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CANTAREIRA

Apenas um índice de armazenamento

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) voltou a utilizar apenas um índice de armazenamento no Sistema Cantareira. A partir do dia 15 de maio de 2017, a Sabesp passou a divulgar somente o atual “Índice 3”, que passa a ser denominado apenas “Índice Armazenado”, exatamente como era feito antes da crise hídrica de 2014/2015 e que sempre foi usado para divulgar os índices de todos os mananciais que abastecem a região metropolitana. Com isto, a Sabesp deixa de incluir o volume da reserva técnica (volume morto) na medição, mesmo que a experiência durante a crise tenha provado que é possível usar essa água para abastecer a população. Foi justamente no dia 15 que o bombeamento da água das reservas completa três anos. A utilização ocorreu até dezembro de 2015. A Sabesp irá manter indicador apenas relativo ao volume útil. O ‘Índice Armazenado’ é obtido pela divisão do volume armazenado pelo volume útil máximo. O volume útil total do Sistema Cantareira é de 982,07 bilhões de litros. Para calcular o “Índice Armazenado”, basta dividir o volume de água de um dia específico pelo volume útil e multiplicar o resultado por 100. A utilização de apenas um índice é decorrente da superação da crise hídrica com as diversas obras executadas pela Sabesp, a recuperação dos volumes armazenados nas represas e o retorno das condições hidrológicas normais. A Sabesp também altera o nível mínimo operacional da represa Biritiba-Mirim, do Sistema Alto Tietê, que volta a ser de 752,5 m - isso equivale à altitude do ponto mais baixo de retirada de água em relação ao nível do mar - ante o nível anterior de 749 m. A mudança reduz em 13,65 bilhões de litros o volume máximo dessa represa e do sistema como um todo. Essa alteração refletirá em redução de cerca de 1% no índice de armazenamento do Sistema Alto Tietê.

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) voltou a utilizar apenas um índice de armazenamento no Sistema Cantareira. A partir do dia 15 de maio de 2017, a Sabesp passou a divulgar somente o atual “Índice 3”, que passa a ser denominado  apenas “Índice Armazenado”, exatamente como era feito antes da crise hídrica de 2014/2015 e que sempre foi usado para divulgar os índices de todos os mananciais que abastecem a região metropolitana.
 
Com isto, a Sabesp deixa de incluir o volume da reserva técnica (volume morto) na medição, mesmo que a experiência durante a crise tenha provado que é possível usar essa água para abastecer a população. Foi justamente no dia 15 que o bombeamento da água das reservas completa três anos. A utilização ocorreu até dezembro de 2015.
 
A Sabesp irá manter indicador apenas relativo ao volume útil. O ‘Índice Armazenado’ é obtido pela divisão do volume armazenado pelo volume útil máximo. O volume útil total do Sistema Cantareira é de 982,07 bilhões de litros. Para calcular o “Índice Armazenado”, basta dividir o volume de água de um dia específico pelo volume útil e multiplicar o resultado por 100. A utilização de apenas um índice é decorrente da superação da crise hídrica com as diversas obras executadas pela Sabesp, a recuperação dos volumes armazenados nas represas e o retorno das condições hidrológicas normais. A Sabesp também altera o nível mínimo operacional da represa Biritiba-Mirim, do Sistema Alto Tietê, que volta a ser de 752,5 m - isso equivale à altitude do ponto mais baixo de retirada de água em relação ao nível do mar - ante o nível anterior de 749 m. A mudança reduz em 13,65 bilhões de litros o volume máximo dessa represa e do sistema como um todo. Essa alteração refletirá em redução de cerca de 1% no índice de armazenamento do Sistema Alto Tietê.
 

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ABASTECIMENTO
Sistema Cantareira volta ao nível normal

A partir de 1º de abril de 2020, o Sistema Cantareira voltou a operar com sua faixa normal, o que não acontecia desde 2017. Com isto, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) poderá voltar a captar 33 m³/s dos reservatórios. Até então, a companhia podia captar 31 m³/s, devido à faixa de operação de Alerta. As chuvas dos últimos meses ajudaram para que o Sistema Equivalente do Cantareira superasse os 60% de seu volume útil ao término deste mês. As represas Jacareí, Jaguari, Cachoeira e Atibainha estavam com 64,4% de seu volume útil em 31 de março. A captação de água do Cantareira abastece aproximadamente 9 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), mas é condicionada ao nível de armazenamento de água do manancial ao término de cada mês. Há cinco faixas a serem seguidas de acordo com a Resolução Conjunta ANA/DAEE nº 925/2017, que definiu as condições de operação do Sistema juntamente com a renovação da outorga da empresa de saneamento para uso do manancial. As faixas são divididas em: Normal – quando o volume é igual ou superior a 60% e limite de retirada de 33,0 m³/s; Atenção - volume útil acumulado igual ou maior que 40% e menor que 60% e limite de retirada de 31,0 m³/s; Alerta - volume útil acumulado igual ou maior que 30% e menor que 40% e limite de retirada de 27,0 m³/s; Restrição - volume útil acumulado igual ou maior que 20% e menor que 30% e limite de retirada de 23,0 m³/s e Especial - volume acumulado inferior a 20% do volume útil e limite de retirada de 15,5 m³/s. O Sistema Cantareira é de responsabilidade da ANA e DAEE, pois recebe água de uma bacia hidrográfica de gestão federal: a bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (bacias PCJ). Os dois órgãos acompanham, por meio de dados, os de níveis da água, vazão e volume armazenado, além de definir normas e regras que determinam a operação do Sistema, formado pelos reservatórios Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro. Os quatro primeiros ficam nas bacias PCJ e o Paiva Castro está na bacia do Alto Tietê. As águas são conectadas por túneis subterrâneos e canais, formando o Sistema Equivalente do Cantareira com volume útil total de 981,56 bilhões de litros. A situação do armazenamento do Sistema Cantareira pode ser acompanhada pelo site https://www.ana.gov.br/sala-de-situacao/sistema-cantareira .

6 de abril, 2020
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ABASTECIMENTO
São Paulo ganha mais água em 2017

Os sistemas de abastecimento de água da Grande São Paulo continuam em processo de recuperação com o começo da temporada de chuvas. O nível somado de todas as represas - sem contar com as reservas técnicas - já ultrapassa o da mesma data de 2013, período imediatamente anterior à crise hídrica. O índice global dos reservatórios atingiu 47,23% (62,6% se somadas as duas reservas técnicas) ante os 47,19% em 11 de novembro de 2013. A quantidade de água disponível atualmente chega a 882 bilhões de litros (1,17 trilhão de litros se contadas as reservas técnicas) e a perspectiva é de que a elevação se mantenha com o período das chuvas. No inicio de setembro, o Sistema Cantareira já havia ultrapassado a marca do mesmo período em 2013. Entre as ações contra a crise, foram realizadas cerca de 500 obras de pequeno, médio e grande porte para aumentar o volume de água reservada, ampliar a capacidade de tratamento e interligar áreas de abastecimento. Esta interligação permitiu que bairros que eram atendidos pelo Cantareira antes da crise passassem a ser abastecidos por outros sistemas. No que se refere ao volume de água disponível, as obras mais importantes e já concluídas são a ligação Rio Grande – Alto Tietê, as unidades de membranas nas estações de tratamento de água do Guarapiranga e do Rio Grande e a captação do Guaió. As chuvas em outubro último superaram as médias históricas em todos os sistemas e a afluência média no mês foi de 64,5 m3/s. Em novembro, os índices de precipitação também começaram bem o mês e seguem com perspectiva de superar a média histórica. Além da elevação gradual dos reservatórios com as chuvas de verão e as medidas de recuperação implantadas pela Sabesp, para 2017 duas grandes obras devem trazer um nível ainda maior de segurança hídrica para a RMSP. A primeira é a Interligação Atibainha-Jaguari, que terá capacidade média de bombeamento de 5.100 litros por segundo de água da represa Jaguari, no Vale do Paraíba, para a Atibainha, no Cantareira. A outra é o novo Sistema Produtor São Lourenço, que contribuirá com 6.400 litros por segundo de água tratada para a região e tem início de operação previsto para outubro do próximo ano.

18 de novembro, 2016
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ABASTECIMENTO
Reservatórios já têm mais de 50,5% de capacidade

A Sabesp registrou, em 22 de fevereiro, índice de 50,5% de capacidade total do volume operacional de água armazenada nos reservatórios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Isto representa mais de 943 bilhões de litros de água com as reservas técnicas (volume morto). Há exatamente um ano, em 22 de fevereiro de 2015, o volume de água registrado era de 409 bilhões de litros ou cerca de 22% da capacidade do sistema. Esta melhora significa que as represas contam atualmente com 534 bilhões de litros a mais, ou seja, mais de duas vezes a quantidade armazenada há um ano. Este volume de água pode crescer ainda mais até o final da temporada de chuvas até março, o que pode garantir reforço para o longo período de estiagem que acontece no restante do ano. No início do período seco de 2015, no começo do mês de abril, o volume operacional era de aproximadamente 590 bilhões de litros, cerca de 32% do total. A recuperação dos mananciais fez com que a Sabesp pudesse aumentar gradualmente a oferta de água na Grande São Paulo, próxima de 60 m3/segundo. Para se ter uma ideia, antes da seca recorde de 2014/15, essa produção era de cerca de 70 m3/segundo e no auge da crise caiu para pouco mais de 50 m3/segundo. Desde dezembro do último ano, a Sabesp vem reduzindo os horários de diminuição de pressão – concentrados nos períodos da noite e madrugada – o que permite mais acesso à água principalmente para moradores de áreas mais altas e distantes dos reservatórios, que enfrentavam maior dificuldade no período mais agudo da crise.

1 de março, 2016
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CRISE HÍDRICA
Cantareira volta a ser principal sistema da Grande SP

Com o bom volume de chuvas registrado em janeiro passado, o Cantareira voltou a ser o principal sistema produtor de água da Região Metropolitana de São Paulo. É o que afirma a Sabesp, com base na análise da situação dos mananciais. Hoje, o Cantareira atende aproximadamente uma população de 5,7 milhões de pessoas e o Guarapiranga, 5,2 milhões. Antes da estiagem, em dezembro de 2013, esses sistemas abasteciam, respectivamente, 8,8 milhões e 3,9 milhões de clientes. Os seis principais sistemas que abastecem a RMSP fecharam janeiro de 2016 com um acréscimo de 181,1 milhões de m³ de água na comparação com dezembro de 2015, totalizando 884,55 milhões de m³, uma alta de 25,7%. Na comparação com o nível dos reservatórios registrado em janeiro do ano passado, no auge da crise hídrica, a elevação foi de 598,55 milhões de m³ (+209,3%), quantidade de água que corresponde a mais da metade de todo o volume útil do Sistema Cantareira ou a somatória dos volumes úteis dos sistemas Rio Claro, Alto Cotia e Alto Tietê. Para a companhia de saneamento do Estado de São Paulo, a melhora na situação dos mananciais também se deve ao Programa de Bônus, que estimulou o uso racional da água. A economia de água feita pelos moradores atendidos pela Sabesp fez com que a companhia deixasse de retirar no mês passado 5,7 mil litros por segundo das represas que abastecem a RMSP – volume suficiente para atender a 1,83 milhão de pessoas, diz a companhia, em nota. Recentemente, o programa de bônus implantado em 1º de fevereiro de 2014 passou por mudanças que atualizaram a regra para cálculo do bônus e que consiste na adoção, para cada cliente, de um novo consumo médio de referência. A nova meta de consumo é informada na conta dos clientes.

17 de fevereiro, 2016