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DESCONTAMINAÇÃO

Ramboll e Ambipar criam força-tarefa

A Ramboll Brasil, braço nacional da consultoria de meio ambiente dinamarquesa Ramboll, começa a oferecer no Brasil os serviços de descontaminação da Ambipar Response, empresa especializada em gerenciamento de crises e atendimento a emergências que afetem a saúde, meio ambiente e o patrimônio. Com o acordo, as duas companhias criam uma força-tarefa para combater a transmissão do novo coronavírus. Os serviços de descontaminação da Ambipar podem ser aplicados em hospitais, shopping centers, sítios e fazendas, lojas em geral, escritórios, restaurantes e logradouros públicos. Também estão disponíveis para ônibus, aviões, frotas de automóveis e caminhões, dentre outros equipamentos. "Passamos a lutar juntos contra a pandemia", comenta Eugenio Singer, presidente da Ramboll Brasil. O Diretor da Ambipar, Guilherme Borlenghi, afirma que a parceria coma Ramboll é importante neste momento de pandemia, pois agrega no combate ao COVID-19.

A Ramboll Brasil, braço nacional da consultoria de meio ambiente dinamarquesa Ramboll, começa a oferecer no Brasil os serviços de descontaminação da Ambipar Response, empresa especializada em gerenciamento de crises e atendimento a emergências que afetem a saúde, meio ambiente e o patrimônio. 

Com o acordo, as duas companhias criam uma força-tarefa para combater a transmissão do novo coronavírus. Os serviços de descontaminação da Ambipar podem ser aplicados em hospitais, shopping centers, sítios e fazendas, lojas em geral, escritórios, restaurantes e logradouros públicos. Também estão disponíveis para ônibus, aviões, frotas de automóveis e caminhões, dentre outros equipamentos. "Passamos a lutar juntos contra a pandemia", comenta Eugenio Singer, presidente da Ramboll Brasil. 

O Diretor da Ambipar, Guilherme Borlenghi, afirma que a parceria coma Ramboll é importante neste momento de pandemia, pois agrega no combate ao COVID-19.

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RAMBOLL
App ajuda a conhecer saúde de colaboradores

A Ramboll Brasil desenvolveu aplicativo para medir as expectativas, ânimo e eventuais problemas de seus profissionais durante o período da pandemia COVID-19. Além desta medida, a companhia antecipou bônus aos colaboradores, manutenção de todos os postos de trabalho, acompanhamento e suporte às condições de saúde e psicoemocionais da equipe, que está trabalhando remotamente. Segundo o presidente da Ramboll Brasil, Eugênio Singer, a mais recente tabulação mostra que 56 colaboradores gostariam de continuar no home office até que seja restabelecida total segurança para o trabalho presencial. Trinta colaboradores disseram poder aguardar as condições adequadas e estratégias de transição para o retorno ao escritório e oito querem voltar o mais rapidamente possível. "Dado significativo é que há somente um caso confirmado de COVID-19 em toda a equipe, evidenciando o êxito da estratégia de trabalho remoto e o cuidado que cada pessoa está tomando para evitar o contágio", avalia Singer. O levantamento indica que 87 pessoas não apresentaram sintomas da doença, que apareceram em sete funcionários, mas sem confirmação. Entre os que responderam, 63,16% relatam estar bem de saúde e motivados; 26,32% estão bem de saúde, mas não tão motivados em relação ao seu estado no início da pandemia; 7,35% estão motivados, porém com algum problema de saúde; e 3,16% manifestam estar com problemas nos dois indicadores. A grande maioria (87 profissionais) não entrou em contato com pessoas infectadas ou com suspeita da enfermidade. Das cinco pessoas que tiveram contato, dois relataram a presença de pacientes com coronavírus em vizinhos e um diz não saber, pois fez um serviço externo no qual interagiu com pessoas. 64 não tomaram vacina contra a gripe este ano e 31, sim.

8 de setembro, 2020
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SANEAMENTO
Ramboll acredita em redução de perdas d’água

Com o marco regulatório do saneamento aprovado e agora sancionado pelo Governo, a Ramboll vê a oportunidade de combater as perdas d’água no Brasil, atualmente acima dos 38%. "Uma das principais formas de combater a COVID-19 é lavando as mãos, mas sem a universalização do saneamento, isso é quase impossível", frisa Eugenio Singer, presidente da Ramboll no Brasil. "Atualmente, perdemos muito do que produzimos por problemas na distribuição, mas nunca demos muita atenção, por causa da abundância. Com as mudanças climáticas, como as secas recentes que atingiram o Sul e o Sudeste do País, fica nítido que precisamos resolver essa questão". A Ramboll realizou levantamento com base nos dados disponíveis no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), onde 38,45% da água captada é perdida. A Região Norte é a recordista em desperdício d’água, com 55%, seguida pelo Nordeste (45,98%), Sul (37,14%), Centro-Oeste (35,67%) e Sudeste (34,38%). "Uma das formas de reduzirmos as perdas é revisão da estrutura de distribuição, que possui sistemas antigos, sem dados de cadastro e informações detalhadas, como diâmetro das tubulações, material usado e localização exata, o que facilita as ações de combate aos vazamentos", pondera Singer. "Outra forma é utilizando a tecnologia, com a implementação de uma Gestão Integrada de Dados, com o uso de plataformas digitais, capazes de passar informações em tempo real", completa. O Marco Legal do Saneamento quer aprimorar o reuso de água – uma aliada nos casos de crises hídricas e no suprimento de consumos elevados no setor industrial. A bacia do Alto Tietê, por exemplo, atende uma população de mais de 15 milhões de habitantes, mas não dispõe, em longo prazo, de mananciais suficientes para suprir as demandas futuras, sendo importante a reutilização do volume de esgoto tratado para fins menos nobres.

20 de julho, 2020
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Como a Covid-19 impacta os negócios?

Para discutir os impactos da Covid-19 nos negócios da área de consultoria e engenharia ambiental e nos principais setores empresariais atendidos, vários dirigentes de empresas, representando mais de 2 mil profissionais no Brasil e quase 6 mil na América Latina, se reuniram e teleconferência, na segunda quinzena de abril. O encontro, mediado por Eugenio Singer , conselheiro da Saneamento Ambiental e diretor geral da Ramboll Brasil, reuniu André Rebouças , da Mérieux Laboratórios, Eduardo Yassuda , da TetraTech, Gustavo Mello da Ramboll, João Marcellino , da Advisian, Karin Formigoni , da Arcadis, Lucila Telles , da Golder, Paulo Santos , da ERM Brasil, Marco Fabiani , da ES4i e Sergio Pompéia , da CPEA. Abordando o primeiro tópico -- como a crise tem impactado os negócios na área ambiental -- os participantes afirmaram que ainda não houve impacto que resultasse no cancelamento de contratos, embora já tenham se registrado vários atrasos e postergações de contratos. Para muitos, a chegada da pandemia ao Brasil aconteceu de forma muito rápida. Aqueles que conseguiram se preparar antecipadamente, tiveram vantagens. Segundo João Marcellino, que é managing consultant para os negócios ambientais da Advisian na América do Sul, “o maior impacto foi o movimento de home office, mas sem grandes problemas. Ainda de acordo com ele, foi uma surpresa positiva”. Ele também destacou que não teve contratos encerrados, mas algumas suspensões. E relatou muito atraso nas atividades de campo, o que impactará os trabalhos. Marcellino reforçou que há uma mudança de comportamento, onde a estratégia, o planejamento e a preparação serão fundamentais, uma vez que há menos informações de campo. Pensamento semelhante foi apresentado por Karin Formigoni, presidente da divisão ambiental do Brasil e diretora de negócios de remediação da américa latina da ARCADIS, que destacou também contratos suspensos ou adiados. Mas ela reforçou a grande oportunidade para as atividades de consultoria e revisão de processos. Karin relatou, também, uma atenção muito grande com os colaboradores, com atividades para cuidar, inclusive, da saúde mental deles no período de isolamento social. Sérgio Pompéia, presidente da CPEA, também se expressou como as pessoas “estão se mostrando maduras para o trabalho remoto”, que tende a se fortalecer no futuro. Ele também reforçou as dificuldades envolvendo os trabalhos de campo. Mas destacou os problemas envolvendo o licenciamento ambiental, que acaba sendo prejudicado por conta da paralisação de serviços públicos. Apesar disso, ele fez uma ressalva muito positiva, destacando que o pós-pandemia deve trazer uma grande oportunidade no crescimento no setor de infraestrutura, com um bom crescimento no primeiro trimestre de 2021. Paulo Santos, managing partner da ERM no Brasil, reforçou que os negócios não pararam, mas também relatou postergações. Ele foi enfático sobre os impactos causados na logística e reforçou os esforços da empresa para manter a saúde e a segurança da equipe, preparando-se já em dezembro para a chegada da Covid ao Brasil. Santos destacou a importância da atuação da alta gestão nesse caso, opinião compartilhada por Eugenio Singer, diretor geral da Ramboll Brasil, que destacou a importância de compartilhar a visão estratégica como elemento fundamental para antecipar riscos. Marco Fabiani, presidente da ES4i, direcionou o foco para as operações, porque “os laboratórios de saúde não podem parar. Justamente pela visão estratégica, eles procuraram criar procedimentos para minimizar os impactos da covid nas atividades, como maior turno de operações, afastar os de maior risco etc.” Neste sentido entra também uma visão de continuidade da operação, como a busca por empresas de desinfecção. Já Lucila Telles, country manager no Brasil e líder da divisão ambiental da Golder na américa Latina, concordou com os posicionamentos apresentados pelos colegas, destacando o home office, contratos suspensos ou adiados, dificuldades nas atividades de campo e atrasos nos processos de Licenciamento Ambiental. Ela também destacou questões envolvendo as operações na América Latina, onde outros países, como o Peru, tiveram suspensão total das atividades. André Rebouças, diretor executivo de water and environment da Mérieux, pontuou que uma pandemia era questão de tempo e que, por isso, começou a se preparar bem cedo, integrando diversos setores, como laboratórios, comercial, campo, coleta etc, de forma a manter a continuidade. Segundo ele, cada setor teve uma estratégia diferente, que foi implantada em meados de março. Isso tudo alinhado com apoio psicológico e foco trabalhista. Contudo, o CEO relatou que os negócios sentiram os impactos na segunda quinzena de março, com a suspensão de entrada de novos trabalhos, cancelamentos e dificuldades logísticas Rebouças destacou a infraestrutura, que será uma oportunidade durante a retomada. Assim como os demais dirigentes, Gustavo Dorota, diretor operacional da Ramboll Brasil, destacou a importância da visão estratégica e a resposta global. Ele informou que, com os seis escritórios fechados, o home office acabou sendo o foco. Os trabalhos de campo prosseguiram, mas de forma mais cautelosa. Assim como outros os outros líderes, Dorota relatou impactos nas operações e afirma que maio será um mês desafiador. Por fim, ainda sobre o mesmo tema, Eduardo Yassuda, presidente da TetraTech na américa do sul, apresentou sua realidade, em que destacou o processo de transferência para home office, que passou por algumas dificuldades, como a indisponibilidade de VPN para todos. Mas, segundo ele, também testemunhou melhorias, como reuniões mais produtivas. E acrescentou que as atividades não pararam, o que é positivo. Ele também fez uma análise sobre uma tendência de redução de espaços físicos, que podem cair em 30%. Setores mais impactados A segunda questão colocada por Eugenio Singer disse respeito aos setores mais impactados. Para Eduardo Yassuda, o setor que sofreu maior impacto foi o de óleo e gás, pois a crise do coronavírus coincidiu com os outros impactos globais. Já a atividade de mineração manteve-se positiva. João Marcellino, por sua vez, disse acreditar que o maior impacto foi na manufatura de carros, que deve apresentar uma retomada lenta. Para ele, o setor de óleo e gás sentiu, mas não vê diminuição, apesar de intensificarem os trabalhos como advisors. Eugenio Singer, por seu lado, destaca que deve haver um impacto no setor de descomissionamento de plataformas, opinião compartilhada por João Marcellino. Para o CEO, a mineração está resiliente, graças, principalmente, à cadeia de suprimentos. Karin Formigoni também não vê impactos grandes em óleo e gás no Brasil, mas projeta dificuldades em outros países, como nos Estados Unidos. Para ela, o setor automotivo foi mais impactado. Ela destacou, também, algumas retomadas em projetos de meio ambiente e energia. Sergio Pompéia destacou dois focos de retomada, através da infraestrutura e das concessões, como de aeroportos e portos. Ele destacou também que as empresas que terão mais impactos serão aquelas que não querem gastos com questões ambientais, que não se atentam aos gastos com passivos ambientais. Aproveitando o momento, Pompeia também destacou o problema das políticas públicas, que tentam afrouxar as questões ambientais. O CEO destacou que em São Paulo isso será mais difícil, evitando, assim, um sucateamento de liberações ambientais. Contudo, destacou que quem terá impacto são os grandes projetos imobiliários, como shoppings e prédios corporativos, que precisarão se reinventar. Paulo Santos enfatiza que o impacto será nas remediações, de forma mais pontual para cada cliente, onde os gestores sofrerão pressão para terem projetos mais eficientes e com menor custos. “Esses projetos de gestão precisarão passar por uma revisão. Apesar disso, haverá potencial para revisões na área de gestão das áreas contaminadas, com o crescimento nas tecnologias de coleta de dados remotos, de tratamento de dados etc”. Gustavo Mello, concordou que gás e mineração estão mais blindados, sem sofrer grandes impactos, mas ressalva que o setor automotivo parou, assim como toda a cadeia de fornecedores. “O Setor de manufatura sentiu, mas conseguiram se adaptar, mudando suas linhas de produção”. Ele também destacou que remediações sofrerão um impacto, uma vez que poucos entendem o passivo ambiental. Nesse sentido, será necessário buscar soluções “mais cerebrais”, com foco em tecnologia e sustentabilidade. Lucila Telles afirmou que é o momento de ajudar colaboradores e fornecedores, tentando não repassar as dificuldades para os parceiros, principalmente porque “as empresas menores não têm o mesmo fôlego para segurar uma crise tão forte. Esses serão bastante impactados”. Karin Formigoni destacou o papel importante do ESG (Environmental, Social & Governance) com foco na responsabilidade socioambiental. Nesse sentido, desenvolveram diversas ações no setor econômico, como a suspensão do pagamento de dividendos para acionistas, mais flexibilidade com os fornecedores e manutenção dos empregos. André Rebouças pontuou que a segurança e manutenção de empregos é fundamental. Ele também pontuou a necessidade de sobrevivência da cadeia de fornecedores, que vão sentir fortemente. Por fim, Marco Fabiani também destacou a parceria com os fornecedores, mantendo a cadeia de suprimentos em funcionamento. Ele ainda destacou a importância do RH no processo para manter a equipe engajada, atuando focada, sem criar o pânico. O que a crise nos ensinou? Com relação aos ensinamentos da crise, Eduardo Yassuda pontuou o fortalecimento das relações humanas, com uma maior participação na vida dos colaboradores. Para os clientes, a crise mostrou fragilidade e transparência para conversar e ajustas às demandas. Para ele, as relações estão fortalecidas. Gustavo Mello também concordou, destacando a mudança nas relações, aprendendo-se a lidar melhor com clientes e funcionários, além de mostrar a força das a

4 de maio, 2020
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll sobe na classificação mundial

A dinamarquesa Ramboll alcançou a 7ª posição no ranking da Environment Analyst, organização global de inteligência de mercado, responsável por criar, anualmente, um ranking com as 23 maiores companhias do setor no mundo. A Ramboll ocupava o oitavo lugar em 2019. O avanço mostra o empenho da companhia em ampliar sua presença global, com foco também no mercado brasileiro. A Ramboll conquistou o segundo lugar na Europa e no ranking de análise de Mudanças Climáticas, Energia, Finanças, Serviços e Atendimento ao Cliente. Os rankings são baseados em percentuais globais de participação de mercado. O relatório “Global Environment Consulting (EC) Strategies & Market Assessment” oferece análise rigorosa do desempenho financeiro das empresas listadas. No início de 2020 a Ramboll comprou o escritório Web Structures, responsável por criar um modelo de trabalho reconhecido mundialmente como “engenharia de fusão”, por unir design e custo-benefício em seus projetos. “A compra proporcionará mais flexibilidade aos negócios da Ramboll no Brasil, permitindo a expansão das áreas de atuação”, diz Eugenio Singer, CEO da empresa. “Com a integração, está garantido o intercambio de tecnologias com a associação de design, sustentabilidade e planejamento urbano em nossos projetos”. O escritório Web Structures oferece serviços especializados e consultoria para a área de engenharia civil e geotécnica, além de ser reconhecido mundialmente por oferecer soluções de alta qualidade. O escritório já assinou 650 projetos em mais de 28 países, e tem unidades em Singapura e na Malásia. A Web Structures incorporará 120 especialistas qualificados à Ramboll e indica o forte momento de expansão da companhia, uma das principais no mundo com foco em consultoria de serviços ambientais e reconhecida no mercado brasileiro por sua expertise nas áreas de petróleo & gás, meio ambiente, saúde e segurança, água, energia, transporte e planejamento urbano.

17 de fevereiro, 2020
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BIOREMEDIAÇÃO
Ramboll apresenta casos de sucesso

A Ramboll Environ, empresa de consultoria especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, destacará dois casos de sucesso em gestão ambiental brasileiros no 4º Simpósio Internacional sobre Biorremediação e Tecnologias Ambientais Sustentáveis, que ocorre em Miami, no período de 22 a 25 de maio. Gustavo Dorota C. de Mello, gerente da Ramboll Environ, apresentará dois cases de sucesso realizados pela empresa no Brasil: “Otimização de Engenharia em Sistema de Extração de Vapores (SVE)”, e “Abordagem de Biorremediação Integrada para Compostos Clorados em um Site Complexo”. O primeiro caso aborda aspectos técnicos da implantação de um sistema de remediação em um centro comercial de mais de 5.000 m2, “onde 30% da área estava impactada com a presença de gás metano há alguns anos, pois o local foi construído em uma área de um antigo aterro clandestino. Fizemos a implantação de 17 sistemas de extração entre 2011 e 2012 para retirar o gás do subsolo e hoje, depois de cinco anos, as concentrações de metano no subsolo estão sensivelmente menores refletindo um maior controle do risco da intrusão de gás”, segundo Mello. Ele acrescenta que, com a estabilização das emissões de metano na área, foi constatada a oportunidade de otimizar os sistemas de extração em 2015, com obras precisas de engenharia – alterações nas rotações dos sopradores, interligações de tubulações e desligamentos estratégicos de alguns sistemas, sempre acompanhados de um monitoramento contínuo dos resultados das alterações. “Estas melhorias garantiram, além dos benefícios socioambientais, uma economia de mais de 20% no consumo de energia para o cliente. Este valor é significativo considerando-se que os mecanismos SVE trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana”, ressalta o especialista da Ramboll. O desligamento total dos sistemas de extração ocorrerá gradativamente, sendo que as previsões atuais indicam um tempo máximo de operação por mais cerca de cinco anos. O segundo caso abordará os diferentes estágios e etapas de uma biorremediação em uma área com água subterrânea contaminada de uma grande indústria no Brasil (terreno de 22 mil m2). O primeiro passo é a realização de testes de tratabilidade com amostras de solo e água; depois é preciso realizar um ensaio-piloto em parte da área para comprovar a eficácia do processo. na sequência é feita a implementação do sistema de remediação em larga escala, contemplando toda a área de interesse. “A biorremedição é um processo lento e sustentável, com boas vantagens em longo prazo, sendo que os primeiros resultados podem ser verificados em seis meses e a conclusão pode ocorrer entre três e cinco anos, em média. No caso específico desta indústria, o projeto teve início em 2011 e, atualmente, já se verifica diminuição de 50% na área afetada e de 80% na presença dos clorados no perímetro ainda em tratamento (10.000 m2)”, esclarece o palestrante. Segundo Eugênio Singer, presidente da Ramboll Environ no Brasil, estar presente neste simpósio internacional é estratégico para a empresa, porque o evento reúne os principais especialistas e empresas atuantes na área de gestão ambiental em âmbito global. “Nossa participação é uma excelente oportunidade para apresentarmos as soluções inovadoras, idealizadas e implementadas, bem como de conhecer metodologias e tecnologias que são referências mundiais”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll do Brasil.

22 de maio, 2017
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RAMBOLL ENVIRON
Novos escritórios no Rio e BH

Consultoria multinacional em engenharia e projetos multidisciplinares, a Ramboll Environ anuncia a abertura de dois novos escritórios nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). A empresa quer ampliar sua participação em projetos de gestão ambiental, integridade de ativos, remediação de áreas contaminadas, desempenho social para as áreas de Real Estate, Petróleo e Gás, Energia, Saneamento e Transporte. “Estamos abrindo novos escritórios com o propósito de estarmos mais próximos aos nossos clientes e liderar as prospecções regionais nesta época na qual os investimentos necessitam de tecnologia e competência. Acreditamos que assim poderemos atuar de maneira proativa e dinâmica na implementação e monitoramento de projetos, bem como na remediação de eventuais ocorrências”, afirma Eugenio Singer, presidente da Ramboll do Brasil. O escritório carioca ficará no bairro de Botafogo e atenderá a empresas dos setores de petróleo e gás, energia, siderurgia, entre outras. Inicialmente será comandado por Thereza Moreira (anteriormente SGS e ABS), além de um time de 60 profissionais da Ramboll Brasil distribuídos em outros quatro escritórios. Já o escritório mineiro ficará no bairro do Savassi e terá como foco o setor de mineração. Em Belo Horizonte, a Ramboll irá trabalhar também para ampliar a participação em áreas como metalurgia, siderurgia e manufatura. Em Belo Horizonte, o principal executivo da Ramboll é Ricardo Oliveira Camargo, contando com a coordenadora regional dos serviços da Ramboll, a Dra. Flávia Toledo, ambos originalmente da Anglo American, com experiência em gestão de grandes projetos e experiência na área ambiental e de sustentabilidade, especialmente junto a mineradoras.

3 de março, 2017
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ENERGIA EÓLICA
RambollEnviron Brasil anuncia entrada no segmento

O crescimento na produção de energia eólica em todo o mundo e a forte expansão dessa alternativa no Brasil, onde ocupa a terceira maior fonte de geração renovável, já com 8,71 GW de capacidade instalada, segundo dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), impulsionaram a RambollEnviron a estruturar uma equipe de profissionais no País para oferecer consultoria e serviços para as empresas e instituições ligadas à produção eólica. Com 30 anos de experiência, a empresa possui participação em 65% dos projetos globais do setor eólico. Eugenio Singer, diretor geral da RambollEnviron Brasil, ressalta que a expertise do grupo em todas as etapas dos projetos eólicos chega em momento oportuno ao País: “a participação eólica tende a crescer de modo significativo para fortalecer a matriz energética nacional. Isto porque o Brasil apresenta ventos constantes, sem grandes rajadas, e volatilidade em torno de apenas 5%, o que favorece muito a ampliação da geração. Outro fator que contribui para este crescimento é a crise hídrica, que atingiu diversas regiões do País, mostrando a fragilidade de manter o sistema energético focado majoritariamente na produção hidrelétrica”. De origem dinamarquesa, o Grupo Ramboll oferece consultoria e gestão (técnica, econômica e ambiental) em todas as etapas de um projeto eólico: análise de viabilidade; planejamento de gestão, viabilidade e monitoramento socioambiental; seleção de fornecedores e tecnologias; comissionamento; operação; elaboração e análise de contratos de aquisição e de gestão; testes WTG (Wind Turbine Generation); monitoramento constante do desempenho, gestão de relacionamentos e de riscos; entre outros serviços. Outro diferencial da RambollEnviron são as soluções de engenharia para os parques eólicos onshore e offshore , que incluem a infraestrutura elétrica; civil – design estrutural e geotécnico, construção de fundações, em concreto e ancoradas em rocha, bem como específicas para geração no mar; e logística, entre outras.Além disso, a empresa trabalha com parceiros estratégicos como, por exemplo, a KjellerVindteknikk, consultoria norueguesa especializada em serviços de monitoramento e análise de medições de vento, incluindo uma variedade de avaliações adaptadas às fases de desenvolvimento específicas de um projeto de energia eólica. “Temos especialistas preparados para lidar com a diversidade de stakeholders , bem como com questões econômicas, técnicas e socioambientais, envolvidas nos processos, desde a idealização do projeto até as turbinas entrarem em funcionamento, integradas aos demais sistemas que compõem a matriz energética. Podemos gerir riscos e incertezas de forma sistemática, baseados em análises constantes e assertivas de tecnologias, metodologias, benefícios e custos, de modo a contribuir para agilizar e tornar mais eficazes, sustentáveis e rentáveis as iniciativas eólicas”, reforça Singer. A RambollEnviron conta com diversos centros de pesquisa e desenvolvimento globais e 12.800 profissionais especializados, distribuídos em uma rede de 300 escritórios presentes em 35 países, inclusive em território nacional, prontos a participar de projetos de gestão estratégica, operacional e socioambientais de empresas de todos os setores da matriz energética nacional (hidroelétrico, eólica, solar, biomassa, termoelétrico, óleo e gás, etc).

5 de fevereiro, 2016
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll entre as 10 Maiores do mundo

A Ramboll environ foi eleita como oitava maior empresa de consultoria ambiental, de acordo com o ranking global de consultorias ambientais publicadas pela Environment Analyst, uma das principais publicações internacionais do setor de serviços ambientais. Para ranquear as empresas, o relatório leva em conta o tamanho, diversidade geográfica e interesses globais das empresas do setor. A participação da Ramboll no mercado global é de 1,7%. O avanço da Ramboll no mercado deve-se à aquisição da Environ, ocorrida em dezemgro de 2014. Antes disso, a empresa, de origem escandinava, se posicionava em 18 o lugar. Portanto, saltou dez posições no ranking. “A Ramboll Environ está orgulhosa pelo reconhecimento do nosso forte posicionamento global e de marca no campo de serviços ambientais. Isto demonstra como os serviços complementares e a pegada geográfica da Ramboll e da Environ têm resultado em uma organização que é maior do que a soma das partes, com a habilidade de criar valor adicional para os nossos clientes”, destacou Tom Vetrano, diretor da divisão de Ambiente e Saúde da consultoria. Atuação no Brasil No Brasil, a Ramboll iniciou atividade em 2015, após ter adquirido, globalmente, a Environ, cuja integração foi concluída em maio último. Segundo Eugenio Singer, diretor-geral da empresa no País, a expectativa é que a subsidiária brasileira cresça de forma expressiva, tendo como diferenciais o conhecimento científico e as soluções inovadoras em gestão e integridade de ativos ambientais. Com atuação nos segmentos de Água, Energia, Óleo & Gás, Planejamento Urbano, Transporte, Saúde, Segurança e Meio Ambiente, a Ramboll Environ é referência internacional em controle da qualidade do ar, avaliação de ativos ambientais ( due diligence ) e site solutions, incluindo a área de passivos ambientais e remediação de áreas. “As empresas estão buscando soluções para atuar com a governança ideal, e isto inclui garantir a proteção dos ativos ambientais como condição fundamental para preservar seu valor de mercado”, observa Singer. “Em contrapartida, há uma grande pressão por resultados em todo o mundo, o que requer que se atue de forma diferente para construir a sustentabilidade do negócio em seu conjunto”, acrescenta. Nesse contexto, a Ramboll Environ tem se destacado por encontrar soluções únicas e integradas para os problemas desafiadores de saúde e meio ambiente que o mundo enfrenta.

4 de janeiro, 2016