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Pernambuco: O Farol da Descarbonização e Desenvolvimento Regenerativo – Lições e Visões do Pernambuco Carbon Summit

Por Everton de Oliveira

Saneamento Ambiental 201Páginas 60-68
Pernambuco: O Farol da Descarbonização e Desenvolvimento Regenerativo – Lições e Visões do Pernambuco Carbon Summit
Clemente Coelho Jr, Daniella Pessoa, Everton de Oliveira, Soraya Pires e Thayara Paschoal
Um Chamado ao Engajamento e à Inovação no Coração de Pernambuco

No cenário cada vez mais urgente da crise climática, o Pernambuco Carbon Summit, realizado no JCPM Trade Center, em Recife, nos dias 27 e 28 de maio de 2025, teve o apoio da Revista Saneamento Ambiental e emergiu como um marco essencial no debate sobre as urgências e oportunidades da descarbonização e do desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo. Com a missão clara de “ajustar contas com o futuro” e “agir localmente para melhorar globalmente”, o evento transcendeu o mero intercâmbio de conhecimento, convidando ativamente os participantes a se engajarem na transformação de indústrias e empresas em portas para a inovação sustentável. Inspirado pelo inegável espírito pernambucano, onde a criatividade e a resiliência impulsionam um futuro mais verde e próspero, este Summit solidificou a posição do estado como um laboratório de ideias para uma economia de baixo carbono.

O Pernambuco Carbon Summit não foi apenas um fórum para “conhecer e discutir as experiências nacionais e internacionais”, mas um espaço para “adaptar boas práticas e fortalecer estratégias para o desenvolvimento sustentável e a descarbonização”, pavimentando o caminho para um futuro regenerativo. Ele promete ser o início de um movimento regional que deverá liderar as ações para combate das mudanças climáticas com coordenação, engajamento e cooperação.

Pernambuco: Potência Energética Sustentável – Uma Visão de Futuro para a Transição Civilizatória

A tônica do evento foi magistralmente capturada na palestra de encerramento, “Pernambuco: Potência Energética Sustentável”, proferida por Everton de Oliveira, do Instituto Água Sustentável e conselheiro da Revista Saneamento Ambiental. A apresentação, longe de ser apenas um resumo, foi uma projeção ambiciosa, consolidando a visão estratégica de Pernambuco como um protagonista na transição energética global. A reflexão inicial, que nos remeteu ao dilema ancestral do “ovo ou a galinha” e à curiosa origem do pão e da cerveja, serviu para ilustrar que, enquanto no passado as grandes descobertas podiam surgir de “acidentes felizes”, hoje, nossos passos e o futuro são moldados por ciência, organização, planejamento e ação deliberada. Essa premissa permeou todas as discussões do Summit: a necessidade de ir além do espontâneo para construir um futuro com propósito.

O estado de Pernambuco, com suas condições naturais maravilhosas, como o sol abundante e ventos constantes, foi enfaticamente apresentado como uma potência energética sustentável, alicerçada não apenas nesses recursos, mas, fundamentalmente, na capacidade intelectual e inventiva de sua população. Essa capacidade inventiva é vista como o motor para as mudanças que estamos vivendo e um estímulo inegável para novos negócios e para a adaptação de negócios já estabelecidos.

Dados concretos reforçam essa realidade vibrante: Pernambuco já ultrapassou a marca de 1 GW de potência instalada em geração solar distribuída, crescendo 31% em 2024 em relação ao ano anterior, posicionando-se como o terceiro estado do Nordeste a atingir esse marco, atrás apenas da Bahia e do Ceará. O Atlas Eólico e Solar de Pernambuco destaca o potencial solar do estado, com uma das melhores densidades de subtransmissão do país, favorecendo empreendimentos conectados à rede, e áreas promissoras para o setor eólico, como a região de Petrolina, que recebeu novos parques eólicos, a exemplo do Ventos de São Zacarias 09.

Legenda identificando quatro pessoas em foto do evento Summit
Eunice Castro, Gilberto Freyre Neto, Bruna Soldera, Jô Mazzarolo

Esse avanço demonstra que a “potência energética sustentável” de Pernambuco não é apenas potencial, mas uma realidade em construção, impulsionada por um conjunto robusto de incentivos fiscais e regulatórios, como a isenção de ICMS para fabricação e comercialização de equipamentos eólico/solar, e diferimento do ICMS na importação e saídas internas de componentes. Empresas que consomem energia renovável podem, inclusive, ter crédito presumido sobre o saldo devedor mensal do ICMS. Programas governamentais, como o Programa Estadual de Incentivo à Micro e Minigeração de Energia Elétrica (PerMeie) da SEMAS-PE, estimulam a geração distribuída renovável e contam com construção participativa da regulamentação para licenciamento. Linhas de crédito e financiamento, como os R$ 30 milhões do Banco do Nordeste para solar residencial e o programa PE Solar para unidades industriais e comerciais, complementam esse ecossistema de fomento.

A academia também desempenha um papel fundamental, com instituições como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que abriga o Centro de Energias Renováveis (CER) focando em tecnologias eólicas e solares, e a Universidade de Pernambuco (UPE), por meio do Laboratório de Física e Energias Renováveis em Petrolina, contribuindo para o desenvolvimento de soluções sustentáveis e participando do plano de ação para a transição sustentável. Esse esforço conjunto entre governo, empresas e academia posiciona Pernambuco como um protagonista na transição energética brasileira, promovendo o desenvolvimento sustentável e a descarbonização.

Créditos de Carbono, Biodiversidade e Água: Precificando o Imaterial e Gerando Valor

Na nova economia de baixo carbono, o valor se redefine. O Summit explorou em profundidade os mecanismos que precificam o impalpável, transformando a preservação e a regeneração em ativos reais. Os Créditos de Carbono foram debatidos como ferramentas essenciais para transformar ações de descarbonização em oportunidades econômicas concretas, gerando um novo fluxo de receita e atraindo investimentos para Pernambuco e a região. A Lei do Mercado Brasileiro de Emissões (Lei 15.42/2024) foi apontada por Paula Suzanna Amaral Mello (Pinheiro Neto) como crucial para posicionar o Brasil no mercado internacional, especialmente diante de mecanismos como o CBAM europeu. Essa lei estabelece um sistema de “Cap and Trade” para setores com mais de 25 mil toneladas de CO₂ equivalente/ano e, de forma pioneira, garante os direitos dos povos e comunidades indígenas e tradicionais sobre os créditos de carbono gerados em suas áreas. A FIEPE, através de Nicolis Amaral de Araujo, moderadora da Mesa Redonda 5, reforçou a urgência da descarbonização, descrevendo-a como um fato inegável para a continuidade da vida humana, e delineou os quatro pilares da captura de CO₂ – armazenamento, captura, transporte e estocagem – reconhecendo seus diferentes níveis de maturidade tecnológica.

Mas a visão do Summit foi além do carbono. Falou-se dos Créditos de Biodiversidade, reconhecendo o valor inestimável da rica fauna e flora pernambucana. Pernambuco é um verdadeiro tesouro ecológico, abrigando três biomas de extrema importância: a Mata Atlântica, a Caatinga (que cobre 83% do estado) e os Manguezais. Iniciativas como o “Caatinga Viva” (iniciativa Floresta Viva do BNDES) e o Programa Plantar Juntos (SEMAS-PE) foram citadas como exemplos de como a conservação e a restauração podem gerar créditos e oportunidades econômicas, permitindo que empresas industriais usem esses créditos como compensação ambiental. Soraya Pires (Ambipar Carbon Solutions) destacou o potencial de Pernambuco para a redução de mais de 1 milhão de toneladas de CO₂ e a recuperação de áreas prioritárias como manguezais e Mata Atlântica (5.000 ha), gerando empregos verdes e reduzindo custos com gestão de resíduos.

Em uma região que historicamente enfrenta desafios hídricos, a introdução dos Créditos de Água foi um ponto de grande relevância, proposta como um mecanismo inovador para valorizar economicamente a conservação e o uso eficiente desse recurso vital. Bruna Soldera (Instituto Água Sustentável), na Mesa Redonda 2, defendeu que a água é a “verdadeira reguladora da vida”, e propôs a criação de “Créditos de Água” para remunerar quem protege e regenera os ciclos hídricos. Isso permitiria que agricultores com irrigação eficiente ou indústrias que investem em reuso e redução de perdas pudessem gerar esses créditos, recebendo retorno financeiro, transformando a água não apenas em fonte de vida, mas em um ativo estratégico para Pernambuco.

Legenda identificando quatro pessoas em foto de evento, com logo ÁGUA ao fundo
Everton de Oliveira, Maria Crystianne Rosal, Karla Godoy e Marcio Guiot

Combustíveis do Futuro e a Revolução do CO₂: Transformando Desafios em Ativos

O Hidrogênio Verde (H₂V) emergiu como um protagonista inquestionável para a descarbonização global. O Complexo Industrial e Portuário de Suape está se posicionando como um hub global de produção e exportação, aproveitando sua infraestrutura moderna, acesso à água e proximidade de áreas com sol e vento abundantes. Carlos Cavalcanti, diretor de Sustentabilidade de Suape, sublinhou a importância do complexo como um ativo do Brasil, “uma das cinco principais infraestruturas de logística da nação”, conectado a mais de 160 países. Ele enfatizou o compromisso de Suape em se tornar neutro em carbono até 2038, incentivando a inovação e sinergias entre as empresas do polo industrial. Atualmente, Suape já conta com memorandos de entendimento com empresas como a francesa Arhyze e a Voltalia, e a White Martins já opera uma planta de produção de H₂V. O complexo também está se preparando para receber o primeiro terminal 100% eletrificado, suprido por energia renovável.

O potencial de Pernambuco para a produção de hidrogênio verde a partir da palma forrageira no semiárido foi inovadoramente apresentado por Aldo Torres Sales (UFPE/InCarbon), que descreveu a palma como uma cultura com “supremacia hídrica” e a capacidade de gerar um grande volume de energia e estocar carbono, alcançando “dois coelhos com uma só petecada”. Sua visão é que Pernambuco seja o primeiro exportador brasileiro de hidrogênio verde de biomassa em regiões secas, ensinando o mundo a produzir H₂V com impacto social positivo. Carlos Peixoto (H2Hellium) defendeu a exploração de todas as possibilidades de produção de hidrogênio, incluindo gás natural com captura de carbono e biomassa, evitando o “novo colonialismo” tecnológico.

A Captura e Armazenamento de Carbono (CCS) foi igualmente enfatizada como fundamental para a descarbonização de indústrias “hard-to-abate”. José Bertotti (UFPE) mencionou a Petrobras como um dos maiores agentes de injeção de CO₂ no planeta, visando a descarbonização de suas operações e o uso de aquíferos salinos. Ele revelou uma pesquisa em andamento que aponta o potencial de Suape como um futuro hub de CCS, conectando-se ao que já é feito no Rio de Janeiro. Daniel Cardoso (Hidroplan) reforçou que Pernambuco possui bacias sedimentares, como a do Jatobá e do Araripe, geologicamente adequadas para o armazenamento seguro de CO₂, e que o Brasil desponta como referência mundial em projetos de armazenamento de CO₂.

A mesa também explorou a valorização do CO₂ capturado na produção de metanol, uma commodity versátil que pode ser produzida a partir de diversas matérias-primas renováveis e tem potencial para gerar gasolina, diesel sintético, SAF (querosene de aviação sustentável) e outros produtos de mercado, sendo um importante vetor para a descarbonização. Sérgio Peres (UPE) mencionou que a produção de metanol já está prevista em Suape e que há um novo chamamento público para outra planta. Ele também destacou o biocarvão (biochar) como um grande sumidouro de CO₂, capaz de fixar carbono no solo de forma duradoura e reduzir a necessidade de fertilizantes, com o SENAI envolvido em um grande programa para implantar unidades de produção de biochar em todo o Brasil, com Pernambuco atuando como um hub.

Carbono Azul e Desenvolvimento Regenerativo: Reconstruindo o Futuro, da Costa ao Sertão

Nossos manguezais, tesouros ecológicos de Pernambuco, foram ressaltados como sumidouros naturais de CO₂ – o Carbono Azul – e ecossistemas vitais que precisam ser protegidos e restaurados. O professor Clemente Coelho Junior (Instituto de Ciências Biológicas – UPE), na Mesa Redonda 1, enfatizou que os manguezais são grandes aliados no combate às mudanças climáticas, especialmente pelo seu papel no sequestro e estoque de carbono. Embora representem apenas 0,5% da superfície total do oceano, são responsáveis por metade do estoque de carbono oceânico e chegam a deter 71% do estoque de carbono em todo sedimento marinho, sequestrando carbono de 2 a 4 vezes mais e estocando até 10 vezes mais do que florestas tropicais. Além de sumidouros de carbono, eles prestam serviços ecossistêmicos essenciais para a produtividade pesqueira, controle de inundações, proteção da linha de costa e manutenção da biodiversidade. Sua beleza cênica ainda promove o turismo de base comunitária, gerando emprego e renda para as comunidades tradicionais. A peculiaridade da forte proteção legal dos manguezais no Brasil, com 90% dos 1,4 milhões de hectares localizados em unidades de conservação, introduz uma discussão interessante no contexto do mercado de carbono.

A culminância de todas essas discussões foi o conceito de Desenvolvimento Regenerativo. Indo além da sustentabilidade, que busca apenas manter o equilíbrio ou minimizar impactos, o desenvolvimento regenerativo visa restaurar ecossistemas, reconstruir capital social e econômico, e criar sistemas produtivos que evoluam positivamente. Eunice Castro (Grupo Moura) compartilhou a jornada da empresa em direção a uma economia verdadeiramente regenerativa, investindo em educação em Belo Jardim e alcançando 36% de redução no consumo de água, além de reciclar 100% das baterias de chumbo-ácido comercializadas no Brasil, reduzindo o Escopo 3 em 50%. A “Reserva Energia das Nascentes”, iniciativa do Grupo Moura, visa revitalizar 1194 nascentes do rio Bituri na Caatinga pernambucana, contribuindo para o abastecimento de quatro cidades e envolvendo a comunidade em produção sustentável.

O Grupo Cornélio Brennand, através de Paulina Sarubbi Cysneiros, apresentou como seu portfólio diverso permite abordar a descarbonização sob três perspectivas distintas. A Atiaia Renováveis, por exemplo, possui 100% das operações certificadas como “lixo zero” e vasta experiência em certificação e comercialização de créditos de carbono. A Vivix, sua indústria de vidros planos, é abastecida por energia 100% limpa de uma planta solar da Atiaia e possui um ambicioso projeto de reciclagem de caco de vidro que evita 30.000 toneladas de emissões anualmente. Já a Iron House, responsável pelo desenvolvimento imobiliário, é guardiã da Mata da Várzea no Recife, uma mini-floresta que estoca 450.000 toneladas de carbono e fomenta o projeto “Territórios Regenerativos Mata da Várzea”, empoderando líderes comunitários como guardiões da mata e fomentando negócios sustentáveis e regenerativos no bairro.

Imagem do artigo - página 66
Everton de Oliveira, presidente do Instituto Água Sustentável e sócio da Hidroplan

Daniella Pessoa (M. Dias Branco) trouxe a perspectiva da indústria, destacando o desafio de engajar a cadeia de fornecedores para tratar do Escopo 3, que representa 94% do inventário de GEE da empresa. A estratégia evoluiu para focar em commodities prioritárias e integrar a agenda de carbono ao processo de seleção e qualificação de fornecedores, com programas de mentoria para ajudá-los a elaborar seus próprios inventários. Thayara Paschoal (Grupo JCPM) demonstrou como a sustentabilidade transborda nos negócios imobiliários, citando o RioMar Recife, que desde sua concepção teve 15% a mais de custo devido a investimentos em tecnologias ambientais, utilizando 100% de energia certificada de fontes renováveis e mantendo uma área verde equivalente a 40.000 m² que inclui uma franja de mangue. Essas ações concretas em Pernambuco inspiram a crença de que é possível ajustar contas com o futuro e trilhar o caminho do desenvolvimento regenerativo.

Legenda de imagem mostrando apresentação sobre Pernambuco
Everton salientou o potencial de Pernambuco para uma economia de baixo carbono

Um Movimento Contínuo: O Engajamento de Pernambuco para o Futuro

O Pernambuco Carbon Summit não se encerra com a última palestra; ele marca o início de um trabalho contínuo de engajamento para acelerar a descarbonização e o desenvolvimento regenerativo. A agenda de transformação será levada adiante através de encontros setoriais estratégicos com indústrias da região. Essa iniciativa fundamental conta com o apoio irrestrito da FIEPE (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco), do SENAI, da SEMAS (Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco) e da APAC (Agência Pernambucana de Águas e Clima).

Para o ano de 2025, já estão confirmadas as datas dos próximos encontros setoriais em Recife: nos dias 25 e 26 de agosto e 9, 10 e 11 de setembro. A participação nesses encontros é gratuita, e todas as empresas estão calorosamente convidadas a participar para aprender, ensinar e cooperar entre si. Essa colaboração multifacetada, unindo a indústria, o governo, as universidades e a sociedade civil, é a chave para acelerar o passo da descarbonização e da transição energética na região. O objetivo é fazer com que as barreiras se transformem em pontes, e a sinergia entre os diversos atores impulsionem um futuro mais verde e justo para Pernambuco.

Imagem do artigo - página 68
Plateia acompanhou com atenção as oportunidades de descarbonização

Pernambuco – Um Farol de Prosperidade Regenerativa para o Brasil e o Mundo

O Pernambuco Carbon Summit foi um testemunho vibrante do compromisso do estado com a agenda da descarbonização e do desenvolvimento sustentável. As discussões aprofundadas, que navegaram desde a importância vital dos manguezais para o Carbono Azul e a inovação corporativa na cadeia de valor, até as soluções tecnológicas de ponta em Captura e Armazenamento de Carbono e Hidrogênio Verde, demonstraram que a transição energética não é apenas um desafio, mas uma oportunidade multifacetada para a inovação, o crescimento e o impacto social positivo.

Como reiterado na palestra de encerramento, “ser pioneiro na economia de baixo carbono, investir em energias renováveis, em créditos de carbono, em tecnologias de hidrogênio, em soluções baseadas na natureza – isso não é custo, é investimento inteligente”. É uma estratégia que constrói resiliência, atrai capital verde, inova, cria novos mercados e garante a competitividade em um mundo em rápida transformação, alinhando o coração (cuidar da nossa terra e do nosso povo) com a razão (garantir a perenidade e o lucro dos nossos negócios).

Pernambuco, com sua beleza, cultura e resiliência, está posicionado para se tornar um líder visionário na revolução sustentável, um farol global de desenvolvimento que floresce e prospera para as futuras gerações. A força e a alegria que só Pernambuco tem continuarão a impulsionar o estado nesta jornada, transformando ideias em ações concretas e construindo o amanhã que merecemos.

Nosso mais sincero agradecimento a todos os patrocinadores e apoiadores que tornaram este evento um sucesso memorável e que compartilham da nossa visão de um futuro mais verde e próspero. Nosso reconhecimento especial vai para Suape, Ambipar, Hidroplan, Grupo JCPM, Grupo Moura e Grupo Cornélio Brennand, cujo apoio exemplar reafirma o compromisso do setor privado com a sustentabilidade e a inovação. Que o trabalho e as parcerias iniciadas aqui floresçam e transformem Pernambuco em um farol global de desenvolvimento sustentável!

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