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BIOCOMBUSTÍVEIS

Petrobras vende 50% na BSBios

A Petrobras informa que a sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível S.A. (PBio) vendeu participação de suas ações de emissão (50%) da BSBios Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil S/A (BSBios) para a RP Participações em Biocombustíveis S.A. por R$ 1,235 bilhão ( valor data base em 30 de novembro de 2020). O negócio faz parte do plano de desinvestimentos da companhia. A Diretoria Executiva da Petrobras Biocombustível aprovou o encaminhamento da matéria para deliberação dos órgãos competentes da Petrobras. A transação ainda está sujeita à aprovação da Assembleia Geral da PBio e ao cumprimento de outras condições precedentes usuais. O valor atribuído a 100% da BSBIOS e com as deduções da dívida líquida e demais ajustes de preços, o valor líquido a ser recebido pela PBio (50% da BSBios) será da ordem de R$ 319 milhões, caso a transação seja aprovada

A Petrobras informa que a sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível S.A. (PBio) vendeu participação de suas ações de emissão (50%)  da BSBios Indústria e Comércio de Biodiesel Sul Brasil S/A (BSBios) para a RP Participações em Biocombustíveis S.A. por R$ 1,235 bilhão ( valor data base em 30 de novembro de 2020). O negócio faz parte do plano de desinvestimentos da companhia. 
 
A Diretoria Executiva da Petrobras Biocombustível aprovou o encaminhamento da matéria para deliberação dos órgãos competentes da Petrobras. A transação ainda está sujeita à aprovação da Assembleia Geral da PBio e ao cumprimento de outras condições precedentes usuais. O valor atribuído a 100% da BSBIOS e com as deduções da dívida líquida e demais ajustes de preços, o valor líquido a ser recebido pela PBio (50% da BSBios) será da ordem de R$ 319 milhões, caso a transação seja aprovada

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Acertada venda do complexo Mangue Seco

A Petrobras assinou com a V2I Transmissão de Energia Elétrica S.A., tendo como gestora a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos Ltda, contrato para a venda de sua participação de 49% na sociedade Eólica Mangue Seco 1 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A, proprietária de parque de geração de energia eólica. O valor da venda é de R$ 42,5 milhões, a ser pago em parcela única. O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Petrobras continua com o processo de desinvestimento da Eólica Mangue Seco 2 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A. A operação está na fase vinculante para venda de 51%, totalidade da participação acionária da Petrobras na empresa. A Eólica Mangue Seco 1 faz parte de um complexo de quatro parques eólicos (Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4) localizado em Guamaré (RN), com capacidade instalada total de 104 MW. A Eólica Mangue Seco 1 detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW. A Petrobras assinou também com a V2I, com gestão da Vinci Partners Investimentos Ltda., contrato para vender conjuntamente com a Wobben Windpower Indústria e Comércio Ltda a totalidade de suas participações (51% Wobben e 49% Petrobras) nos dois parques eólicos de Mangue Seco 3 e 4. O valor total da venda referente à participação de 49% da Petrobras é de R$ 89,9 milhões pelas Eólicas Mangue Seco 3 e 4, a serem pagos em duas parcelas, sendo R$ 22,5 milhões em 7 de janeiro de 2021, e R$ 67,4 milhões no fechamento da transação, sujeito aos ajustes previstos no contrato. As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 também estão localizadas em Guamaré, e tem capacidade instalada total de 104 MW. As Eólicas Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4 detêm e operam dois parques eólicos, com capacidade total de 52 MW, sendo 26 MW cada. O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Cade. As duas operações estão alinhadas com o processo de otimização de portfólio da Petrobras e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas, além de atender o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

11 de janeiro, 2021
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COMBUSTÍVEIS
Petrobras conclui testes com diesel renovável

A Petrobras concluiu com sucesso testes em escala industrial para a produção de diesel renovável. Os testes foram realizados na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), onde a companhia processou dois milhões de litros de óleo de soja, que resultaram na produção de cerca de 40 milhões de litros de óleo diesel com conteúdo renovável. O novo combustível tem benefícios ambientais, já que reduz as emissões de gases do efeito estufa e melhora o desempenho dos motores em comparação ao biodiesel. Segundo estudos da Associação dos Produtores de Biodesel (Aprobio), o diesel renovável reduz cerca de 70% das emissões de gases de efeito estufa em comparação ao diesel mineral (derivado do petróleo) e 15% em relação ao biodiesel, para o mesmo óleo vegetal de origem. Em comparação com o biodiesel, a utilização do diesel renovável também melhora o desempenho dos motores, evitando problemas como entupimentos de filtros, bombas e bicos injetores. O diesel renovável produzido pela Petrobras não contém glicerina nem contaminantes metálicos, e suas moléculas são iguais às do diesel mineral, podendo ser misturado ao óleo diesel sem restrições. O combustível depende ainda do aval da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para ser comercializado no Brasil. Os resultados obtidos serão informados à ANP para contribuir para a regulação do produto. O objetivo é atender, em conjunto com o biodiesel já existente, a parcela de biocombustível que deve ser misturada ao diesel comercializado nos postos. Atualmente, o biodiesel é misturado ao diesel mineral em uma proporção de, no mínimo, 12% pelas distribuidoras de combustível, e chegará a 15% até 2023. O diesel renovável é produzido por meio do processamento de matéria-prima renovável, como óleo vegetal ou gorduras animais, em conjunto com o diesel mineral em unidades de processamento dentro das refinarias. A Petrobras possui uma tecnologia patenteada desde 2006 para o coprocessamento de óleos vegetais utilizando o processo denominado “HBIO”. Essa tecnologia resulta num combustível mais estável que o biodiesel. Apesar de não ser utilizado na mistura do diesel no Brasil, o diesel renovável é utilizado em países da Europa e nos Estados Unidos. O novo combustível é adequado às tecnologias mais modernas de motores que estão sendo introduzidas no Brasil.

20 de julho, 2020