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SOLOS CONTAMINADOS

Cetem e Petrobras na biorremediação

A equipe de biotecnologia do Cetem iniciou, em março, em parceria com a Petrobras, o projeto denominado “Aplicação de técnicas moleculares para elucidação e otimização de processos de biorremediação de solos contaminados por hidrocarbonetos e metais”,sendo o mesmo coordenado pela Dra. Claudia Cunha, do Cetem. O projeto visa obter conhecimento para embasar inovações ao processo de tratamento, visando abatimento eficiente, por processo sustentável, de passivos ambientais da Indústria do Petróleo. A equipe técnica do Cetem propõe o emprego de ferramentas moleculares, incluindo o uso de sequenciador de nova-geração (SNG), que permite a construção de plataformas de sequência de DNA a partir de amostras ambientais. O projeto será desenvolvido no Laboratório de Bioprocessos do Centro de Tecnologia Mineral (LABIOTEC/CETEM), que detém expertise na área de biotecnologia ambiental, consolidada há mais de duas décadas. O LABIOTEC/CETEM possui infraestrutura dedicada a esse tema de P&D, incluindo equipamentos tais como o sequenciador de nova geração Ion Personal Genome Machine (Ion PGM), tecnologia Ion Torrent, além do módulo de preparo automático de amostras (Ion Chef). Os resultados irão contribuir para a implementação de inovações no processo de biorremediação, bem como o possível descobrimento de novas rotas de degradação de poluentes.

A equipe de biotecnologia do Cetem iniciou, em março, em parceria com a Petrobras, o projeto denominado “Aplicação de técnicas moleculares para elucidação e otimização de processos de biorremediação de solos contaminados por hidrocarbonetos e metais”,sendo o mesmo coordenado pela Dra. Claudia Cunha, do Cetem.

O projeto visa obter conhecimento para embasar inovações ao processo de tratamento, visando abatimento eficiente, por processo sustentável, de passivos ambientais da Indústria do Petróleo. A equipe técnica do Cetem propõe o emprego de ferramentas moleculares, incluindo o uso de sequenciador de nova-geração (SNG), que permite a construção de plataformas de sequência de DNA a partir de amostras ambientais.

O projeto será desenvolvido no Laboratório de Bioprocessos do Centro de Tecnologia Mineral (LABIOTEC/CETEM), que detém expertise na área de biotecnologia ambiental, consolidada há mais de duas décadas.

O LABIOTEC/CETEM possui infraestrutura dedicada a esse tema de P&D, incluindo equipamentos tais como o sequenciador de nova geração Ion Personal Genome Machine (Ion PGM), tecnologia Ion Torrent, além do módulo de preparo automático de amostras (Ion Chef). Os resultados irão contribuir para a implementação de inovações no processo de biorremediação, bem como o possível descobrimento de novas rotas de degradação de poluentes.

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PETRÓLEO
Recuperação de solos no Nordeste

Uma parceria entre pesquisadores da Embrapa, Petrobras e com a participação da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) desenvolveu metodologia para o crescimento rápido de espécies arbóreas e arbustivas em áreas degradadas pelas atividades de exploração de petróleo e gás natural. A base é uma tecnologia já utilizada em áreas degradas pela mineração nas regiões Sudeste e Norte do Brasil. Os cientistas pretendem agora capacitar técnicos para atuar na recuperação de áreas degradadas a fim de que retomem a vegetação nativa ou sejam destinadas a lavouras ou pastagens. “Nos plantios feitos há doze anos, já é possível ver animais e plantas da Caatinga nativa presentes, superando inclusive um dos maiores períodos de seca na região, entre 2012 e 2017”, atesta Alexander Resende, pesquisador da Embrapa Agrobiologia (RJ). Os solos das áreas de exploração de petróleo no Nordeste são muito pedregosos e têm baixo teor de matéria orgânica. Outro problema é a escassez de chuvas na Caatinga. Por esse motivo, foi necessário buscar espécies capazes de se adaptar a esse sistema. A técnica desenvolvida pela Embrapa utiliza principalmente espécies da família das leguminosas que, inoculadas com bactérias e fungos, adquirem maior resistência e conseguem crescer em meio ao solo degradado pela exploração do petróleo. Os pesquisadores da Embrapa e da Petrobras introduziram novas ferramentas no monitoramento das áreas revegetadas, como o uso de drones para tirar fotos e avaliar como as plantas estão crescendo e ocupando o solo. “O objetivo, nesse caso, é ver a velocidade com que as plantas cobrem o solo e a taxa de variação entre o período de seca e de chuva”, revela o pesquisador da Embrapa, Alexander Resende. A área pesquisada é toda monitorada para acompanhar o desenvolvimento e sobrevivência das espécies introduzidas desde os primeiros anos do estudo, ver o efeito desses plantios no recrutamento natural de novas espécies e na recuperação do substrato dos ambientes degradados. São 191 hectares em processo de recuperação e cerca de 200 mil mudas plantadas. Segundo os pesquisadores, foram testadas várias espécies e formas de plantio. As juremas preta e branca, assim como o sabiá, são exemplos de algumas plantas que se adaptaram bem às jazidas. As áreas recuperadas tinham características bem peculiares, pois se tratavam de jazidas de extração de piçarra (material utilizado em embasamento das construções civil e de petróleo, similar ao saibro) e poços de petróleo em terra. Os pesquisadores também estudaram a viabilidade de plantios em períodos secos, assim como a avaliação de métodos que aumentem a retenção de água no solo. A Embrapa utilizou estratégias para preservar a umidade do solo no pós-plantio, como a adição de palha de carnaúba, o uso de mudas com raízes alongadas e de condicionadores de umidade do solo como esterco e hidrogel. “Já temos plantas, como a orelha-de-macaco e a jurema, com mais de três metros de altura em menos de dois anos de plantio, o que é um resultado excelente para as condições em que estamos trabalhando”, comemora o pesquisador da Embrapa, Guilherme Chaer. O gerente de Meio Ambiente do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), Frederico Machado, explica que o objetivo inicial era reduzir o tempo e diminuir os custos da recuperação das áreas de exploração e produção de petróleo e gás natural no Nordeste. Mas a parceria entre os pesquisadores das duas estatais deu tão certo que o resultado pode ser levado para outras regiões. “Apesar das especificidades do bioma, acredita-se que algumas técnicas poderão ser utilizadas em outras unidades operacionais da companhia”, revela Machado. Na área usada pela pesquisa, os cientistas pretendem criar uma espécie de vitrine de tecnologias para capacitação de técnicos e agricultores. “Queremos demonstrar que é possível dar uso econômico a essas áreas em processo de recuperação”, informa Chaer. A ideia é utilizar as técnicas de revegetação para restaurar o meio ambiente no bioma Caatinga e também introduzir sistemas de produção sustentáveis como, por exemplo, silvipastoris e agroflorestais. Nas áreas de jazidas de extração de piçarra toda a camada superficial do solo, rica em nutrientes, matéria orgânica, sementes e fauna foi retirada para se obter a piçarra, material utilizado em embasamento das construções civil e de petróleo, similar ao saibro. Isso deixa o solo praticamente sem vida, com crateras que podem chegar a alguns metros de profundidade. Em um cenário de extrema alteração no ecossistema, os pesquisadores precisaram proceder à ordenação da paisagem, direcionando a água proveniente de chuvas para pontos específicos, de forma a concentrá-la e criar "barrajonas", grandes reservatórios de água que possibilitam a dessedentação animal, por exemplo. Nessas áreas de poços de petróleo em terra são abertas áreas e retirado o solo superficial (que será utilizado para recuperação de antigas áreas degradadas). Nesses locais, visando permitir que a sonda de perfuração trabalhe, é adicionada a piçarra, que após compactação permite a entrada da sonda no novo poço petrolífero. Esse material também é utilizado em estradas de acesso para esses poços. Após o encerramento da produção de petróleo, essa área também precisa ser revegetada.

15 de abril, 2019
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LIXO ELETRÔNICO
Cetem lança nova edição de manual

O Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) lançou, dia 20 de fevereiro, a 2ª edição do e-book Manual para a Destinação de Resíduos Eletroeletrônicos. O documento eletrônico traz dados sobre a localização dos pontos de destinação, bem como as minas urbanas (pontos de maior geração desses resíduos), no Rio de Janeiro. O lançamento ocorreu no Auditório do Parque Tecnológico da UFRJ. O evento contou com a presença de Fernando Lins (Diretor do Cetem), Prof. Walter Suemitsu (Decano do Centro de Tecnologia da UFRJ), Lúcia Helena Xavier (Pesquisadora do Cetem), Marlene Caldas (Coordenadora de SGI do CT/UFRJ), Renata da Matta (Gerência de Licenciamento de Risco Ambiental do INEA). Durante a tarde aconteceu minicurso sobre o tema, com a participação do Prof. Júlio Afonso (Instituto de Química da UFRJ), Marianna Ottoni (PIBIC Cetem), Raíssa Araújo (PIBIC Cetem e Erica Cardoso (Gerência de Licenciamento de Risco Ambiental do INEA). No curso estiveram presentes 32 pessoas. Na ocasião também foi realizada uma coleta de equipamentos eletroeletrônicos pós-consumo doados pelos participantes do evento. A campanha permanece do dia 21 ao dia 28 de fevereiro para os servidores do Cetem descartarem equipamentos que forem de uso pessoal. A organização do evento informou que estará organizando capacitações sobre o tema ao longo do ano. Novas informações serão publicadas em breve no site do Cetem.

7 de março, 2019
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BIOGÁS
Itaipu e CIBiogás firmam parceria no Sul

A Itaipu Binacional e o Centro Internacional de Energias Renováveis - Biogás (CIBiogás) vão coordenar o projeto “Aplicações de biogás na agroindústria brasileira”, lançado na abertura do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu (PR). O projeto prevê investimentos de US$ 7 milhões durante cinco anos e os recursos serão oriundos do Fundo Global do Meio Ambiente (GEF). O Fórum ocorreu de 6 a 8 de junho, no Golden Park Internacional Hotel. e é um evento voltado para formação de mão-de-obra, estruturação de cadeia de suprimentos, fomento de novas tecnologias e de oportunidades de negócios. Com a contrapartida de governo e empresas, entre elas Itaipu, de US$ 58,4 milhões, o Projeto do GEF visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a dependência dos combustíveis fósseis, por meio do investimento na tecnologia do biogás e do biometano com foco no Sul do País. “A gente precisa desenvolver o setor não só pela geração de energia em si, mas para criar uma cadeia de tecnologia que gere mais valor”, resumiu o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis. Os recursos serão usados para o incentivo de políticas públicas, o aprimoramento das tecnologias e o desenvolvimento de modelos de negócio do biogás. Na visão do superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Paulo Schmidt, o projeto reflete o compromisso da empresa com o desenvolvimento territorial de forma sustentável. “Itaipu tem investido no desenvolvimento de uma infraestrutura, tanto de pesquisa quanto de projetos na área do biogás, principalmente na criação do biogás e nas relações que mantém com o PTI”, afirmou.

15 de junho, 2018
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BIOREMEDIAÇÃO
Ramboll apresenta casos de sucesso

A Ramboll Environ, empresa de consultoria especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, destacará dois casos de sucesso em gestão ambiental brasileiros no 4º Simpósio Internacional sobre Biorremediação e Tecnologias Ambientais Sustentáveis, que ocorre em Miami, no período de 22 a 25 de maio. Gustavo Dorota C. de Mello, gerente da Ramboll Environ, apresentará dois cases de sucesso realizados pela empresa no Brasil: “Otimização de Engenharia em Sistema de Extração de Vapores (SVE)”, e “Abordagem de Biorremediação Integrada para Compostos Clorados em um Site Complexo”. O primeiro caso aborda aspectos técnicos da implantação de um sistema de remediação em um centro comercial de mais de 5.000 m2, “onde 30% da área estava impactada com a presença de gás metano há alguns anos, pois o local foi construído em uma área de um antigo aterro clandestino. Fizemos a implantação de 17 sistemas de extração entre 2011 e 2012 para retirar o gás do subsolo e hoje, depois de cinco anos, as concentrações de metano no subsolo estão sensivelmente menores refletindo um maior controle do risco da intrusão de gás”, segundo Mello. Ele acrescenta que, com a estabilização das emissões de metano na área, foi constatada a oportunidade de otimizar os sistemas de extração em 2015, com obras precisas de engenharia – alterações nas rotações dos sopradores, interligações de tubulações e desligamentos estratégicos de alguns sistemas, sempre acompanhados de um monitoramento contínuo dos resultados das alterações. “Estas melhorias garantiram, além dos benefícios socioambientais, uma economia de mais de 20% no consumo de energia para o cliente. Este valor é significativo considerando-se que os mecanismos SVE trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana”, ressalta o especialista da Ramboll. O desligamento total dos sistemas de extração ocorrerá gradativamente, sendo que as previsões atuais indicam um tempo máximo de operação por mais cerca de cinco anos. O segundo caso abordará os diferentes estágios e etapas de uma biorremediação em uma área com água subterrânea contaminada de uma grande indústria no Brasil (terreno de 22 mil m2). O primeiro passo é a realização de testes de tratabilidade com amostras de solo e água; depois é preciso realizar um ensaio-piloto em parte da área para comprovar a eficácia do processo. na sequência é feita a implementação do sistema de remediação em larga escala, contemplando toda a área de interesse. “A biorremedição é um processo lento e sustentável, com boas vantagens em longo prazo, sendo que os primeiros resultados podem ser verificados em seis meses e a conclusão pode ocorrer entre três e cinco anos, em média. No caso específico desta indústria, o projeto teve início em 2011 e, atualmente, já se verifica diminuição de 50% na área afetada e de 80% na presença dos clorados no perímetro ainda em tratamento (10.000 m2)”, esclarece o palestrante. Segundo Eugênio Singer, presidente da Ramboll Environ no Brasil, estar presente neste simpósio internacional é estratégico para a empresa, porque o evento reúne os principais especialistas e empresas atuantes na área de gestão ambiental em âmbito global. “Nossa participação é uma excelente oportunidade para apresentarmos as soluções inovadoras, idealizadas e implementadas, bem como de conhecer metodologias e tecnologias que são referências mundiais”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll do Brasil.

22 de maio, 2017
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RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
IPT e Bertioga assinam projeto-piloto

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Prefeitura de Bertioga assinaram em dezembro um convênio para desenvolver projeto-piloto para auxiliar as prefeituras do estado de São Paulo a reduzirem os custos de investimentos e de operação no gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos. O projeto prevê ainda avanços tecnológicos no aproveitamento energético dos materiais e na minimização da massa e do volume destinados à disposição final. Denominado “RSU – Energia”, o projeto é resultante de uma demanda feita ao IPT pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, que visa estruturar uma plataforma de conhecimentos para apoiar os municípios na avaliação de rotas alternativas de tratamento de resíduos sólidos urbanos, levando-se em conta aspectos socioambientais e urbanos. Segundo a PNRS resíduos sólidos urbanos são aqueles originários de atividades domésticas – resíduos domiciliares - e da varrição, limpeza de vias públicas e outros serviços de limpeza urbana. O projeto-piloto em Bertioga é previsto para durar 24 meses. Os pesquisadores do IPT avaliarão o impacto dos processos de coleta seletiva, separação e pré-tratamento na eficiência das tecnologias (conteúdo energético dos resíduos), aplicar uma ou duas tecnologias em escala de demonstração em um bairro de Bertioga, estabelecer a infraestrutura (competências técnicas e laboratoriais) necessária para que o IPT possa apoiar os municípios nas decisões relativas aos resíduos e desenvolver ou adaptar novas tecnologias. “Os resíduos sólidos urbanos são uma matéria-prima complexa, pois incluem materiais heterogêneos, úmidos e variáveis em função do consumo e estações de ano. Na Baixada Santista, por exemplo, aproximadamente 54% do total coletado são materiais orgânicos”, explica Cláudia Echevenguá Teixeira, pesquisadora do Laboratório de Resíduos e Áreas Contaminadas do IPT e coordenadora do projeto. O projeto será dividido em três etapas – Na primeira haverá a criação de um projeto de planta de avaliação/demonstração, com mapeamento das alternativas tecnológicas, definição da escala de instalação, elaboração de layout das unidades e definição de prazo e custo. A expectativa de duração é de três anos. A segunda etapa será de montagem e desenvolvimento da planta, com memorial descritivo em detalhes e contratação de fornecedores de máquinas e equipamentos que serão instalados. A segunda etapa tem previsão de 15 meses e inclui ainda a criação de um protocolo de coleta de amostras de resíduos, com mobilização e integração da população para o caso escolhido, o lançamento do programa de auxílio aos municípios, com um evento e divulgação dos mapeamentos, e a inauguração das unidades e realização de testes de monitoramento. Por último, será colocar o projeto em prática, com operação, monitoramento e avaliação da planta em Bertioga e a proposta de solução para o município. O prazo é de seis meses, totalizando dois anos de projeto.

27 de janeiro, 2016
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SOLVAY
Inaugurado laboratório de biotecnologia

O Grupo Solvay inaugurou, dia 02 de junho, o Laboratório de Biotecnologia Industrial (IBL, em inglês) dentro do Centro de Pesquisas e Inovação de Paulínia. Com área de 600 m2, o IBL tem como objetivo ampliar o desenvolvimento de produtos ligados à química sustentável. O Diretor de Pesquisa e Inovação da Solvay para a América Latina, Thomas Canova, comentou que foram investidos US$ 4 milhões – entre equipamentos, pessoas e manutenção - no IBL e que a produção do laboratório irá depender da demanda dos clientes. “O IBL está sendo lançado com base no alinhamento de nossa estratégia de inovação com as oportunidades oferecidas pelo Brasil nessa área, em um cenário altamente cooperativo”, disse Canova. O IBL tem como foco pesquisas de novos processos e moléculas derivados da biomassa e a sua transformação em soluções inovadoras para atender a mercados de atuação da Solvay. O IBL é capaz de cobrir toda a cadeia de valor de biomassa, desde a sua caracterização até a etapa de obtenção de novas moléculas e soluções. “O Brasil é uma região privilegiada no mundo para o desenvolvimento de uma economia a partir de recursos renováveis. O país reúne todas as condições exigidas, como cadeias agrícolas competitivas e sólido conhecimento científico na área de biotecnologia, o que apoia nossas ambições em ampliar o portfólio de inovações com base em recursos renováveis”, disse Louis Neltner, Vice-Presidente de Pesquisa e Inovação do Grupo Solvay. O IBL trabalhará em parceria com unidades globais de negócios do Grupo Solvay, mais os 15 Centros de Pesquisa e Inovação, além de parcerias externas de P&I. O IBL já surge com projetos nas áreas de aromas e fragrâncias, materiais inorgânicos, surfactantes, solventes e derivados de celulose para atender as diversas demandas de atuação da empresa.

3 de junho, 2015