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SENAC

Unidade paranaense ganha placas fotovoltaicas

Localizada no bairro Portão, em Curitiba (PR), a nova unidade de educação profissional do Senac será a maior planta de energia solar no estado. A unidade recebeu 228placas de energia fotovoltaica instaladas no telhado que produzirão entre 30% e 40 % da energia consumida. “O que não for utilizado dentro do mês gerará créditos com a Copel. Acreditamos que em menos de sete anos iremos recuperar o valor investido nesse sistema”, explica um dos arquitetos do Senac responsáveis pela obra, André Leite. A unidade será inaugurada no próximo dia 29 de julho e aberta ao público em agosto.“Quando estávamos pensando em instalar as placas precisamos pesquisar sobre o sistema e acabamos descobrindo que Curitiba é melhor para a captação da energia fotovoltaica do que a Bahia. As placas entram em fadiga com muito sol, porque elas têm um limite de armazenamento, e o fato de Curitiba ser uma cidade quase sempre nublada nos favoreceu”, destaca o arquiteto. A instalação das placas foi um dos determinantes para que a obra recebesse o certificado Leed Platinun – o selo da construção sustentável. A unidade Portão terá três mil m² destinados a cursos nas áreas de gestão, comunicação, informática e saúde, além de biblioteca e auditório, com capacidade de atendimento diário de 1914 alunos. “Essa obra é multifuncional: ela se adapta às demandas da comunidade. Pode ser configurada de diversas maneiras; é uma construção de vida longa, inteligente e funcional. Foi pensada do início ao fim para gerar o máximo de comodidade para nossos alunos”, contou o arquiteto do Senac, Eduardo Almeida Pereira.

Localizada no bairro Portão, em Curitiba (PR), a nova unidade de educação profissional do Senac será a maior planta de energia solar no estado. A unidade recebeu 228placas de energia fotovoltaica instaladas no telhado que produzirão entre 30% e 40 % da energia consumida. “O que não for utilizado dentro do mês gerará créditos com a Copel. Acreditamos que em menos de sete anos iremos recuperar o valor investido nesse sistema”, explica um dos arquitetos do Senac responsáveis pela obra, André Leite.

A unidade será inaugurada no próximo dia 29 de julho e aberta ao público em agosto.“Quando estávamos pensando em instalar as placas precisamos pesquisar sobre o sistema e acabamos descobrindo que Curitiba é melhor para a captação da energia fotovoltaica do que a Bahia. As placas entram em fadiga com muito sol, porque elas têm um limite de armazenamento, e o fato de Curitiba ser uma cidade quase sempre nublada nos favoreceu”, destaca o arquiteto.

A instalação das placas foi um dos determinantes para que a obra recebesse o certificado Leed Platinun – o selo da construção sustentável. A unidade Portão terá três mil m² destinados a cursos nas áreas de gestão, comunicação, informática e saúde, além de biblioteca e auditório, com capacidade de atendimento diário de 1914 alunos. “Essa obra é multifuncional: ela se adapta às demandas da comunidade. Pode ser configurada de diversas maneiras; é uma construção de vida longa, inteligente e funcional. Foi pensada do início ao fim para gerar o máximo de comodidade para nossos alunos”, contou o arquiteto do Senac, Eduardo Almeida Pereira.

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ENERGIA SOLAR
Usina da Copel gera 3MWp inicialmente

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou, em março, a operação das três unidades geradoras da Usina Solar Fotovoltaica Bandeirantes, construída no Norte do Paraná. Inicialmente a usina vai funcionar com 3 MWp (megawatt-pico). Mais três unidades serão energizadas ainda em 2021, totalizando 5,36 MWp de potência instalada, o suficiente para atender o consumo de energia de aproximadamente dez mil pessoas. O projeto é um novo modelo de negócios da Copel, que implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente, em contrapartida, assina um contrato de aluguel da usina. A energia gerada é usada para compensar o consumo, resultando em desconto na conta de luz. “Com este projeto, a Copel dá mais um passo firme rumo à energia do futuro: com fonte renovável, no modelo da geração distribuída, facilitando a vida do consumidor”, diz o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero. “A usina representa mais um importante investimento no interior do Paraná, contribuindo cominfraestrutura para o desenvolvimento do Estado”. O Complexo Solar de Bandeirantres é formado por 6.900 placas fotovoltaicas que ocupam uma área de 10,35 hectares. Cada placa é formada por células fotovoltaicas de silício policristalino. Essas células são interligadas em série e reagem com a incidência dos raios de sol, liberando elétrons que são transferidos para um circuito dentro da placa ou painel solar. A usina vai funcionar em regime de minigeração distribuída no modelo de autoconsumo remoto, oque significa que as unidades consumidoras devem ser de titularidade de uma mesma pessoa física ou jurídica, e estar dentro da mesma área de concessão da distribuidora. Os projetos foram implantados em parceria com a Sistechne Participações. "A entrada em operação da usina contribui para colocar nosso plano estratégico em prática. Estamos expandindo os negócios e pretendemos ampliar nossa atuação no mercado de geração distribuída de matriz fotovoltaica, especialmente nos modelos de minigeração”, afirma o diretor de desenvolvimento de negócios da Copel, Cassio Santana da Silva.

15 de março, 2021
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ENERGIA SOLAR
Campus da UFPR recebe usina

Financiada pelo Programa de Eficiência Energética (PEE/Aneel) da Copel, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) inaugurou recentemente uma usina solar fotovoltaica do campus Centro Politécnico em Curitiba (PR). A instalação é a maior do Brasil na modalidade estacionamento solar carport. Para o coordenador do Projeto de Eficiência Energética da UFPR, e superintendente da Funpar, professor João da Silva Dias, “ao todo são R$ 21 milhões investidos em PEE e P&D, nessa ação que abrange praticamente todos os prédios da universidade federal”. O superintendente disse ainda que a usina solar fotovoltaica passa a ser um laboratório a céu aberto, com alunos de graduação e pós-graduação e empresas produzindo pesquisa sobre eficiência energética. O projeto de eficiência energética da UFPR vai gerar 1,2 MW de energia, que junto a 56 mil lâmpadas LED que serão instaladas nos prédios da UFPR, irá contribuir para uma economia superior a R$ 2 milhões de reais por ano. “A Copel participou dessa chamada especial em 2016 e abraçou esse projeto de trazer a eficiência energética e os recursos distribuídos para o ensino superior público. A empresa participou dessa chamada prioritária de PEE e estratégica de P&D da Aneel com o maior número de projetos entre todas as concessionárias, uma iniciativa única”, afirmou o superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Shigeaki Omori.

21 de dezembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Copel desenvolve usina no Paraná

A Copel e a Sistechne Participações concluíram as etapas de roçacem e cravação de estacas da usina solar fotovoltaicas que irão implantar no município de Bandeirantes (PR). As frentes iniciais da obra abrangem ainda a aquisição de equipamentos da estação solarimétrica, cabos, religadores e materiais de aterramento, além dos primeiros passos da construção da rede de distribuição que irá conectar o projeto à rede da Copel. Ao todo serão seis unidades de geração solar, com potência instalada de 5,36 MWp (MW pico), o suficiente para atender ao consumo de energia de aproximadamente dez mil consumidores. A usina solar fotovoltaica da Copel deve entrar em operação ainda em 2020 e irá trabalhar em regime de minigeração distribuída, onde a energia gerada é utilizada para compensar o consumo de energia elétrica. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em abril, que a Copel adquirisse 49% em uma companhia que tivesse ativos de geração distribuída de energia solar. “A Copel tem como objetivo pesquisar e implantar negócios de geração que ampliem a matriz energética e sigam os preceitos de desenvolvimento sustentável que estão na missão da companhia”, afirma Cassio Silva, diretor geral de Desenvolvimento de Negócios da Copel. A companhia paranaense quer desenvolver projetos semelhantes, inicialmente para clientes comerciais e industriais. No modelo de negócio, a Copel implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente assina contrato de aluguel da usina, obtendo desconto na fatura de energia. Empresas interessadas em participar de um projeto de geração distribuída podem entrar em contato com a Copel pelo site www.copel.com/geracao

27 de julho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Prátil constrói usina solar em SP

Empresa de soluções do Grupo Enel, a Prátil concluiu a construção de usina solar instalada em telhado e com geração distribuída. Com duas mil placas fotovoltaicas, o empreendimento tem uma potência total instalada de 0,5 MWp, o suficiente para abastecer cerca 360 residências por mês. A unidade instalada no telhado da sede do Mercado Livre, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo, vai fornecer metade da energia consumida pelo complexo. A usina solar ocupa área de 4.700 metros quadrados e a expectativa é que ela gere aproximadamente 700 MWh ao ano. Esse volume evita a emissão de quase 100 toneladas de CO2 anuais para a atmosfera, o que corresponde a 560 árvores plantadas no período. A usina funcionará através do sistema de compensação de créditos de energia – estabelecido pela Aneel na resolução 482. A energia solar gerada através dos painéis solares é instantaneamente consumida pelo Mercado Livre, gerando uma economia imediata. Quando houver excedente, este será injetadona rede elétrica e devolvido ao estabelecimento em créditos de energia, que podem ser usados em até cinco anos. “Acreditamos que a energia solar pode gerar benefícios reais e sustentáveis aos nossos clientes. Pretendemos crescer cerca de 70% por ano em potência instalada no mercado de geração distribuída no País até 2019 e atingir a marca de 95 mil kWp. Quanto mais projetos forem realizados a partir de fontes de energia renováveis, como a solar, melhor será o futuro do sistema elétrico do País”, afirma o responsável pela Prátil, Marcus Rissel.

6 de setembro, 2016
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FONTES RENOVÁVEIS
Micro-usina é inaugura em cooperativa no Pará

A micro-usina de energia solar fotovoltaica da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) entrou em operação no município de Paragominas (PA). A capacidade inicial é de 75 KWp, potência que deve ser ampliada em breve. Ao todo foram investidos R$ 600 mil na micro-usina solar, recurso proveniente dos 23 cooperados. Criada em fevereiro deste ano, a Coober tem como objetivo estimular a geração de energia pelos próprios consumidores. O espaço físico da micro-usina reúne 288 placas fotovoltaicas, que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês. Toda energia será injetada no sistema da rede Celpa. O resultado será rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual. Para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),Renato Nobile, em poucos anos o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de Norte a Sul, produzindo energia de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados. "É um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível”, afirma Nobile. Para a Coober, as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada são várias. Entre elas: menor valor investido, já que os custos são divididos por 23; mobilidade na produção -- os cooperados podem mudar de endereço sem se preocupar com os equipamentos; desenvolvimento de uma cultura de colaboração; melhor escolha/avaliação das opções, mais pessoas pensando com o mesmo objetivo; melhor relação com a concessionária; e tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

18 de agosto, 2016