétrica. Com tecnologia aprovada pelo Inmetro, a Eternit também criou a marca Eternit Solar – que será o mesmo nome da companhia - para produzir e futuramente comercializar as linhas fotovoltaicas. "Estamos desenvolvendo o processo industrial para fabricação em larga escala desta que é a primeira geração de telhas fotovoltaicas a passar nos testes de certificação do Inmetro, o que representa um momento importante para a companhia. Trabalhamos nesse projeto ao longo de um ano e agora estamos apresentando ao mercado de construção civil o primeiro modelo aprovado feito em concreto, com várias opções de cores e de acabamentos, e células fotovoltaicas integradas no material. Em breve, os produtos estarão disponíveis para os consumidores", afirma Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo Eternit. Cada telha da Eternit Solar produz 9,16 watts e tem dimensão de 365 x 475 mm. A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 kwh/mês. Segundo o diretor Comercial do Grupo Eternit, Rodrigo Inácio, a estimativa é que essa tecnologia seja vantajosa para o consumidor ao permitir entre 10% e 20% de economia no valor total da compra e da instalação das telhas fotovoltaicas, em relação aos paineis solares montados em cima de telhados comuns. O retorno sobre o investimento ocorre dentro de um período relativamente curto, de três a cinco anos, dependendo do sistema. Segundo a Eternit, uma residência pequena pode ter em torno de 100 a 150 telhas fotovoltaicas de concreto, enquanto casas de médio e alto padrão, de 300 a 600 unidades ou mais. O restante do telhado é feito com telhas comuns, complementadas com acabamentos como cumeeiras, laterais, espigão do mesmo modelo, com mesmo material e encaixes perfeitos, garantindo a melhor estética do telhado. Nessa fase de pré-lançamento, a Eternit está em negociação com potenciais parceiros, clientes, investidores e distribuidores. As primeiras telhas fotovoltaicas, fabricadas na unidade da empresa em Atibaia (SP) serão disponibilizadas nos próximos meses para instalação de projetos-piloto com clientes selecionados. Posteriormente, a escala de produção será ampliada para que o produto seja comercializado em todo o Brasil.

2 de setembro, 2019
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A CPFL Energia, grupo privado do setor elétrico brasileiro, iniciou a instalação de 200 paineis solares para clientes residenciais e comerciais no bairro de Barão Geraldo em Campinas, interior de São Paulo. A iniciativa simboliza o pontapé inicial do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Telhados Solares, cujos objetivos principais são avaliar o impacto da microgeração nas redes elétricas de baixa tensão e preparar o Grupo para o avanço da geração distribuída solar no Brasil. O projeto Telhados Solares recebeu investimentos de R$ 14,7 milhões e está previsto para ser concluído em novembro de 2017. Para execução do projeto de P&D, a Companhia selecionou um trecho da rede elétrica da CPFL Paulista em Barão Geraldo que atende a cinco mil clientes, o qual reúne as características técnicas para os testes da inserção de um grande número de usinas de geração e distribuição na rede das concessionárias. “A intenção do projeto é estudar o impacto da inserção massiva de geração solar distribuída na qualidade do fornecimento de energia para os demais clientes que não possuem os painéis solares”, explica o Diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. As placas solares terão capacidade de 800 kWp, volume suficiente para gerar 20% do consumo de energia dos cinco mil clientes do ramal. Os primeiros clientes a receber o projeto serão a Fundação Síndrome de Down e Centro Cultural Brasil – Estados Unidos de Campinas. A Fundação ganhou duas instalações, sendo cada uma com capacidade de geração solar de 10 kW. Segundo a CPFL, isto irá gerar em torno de 66,5% do consumo médio total de energia dos dois locais. Já o Centro Cultural recebeu usina solar de 4 kW que produzirá cerca de 36% do consumo mensal médio de energia do cliente. Além do fator técnico, Barão Geraldo também foi selecionado por estar próximo da sede da CPFL Energia e por abrigar duas importantes instituições de pesquisas, a Unicamp e o CPqD, parceiros do Grupo no projeto. Enquanto a Unicamp responderá pelas simulações computacionais, pela avaliação dos impactos técnicos e pela capacitação técnica e formação de mão-de-obra para geração solar, caberá ao CPqD analisar, entre outros pontos, a proposição de modelos de negócio e mudanças no arcabouço regulatório do ponto de vista das questões técnicas. Além de estudar os impactos da inserção massiva da microgeração na rede elétrica, o projeto Telhados Solares também permitirá que a CPFL desenvolva conhecimento técnico para atuar como prestadora do serviço de instalação e operação dos painéis solares para os seus clientes. Tanto que a colocação das placas fotovoltaicas para os dois primeiros clientes do projeto ficará a cargo a CPFL Eficiência, companhia do Grupo voltada para área de eficiência energética que já atua com geração solar. “Com este projeto, preparamos nossas distribuidoras para o futuro, capacitando-as para realizar a operação e a manutenção da rede com inserção massiva de geração distribuída, e também avançamos nos estudos de modelos de negócio na área para atuação do Grupo CPFL Energia”, avalia Lazzaretti. A companhia disponibilizou uma página na internet ( www.cpfl.com.br/telhados-solares ) sobre o projeto de P&D, no qual os clientes selecionados e demais interessados podem conhecer a iniciativa.

29 de março, 2016