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ENERGIAS LIMPAS

Uma usina solar do tamanho de Paris

As areias do deserto do Saara, no Marrocos, estão abrigando uma usina solar do tamanho de Paris, contribuindo para que o continente mude rapidamente a forma como produz energia. As placas solares cobrem uma área de aproximadamente 1,4 milhão de metros quadrados, mais ou menos equivalente àquela que é ocupada pela capital francesa. A primeira fase da usina gerou eletricidade suficiente para abastecer 650 mil residências quando foi ligada, em 2016. Em 2020, ou talvez antes, a usina, que custou US$ 9 bilhões, vai gerar 580 megawatts, o que dá para suprir mais de um milhão de residências. Localizada próximo à cidade de Ouarzazate, que é conhecida como a porta de entrada para o deserto do Saara, a usina, que foi batizada com o nome de Noor (que em árabe significa luz) poderá propiciar o surgimento de uma nova indústria para um país que até não muito tempo importava 97% de seu consumo energético. O Marrocos pretende, no futuro próximo, exportar energia a partir de fontes limpas para a Europa e outros lugares do continente africado. Na primeira fase, a planta tem capacidade para fornecer 160 MW, mas a capacidade máxima projetada é de 580 MW, permitindo que o país reduza em milhares de toneladas as emissões de carbono. Mais três fases deverão estar em funcionamento até meados de 2018. O Marrocos pretende gerar 42% de sua energia a partir de fontes renováveis (energia solar, eólica e hidrelétrica) até 2020, aumentando para 52% até 2030. A usina Noor utilizou métodos inovadores para gerar e armazenar os raios do sol, particularmente os mais recentes desenvolvimentos em energia solar concentrada: os raios solares são concentrados em um óleo sintético que passa pelos tubos e aquece a 350 o C, criando um vapor d´água que aciona um gerador movido a turbina.

As areias do deserto do Saara, no Marrocos, estão abrigando uma usina solar do tamanho de Paris, contribuindo para que o continente mude rapidamente a forma como produz energia. As placas solares cobrem uma área de aproximadamente 1,4 milhão de metros quadrados, mais ou menos equivalente àquela que é ocupada pela capital francesa.

A primeira fase da usina gerou eletricidade suficiente para abastecer 650 mil residências quando foi ligada, em 2016. Em 2020, ou talvez antes, a usina, que custou US$ 9 bilhões, vai gerar 580 megawatts, o que dá para suprir mais de um milhão de residências.

Localizada próximo à cidade de Ouarzazate, que é conhecida como a porta de entrada para o deserto do Saara, a usina, que foi batizada com o nome de Noor (que em árabe significa luz) poderá propiciar o surgimento de uma nova indústria para um país que até não muito tempo importava 97% de seu consumo energético. O Marrocos pretende, no futuro próximo, exportar energia a partir de fontes limpas para a Europa e outros lugares do continente africado.

Na primeira fase, a planta tem capacidade para fornecer 160 MW, mas a capacidade máxima projetada é de 580 MW, permitindo que o país reduza em milhares de toneladas as emissões de carbono. Mais três fases deverão estar em funcionamento até meados de 2018.

O Marrocos pretende gerar 42% de sua energia a partir de fontes renováveis (energia solar, eólica e hidrelétrica) até 2020, aumentando para 52% até 2030.

A usina Noor utilizou métodos inovadores para gerar e armazenar os raios do sol, particularmente os mais recentes desenvolvimentos em energia solar concentrada: os raios solares são concentrados em um óleo sintético que passa pelos tubos e aquece a 350oC, criando um vapor d´água que aciona um gerador movido a turbina.

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ENERGIA SOLAR
Braskem constrói usina solar em Minas

A Braskem anunciou contrato de longo prazo com a Canadian Solar Inc., empresa do setor de energia solar, para viabilizar a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais. A unidade terá capacidade instalada de 152 MWp e irá garantir o fornecimento por 20 anos, para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. O início das obras está previsto para 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas. “A estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividade ao negócio" disse Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. "A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares ao desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes", comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

29 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor supera em potência energia fósseis

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a potência instalada total da fonte solar fotovoltaica, somando as grandes usinas solares e pequenos sistemas em residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos, já ultrapassa a soma das usinas termelétricas a carvão mineral e usinas nucleares no Brasil. O setor contabiliza 5.763,5 MW de potência, ante um total de 5.586,8 MW de termelétricas movidas a carvão mineral e nucleares. “Com isso, a potência total solar ultrapassa em quase 4% a destas termelétricas, baseadas em recursos não-renováveis e com maiores impactos ambientais ao longo de todo o seu ciclo de vida”, comenta o presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk. Entre as aplicações de pequeno, médio e grande porte, o mercado solar fotovoltaico brasileiro já movimentou mais de R$ 30 bilhões em investimentos privados ao País, dos quais R$ 15,52 bilhões foram aplicados em usinas de grande porte, em especial nas regiões Nordeste e Sudeste, gerando energia para milhares de brasileiros pelo Sistema Interligado Nacional. A outra parcela, de R$ 14,59 bilhões, foram aportes diretos de pessoas, empresas, produtores rurais e governos, em pequenos e médios sistemas, espalhados por todas as regiões do País. Ao todo, são 2.928,0 MW em empreendimentos de grande porte e 2.835,5 MW nos sistemas em telhados, fachadas e pequenos terrenos. Para o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, no Brasil “a energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Sauaia.

8 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Investimentos para descarbonizar o planeta

Segundo estudo recente da Agência Internacional de Energia Renovável (International Renewable Energy Agency – IRENA, em inglês), a potência mundial com tecnologia fotovoltaica atingiu 480,3 GW no final de 2018. Com o objetivo de descarbonizar o planeta, os cinco principais países têm investido cada vez mais em energia solar. São eles, China (175 GW), Japão (55,5 GW), Estados Unidos (49,6 GW), Alemanha (45,9 GW) e Índia (26,8 GW). O mercado de energia solar tem crescido também no Brasil e estima-se que atualmente a potência operacional total seja de 5.114,3 MW, conforme levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Entre 2012 e 2019, a associação comenta que foram criados mais de 130 mil empregos no setor. Entre as vantagens da energia solar fotovoltaica estão o fato dela ser totalmente renovável, infinita, e não emite gases poluentes, além do baixo custo de manutenção. Também ocupa pouco espaço e permite a instalação em diversos lugares, mesmo os mais remotos. De acordo com o empresário e investidor do ramo de energia renovável, Ricardo Delneri, e um dos sócios-fundadores da Renova Energia, "a fonte solar é renovável, não polui e poderá ser uma aliada importante no aumento do número de empregos no País”. “Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica”, complementa o executivo. Sua avaliação é que a fonte solar irá crescer de forma muito acentuada pelos próximos anos e que dentro de alguns anos estará na casa de milhões de brasileiros.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Projetos devem crescer mais na África

Segundo o relatório ‘Solar PV in Africa: Costs and Markets’ divulgado pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), a viabilidade econômica da energia solar fotovoltaica na África cresce a cada momento graças a queda dos custos dessa tecnologia. Calcula-se que os custos de projetos de energia solar fotovoltaica no continente caíram 61% desde 2012. Hoje, os custos instalados para esses projetos chegam a US$ 1,30 por watt na África – a média global é de US$1,80 por watt. "Nos últimos anos, os custos solares fotovoltaicos caíram drasticamente e essa trajetória decrescente deve continuar com novas quedas que podem chegar até 59% nos próximos dez anos", destacou o Diretor-Geral da IRENA, Adnan Z. Amin. "Estas reduções de custos, juntamente com o vasto potencial solar no continente, apresentam uma enorme oportunidade para a África. A energia solar fotovoltaica – conectada ou não ao grid energético - já se constitui em uma alternativa competitiva, em termos de custos, para atender à crescente necessidade de energia e para levar eletricidade aos 600 milhões de africanos que atualmente não têm acesso a ela”. O estudo mostra ainda que mini-redes que utilizam energia solar fotovoltaica e sistemas solares domésticos fora do grid energético também fornecem serviços de energia de maior qualidade nos mesmos ou menores custos do que as alternativas. As mini-redes exclusivamente de energia solar fotovoltaica podem ter custos de US$ 1,90 por watt para sistemas maiores do que 200 kW na África. Os sistemas domésticos de energia solar - que triplicaram na África entre 2010 e 2014 – provêm as necessidades anuais de eletricidade de famílias fora da rede por apenas US$ 56 por ano, menos do que se paga atualmente por serviços de energia de baixa qualidade. "O potencial solar da África é enorme, com níveis de radiação solar até 117% mais elevados do que na Alemanha - o país com a mais alta capacidade de energia solar instalada", disse Amin. "Nunca foi tão possível e tão menos dispendioso para a África aproveitar esse potencial”. O relatório completo pode ser conferido no site www.irena.org/publication

27 de setembro, 2016
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FONTES RENOVÁVEIS
Micro-usina é inaugura em cooperativa no Pará

A micro-usina de energia solar fotovoltaica da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) entrou em operação no município de Paragominas (PA). A capacidade inicial é de 75 KWp, potência que deve ser ampliada em breve. Ao todo foram investidos R$ 600 mil na micro-usina solar, recurso proveniente dos 23 cooperados. Criada em fevereiro deste ano, a Coober tem como objetivo estimular a geração de energia pelos próprios consumidores. O espaço físico da micro-usina reúne 288 placas fotovoltaicas, que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês. Toda energia será injetada no sistema da rede Celpa. O resultado será rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual. Para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),Renato Nobile, em poucos anos o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de Norte a Sul, produzindo energia de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados. "É um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível”, afirma Nobile. Para a Coober, as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada são várias. Entre elas: menor valor investido, já que os custos são divididos por 23; mobilidade na produção -- os cooperados podem mudar de endereço sem se preocupar com os equipamentos; desenvolvimento de uma cultura de colaboração; melhor escolha/avaliação das opções, mais pessoas pensando com o mesmo objetivo; melhor relação com a concessionária; e tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

18 de agosto, 2016
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ENERGIA SOLAR
Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

12 de julho, 2016
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Capacidades batem recorde em 2015

Segundo dados recentes divulgados pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), a capacidade de produção de energias renováveis cresceu 152 GW ou 8,3% em 2015, a mais alta taxa de crescimento anual já registrada. A edição de 2016 do relatório “Estatísticas sobre a Capacidade das Renováveis”, aponta que no final de 2015 havia 1.985 GW de capacidade de geração renovável em todo o mundo. "A implantação de energias renováveis continua a crescer ao redor do mundo, mesmo diante dos baixos preços do petróleo e do gás. Os custos decrescentes das tecnologias e uma série de fatores econômicos, sociais e ambientais estão favorecendo as energias renováveis em relação às fontes convencionais", explicou o Diretor-Geral da IRENA, Adnan Z. Amin. “O crescimento inédito associado aos investimentos recordes de US$ 286 bilhões em 2015 mostra para investidores e formuladores de políticas um forte sinal de que as fontes renováveis são agora a melhor opção para a geração de energia em todo o mundo”. Em 2015, o ano foi positivo para as energias eólica e solar, por causa da queda contínua nos custos da tecnologia. No caso da energia eólica, o crescimento de 63 GW (17%) foi impulsionado por uma redução de até 45% no preço das turbinas terrestres desde 2010. A capacidade solar, por sua vez, aumentou em 47 GW (37%) graças à queda de até 80% nos preços dos módulos solares fotovoltaicos nesse período. Já a capacidade hidrelétrica aumentou 35 GW (3%), enquanto a capacidade de bioenergia e a de energia geotérmica aumentaram 5% cada (5 GW e 1 GW, respectivamente). A América Central e caribe registraram crescimento de 14,5% na capacidade de geração de energias renováveis. Já a Ásia apresentou alta de 58% da nova capacidade global de geração de energia renovável em 2015, a expansão foi de 12,4%. Na Europa, as renováveis aumentaram 24 GW (5,2%) e 20 GW (6,3%) na América do Norte. No final do ano, a energia hidráulica respondeu pela maior parcela do total da capacidade global de geração de energia renovável, com uma capacidade instalada de 1.209 GW, a maioria dos quais vindo de usinas de grande escala. As energias eólica e solar foram responsáveis pela maior parte do restante, com uma capacidade instalada de 432 GW e 227 GW, respectivamente. Outras energias renováveis incluem 104 GW de bioenergia, 13 GW de energia geotérmica e cerca de 500 MW de energia marinha (marés, das ondas e do oceano).

13 de abril, 2016