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ENERGIA EÓLICA

Acertada venda do complexo Mangue Seco

A Petrobras assinou com a V2I Transmissão de Energia Elétrica S.A., tendo como gestora a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos Ltda, contrato para a venda de sua participação de 49% na sociedade Eólica Mangue Seco 1 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A, proprietária de parque de geração de energia eólica. O valor da venda é de R$ 42,5 milhões, a ser pago em parcela única. O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Petrobras continua com o processo de desinvestimento da Eólica Mangue Seco 2 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A. A operação está na fase vinculante para venda de 51%, totalidade da participação acionária da Petrobras na empresa. A Eólica Mangue Seco 1 faz parte de um complexo de quatro parques eólicos (Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4) localizado em Guamaré (RN), com capacidade instalada total de 104 MW. A Eólica Mangue Seco 1 detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW. A Petrobras assinou também com a V2I, com gestão da Vinci Partners Investimentos Ltda., contrato para vender conjuntamente com a Wobben Windpower Indústria e Comércio Ltda a totalidade de suas participações (51% Wobben e 49% Petrobras) nos dois parques eólicos de Mangue Seco 3 e 4. O valor total da venda referente à participação de 49% da Petrobras é de R$ 89,9 milhões pelas Eólicas Mangue Seco 3 e 4, a serem pagos em duas parcelas, sendo R$ 22,5 milhões em 7 de janeiro de 2021, e R$ 67,4 milhões no fechamento da transação, sujeito aos ajustes previstos no contrato. As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 também estão localizadas em Guamaré, e tem capacidade instalada total de 104 MW. As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 detêm e operam dois parques eólicos, com capacidade total de 52 MW, sendo 26 MW cada. O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Cade. As duas operações estão alinhadas com o processo de otimização de portfólio da Petrobras e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas, além de atender o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

A Petrobras assinou com a V2I Transmissão de Energia Elétrica S.A., tendo como gestora a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos Ltda, contrato para a venda de sua participação de 49% na sociedade Eólica Mangue Seco 1 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A, proprietária de parque de geração de energia eólica. O valor da venda é de R$ 42,5 milhões, a ser pago em parcela única. 

O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Petrobras continua com o processo de desinvestimento da Eólica Mangue Seco 2 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A. A operação está na fase vinculante para venda de 51%, totalidade da participação acionária da Petrobras na empresa. 

A Eólica Mangue Seco 1 faz parte de um complexo de quatro parques eólicos (Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4) localizado em Guamaré (RN), com capacidade instalada total de 104 MW. A Eólica Mangue Seco 1 detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW.

A Petrobras assinou também com a V2I, com gestão da Vinci Partners Investimentos Ltda., contrato para vender conjuntamente com a Wobben Windpower Indústria e Comércio Ltda a totalidade de suas participações (51% Wobben e 49% Petrobras) nos dois parques eólicos de Mangue Seco 3 e 4. 

O valor total da venda referente à participação de 49% da Petrobras é de R$ 89,9 milhões pelas Eólicas Mangue Seco 3 e 4, a serem pagos em duas parcelas, sendo R$ 22,5 milhões em 7 de janeiro de 2021, e R$ 67,4 milhões no fechamento da transação, sujeito aos ajustes previstos no contrato. 

As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 também estão localizadas em Guamaré, e tem capacidade instalada total de 104 MW. As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 detêm e operam dois parques eólicos, com capacidade total de 52 MW, sendo 26 MW cada.

O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Cade. 

As duas operações estão alinhadas com o processo de otimização de portfólio da Petrobras e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas, além de atender o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

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R$ 417 milhões para parques no RN

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 417 milhões para a construção dos parques eólicos Ventos de Santa Martina 01 e Ventos de São Januário 23, localizados nos municípios de Caiçara do Rio do Vento e Ruy Barbosa, no Estado do Rio Grande do Norte. Os dois parques eólicos somam 121,8 MW de capacidade instalada e produzirão energia equivalente ao consumo de 242 mil residências, gerando 775 empregos diretos e indiretos. Os projetos pertencem ao grupo Casa dos Ventos e fazem parte do Complexo Eólico Rio do Vento, que já tem sua primeira fase em construção (504MW) e, quando em plena operação comercial, superará a marca de 1 GW, tornando-se um dos maiores complexos eólicos do mundo. Os dois novos parques evitarão a emissão equivalente a 1,3 milhão de toneladas de gás carbônico em gases de efeito estufa por ano na atmosfera. Os financiamentos foram concedidos às Sociedades de Propósito Específico (SPEs) Ventos de Santa Amélia Energias Renováveis (Parque Eólico Ventos de Santa Martina 01) e Ventos de Santo Abelardo Energias Renováveis (Parque Eólico Ventos de São Januário 23), representando 77,2%, do investimento total dos projetos, que é de R$ 540 milhões. As obras do complexo eólico se iniciaram em fevereiro de 2020, com a previsão de que os parques entrem em operação até o primeiro trimestre de 2022. Durante as obras, cerca de três quartos dos recursos financiados pelo BNDES serão empregados na aquisição de aerogeradores nacionais - equipamentos que convertem a energia dos ventos em eletricidade. Os demais investimentos envolverão obras civis, sistemas de eletromecânica e a construção das linhas de transmissão associadas. “Ao financiar o Mercado Livre de Energia, o BNDES contribui para viabilizar soluções comerciais inovadoras, com sinergias entre contratos de compra e venda e o regime de autoprodução. Os projetos da Casa dos Ventos se enquadram nessa perspectiva”, explicou a superintendente da Área de Energia do BNDES, Carla Primavera.

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A joint venture formada pela Votorantim Energia e o Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments) vai investir R$ 2 bilhões na implantação de dois novos complexos eólicos – Ventos do Piauí II e III. O investimento será feito com recursos próprios da joint venture. As obras têm início previsto para janeiro de 2021 e as unidades entram em operação em meados de 2022, cm conclusão no ano seguinte. Os Complexos Ventos do Piauí II e III terão cinco parques eólicos cada um e estarão localizados na região da Serra do Inácio, entre os Estados do Piauí e Pernambuco. Juntos, os novos complexos terão potência instalada de 411,6 MW, elevando a capacidade instalada da joint venture em aproximadamente 1 GW naquela região. “Juntamente com os parques Ventos do Piauí I e Ventos do Araripe III, estes projetos irão compor o maior cluster de geração eólica do Brasil. A Joint Venture será responsável por 5% da base de geração eólica do País e 36% da base de geração eólica no Piauí. Serão 976,2 MW de capacidade instalada de geração, sendo 745,2 MW naquele estado e 231,0 MW em Pernambuco”, afirma Fabio Zanfelice, CEO da Votorantim Energia e presidente do conselho da joint venture. A energia produzida nos complexos será comercializada no mercado livre, sendo que 60% do seu volume já está contratado pelas empresas Votorantim Cimentos e Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). A Votorantim Energia anunciou a sua entrada no mercado de energia eólica em 2015, com o projeto Ventos do Piauí I. O complexo de 7 parques eólicos entrou em operação em julho de 2017, com potência instalada de 205,9 MW. Após a conclusão dos projetos Ventos do Piauí II e III, a Joint Venture terá investido aproximadamente R$ 5 bilhões na região, criando um cluster com 4 complexos eólicos equipados com 352 aerogeradores.

9 de março, 2020