Mudanças climáticas
Emissões, eventos extremos, El Niño e a adaptação das cidades.
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A plataforma do Clima de Política teve 310 candidaturas validadas e 214 mil acessos; em 2022 foram 36 eleitos, mas o Observatório do Clima vê maioria contrária à agenda socioambiental no novo Congresso.

Previsões indicam o fenômeno entre o fim de 2026 e o início de 2027, com efeitos diferentes em cada região; os pesquisadores listam cuidados para chuva forte, estiagem e calor.

Relatório mostra avanços dos sistemas de alerta de desastres em Moçambique, Bangladesh, Haiti, Libéria e Somália, parte da meta de avisar toda a população do planeta até 2027.

OMM prevê anomalia de +3,7 °C no Pacífico equatorial entre outubro e dezembro, acima do recorde de 2015-2016, e probabilidade próxima de 100% de o fenômeno persistir até fevereiro de 2027.

Instalado na unidade florestal de Abaeté (MG), o equipamento reduziu em 99,98% a concentração de monóxido de carbono e em 99,3% a de metano na carbonização da madeira, sem combustível externo.

Projeção do Climate Impact Lab aponta o Sahel como a região mais atingida, com 66,8 mil mortes adicionais por calor entre setembro e fevereiro; no Brasil, seriam 13,3 mil.

Estudo publicado na Earth’s Future indica que secas como a de 2023-2024 podem ficar até nove vezes mais prováveis no bioma até o fim do século se as emissões continuarem crescendo.

Análise do UNICEF pede que governos preparem saúde, água, escolas e proteção social antes do agravamento do fenômeno; no Brasil, 1,17 milhão de estudantes tiveram aulas interrompidas por enchentes e seca em 2024.

O Painel El Niño 2026-2027 prevê 95% de chances de um fenômeno intenso no final de 2026, com implicações para o saneamento básico e o meio ambiente.

O BNDES financia a aquisição de 250 novos ônibus elétricos para São Paulo, parte de um investimento total de R$ 2,5 bilhões que já permitiu a compra de 1.185 veículos para substituir a frota a diesel.

Quase 200 autores de 79 países se reúnem na Tailândia para elaborar a contribuição do Grupo de Trabalho III para o Sétimo Relatório de Avaliação (AR7) do IPCC sobre a mitigação das mudanças climáticas.

O fortalecimento do El Niño agrava a seca no Sudeste, elevando a pressão sobre os recursos hídricos e atividades agrícolas.

Cientistas confirmam o papel das mudanças climáticas no desastre do Nepal, impulsionando a 350.org a exigir o rápido desembolso de fundos de recuperação por nações ricas.

A ocorrência de tornados no Sul do Brasil, com destaque para Santa Catarina, é intensificada pela atuação do fenômeno climático El Niño, que também contribui para tempestades severas.

O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, reforça o apelo para que os maiores poluidores da crise climática sejam responsabilizados e paguem pelos danos causados.

O estudo da Gallagher aponta que o El Niño 2026/2027, intensificado pelo aquecimento global, pode gerar impactos sistêmicos na logística, energia e negócios no Brasil.





