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RECICLAGEM

Aluno quer reaproveitar óleo de cozinha

Aluno do Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL, Adhemar de Carvalho Monteiro Júnior desenvolveu um projeto que facilita o descarte do óleo de cozinha, além de propor a reutilização do resíduo. O aluno de engenharia mecânica quer avaliar o impacto ambiental gerado pelo descarte incorreto do óleo de cozinha. O estudante idealizou um equipamento capaz de reutilizar o óleo de cozinha, transformando-o em sabão ecológico. Além disso, a meta é que seja algo prático e simples, facilitando o armazenamento, o manuseio e o descarte correto por parte dos cidadãos. "A produção poderá, ainda, reduzir gastos domésticos na compra de sabão e gerar renda extra para quem tiver esse interesse", afirmou o estudante. A proposta socioambiental do projeto foi levada em consideração pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A entidade contemplou Adhemar com uma bolsa de iniciação científica por 12 meses para auxiliá-lo no desenvolvimento da pesquisa. O aluno teve a orientação do professor Renann Pereira Gama no processo. "Mesmo em instituições públicas a aprovação de trabalhos por essa agência de fomento é uma tarefa difícil, principalmente pelo alto nível de cobrança e exigência da FAPESP", explicou o docente. A resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estima que um litro de óleo de cozinha pode contaminar 25 mil litros de água. No Brasil, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) avalia que há uma produção de três bilhões de litros de óleo por ano.

Aluno do Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL, Adhemar de Carvalho Monteiro Júnior desenvolveu um projeto que facilita o descarte do óleo de cozinha, além de propor a reutilização do resíduo. O aluno de engenharia mecânica quer avaliar o impacto ambiental gerado pelo descarte incorreto do óleo de cozinha. 
 
O estudante idealizou um equipamento capaz de reutilizar o óleo de cozinha, transformando-o em sabão ecológico. Além disso, a meta é que seja algo prático e simples, facilitando o armazenamento, o manuseio e o descarte correto por parte dos cidadãos. "A produção poderá, ainda, reduzir gastos domésticos na compra de sabão e gerar renda extra para quem tiver esse interesse", afirmou o estudante.
 
A proposta socioambiental do projeto foi levada em consideração pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A entidade contemplou Adhemar com uma bolsa de iniciação científica por 12 meses para auxiliá-lo no desenvolvimento da pesquisa. O aluno teve a orientação do professor Renann Pereira Gama no processo. "Mesmo em instituições públicas a aprovação de trabalhos por essa agência de fomento é uma tarefa difícil, principalmente pelo alto nível de cobrança e exigência da FAPESP", explicou o docente.
 
A resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estima que um litro de óleo de cozinha pode contaminar 25 mil litros de água. No Brasil, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) avalia que há uma produção de três bilhões de litros de óleo por ano. 

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BIODEGRADÁVEIS
Alunos produzem canudos comestíveis

Três alunos da Etec Amim Jundi, em Oswaldo Cruz (SP), produziram um polissacarídeo (substância semelhante ao açúcar) a partir de bagaços e cascas descartados da indústria alimentícia. Alex Vidotto, Aline Molena e Ariane Guerra dissolveram a substância em suco de frutas e manipulada em laboratório, conseguindo mais cor, sabor e consistência pastosa, o que permite a moldagem em formato cilíndrico. Os alunos tiveram orientação da professora da disciplina de planejamento e desenvolvimento de trabalho de conclusão de curso (TCC) da Etec, Edelma Jacob. De acordo com a orientadora, mesmo que o material seja descartado inadequadamente, ele se dissolve rapidamente e reduz os prejuízos ambientais. “Mesmo que a pessoa não coma o canudo depois de terminar a bebida, ele se decompõe facilmente, o que não ocorre com o similar feito de plástico”, explica a professora. “Apesar de já existirem canudos biodegradáveis no mercado, durante a fase de pesquisa não encontramos nenhum comestível como o nosso”, diz Alex. Os alunos pretendem continuar a pesquisa após o término do curso técnico de Química neste 1º semestre. “Estamos satisfeitos com os resultados obtidos até aqui, considerando o tempo que tivemos para o desenvolvimento. Pretendemos aprimorar para tentar lançar o produto no mercado”, projeta Alex. O material produzido é rico em fibras e garante as propriedades nutricionais das frutas. Outro trabalho desenvolvido por alunos do curso técnico de Química integrado ao Ensino Médio da Etec Trajano Camargo ocorre em Limeira (SP). Bianca Zampieri, Gabriela Henriques e Milena Ribeiro começaram um estudo no 2º semestre de 2018 também visando o TCC que defenderão no final deste ano. Por meio do Estudo e aplicação de bioplástico em canudos substituindo polímeros sintéticos, o projeto visa produzir canudos biodegradáveis a partir de diferentes resíduos da indústria alimentícia, como soro de leite e casca de batatas. A ideia do projeto foi sugestão da orientadora Gislaine Delbianco, coordenadora do curso. “Uma alternativa que vem sendo bastante procurada são os canudos de metal. No entanto, analisamos que existem riscos de contaminação por limpeza ineficiente”, completa Gabriela. Futuramente, elas pensam em estender a pesquisa para a produção de pratos e talheres biodegradáveis.

5 de julho, 2019
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RESÍDUOS TÓXICOS
Alunos de Etec desenvolvem método para aproveitar cobre

Três estudantes da Escola Técnica Estadual (Etec) Trajano Camargo, de Limeira (SP), desenvolveram uma metodologia para separar o cobre dos rejeitos e aproveitá-lo novamente na indústria. A pesquisa elaborada pelos alunos Elizandra Larissa da Silva, Kaíque Gonçalves Ferreira e Vitória Ventura, do curso técnico de Química Integrado ao Ensino Médio conquistou primeiro lugar na categoria Engenharia, da 16ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada em março, na capital paulista. Os estudantes foram credenciados para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia (Intel ISEF), que será realizada entre os dias 13 e 19 de maio, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. Os estudantes contaram com a orientação dos professores Gislaine Delbianco e Sérgio Delbianco Filho no projeto iniciado em 2017 como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A metodologia desenvolvida separa o cobre do lodo residual da produção das joias folheadas por meio de uma troca de elétrons utilizando palha de aço. O cobre depositado na palha recebe posteriormente um tratamento com ácido clorídrico para que se separe do ferro.No final do processo é possível obter o próprio cobre metálico utilizado como matéria-prima na produção das joias ou o sulfato de cobre, uma solução aplicada em banhos de galvanização. “As empresas da região gastam altas quantias de dinheiro no tratamento e no descarte de toneladas de resíduos. Com a nossa proposta de baixo custo, será possível reverter esse prejuízo em lucro”, explica um dos autores da pesquisa, Kaíque, de 16 anos. ] Os pesquisadores comentam que após todo processo químico para separação do cobre, os elementos residuais ainda presentes não possuem mais os metais pesados em quantidade nociva para o meio ambiente e podem ser despejados sem risco em aterros sanitários. “Porém, nossa ideia é dar continuidade à pesquisa e encontrar uma maneira para reaproveitar também esses outros resíduos e transformá-los, por exemplo, em adubo mineral”, planeja Kaíque. “Estudos internacionais apontam que as jazidas de cobre correm sério risco de esgotamento nas próximas décadas. Por isso, é urgente buscar fontes alternativas”, ressalta Gislaine, que foi a vencedora do prêmio Professor Destaque da 16ª Febrace.

12 de abril, 2018
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ÓLEO DE COZINHA
ADM lança app para incentivar descarte correto

A Archer Daniels Midland (ADM), empresa de agronegócio e fabricante de óleo vegetal, está lançando o Vitaliv APP, aplicativo que fornece gratuitamente serviço de retirada do óleo de cozinha usado para residências, condomínios, bares, restaurantes e escolas da capital paulista. O app incentivará a população a se engajar no descarte correto do resíduo, além de contribuir para o trabalho de milhares de coletadores de cooperativas, que se sustentam com a reciclagem de óleo. O interessado pode solicitar a retirada do resíduo no mesmo dia ou agendar pelo aplicativo. O Vitaliv APP, através de geolocalização, aciona a cooperativa mais próxima para fazer recolhimento do resíduo no local chamado. O aplicativo também traz um mapa de localização dos PEVs – pontos de entrega voluntária – de reciclagem em todo Brasil, já que inicialmente o APP atuará para coleta no Centro e na zona Oeste da capital paulista. Posteriormente, será ampliado para as demais regiões da cidade, do Estado e do País, visto que a iniciativa está buscando mais entidades e cooperativas parceiras. “O Vitaliv APP é a ferramenta que faltava para ampliar a reciclagem do óleo usado em São Paulo”, afirma Célia Marcondes, Presidente da Ecóleo – Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta, Reaproveitamento e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível , uma das entidades parceiras da ADM nesta iniciativa. Atualmente, são coletados 1,6 milhão de litros de óleo comestível por mês na cidade de São Paulo, o que representa apenas 10% do potencial existente. “Com a comodidade que o aplicativo oferece, não há mais motivo para o usuário jogar o óleo na pia, no vaso sanitário, no ralo ou canteiro de planta, pois ele pode armazená-lo em garrafas PET e entregá-lo a um dos associados”, explica Ivana Alves Rocha, responsável pelo Marketing de produto da ADM. O app está disponível para smartphones com plataforma igual ou superior ao Android 4.4 ou iOS 8.0.

23 de maio, 2016