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BIOREMEDIAÇÃO

Ramboll apresenta casos de sucesso

A Ramboll Environ, empresa de consultoria especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, destacará dois casos de sucesso em gestão ambiental brasileiros no 4º Simpósio Internacional sobre Biorremediação e Tecnologias Ambientais Sustentáveis, que ocorre em Miami, no período de 22 a 25 de maio. Gustavo Dorota C. de Mello, gerente da Ramboll Environ, apresentará dois cases de sucesso realizados pela empresa no Brasil: “Otimização de Engenharia em Sistema de Extração de Vapores (SVE)”, e “Abordagem de Biorremediação Integrada para Compostos Clorados em um Site Complexo”. O primeiro caso aborda aspectos técnicos da implantação de um sistema de remediação em um centro comercial de mais de 5.000 m2, “onde 30% da área estava impactada com a presença de gás metano há alguns anos, pois o local foi construído em uma área de um antigo aterro clandestino. Fizemos a implantação de 17 sistemas de extração entre 2011 e 2012 para retirar o gás do subsolo e hoje, depois de cinco anos, as concentrações de metano no subsolo estão sensivelmente menores refletindo um maior controle do risco da intrusão de gás”, segundo Mello. Ele acrescenta que, com a estabilização das emissões de metano na área, foi constatada a oportunidade de otimizar os sistemas de extração em 2015, com obras precisas de engenharia – alterações nas rotações dos sopradores, interligações de tubulações e desligamentos estratégicos de alguns sistemas, sempre acompanhados de um monitoramento contínuo dos resultados das alterações. “Estas melhorias garantiram, além dos benefícios socioambientais, uma economia de mais de 20% no consumo de energia para o cliente. Este valor é significativo considerando-se que os mecanismos SVE trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana”, ressalta o especialista da Ramboll. O desligamento total dos sistemas de extração ocorrerá gradativamente, sendo que as previsões atuais indicam um tempo máximo de operação por mais cerca de cinco anos. O segundo caso abordará os diferentes estágios e etapas de uma biorremediação em uma área com água subterrânea contaminada de uma grande indústria no Brasil (terreno de 22 mil m2). O primeiro passo é a realização de testes de tratabilidade com amostras de solo e água; depois é preciso realizar um ensaio-piloto em parte da área para comprovar a eficácia do processo. na sequência é feita a implementação do sistema de remediação em larga escala, contemplando toda a área de interesse. “A biorremedição é um processo lento e sustentável, com boas vantagens em longo prazo, sendo que os primeiros resultados podem ser verificados em seis meses e a conclusão pode ocorrer entre três e cinco anos, em média. No caso específico desta indústria, o projeto teve início em 2011 e, atualmente, já se verifica diminuição de 50% na área afetada e de 80% na presença dos clorados no perímetro ainda em tratamento (10.000 m2)”, esclarece o palestrante. Segundo Eugênio Singer, presidente da Ramboll Environ no Brasil, estar presente neste simpósio internacional é estratégico para a empresa, porque o evento reúne os principais especialistas e empresas atuantes na área de gestão ambiental em âmbito global. “Nossa participação é uma excelente oportunidade para apresentarmos as soluções inovadoras, idealizadas e implementadas, bem como de conhecer metodologias e tecnologias que são referências mundiais”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll do Brasil.

A Ramboll Environ, empresa de consultoria especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, destacará dois casos de sucesso em gestão ambiental brasileiros no 4º Simpósio Internacional sobre Biorremediação e Tecnologias Ambientais Sustentáveis, que ocorre em Miami, no período de 22 a 25 de maio.
 
Gustavo Dorota C. de Mello, gerente da Ramboll Environ, apresentará dois cases de sucesso realizados pela empresa no Brasil: “Otimização de Engenharia em Sistema de Extração de Vapores (SVE)”, e “Abordagem de Biorremediação Integrada para Compostos Clorados em um Site Complexo”. O primeiro caso aborda aspectos técnicos da implantação de um sistema de remediação em um centro comercial de mais de 5.000 m2, “onde 30% da área estava impactada com a presença de gás metano há alguns anos, pois o local foi construído em uma área de um antigo aterro clandestino. Fizemos a implantação de 17 sistemas de extração entre 2011 e 2012 para retirar o gás do subsolo e hoje, depois de cinco anos, as concentrações de metano no subsolo estão sensivelmente menores refletindo um maior controle do risco da intrusão de gás”, segundo Mello.
 
Ele acrescenta que, com a estabilização das emissões de metano na área, foi constatada a oportunidade de otimizar os sistemas de extração em 2015, com obras precisas de engenharia – alterações nas rotações dos sopradores, interligações de tubulações e desligamentos estratégicos de alguns sistemas, sempre acompanhados de um monitoramento contínuo dos resultados das alterações. “Estas melhorias garantiram, além dos benefícios socioambientais, uma economia de mais de 20% no consumo de energia para o cliente. Este valor é significativo considerando-se que os mecanismos SVE trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana”, ressalta o especialista da Ramboll. O desligamento total dos sistemas de extração ocorrerá gradativamente, sendo que as previsões atuais indicam um tempo máximo de operação por mais cerca de cinco anos.
 
 O segundo caso abordará os diferentes estágios e etapas de uma biorremediação em uma área com água subterrânea contaminada de uma grande indústria no Brasil (terreno de 22 mil m2). O primeiro passo é a realização de testes de tratabilidade com amostras de solo e água; depois é preciso realizar um ensaio-piloto em parte da área para comprovar a eficácia do processo. na sequência é feita a implementação do sistema de remediação em larga escala, contemplando toda a área de interesse.
 
 “A biorremedição é um processo lento e sustentável, com boas vantagens em longo prazo, sendo que os primeiros resultados podem ser verificados em seis meses e a conclusão pode ocorrer entre três e cinco anos, em média. No caso específico desta indústria, o projeto teve início em 2011 e, atualmente, já se verifica diminuição de 50% na área afetada e de 80% na presença dos clorados no perímetro ainda em tratamento (10.000 m2)”, esclarece o palestrante.
 
Segundo Eugênio Singer, presidente da Ramboll Environ no Brasil, estar presente neste simpósio internacional é estratégico para a empresa, porque o evento reúne os principais especialistas e empresas atuantes na área de gestão ambiental em âmbito global. “Nossa participação é uma excelente oportunidade para apresentarmos as soluções inovadoras, idealizadas e implementadas, bem como de conhecer metodologias e tecnologias que são referências mundiais”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll do Brasil.

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RAMBOLL
Palestra sobre avaliação de risco ecológico

A Ramboll, consultoria multinacional especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, será uma das palestrantes do SETAC Latin América 2017, evento promovido pela Sociedade de Toxicologia Ambiental e Química (SETAC), com uma coparticipação na palestra “Avaliação de Risco Ecológico e Remediação de Sítios na América Latina: o estado da prática”, no dia 10 de setembro, às 8h30, na Sala 1. Na ocasião, a consultora ambiental da Ramboll, Alyne Cetrangolo, junto com Lina Pimentel, sócia da Mattos Filho Advogados, irão abordar os critérios a serem considerados para avaliação de riscos ecológicos: contexto regulamentar e implicações para a comunidade regulamentada, um tópico de grande importância dentro do tema central do SETAC LA 2017; a Decisão nº 038/2017/C, da diretoria da Cetesb. A Ramboll mostrará o desenvolvimento e a implementação de tais procedimentos em detalhes para avaliação de risco ecológico, uma comparação entre a avaliação de risco para a saúde humana e as diretrizes de avaliação de riscos ecológicos, bem como fontes primárias de direito e as incertezas técnicas existentes. “Vamos oferecer também conclusões e recomendações às empresas e comunidades reguladas sobre como proceder para obter melhores resultados, considerando o cenário regulatório nacional”, afirma a consultora Alyne Cetrangolo. “Esta nova decisão da Cetesb traz as diretrizes para a proteção da qualidade do solo e das águas subterrâneas, revisando procedimentos para gerir estas áreas e mudando os critérios para o licenciamento ambiental”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll no Brasil. Segundo ele, o Brasil ainda não tem uma abordagem estabelecida sobre as avaliações de riscos ecológicos, o que resulta em um vasto campo técnico a ser explorado. Por esta razão, a companhia resolveu focar sua apresentação na análise de riscos, que é fundamental para avaliar a possível ocorrência de danos para uma espécie, comunidade ou ecossistema. A Ramboll ainda participará do evento com um painel sobre a “Avaliação in situ da qualidade da água intersticial em um córrego, localizado em uma indústria de produção química no Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de setembro, às 10h também na Sala 1. O SETAC Latin America 2017 ocorre entre os dias 7 e 10 de setembro, no auditório da Universidade Santa Cecília, localizado na Av. Cesário Mota, nº 08, no bairro do Boqueirão, em Santos. O objetivo é promover o intercâmbio de ideias e informações sobre estudos, análises e soluções de gestão ambiental, assim como disseminar pesquisas científicas e desenvolver a educação na área. Os interessados em participar do 12° Encontro Bianual do SETAC, podem inscrever-se pelo site: https://sla2017.setac.org/registration-2/registration/ .

24 de agosto, 2017
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ÁREAS CONTAMINADAS
Cetesb define novas diretrizes

Segundo o diretor de projetos da Ramboll Environ, Pedro Aronchi, as novas diretrizes para gestão de áreas contaminadas, definidas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), deverão contribuir para o aprimoramento dos processos de gestão de áreas contaminadas, exigindo profissionais melhor preparados e qualificados. As novas diretrizes foram definidas através da Decisão de Diretoria (DD) nº 038, de fevereiro de 2017. As novas normas foram debatidas durante a mesa de debates do evento “Novas regras para o gerenciamento de áreas contaminadas”, promovido pelo escritório Trench Rossi, Watanabe, recentemente, em São Paulo. O encontro reuniu mais de 200 profissionais da área ambiental de grandes empresas e foi o primeiro após a edição da DD nº 038, realizado com o objetivo de discutir as novas regras com a participação da Cetesb, representada por Geraldo do Amaral Filho, Diretor de Controle e Licenciamento Ambiental da Cetesb, e Rodrigo Cunha, Engenheiro do Departamento de Áreas Contaminadas da Cetesb, além de advogados e especialistas. “A atualização das diretrizes da Cetesb é positiva, e representa um momento de amadurecimento do mercado, incorporando procedimentos técnicos que já vinham sendo discutidos com o setor nos últimos anos”, afirmou o diretor de projetos da Ramboll Environ. Entre os pontos mais relevantes definidos pelas novas diretrizes, ele destacou o detalhamento técnico mais robusto da avaliação ambiental preliminar e a nova estrutura do plano de intervenção. “A nova diretriz prevê que o representante legal terá a responsabilidade de atender o que está previsto no protocolo, sem a tradicional manifestação da agencia por meio de pareceres técnicos – com exceção de casos de mudança de uso ou áreas críticas. Isso agiliza os procedimentos, mas exige profissionais mais qualificados e consultorias que atuem em consonância com as novas regras”, destacou Pedro Aronchi. As novas diretrizes reiteram ainda a exigência da lei estadual de áreas contaminadas, para contratação de seguro ambiental equivalente a 120% do valor do projeto, como forma de impedir que a remediação seja descontinuada por qualquer dificuldade da empresa responsável.

13 de abril, 2017
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RIO DOCE
Ramboll avalia e monitora tragédia de Mariana

O Ministério Público Federal (MPF) firmou contrato de longo prazo com a Ramboll Environ, empresa de engenharia, design e consultoria com objetivo de remediar as consequências do pior desastre socioambiental já ocorrido no País. A Ramboll irá avaliar e monitorar o trabalho da Fundação Renova na remediação dos danos causados pela ruptura da barragem da mina de minério de ferro da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, em novembro 2015. O desastre matou 19 pessoas e causou danos socioeconômicos e ambientais graves para a Bacia do Rio Doce. As perdas se estenderam aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O Ministério Público Federal envolveu a Ramboll para garantir que a remediação, que inclui 41 programas (18 socioambientais e 23 socioeconômicos) estão sendo implementados como proposto pela Fundação Renova e que os resultados sociais, econômicos e ambientais prometidos serão realizados. A Ramboll fará também o monitoramento e relatará o progresso ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. "Nós temos todas as disciplinas relevantes em casa e estamos em uma posição única para conduzir uma análise crítica e pormenorizada das ações propostas para determinar não apenas se os resultados prometidos podem ser alcançados, mas também se atenderá às expectativas dos reguladores, comunidades afetadas e o povo brasileiro", explica Eugenio Singer, diretor gerente de Meio Ambiente e Saúde da Ramboll no Brasil. A empresa disponibilizará mais de 30 profissionais dedicados ao projeto. Além de sete especialistas internacionais em grande reparação de desastres, a equipe é composta por profissionais com conhecimentos e experiência em ecologia, geologia, biologia, engenharia ambiental e civil, gestão de riscos, serviços ecológicos e avaliação socioambiental. Neste projeto, o Ministério Público Federal será apoiado na coordenação pelos Ministérios Público do Estado de Minas Gerais e do Espírito Santo. Simultaneamente ao trabalho da Ramboll, o Instituto LACTEC avaliará a gravidade dos danos ambientais e o MPF pretende contratar outra empresa para avaliar os impactos socioeconômicos sobre municípios afetados.

13 de abril, 2017
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RAMBOLL ENVIRON
Novos escritórios no Rio e BH

Consultoria multinacional em engenharia e projetos multidisciplinares, a Ramboll Environ anuncia a abertura de dois novos escritórios nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). A empresa quer ampliar sua participação em projetos de gestão ambiental, integridade de ativos, remediação de áreas contaminadas, desempenho social para as áreas de Real Estate, Petróleo e Gás, Energia, Saneamento e Transporte. “Estamos abrindo novos escritórios com o propósito de estarmos mais próximos aos nossos clientes e liderar as prospecções regionais nesta época na qual os investimentos necessitam de tecnologia e competência. Acreditamos que assim poderemos atuar de maneira proativa e dinâmica na implementação e monitoramento de projetos, bem como na remediação de eventuais ocorrências”, afirma Eugenio Singer, presidente da Ramboll do Brasil. O escritório carioca ficará no bairro de Botafogo e atenderá a empresas dos setores de petróleo e gás, energia, siderurgia, entre outras. Inicialmente será comandado por Thereza Moreira (anteriormente SGS e ABS), além de um time de 60 profissionais da Ramboll Brasil distribuídos em outros quatro escritórios. Já o escritório mineiro ficará no bairro do Savassi e terá como foco o setor de mineração. Em Belo Horizonte, a Ramboll irá trabalhar também para ampliar a participação em áreas como metalurgia, siderurgia e manufatura. Em Belo Horizonte, o principal executivo da Ramboll é Ricardo Oliveira Camargo, contando com a coordenadora regional dos serviços da Ramboll, a Dra. Flávia Toledo, ambos originalmente da Anglo American, com experiência em gestão de grandes projetos e experiência na área ambiental e de sustentabilidade, especialmente junto a mineradoras.

3 de março, 2017
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ENERGIA EÓLICA
RambollEnviron Brasil anuncia entrada no segmento

O crescimento na produção de energia eólica em todo o mundo e a forte expansão dessa alternativa no Brasil, onde ocupa a terceira maior fonte de geração renovável, já com 8,71 GW de capacidade instalada, segundo dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), impulsionaram a RambollEnviron a estruturar uma equipe de profissionais no País para oferecer consultoria e serviços para as empresas e instituições ligadas à produção eólica. Com 30 anos de experiência, a empresa possui participação em 65% dos projetos globais do setor eólico. Eugenio Singer, diretor geral da RambollEnviron Brasil, ressalta que a expertise do grupo em todas as etapas dos projetos eólicos chega em momento oportuno ao País: “a participação eólica tende a crescer de modo significativo para fortalecer a matriz energética nacional. Isto porque o Brasil apresenta ventos constantes, sem grandes rajadas, e volatilidade em torno de apenas 5%, o que favorece muito a ampliação da geração. Outro fator que contribui para este crescimento é a crise hídrica, que atingiu diversas regiões do País, mostrando a fragilidade de manter o sistema energético focado majoritariamente na produção hidrelétrica”. De origem dinamarquesa, o Grupo Ramboll oferece consultoria e gestão (técnica, econômica e ambiental) em todas as etapas de um projeto eólico: análise de viabilidade; planejamento de gestão, viabilidade e monitoramento socioambiental; seleção de fornecedores e tecnologias; comissionamento; operação; elaboração e análise de contratos de aquisição e de gestão; testes WTG (Wind Turbine Generation); monitoramento constante do desempenho, gestão de relacionamentos e de riscos; entre outros serviços. Outro diferencial da RambollEnviron são as soluções de engenharia para os parques eólicos onshore e offshore , que incluem a infraestrutura elétrica; civil – design estrutural e geotécnico, construção de fundações, em concreto e ancoradas em rocha, bem como específicas para geração no mar; e logística, entre outras.Além disso, a empresa trabalha com parceiros estratégicos como, por exemplo, a KjellerVindteknikk, consultoria norueguesa especializada em serviços de monitoramento e análise de medições de vento, incluindo uma variedade de avaliações adaptadas às fases de desenvolvimento específicas de um projeto de energia eólica. “Temos especialistas preparados para lidar com a diversidade de stakeholders , bem como com questões econômicas, técnicas e socioambientais, envolvidas nos processos, desde a idealização do projeto até as turbinas entrarem em funcionamento, integradas aos demais sistemas que compõem a matriz energética. Podemos gerir riscos e incertezas de forma sistemática, baseados em análises constantes e assertivas de tecnologias, metodologias, benefícios e custos, de modo a contribuir para agilizar e tornar mais eficazes, sustentáveis e rentáveis as iniciativas eólicas”, reforça Singer. A RambollEnviron conta com diversos centros de pesquisa e desenvolvimento globais e 12.800 profissionais especializados, distribuídos em uma rede de 300 escritórios presentes em 35 países, inclusive em território nacional, prontos a participar de projetos de gestão estratégica, operacional e socioambientais de empresas de todos os setores da matriz energética nacional (hidroelétrico, eólica, solar, biomassa, termoelétrico, óleo e gás, etc).

5 de fevereiro, 2016
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll entre as 10 Maiores do mundo

A Ramboll environ foi eleita como oitava maior empresa de consultoria ambiental, de acordo com o ranking global de consultorias ambientais publicadas pela Environment Analyst, uma das principais publicações internacionais do setor de serviços ambientais. Para ranquear as empresas, o relatório leva em conta o tamanho, diversidade geográfica e interesses globais das empresas do setor. A participação da Ramboll no mercado global é de 1,7%. O avanço da Ramboll no mercado deve-se à aquisição da Environ, ocorrida em dezemgro de 2014. Antes disso, a empresa, de origem escandinava, se posicionava em 18 o lugar. Portanto, saltou dez posições no ranking. “A Ramboll Environ está orgulhosa pelo reconhecimento do nosso forte posicionamento global e de marca no campo de serviços ambientais. Isto demonstra como os serviços complementares e a pegada geográfica da Ramboll e da Environ têm resultado em uma organização que é maior do que a soma das partes, com a habilidade de criar valor adicional para os nossos clientes”, destacou Tom Vetrano, diretor da divisão de Ambiente e Saúde da consultoria. Atuação no Brasil No Brasil, a Ramboll iniciou atividade em 2015, após ter adquirido, globalmente, a Environ, cuja integração foi concluída em maio último. Segundo Eugenio Singer, diretor-geral da empresa no País, a expectativa é que a subsidiária brasileira cresça de forma expressiva, tendo como diferenciais o conhecimento científico e as soluções inovadoras em gestão e integridade de ativos ambientais. Com atuação nos segmentos de Água, Energia, Óleo & Gás, Planejamento Urbano, Transporte, Saúde, Segurança e Meio Ambiente, a Ramboll Environ é referência internacional em controle da qualidade do ar, avaliação de ativos ambientais ( due diligence ) e site solutions, incluindo a área de passivos ambientais e remediação de áreas. “As empresas estão buscando soluções para atuar com a governança ideal, e isto inclui garantir a proteção dos ativos ambientais como condição fundamental para preservar seu valor de mercado”, observa Singer. “Em contrapartida, há uma grande pressão por resultados em todo o mundo, o que requer que se atue de forma diferente para construir a sustentabilidade do negócio em seu conjunto”, acrescenta. Nesse contexto, a Ramboll Environ tem se destacado por encontrar soluções únicas e integradas para os problemas desafiadores de saúde e meio ambiente que o mundo enfrenta.

4 de janeiro, 2016