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PRÊMIO

Brasileira ganha pela primeira vez AWC

Criadora da startup Aqualuz, formada ao longo do programa Academic Working Capital (AWC) do Instituto TIM, a empreendedora baiana Anna Luísa Beserra venceu o Prêmio Jovens Campeões da Terra, da ONU. O projeto, desenvolvido em parceria com estudantes da Universidade Federal da Bahia e da Universidade Federal do Ceará, é um sistema mecatrônico de filtragem baseada em luz solar. Esta é a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio da ONU voltado para jovens empreendedores com ideias inovadoras para o futuro do planeta. A solução busca resolver a falta de acesso à água potável no Nordeste. O filtro purifica a água da chuva coletada por cisternas de áreas rurais por meio de raios solares e um indicador muda de cor quando o consumo é seguro. O Aqualuz já distribui água potável para 265 pessoas e alcançará mais 700 ainda este ano. Anna Luísa ficou entre os 35 finalistas globais e concorreu na categoria América Latina e Caribe com outros quatro jovens. O prêmio será entregue em cerimônia durante a 74ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, em 26 de setembro, em Nova York, Estados Unidos. O AWC é um programa de educação empreendedora do Instituto TIM que, desde 2015, apoia universitários brasileiros que querem transformar seus Trabalhos de Conclusão de Curso em uma startup de base tecnológica. “Seria impossível evoluir tanto em tão pouco tempo. O programa abriu portas incríveis e mesmo depois do término do nosso período de acompanhamento oficial, continuamos recebendo muito apoio do AWC. Os resultados de hoje são todos frutos do treinamento e do suporte financeiro que recebemos”, conta. Além do suporte financeiro, o AWC fornece orientação técnica e de negócios, por meio de workshops e acompanhamento semanal com monitores. No fim do ano, os universitários participam da feira de investimentos do programa e apresentam suas soluções para profissionais do mercado e investidores-anjo. Já participaram do programa 300 estudantes, desenvolvendo 109 projetos.

Criadora da startup Aqualuz, formada ao longo do programa Academic Working Capital (AWC) do Instituto TIM, a empreendedora baiana Anna Luísa Beserra venceu o Prêmio Jovens Campeões da Terra, da ONU. O projeto, desenvolvido em parceria com estudantes da Universidade Federal da Bahia e da Universidade Federal do Ceará, é um sistema mecatrônico de filtragem baseada em luz solar. Esta é a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio da ONU voltado para jovens empreendedores com ideias inovadoras para o futuro do planeta.
 
A solução busca resolver a falta de acesso à água potável no Nordeste. O filtro purifica a água da chuva coletada por cisternas de áreas rurais por meio de raios solares e um indicador muda de cor quando o consumo é seguro. O Aqualuz já distribui água potável para 265 pessoas e alcançará mais 700 ainda este ano. Anna Luísa ficou entre os 35 finalistas globais e concorreu na categoria América Latina e Caribe com outros quatro jovens. O prêmio será entregue em cerimônia durante a 74ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, em 26 de setembro, em Nova York, Estados Unidos. 
 
O AWC é um programa de educação empreendedora do Instituto TIM que, desde 2015, apoia universitários brasileiros que querem transformar seus Trabalhos de Conclusão de Curso em uma startup de base tecnológica. “Seria impossível evoluir tanto em tão pouco tempo. O programa abriu portas incríveis e mesmo depois do término do nosso período de acompanhamento oficial, continuamos recebendo muito apoio do AWC. Os resultados de hoje são todos frutos do treinamento e do suporte financeiro que recebemos”, conta. 
 
Além do suporte financeiro, o AWC fornece orientação técnica e de negócios, por meio de workshops e acompanhamento semanal com monitores. No fim do ano, os universitários participam da feira de investimentos do programa e apresentam suas soluções para profissionais do mercado e investidores-anjo. Já participaram do programa 300 estudantes, desenvolvendo 109 projetos. 
 

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POLUIÇÂO
App para monitorar qualidade do ar

Henrique Miranda, estudante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, Gabriel Barros, da Universidade Federal de Campina Grande, e David Luna, do Centro Universitário Maurício de Nassau criaram o Dispositivo de Monitoramento de Qualidade do Ar Conectado a Smartphones. A solução permite o monitoramento em tempo real da qualidade do ar que se respira. Pode-se monitorar a temperatura, umidade e a concentração de gases no ambiente, indicando os possíveis efeitos nocivos à saúde da população, que serão reportados imediatamente no aplicativo para smartphone. “Queremos conscientizar os gestores públicos e as empresas sobre os efeitos da baixa qualidade do ar para a população. Dessa forma, podemos incentivar mudanças de hábito para alcançar um ambiente mais puro e com menos danos à saúde das pessoas e ao meio ambiente”, comenta Henrique Miranda. O aplicativo concorre com outros dois projetos na categoria Smart Cities da 7ª edição do Campus Mobile. Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto NET Claro Embratel com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Facebook, Twitter e até mesmo a Universidade de Stanford, para finalizarem os projetos. O Campus Mobile é um concurso de ideias e soluções para telefonia móvel do Instituto NET Claro Embratel, em parceria com a Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC/USP) e o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

8 de maio, 2019
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MEIO AMBIENTE
Prêmio para projetos sobre água

O Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2019 tem como tema : ‘Água – economizar para não faltar’ e desafia crianças e adolescentes a desenvolver projetos que solucionem o problema hídrico na sua escola ou comunidade. O prêmio está integrado à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a qual contém 17 objetivos instituídos pela ONU. “Estamos propondo o desenvolvimento de um trabalho investigativo e de experimentação em que o tema água possa ser refletido no cotidiano do ambiente escolar, de forma que o professor e os alunos percebam o projeto como um instrumento de ensino e não como um trabalho extra. Por exemplo, eles poderão construir uma cisterna para captação e reaproveitamento da água de chuva ou criar uma horta com irrigação sustentável e, assim, aprender ao mesmo tempo em que modifica e melhora a realidade local”, esclarece Andrée Ridder, educadora ambiental responsável pelo conteúdo do material pedagógico do Prêmio. O Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente é realizado em parceria com as Secretarias Municipais e Estaduais de Educação e de Meio Ambiente. O projeto promove a capacitação de professores, faz a distribuição de kits educativos e reconhece os melhores trabalhos desenvolvidos pelas escolas. Filhos de empregados da ArcelorMittal também podem participar. Em 2018, mais de 94 mil pessoas de 32 municípios foram beneficiadas pela iniciativa. Maiores informações sobre o prêmio no hotsite www.arcelormittalciencias.net .

28 de março, 2019
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SEMIÁRIDO
Venda da água ajuda região mais seca

Lançada em março deste ano, a água AMA já bateu a marca de R$1 milhão em lucro de vendas. O valor é todo revertido às comunidades do Semiárido brasileiro em projetos que levam água às famílias da região mais seca do Brasil. Até o momento, o projeto já beneficiou mais de seis mil pessoas com a construção de poços para captação de água ou adutora, além de uma mini-usina gerada por sistema fotovoltaico para distribuição da água a um baixo custo. Para colocar os projetos em prática, a AMA direciona os recursos para o SISAR – Sistema Integrado de Saneamento Rural - que administra a maioria dos sistemas de água rurais do Ceará. “Quanto mais pessoas escolherem AMA, mais pessoas no semiárido terão acesso à água. Isto abre portas para a melhora na qualidade de vida destas famílias. Já temos planos para sete novas comunidades, além de incentivos para projetos inovadores de acesso à água desenvolvidos por empresas júniores e startups”, comemora Carla Crippa, diretora de Sustentabilidade da Ambev e co-criadora de AMA. “Este resultado mostra que os consumidores brasileiros estão abertos a produtos com causas sociais”, complementa. Além da segunda edição do Desafio Ama, vencido pela Sea Jr, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com o projeto de aquaponia, que recebeu aporte de R$ 30 mil para implementação em Sítio Caiçara, a Ambev lançou parceria com o Yunus Negócios Sociais, a Aceleradora AMA. Já foram selecionados quatro projetos inovadores para geração, tratamento e distribuição de água. Até janeiro de 2018, os empreendedores selecionados, que são dos Estados Unidos, Itália, Ceará e Bahia, terão a mentoria de profissionais especializados, de acordo com as necessidades de cada negócio, incluindo um módulo especial sobre tecnologia ministrado pela Singularity University, referência em inovação do Vale do Silício.

24 de novembro, 2017
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SEMIÁRIDO
Projeto potiguar vence desafio AMA

Empresa júnior da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a Sea Jr venceu o Desafio AMA, promovido pela Ambev. O projeto de Aquaponia para organismos aquáticos e hortaliças para geração de renda em comunidades do semiárido receberá um aporte de R$ 30 mil para implementação. O projeto utilizará água oriunda dos poços financiados pela água AMA, água mineral da Ambev que reverte 100% do lucro obtido com suas vendas a projetos de acesso à água no semiárido, e terá recirculação de água suficiente para a criação de peixes e para o cultivo de hortaliças. A horta será regada com a água utilizada pelos peixes, que contém nutrientes fertilizantes. O projeto será implementado na comunidade de Sítio Caiçara, em Jaguaruana, cidade a 187 km de Fortaleza (CE). “Com o fácil acesso à água na comunidade atendida por AMA, o projeto da Sea Jr será possível e vai ajudar a gerar renda de forma sustentável e uma economia de subsistência para as famílias da região”, afirmou Carla Crippa, gerente de sustentabilidade da Ambev. O sistema terá capacidade para produção de até 250 kg de peixe por tanque e de três mil mudas de hortaliças no espaço para hortas. A expectativa é que o lucro com as vendas dos alimentos possa alcançar R$ 4.500 mensais, com o valor investido podendo ser recuperado em até sete meses. “O sistema não exige reabastecimento constante de água, apenas a reposição da quantidade perdida naturalmente na evaporação, que é mínima”, explica Eduarda Tayná de Almeida, presidente da Sea Jr e estudante de Engenharia de Aquicultura da UFRN. “Estamos muito felizes com esta conquista! Esperamos que nosso trabalho ajude a trazer renda e desenvolvimento para a região. Nosso projeto foi criado pensando em uma forma de desenvolvimento prático, sustentável e fácil de ser gerenciado”. A segunda edição do Desafio AMA convocou 485 empresas juniores de todo o país a criarem soluções inovadoras para a geração de renda no semiárido, fáceis de serem replicadas em comunidades onde a AMA já está presente, como Jaguaruana, Aiuaba e Capistrano, no Ceará. O projeto vencedor foi anunciado no Encontro Nacional de Empresas Juniores 2017, o maior evento do Movimento Empresa Júnior brasileiro, realizado em Porto Seguro (BA).

29 de agosto, 2017
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SEMIÁRIDO
Programa para empresas juniores

Através de sua água mineral AMA, a Ambev lança a segunda edição do Desafio AMA e convoca 444 empresas juniores, organizações sem fins lucrativos formadas por estudantes universitários, para criarem soluções para a geração de renda em regiões sem acesso à água potável. Os estudantes terão que desenvolver medidas inovadoras e fáceis de serem replicadas em comunidades onde a AMA, água mineral da Ambev que reverte 100% do lucro obtido com suas vendas a projetos de acesso à água potável no semiárido brasileiro, já está presente, como Jaguaruana, Aiuaba e Capistrano. “O desafio com as empresas juniores deste ano está muito em linha com o trabalho que temos feito com a água AMA, que tem a proposta de levar água para quem não tem. Ao proporcionar acesso a água potável para essas pessoas, queremos transformar a realidade e o desenvolvimento das comunidades”, afirma Carla Crippa, gerente de sustentabilidade da Ambev. Os projetos podem ser enviados até 31 de julho pelo e-mail [email protected] , e os vencedores serão anunciados no dia 10 de agosto. Serão premiadas as três melhores iniciativas, sendo que a melhor será apresentada no Encontro Nacional de Empresas Juniores 2017, o maior evento do Movimento Empresa Júnior brasileiro, que neste ano será realizado em Porto Seguro (BA), entre 16 e 19 de agosto. Os projetos serão avaliados com base nos parâmetros de: impacto social, escalabilidade, viabilidade e inovação. O grupo vencedor ganha R$ 30 mil da Ambev para implementar o projeto.

24 de julho, 2017