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VALE

Vale diz que Brasil alia transição energética e descarbonização
A Vale destaca que a combinação de transição energética, IA e digitalização posiciona o Brasil estrategicamente na economia global de minerais essenciais para a descarbonização e a economia digital.
22 de maio, 2026

Vale e Biosolvit inauguram fábrica para produção de supressor sustentável
6 de janeiro, 2026
Mais notícias e artigos sobre VALE

O pagamento da obra foi viabilizado pelo programa estadual Estrutura Pará, de 2022, e prevê PPPs entre Estado e mineradoras.

O produto foi desenvolvido pela própria Petrobras Singapore (PSPL) em seus tanques arrendados localmente, pela mistura de 76% de óleo combustível fóssil proveniente das refinarias do Sistema Petrobras e 24% de UCOME.

O estande da empresa irá mostrar a inovação presente na Amazônia pelos olhos de quem vive nela.

A Circlua, na qual a Vale investiu em 2022, é uma empresa voltada ao desenvolvimento e à criação de soluções para a indústria de cimento utilizando como insumo os resíduos de mineração, rejeitos e estéril.

O teste no Sohar Max é o quinto projeto de energia eólica instalado em navios que prestam serviço para a Vale

Todo o material será doado para associações de catadores, que venderão o plástico para ser utilizado como controle ambiental nas operações da Vale no Espírito Santo

O novo produto demandou dez anos de pesquisa e é uma parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)

O Fundo Vale e o Quintessa, aceleradora de impacto, lançaram o programa Desafios Floresta & Clima - Edição Carbono, com o objetivo de acelerar até seis iniciativas inovadoras com potencial de gerar soluções para a cadeia de carbono florestal. O programa visa fomentar negócios de geração de carbono, que, na sua origem, conciliam a preservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável, a partir da geração de benefícios sociais às comunidades envolvidas com o projeto. As inscrições para o desafio devem ser feitas até 16 de fevereiro pelo site https://desafiosflorestaeclima.com.br/ . “O Fundo Vale busca colaborar com o fortalecimento do mercado de carbono florestal de alta integridade, que ajude a reduzir emissões de carbono, mas que, sobretudo, traga benefícios para quem vive da floresta e a ajuda a protegê-la, o que chamamos de Carbono de Impacto”, explica Gustavo Luz, gerente de Operações do Fundo Vale. O Fundo é responsável pela coordenação da Meta Florestal 2030 da Vale que tem como compromisso recuperar e proteger voluntariamente 500 mil hectares de florestas até 2030. As iniciativas selecionadas passarão por um programa de aceleração coordenado pelo Quintessa, com duração de seis meses. O programa proporcionará aos projetos selecionados o acompanhamento individual e personalizado, além de mentoria para apoiar os desafios estratégicos de cada negócio. Os projetos selecionados recebem um diagnóstico e o desenvolvimento do plano de aceleração, com base na metodologia do Quintessa, que já foi utilizada no impulsionamento de mais de 400 startups de impacto. Além disso, os negócios terão possibilidade de se apresentar para executivos do Fundo Vale, da Vale, parceiros estratégicos, investidores e apoiadores, e terão acesso à rede de mentores do Quintessa. Os desafios foram separados em dois eixos: Indireto, que se refere às soluções que atuem ao longo da cadeia agroflorestal, indiretamente impactando o carbono; e Direto, relacionado às soluções que tragam benefícios de forma direta ao mercado de carbono, desde a originação, nas diversas etapas do ciclo de desenvolvimento e monitoramento de um projeto. No eixo Indireto, o programa visa soluções de fornecimento de insumos para sistemas agroflorestais, formação técnica para atores da cadeia de carbono, garantia de posse e uso da terra e comercialização de produtos agroflorestais, enquanto no eixo Direto, à busca é por soluções de monitoramento de projetos de crédito de carbono, gestão de projetos de crédito de carbono, financiamento de projetos de crédito de carbono, acesso ao mercado de carbono e redução de risco de projetos de crédito de carbono. Mais detalhes sobre as soluções procuradas podem ser encontrados no site www.fundovale.org . Estão aptos para inscrições negócios em estágio inicial que precisam de apoio para validar suas primeiras aplicações, negócios maduros com soluções prontas e/ou com soluções a serem adaptadas/criadas que precisam de apoio para escalar. “Identificamos diversos e relevantes desafios na cadeia agroflorestal e cadeia de carbono. Dado que apenas esperar não é uma opção, a iniciativa se propõe a impulsionar aqueles que estão propondo soluções para eles. Optamos por uma metodologia personalizada para garantir a qualidade e assertividade na agregação de valor do programa para os empreendedores, que podem ter soluções e negócios em estágios mais iniciais ou avançados.” comenta Anna de Souza Aranha, sócia-diretora do Quintessa. Para Gustavo Luz, do Fundo Vale, um dos grandes desafios para a larga escala é destravar gargalos estruturantes para a cadeia como um todo. “Ao enxergar o Brasil como potencial protagonista global em inovação e sustentabilidade, fomentar esses negócios, desde sua oxigenação, passando pela aceleração, até a entrega final, é parte fundamental do nosso propósito.”, explica Gustavo Luz.

A variedade de sementes encontradas na Flona é adquirida pela Vale e empregada em ações de recuperação de áreas mineradas.

O Fundo Vale responde pela implementação e coordenação da meta florestal da mineradora de recuperar e proteger mais 500 mil hectares de florestas até 2030.

A obra permitirá o escoamento da energia produzida no empreendimento para o Sistema Interligado Nacional (SIN).

Ganho de eficiência é de até 8% com redução de até 3,4 mil toneladas de CO2 equivalente por navio por ano.

Expectativa é reflorestar entre 16 mil e 33 mil hectares com espécies nativas e biodiversidade.

O modelo, muito usado na Europa, utiliza materiais básicos, como areia e brita, além de plantas para o tratamento de efluentes.

