A área apresenta um dos maiores potenciais solares do Brasil, com cerca de 300 dias de sol por ano, além de reunir condições ideais para a geração de energia fotovoltaica em larga escala.
Com 960 m², a unidade terá capacidade para produzir 1 milhão de litros mensais de resina biodegradável, reaproveitando mais de 24 toneladas de garrafas PET por mês.
A unidade, prevista para entrar em operação até o final de 2027, vai produzir biocarbono de alta densidade a partir de eucalipto certificado, um insumo capaz de substituir carvão mineral e gás natural em processos industriais, especialmente na siderurgia.
O consumo médio diário por habitante passou de 273,38 litros em 2024 para 275,05 litros em 2025, o que indica comportamento de consumo equilibrado mesmo durante os meses mais secos.
A nova lei institui a política de incentivo à instalação nas áreas rurais do Estado de fossas sépticas biodigestoras, definidas como um sistema descentralizado para tratamento de esgoto doméstico domiciliar usando processos biológicos de biodigestão anaeróbia (sem oxigênio).
Ao todo, o programa destinou mais de R$ 910 mil a 91 associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis e beneficiou diretamente cerca de 1,6 mil catadores em todas as regiões do Estado.
Com a entrega dos novos projetos fotovoltaicos, que, juntos, têm capacidade de geração projetada de 12,48GWh de energia por ano, a Omnigen Energy / Appian contribuirá para o avanço de uma matriz energética limpa no estado.
A descaracterização da barragem é prevista para o segundo semestre de 2032 e faz parte de um acordo firmado entre a ArcelorMittal e os órgãos públicos de controle e justiça.
Os recursos são provenientes do programa Fundo Clima e correspondem à totalidade do valor a ser investido no projeto, que terá capacidade de tratar um volume de até 2.200 m³/dia de efluentes.