Publicidade
ÁGUA

Piauiense conquista Prêmio Jovem da Água de Estocolmo 2024

Piauiense conquista Prêmio Jovem da Água de Estocolmo 2024

A cerimônia de premiação aconteceu dia 27 de agosto, em Estocolmo, na Suécia.

O estudante piauiense Manoel José Nunes Neto, do Colégio São Francisco de Sales Diocesano no Piauí, conquistou o “People’s Choice Award”, categoria internacional do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo 2024, o Nobel da Ciência Jovem. O piauiense foi premiado pelo projeto “Rover aquático autônomo para monitoramento da qualidade da água: uma ferramenta portátil de baixo custo”. A cerimônia de premiação aconteceu dia 27 de agosto, em Estocolmo, na Suécia. No Brasil, a premiação é promovida pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), por meio do Programa Jovens Profissionais do Saneamento (JPS), e pela Câmara Brasileira de Comércio na Suécia (Brazilcham Sweden).

Nunes Neto desenvolveu o trabalho com a orientação do professor Eduardo Alves da Silva Carvalho. O equipamento navega de forma autônoma em corpos hídricos para coletar dados sobre a qualidade da água, realizando medições e transmitindo as informações para um banco de dados. Manoel venceu a etapa brasileira em junho. A cerimônia aconteceu no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, Distrito Federal.

A etapa internacional na Suécia reuniu jovens de 15 a 20 anos de mais de 40 países com projetos escolares que buscam solucionar os desafios relacionados à água, ao meio ambiente e à sustentabilidade. Criado em 1997 pelo SIWI - Instituto Internacional de Águas de Estocolmo (Stockholm International Water Institute), o prêmio tem como patrona a princesa Vitória, da Suécia e é promovido anualmente em duas etapas: uma nacional, realizada em cada um dos países participantes, e uma internacional, na qual ocorre a grande final. A etapa final acontece em Estocolmo, na Suécia, durante a Semana Mundial da Água de Estocolmo (Stockholm World Water Week).


Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
PRÊMIO
Brasileira ganha pela primeira vez AWC

Criadora da startup Aqualuz, formada ao longo do programa Academic Working Capital (AWC) do Instituto TIM, a empreendedora baiana Anna Luísa Beserra venceu o Prêmio Jovens Campeões da Terra, da ONU. O projeto, desenvolvido em parceria com estudantes da Universidade Federal da Bahia e da Universidade Federal do Ceará, é um sistema mecatrônico de filtragem baseada em luz solar. Esta é a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio da ONU voltado para jovens empreendedores com ideias inovadoras para o futuro do planeta. A solução busca resolver a falta de acesso à água potável no Nordeste. O filtro purifica a água da chuva coletada por cisternas de áreas rurais por meio de raios solares e um indicador muda de cor quando o consumo é seguro. O Aqualuz já distribui água potável para 265 pessoas e alcançará mais 700 ainda este ano. Anna Luísa ficou entre os 35 finalistas globais e concorreu na categoria América Latina e Caribe com outros quatro jovens. O prêmio será entregue em cerimônia durante a 74ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, em 26 de setembro, em Nova York, Estados Unidos. O AWC é um programa de educação empreendedora do Instituto TIM que, desde 2015, apoia universitários brasileiros que querem transformar seus Trabalhos de Conclusão de Curso em uma startup de base tecnológica. “Seria impossível evoluir tanto em tão pouco tempo. O programa abriu portas incríveis e mesmo depois do término do nosso período de acompanhamento oficial, continuamos recebendo muito apoio do AWC. Os resultados de hoje são todos frutos do treinamento e do suporte financeiro que recebemos”, conta. Além do suporte financeiro, o AWC fornece orientação técnica e de negócios, por meio de workshops e acompanhamento semanal com monitores. No fim do ano, os universitários participam da feira de investimentos do programa e apresentam suas soluções para profissionais do mercado e investidores-anjo. Já participaram do programa 300 estudantes, desenvolvendo 109 projetos.

25 de setembro, 2019
Saneamento Ambiental Logo
ABES
Prêmio para jovens profissionais

O Programa Jovens Profissionais da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (JPS/ABES) tornou-se embaixador do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo (Stockholm Junior Water Prize - SJWP) edição 2019. Este ano a edição é realizada pela Câmara de Comércio Sueco-Brasileira - Swedcham, e reúne jovens inovadores entre 15 e 20 anos de todo o mundo, encorajando seu interesse em desafios relacionados à água e sustentabilidade. Os trabalhos devem ser enviados até o dia 31 de março para o link https://bit.ly/2T3O2sE.&nbsp ; No Brasil o prêmio está em sua 3ª edição e conta com a participação de importantes players ligados ao meio ambiente, saneamento e educação. A coordenação é de Álvaro Diogo Teixeira. Criado em 1997 pelo SIWI - Instituto Internacional de Águas de Estocolmo (Stockholm International Water Institute), o prêmio tem como patrona a princesa Vitória da Suécia e é promovido anualmente em duas etapas: uma nacional, realizada em cada um dos países participantes, e uma internacional, na qual ocorre a grande final. A etapa final acontece em Estocolmo, na Suécia, durante a Semana Mundial da Água de Estocolmo (Stockholm World Water Week). A etapa nacional da edição 2019 ocorrerá na cidade de São Paulo. A data e o local serão informados em breve. A etapa internacional ocorrerá na semana de 24 a 29 de agosto de 2019, em Estocolmo, na Suécia. O regulamento está no link https://drive.google.com/file/d/1rF3mzZt8fInDvgJjdhIdT3AP2_PKDc5t/view . O coordenador nacional do JPS, Álvaro Diogo Teixeira, ressalta que a parceria da ABES e do programa com o prêmio acontece desde a primeira edição, mas somente como apoiadores da divulgação. "Este ano, estreitamos os laços (com o apoio voluntário do coordenador do JPS-MG, Witan Silva, na parte de comunicação) e vamos encabeçar a divulgação do prêmio nas escolas como uma atividade socioambiental dos jovens que participam do JPS”, explica Álvaro.

7 de março, 2019
Saneamento Ambiental Logo
TECNOLOGIA
Stockholm Water Water premia estudantes

Os estudantes de Cingapura Caleb Liow Jia Le e Johnny Xiao Hong Yu venceram o Stockholm Water Water Award de 2018 por produzir óxido de grafeno reduzido. O material é usado para purificar a água de resíduos agrícolas. Os estudantes receberam o troféu da Princesa Victória da Suécia durante a Semana Mundial da Água, em Estocolmo. Caleb Liow Jia Le e Johnny Xiao Hong Yu desenvolveram um novo método para produzir óxido de grafeno (rGO) reduzido utilizando casca de durião e bagaço de cana-de-açúcar. Com a casca os estudantes encontraram um método mais ecológico e barato para a produção de rGO. O Stockholm Junior Water Prize vai para os vencedores de uma competição anual internacional com mais de 10 mil inscrições de todo o mundo. O júri destacou os benefícios do método dos pesquisadores, de baixo custo e amplamente aplicável para limpar a água. O projeto vencedor incluiu conceitos de economia circular, nanotecnologia e química verde. Como parte da final do Prêmio Júnior de Estocolmo, um Diploma de Excelência foi concedido a Tatsuyoshi Odai e Narumi Sakamoto, dois estudantes do Japão. Em seu projeto eles desenvolveram um sistema que produz alimentos enquanto purifica lagoas eutrofizadas com uma combinação de plantas, bactérias nitrificantes e fungos. Professores Os professores Bruce Rittmann e Mark van Loosdrecht receberam o Stockholm Water Prize em 2018, pela pesquisa microbiológica e inovações que revolucionaram o tratamento de água e esgoto. Ao parabenizar os laureados, a Princesa Herdeira Victoria, disse: “Não há nada mais inspirador de esperança do que aprender sobre maneiras novas e inovadoras de superar nossos desafios mais fundamentais. Como a água doce, a criatividade da mente humana é um recurso natural muito valioso, assegurando as chaves para um futuro justo e saudável para todos nós”. Os professores agradeceram o Comitê de Indicação. O professor van Loosdrecht disse : “Eu também gostaria de agradecer a todos os estudantes de doutorado com quem trabalhei no desenvolvimento desta tecnologia”. Já o professor Bruce Rittmann comentou: “Eu considero as honras como o Stockholm Water Prize não como um 'final feliz', mas como uma fundação para contribuir em mais e melhores maneiras. Mais do que Mark e eu, o verdadeiro vencedor hoje deve ser a Biotecnologia Ambiental, nossa poderosa parceria com microorganismos. A sociedade humana precisa do poder da parceria humano-micróbio. Pode tornar nosso ambiente mais limpo, gerar recursos realmente renováveis e melhorar nossa saúde”. A pesquisa de Bruce Rittmann, dos EUA, e de Mark van Loosdrecht, da Holanda, contribuiu para o entendimento de como os microrganismos podem transformar os poluentes orgânicos em algo de valor para os seres humanos e o meio ambiente. O trabalho levou a tecnologias que possibilitam a remoção de contaminantes nocivos da água, o corte de custos de tratamento de águas residuais, a redução do consumo de energia e até a recuperação de produtos químicos e nutrientes para reciclagem em todo o mundo. “Estou profundamente impressionado com a forma como eles converteram as teorias pioneiras em prática atual, tornando o tratamento de água mais acessível, tomando emprestadas soluções da natureza ”, disse o diretor executivo da SIWI, Torgny Holmgren.

5 de setembro, 2018
Saneamento Ambiental Logo
ÁGUA
Participantes da Semana Mundial esperam acordo na COP-21

A Semana Mundial da Água teve em 2015 como tema “Água para o Desenvolvimento” e recebeu 3.300 participantes, de 125 países, representando governos, universidades, sociedade civil, organizações internacionais, o setor privado, e muitos outros. O evento, que é realizado juntamente com o Stockholm Water Prize, completou 25 anos. O Diretor-executivo do SIWI (Stockholm International Water Institute), Torgny Holmgren, resumiu as apresentações durante a semana com a afirmação: "A água é o que une todos os aspectos das mudanças climáticas. A mudança climática é a mudança da água." Segundo o Diretor, o impacto das alterações climáticas é sentido através da água, com inundações, padrões de chuva erráticos, secas e outros eventos climáticos extremos. "É absolutamente vital que a água seja uma parte de ambas as iniciativas voluntárias de mitigação e adaptação às alterações climáticas, bem como da Convenção do Clima em si", disse Karin Lexén, Diretora da Semana Mundial da Água, Processos internacionais e prêmios. A Ministra da Suécia para o Clima e Meio Ambiente e Vice-Primeira-Ministra, Åsa Romson, repercutiu a mensagem do SIWI, afirmando que "se as águas não forem devidamente geridas e a gestão dos recursos hídricos não estiver bem integrada nos esforços climáticos, os impactos do clima terão um efeito significativo sobre nossas sociedades – o que é um desafio para todos os países”. A ministra disse que pretende encorajar novas discussões sobre a forma de reforçar a resiliência da água como parte da agenda de ações para se certificar de que os investimentos nas questões climáticas, incluindo aqueles realizados através do Fundo Verde para o Clima, possam apoiar a resiliência da água. Benedito Braga, Secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo no Brasil e presidente do Conselho Mundial da Água, disse que "a segurança da água é provavelmente o maior desafio humano deste século." Em um apelo apaixonado aos negociadores em Paris, no final deste ano, o Presidente das Ilhas Marshall, Christopher J Loeak, disse que não tinha certeza se deveria esperar um compromisso mais forte na redação do acordo sobre o clima, mas disse ter esperanças de que o mundo possa chegar a um compromisso histórico, não apenas para salvar o seu país, mas também o mundo. "Nós (as Ilhas Marshall) estamos literalmente contemplando um futuro no qual estamos sendo varrido do mapa do mundo", disse ele. Durante a semana, vários prêmios foram concedidos para a excelência em questões relacionadas com a água. O Prêmio da Água de Estocolmo para a Indústria foi entregue à empresa de engenharia CH2M, por desenvolver métodos para limpar a água, e aumentar a aceitação pública de água reciclada. Perry Alagappan, dos EUA, recebeu o Prêmio Estocolmo de Água Júnior 2015 por inventar um filtro através do qual os metais pesados tóxicos de lixo eletrônico podem ser removidos da água. E, finalmente, o prêmio de maior prestígio, o Stockholm Water Prize foi atribuído a Rajendra Singh, da Índia, por seus esforços inovadores de restauração de água, melhoria da segurança da água na Índia rural, e por mostrar coragem e determinação extraordinária em sua busca para melhorar as condições de vida para os mais necessitados.

10 de setembro, 2015
Saneamento Ambiental Logo
SINDCON
Anunciados vencedores do 1º Prêmio Sustentabilidade

O Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (SINDCON) anunciou, dia 04 de agosto, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, os vencedores do 1º Prêmio Sustentabilidade. No total, foram avaliados 44 projetos/programas, que concorreram à premiação em dinheiro. A Comissão Julgadora foi formada por 18 profissionais de diversas áreas e entidades, como a revista Saneamento Ambiental, através de seu Diretor Sérgio de Oliveira, Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Ethos, Unicef, Finep, UFMG, UFSC, Faculdade de Saúde Pública da USP, Eletrobrás, Abes, BNDES e Caixa Econômica Federal. O Prêmio Sustentabilidade propõe a busca de soluções contra a crise hídrica, e visa incentivar, entre as concessionárias privadas de água e esgoto, as boas ideias para a melhor utilização de recursos naturais, tecnológicos, humanos e financeiros. Entre os 44 projetos/programas, 23 pertencem à categoria “Técnica”, 13, à “Institucional” e oito, de “Gestão”. O presidente do SINDCON, Giuliano Dragone, comemorou o sucesso do Prêmio e garantiu a continuidade do evento para os próximos anos. “O Prêmio Sustentabilidade veio para promover uma justa homenagem aos profissionais que contribuem para o desenvolvimento do saneamento brasileiro”, destacou o Presidente da entidade. O Prêmio Sustentabilidade será realizado a cada biênio, sempre intercalado com a o ENA - Encontro Nacional das Águas, Congresso técnico e científico promovido pelo Sindicato. Na categoria Institucional, o vencedor foi o programa “Frota Ideal”, da Águas de Guará, empresa do Grupo Uniáguas. O projeto tem como líder Luiz Rafael Rizzo e a equipe formada por Elizete Vieira Fazza, Sergio Luis Baraldi e Amanda Adorni Teixeira ; Em segundo lugar ficou o “De Olho no óleo”, da Águas Guariroba, do Grupo Aegea. O líder é Fernando Henrique Garayo Junior e a equipe é constituída por Janaina Cristiane dos Santos, Willian Carvalho e Lucinei Cesario da Cruz Nantes; o terceiro lugar é do projeto “Amigo da Água”, da Águas de Nova Friburgo, empresa do Grupo Águas do Brasil. Christian Esteves Portugal desenvolveu o projeto e contou com Maria Goretti de Rezende Saturnino Braga em sua equipe. O projeto vencedor “Frota Ideal” aproveitou as condições favoráveis de relevo do município paulista de Guará e substituiu o uso de veículos por bicicletas para o deslocamento de colaboradores. Agora, os serviços de micromedição, inspeções em usuários, verificações de leitura, entrega de notificações controle de qualidade da água e esgoto, inspeção em poços e reservatórios, corte por falta de pagamento e demais visitas dispensam ferramentas robustas. Com o projeto constatou-se o aumento das leituras diárias, além de economia de 50% do combustível consumido na unidade do projeto. Houve também redução na utilização de recursos naturais e da emissão de gases poluentes, autonomia para equipes operacionais, agilidade e eficiência na prestação de serviços, melhor relacionamento dos colaboradores com moradores e com a própria concessionária e elevação dos indicadores de saúde dos colaboradores das unidades. Na categoria Gestão, o vencedor foi o projeto “Análise Multicritério para suporte à decisão aplicada em companhias de saneamento”, da Uniáguas (Grupo Latam Water). O projeto foi desenvolvido por Elizete Vieira Fazza e contou com Janaina Correia Fiorentino na equipe. A segunda colocação é do projeto “Sistema de Gestão Ambiental : auditorias ambientais”, das Águas Guariroba, empresa do Grupo Aegea. Fernando Henrique Garayo Junior desenvolveu todo o projeto. Em terceiro, “Supressão da ligação de esgoto”, da Sanessol, pertencente ao Grupo CAB Ambiental. Elizabete Ap. Precioso desenvolveu o projeto, que teve em sua equipe de trabalho, Mariana Gerosa e Luiz Henrique Rodrigues. A Análise Multicritério de Apoio à Decisão (MCDA) tem como objetivo obter “a solução de maior compromisso” com todos os stakeholders envolvidos, compilando além dos fatores de capex e opex, aspectos sociais e ambientais. O método inicia-se a partir da estruturação do problema em questão, por um processo construtivo de entendimento, onde o grupo faz uma representação integrando componentes, definindo dimensões, metas, atributos e pontos de vista. Após aplicação da metodologia é obtido um ranking matemático das soluções e, no final do processo, há uma lista de opções bem como a pontuação de cada uma. A partir daí, as ações são criadas individualmente a partir da avaliação de cada um, com integração posterior, onde é realizada análise da alternativa mais viável, denominada “Modelo Mental Compartilhado”. Este modelo é resultante da MCDA e implica na diminuição do tempo de rtomada de decisão, minimização de conflitos durante o processo, redução da possibilidade de erros, simulação de cenários, além de proporcionar resultados que contemplam pontos de vista de todo o grupo envolvido. O primeiro lugar da categoria Técnica foi do “Programa Água Certa – otimização do uso da água no sistema de abastecimento”, da Águas do Paraíba, do Grupo Águas do Brasil. Desenvolvido por Mário Fazza, o projeto teve a participação de Alexandre Boaretto, Silas de Souza Almeida, Celso Daflon, Munique Tardin e Gabriel Fasola. O segundo lugar ficiu com o “Sistema de reutilização do efluente tratado da ETE Caiçara”, da Ambient, do grupo GS Inima. O projeto foi liderado e conduzido pela dupla Karina Rodrigues Carregari e Ivo Curvelo da Silva. A medalha de bronze coube à “Remoção biológica de fósforo no esgoto da ETE Mogi Mirim”, da SESAMM, do Grupo GS Inima. O projeto foi desenvolvido por Sirlei Cristiana Brignoli. O “Água Certa” tem como meta promover o uso racional da água através da redução de perdas de forma consistente e contínua. A Águas do Paraíba, concessionária de Campos dos Goytacazes (RJ), selecionou as localidades de Goytacazes, São Sebastião e santo Eduardo para realizar o projeto, que recebeu aportes de R$ 18 milhões. O projeto visa combater as perdas de natureza física e aparentes, ações como troca e ampliação do parque de hidrômetros, levantamento de áreas sem rede de abastecimento, fiscalização de fraudes, identificação de vazamentos e melhoria na distribuição de água. Todas essas metas serão colocadas em prática dentro de 18 meses. Iniciado em 2013, o projeto começou a avaliar o Índice de Perda por Ligação (IPL) a partir de setembro de 2014. Goytacazes registrou IPL de 364 (l/ligação ativa/dia) em outubro de 2013, e conseguiu reduzir para 134 em dezembro do ano seguinte. São Sebastião obteve queda no IPL de 1.106 para 254 entre outubro de 2013 e dezembro do ano passado. Com o programa, registrou-se acréscimo de novos clientes e regularização de ligações clandestinas. Em Goytacazes, a economia cresceu 2,77% e com as regularizações, o faturamento aumentou 15,45%. Já em São Sebastião, a economia chegou a 43,62%, enquanto o faturamento teve incremento de 73,87% por causa da regularização das ligações clandestinas.

12 de agosto, 2015