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ENERGIA EÓLICA

RambollEnviron Brasil anuncia entrada no segmento

O crescimento na produção de energia eólica em todo o mundo e a forte expansão dessa alternativa no Brasil, onde ocupa a terceira maior fonte de geração renovável, já com 8,71 GW de capacidade instalada, segundo dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), impulsionaram a RambollEnviron a estruturar uma equipe de profissionais no País para oferecer consultoria e serviços para as empresas e instituições ligadas à produção eólica. Com 30 anos de experiência, a empresa possui participação em 65% dos projetos globais do setor eólico. Eugenio Singer, diretor geral da RambollEnviron Brasil, ressalta que a expertise do grupo em todas as etapas dos projetos eólicos chega em momento oportuno ao País: “a participação eólica tende a crescer de modo significativo para fortalecer a matriz energética nacional. Isto porque o Brasil apresenta ventos constantes, sem grandes rajadas, e volatilidade em torno de apenas 5%, o que favorece muito a ampliação da geração. Outro fator que contribui para este crescimento é a crise hídrica, que atingiu diversas regiões do País, mostrando a fragilidade de manter o sistema energético focado majoritariamente na produção hidrelétrica”. De origem dinamarquesa, o Grupo Ramboll oferece consultoria e gestão (técnica, econômica e ambiental) em todas as etapas de um projeto eólico: análise de viabilidade; planejamento de gestão, viabilidade e monitoramento socioambiental; seleção de fornecedores e tecnologias; comissionamento; operação; elaboração e análise de contratos de aquisição e de gestão; testes WTG (Wind Turbine Generation); monitoramento constante do desempenho, gestão de relacionamentos e de riscos; entre outros serviços. Outro diferencial da RambollEnviron são as soluções de engenharia para os parques eólicos onshore e offshore , que incluem a infraestrutura elétrica; civil – design estrutural e geotécnico, construção de fundações, em concreto e ancoradas em rocha, bem como específicas para geração no mar; e logística, entre outras.Além disso, a empresa trabalha com parceiros estratégicos como, por exemplo, a KjellerVindteknikk, consultoria norueguesa especializada em serviços de monitoramento e análise de medições de vento, incluindo uma variedade de avaliações adaptadas às fases de desenvolvimento específicas de um projeto de energia eólica. “Temos especialistas preparados para lidar com a diversidade de stakeholders , bem como com questões econômicas, técnicas e socioambientais, envolvidas nos processos, desde a idealização do projeto até as turbinas entrarem em funcionamento, integradas aos demais sistemas que compõem a matriz energética. Podemos gerir riscos e incertezas de forma sistemática, baseados em análises constantes e assertivas de tecnologias, metodologias, benefícios e custos, de modo a contribuir para agilizar e tornar mais eficazes, sustentáveis e rentáveis as iniciativas eólicas”, reforça Singer. A RambollEnviron conta com diversos centros de pesquisa e desenvolvimento globais e 12.800 profissionais especializados, distribuídos em uma rede de 300 escritórios presentes em 35 países, inclusive em território nacional, prontos a participar de projetos de gestão estratégica, operacional e socioambientais de empresas de todos os setores da matriz energética nacional (hidroelétrico, eólica, solar, biomassa, termoelétrico, óleo e gás, etc).

O crescimento na produção de energia eólica em todo o mundo e a forte expansão dessa alternativa no Brasil, onde ocupa a terceira maior fonte de geração renovável, já com 8,71 GW de capacidade instalada, segundo dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), impulsionaram a RambollEnviron a estruturar uma equipe de profissionais no País para oferecer consultoria e serviços para as empresas e instituições ligadas à produção eólica. Com 30 anos de experiência, a empresa possui participação em 65% dos projetos globais do setor eólico.

Eugenio Singer, diretor geral da RambollEnviron Brasil, ressalta que a expertise do grupo em todas as etapas dos projetos eólicos chega em momento oportuno ao País: “a participação eólica tende a crescer de modo significativo para fortalecer a matriz energética nacional. Isto porque o Brasil apresenta ventos constantes, sem grandes rajadas, e volatilidade em torno de apenas 5%, o que favorece muito a ampliação da geração. Outro fator que contribui para este crescimento é a crise hídrica, que atingiu diversas regiões do País, mostrando a fragilidade de manter o sistema energético focado majoritariamente na produção hidrelétrica”.

De origem dinamarquesa, o Grupo Ramboll oferece consultoria e gestão (técnica, econômica e ambiental) em  todas as etapas de um projeto eólico: análise de viabilidade; planejamento de gestão, viabilidade e monitoramento socioambiental; seleção de fornecedores e tecnologias; comissionamento; operação; elaboração e análise de contratos de aquisição e de gestão; testes WTG (Wind Turbine Generation); monitoramento constante do desempenho, gestão de relacionamentos e de riscos; entre outros serviços.

Outro diferencial da RambollEnviron são as soluções de engenharia para os parques eólicos onshore e offshore, que incluem a infraestrutura elétrica; civil – design estrutural e geotécnico, construção de fundações, em concreto e ancoradas em rocha, bem como específicas para geração no mar; e logística, entre outras.Além disso, a empresa trabalha com parceiros estratégicos como, por exemplo, a KjellerVindteknikk, consultoria norueguesa especializada em serviços de monitoramento e análise de medições de vento, incluindo uma variedade de avaliações adaptadas às fases de desenvolvimento específicas de um projeto de energia eólica.

“Temos especialistas preparados para lidar com a diversidade de stakeholders, bem como com questões econômicas, técnicas e socioambientais, envolvidas nos processos, desde a idealização do projeto até as turbinas entrarem em funcionamento, integradas aos demais sistemas que compõem a matriz energética. Podemos gerir riscos e incertezas de forma sistemática, baseados em análises constantes e assertivas de tecnologias, metodologias, benefícios e custos, de modo a contribuir para agilizar e tornar mais eficazes, sustentáveis e rentáveis as iniciativas eólicas”, reforça Singer.

A RambollEnviron conta com diversos centros de pesquisa e desenvolvimento globais e 12.800 profissionais especializados, distribuídos em uma rede de 300 escritórios presentes em 35 países, inclusive em território nacional, prontos a participar de projetos de gestão estratégica, operacional e socioambientais de empresas de todos os setores da matriz energética nacional (hidroelétrico, eólica, solar, biomassa, termoelétrico, óleo e gás, etc).

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ENERGIA EÓLICA
Webinar discute potencial offshore

Para discutir o potencial eólico offshore para o Brasil, a revista Saneamento Ambiental realizará um webinar no dia 15 de dezembro, a partir de 10h. Sob a mediação do engenheiro Eugenio Singer, conselheiro da revista e diretor geral da Ramboll no Brasil, o evento tem como objetivo colocar luz no desenvolvimento deste importante segmento de energia renovável, abordando a temática regulatória após o lançamento do Termo de Referência para Empreendimento Eólicos Offshore pelo IBAMA, o posicionamento dos principais players de energia eólica no pais (como Equinor, Neoenergia, Iberdrola, Shell, Petrobras, EDP entre outros), discutir a importância do disciplinamento territorial marinho a partir dos estudos em curso do PEM, abordar os gargalos e experiências internacionais em outras regiões como ASIA, Europa e EUA, demonstrar o interesse de investidores financeiros internacionais no pais e região e mostrar que a materialização desse setor dar-se-á em menos tempo do que o anunciado por alguns players com o endosso da ABEÓLICA, que advoga em favor do desenvolvimento eólico onshore. Segundo Eugenio Singer, “a idéia de mostrar que é possivel desenvolver ambos os setores onshore e offshore concomitantemente é fundamental e mister de forma a se aproveitar inequivocamente o recurso único da incidência de fluxos eólicos privilegiados do Brasil”. Participarão como debatedores Ana Karina de Souza (da Machado Meyer Advogados), Marcelo Storrer (da ABEMAR), Gabriel Zeitoni (da COP – Copenhagen Offshore Partners) e Eduardo Wagner da Silva, representante do IBAMA. O Webinar também deverá abordar quais os projetos offshore potenciais que começam a se desenvolver atualmente no Nordeste, Sudeste e Sul do país. O evento será transmitido ao vivo pela página da Saneamento Ambiental no Youtube e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia pelo endereço: https://www.sambiental.com.br/conteudo/inscri%C3%A7%C3%B5es-para-o-webi…

7 de dezembro, 2020
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FONTES RENOVÁVEIS
As vantagens da integração de energias

O Brasil conta com uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, com 83% de sua fonte advinda de energias renováveis. A hidrelétrica tem maior participação, com 63,8%, seguida pela eólica (9,3%), biomassa e biogás (8,9%) e solar centralizada (1,4%). Os dados são do Ministério de Minas e Energia. Segundo o relatório do SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa), os três últimos tipos de geração de energia, somados, ultrapassam a geração de energia térmica a combustíveis fósseis. Como resultado, o Brasil tem alcançado uma diminuição da emissão de gases de efeito estufa (GEE) oriundos da geração de energia elétrica. Em 2019, o segmento reduziu em 5% essa emissão, com o avanço, principalmente, das energias eólicas e solar na matriz. Isso significa que existe uma oportunidade de crescimento para essas duas fontes. “As tecnologias solar e eólica se desenvolveram muito na última década, apresentando reduções de custos continuadas e tornando-se, naturalmente, competitivas em relação às fontes convencionais, como o gás natural e o carvão mineral”, avalia o engenheiro, físico e doutor em energia, Demóstenes Barbosa da Silva, presidente da BASE Energia Sustentável. A projeção é que a eólica pode responder por 11% da matriz elétrica em 2024, enquanto que a solar pode chegar a 2,4%. “Esses crescimentos podem se tornar vertiginosos assim que a economia brasileira voltar a crescer, pois os planos de expansão da oferta de energia no Brasil consideram essas duas fontes de energia como as mais vantajosas, tanto sob o ponto de vista econômico como no ambiental”, acrescentou. Contudo existem desafios, como a intermitência e a sazonalidade dessas duas fontes energéticas. Por outro lado, o mercado tem trazido tecnologias de armazenamento de energia por longo período. Um desses casos, por exemplo, é converter a energia em hidrogênio por meio da eletrólise de água, para ser armazenado e produzir eletricidade posteriormente. Pelo fato de o hidrogênio ser uma fonte limpa, não haveria emissões de GEE. O presidente da BASE Energia Sustentável recorda que a Agência Nacional de Energia Elétrica lançou, em 2016, a Chamada Pública 21 para projetos de Pesquisa & Desenvolvimento sobre a possibilidade de armazenamento no Brasil. “Os projetos aprovados para implantação estão próximos de suas conclusões e a expectativa é que, em 2021, sejam apresentadas várias respostas sobre como fazer armazenamento de energia em escala comercial no Brasil”, destaca. Uma estratégia para ampliar essa participação é a integração entre as energias renováveis, com o objetivo de ganhar eficiência e trazer benefícios ao meio ambiente, à economia e à vida das pessoas. “A diversidade de fontes energéticas renováveis abundantes e a evidente complementaridade entre suas características de sazonalidade e intermitência indicam um enorme potencial de aproveitamento sinérgico entre algumas delas, como a hidreletricidade e a solar”, explica Silva. Nesse sentido, seria possível operar duas plantas, uma hidrelétrica e outra solar, de forma conjugada, aumentando a energia garantida do conjunto, comparativamente ao modelo atual de operação, cuja otimização é feita no conjunto de todas as fontes conectadas no Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo o engenheiro, essa integração é perfeitamente viável, técnica e economicamente, e esses arranjos têm sido demonstrados em alguns projetos de empresas do setor. A integração pode ser feita aproveitando-se, por exemplo, áreas remanescentes da construção de barragens e reservatórios das usinas hidrelétricas, bem como áreas sobre as próprias superfícies dos reservatórios, para instalar-se plantas solares, sobre o solo e flutuantes. “A energia solar, que está invariavelmente disponível durante as horas de incidência solar durante o dia, pode ser priorizada para o atendimento da geração do conjunto formado com a hidrelétrica, enquanto se preserva água em seu reservatório, invertendo-se a prioridade nos períodos noturnos”, detalha o presidente da BASE Energia Sustentável. Desse modo, o armazenamento de energia resguarda o sistema ante a intermitência e, até mesmo, pode disponibilizar volumes maiores de energia a custos menores, uma vez que sob a forma de hidrogênio, essa energia pode ser armazenada a longos prazos. Por fim, Silva espera que, em futuro próximo, arranjos entre duas ou mais fontes de energia se tornem comuns no Brasil. Porém, será preciso, antes, vencer o desafio de se ter fabricantes aptos a fornecer equipamentos para implantar essa sinergia em larga escala.

13 de julho, 2020
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll sobe na classificação mundial

A dinamarquesa Ramboll alcançou a 7ª posição no ranking da Environment Analyst, organização global de inteligência de mercado, responsável por criar, anualmente, um ranking com as 23 maiores companhias do setor no mundo. A Ramboll ocupava o oitavo lugar em 2019. O avanço mostra o empenho da companhia em ampliar sua presença global, com foco também no mercado brasileiro. A Ramboll conquistou o segundo lugar na Europa e no ranking de análise de Mudanças Climáticas, Energia, Finanças, Serviços e Atendimento ao Cliente. Os rankings são baseados em percentuais globais de participação de mercado. O relatório “Global Environment Consulting (EC) Strategies & Market Assessment” oferece análise rigorosa do desempenho financeiro das empresas listadas. No início de 2020 a Ramboll comprou o escritório Web Structures, responsável por criar um modelo de trabalho reconhecido mundialmente como “engenharia de fusão”, por unir design e custo-benefício em seus projetos. “A compra proporcionará mais flexibilidade aos negócios da Ramboll no Brasil, permitindo a expansão das áreas de atuação”, diz Eugenio Singer, CEO da empresa. “Com a integração, está garantido o intercambio de tecnologias com a associação de design, sustentabilidade e planejamento urbano em nossos projetos”. O escritório Web Structures oferece serviços especializados e consultoria para a área de engenharia civil e geotécnica, além de ser reconhecido mundialmente por oferecer soluções de alta qualidade. O escritório já assinou 650 projetos em mais de 28 países, e tem unidades em Singapura e na Malásia. A Web Structures incorporará 120 especialistas qualificados à Ramboll e indica o forte momento de expansão da companhia, uma das principais no mundo com foco em consultoria de serviços ambientais e reconhecida no mercado brasileiro por sua expertise nas áreas de petróleo & gás, meio ambiente, saúde e segurança, água, energia, transporte e planejamento urbano.

17 de fevereiro, 2020
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RAMBOLL ENVIRON
Novos escritórios no Rio e BH

Consultoria multinacional em engenharia e projetos multidisciplinares, a Ramboll Environ anuncia a abertura de dois novos escritórios nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). A empresa quer ampliar sua participação em projetos de gestão ambiental, integridade de ativos, remediação de áreas contaminadas, desempenho social para as áreas de Real Estate, Petróleo e Gás, Energia, Saneamento e Transporte. “Estamos abrindo novos escritórios com o propósito de estarmos mais próximos aos nossos clientes e liderar as prospecções regionais nesta época na qual os investimentos necessitam de tecnologia e competência. Acreditamos que assim poderemos atuar de maneira proativa e dinâmica na implementação e monitoramento de projetos, bem como na remediação de eventuais ocorrências”, afirma Eugenio Singer, presidente da Ramboll do Brasil. O escritório carioca ficará no bairro de Botafogo e atenderá a empresas dos setores de petróleo e gás, energia, siderurgia, entre outras. Inicialmente será comandado por Thereza Moreira (anteriormente SGS e ABS), além de um time de 60 profissionais da Ramboll Brasil distribuídos em outros quatro escritórios. Já o escritório mineiro ficará no bairro do Savassi e terá como foco o setor de mineração. Em Belo Horizonte, a Ramboll irá trabalhar também para ampliar a participação em áreas como metalurgia, siderurgia e manufatura. Em Belo Horizonte, o principal executivo da Ramboll é Ricardo Oliveira Camargo, contando com a coordenadora regional dos serviços da Ramboll, a Dra. Flávia Toledo, ambos originalmente da Anglo American, com experiência em gestão de grandes projetos e experiência na área ambiental e de sustentabilidade, especialmente junto a mineradoras.

3 de março, 2017
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll entre as 10 Maiores do mundo

A Ramboll environ foi eleita como oitava maior empresa de consultoria ambiental, de acordo com o ranking global de consultorias ambientais publicadas pela Environment Analyst, uma das principais publicações internacionais do setor de serviços ambientais. Para ranquear as empresas, o relatório leva em conta o tamanho, diversidade geográfica e interesses globais das empresas do setor. A participação da Ramboll no mercado global é de 1,7%. O avanço da Ramboll no mercado deve-se à aquisição da Environ, ocorrida em dezemgro de 2014. Antes disso, a empresa, de origem escandinava, se posicionava em 18 o lugar. Portanto, saltou dez posições no ranking. “A Ramboll Environ está orgulhosa pelo reconhecimento do nosso forte posicionamento global e de marca no campo de serviços ambientais. Isto demonstra como os serviços complementares e a pegada geográfica da Ramboll e da Environ têm resultado em uma organização que é maior do que a soma das partes, com a habilidade de criar valor adicional para os nossos clientes”, destacou Tom Vetrano, diretor da divisão de Ambiente e Saúde da consultoria. Atuação no Brasil No Brasil, a Ramboll iniciou atividade em 2015, após ter adquirido, globalmente, a Environ, cuja integração foi concluída em maio último. Segundo Eugenio Singer, diretor-geral da empresa no País, a expectativa é que a subsidiária brasileira cresça de forma expressiva, tendo como diferenciais o conhecimento científico e as soluções inovadoras em gestão e integridade de ativos ambientais. Com atuação nos segmentos de Água, Energia, Óleo & Gás, Planejamento Urbano, Transporte, Saúde, Segurança e Meio Ambiente, a Ramboll Environ é referência internacional em controle da qualidade do ar, avaliação de ativos ambientais ( due diligence ) e site solutions, incluindo a área de passivos ambientais e remediação de áreas. “As empresas estão buscando soluções para atuar com a governança ideal, e isto inclui garantir a proteção dos ativos ambientais como condição fundamental para preservar seu valor de mercado”, observa Singer. “Em contrapartida, há uma grande pressão por resultados em todo o mundo, o que requer que se atue de forma diferente para construir a sustentabilidade do negócio em seu conjunto”, acrescenta. Nesse contexto, a Ramboll Environ tem se destacado por encontrar soluções únicas e integradas para os problemas desafiadores de saúde e meio ambiente que o mundo enfrenta.

4 de janeiro, 2016
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ENERGIA EÓLICA
Subsistema Nordeste atinge novo recorde de geração

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), no dia 12 de outubro a geração eólica verificada no Subsistema Nordeste atingiu 3.689 MW, o que representou 46% da demanda desse Subsistema, com fator de capacidade de 84%, além de ser um novo recorde. Durante o ano de 2015 a fonte já havia superado seus índices de geração. Para o Nordeste, a marca anterior era de 3.495 MW em setembro, representando 35% do abastecimento e 83% em fator de capacidade. A região Sul também atingiu números relevantes em agosto, quando foram constatados 1.238 MWde geração, correspondendo a 80% da capacidade total instalada na região e 16,5% da carga do Submercado Sul. Em 2014, as usinas eólicas geraram em todo o ano 12 TWh de energia, com fator de capacidade médio de 38%. No primeiro semestre de 2015 já foram gerados por fonte eólica 8 TWh, mais da metade gerada ao logo de todo o ano anterior. “A geração verificada indica números que comprovam a relevância da fonte eólica para a segurança do sistema. No período de seca a contribuição proveniente dos ventos mostra-se ainda maior, podendo alcançar novos recordes ainda este ano”, destaca Elbia Gannoum, Presidente executiva da ABEEólica. A energia eólica mostra sua relevância principalmente nesta época de escassez hídrica, desde o final de 2013. Em agosto do ano corrente, verificou-se recorde de geração eólica do Sistema Interligado Nacional – SIN, 4.432 MW, representando 8% da carga deste sistema, com um fator de capacidade de 78%. “Sobre esse aspecto, reforçamos a importância em considerarmos a complementariedade entre as diversas fontes renováveis para a concepção diversificada da matriz elétrica brasileira contemporânea”, diz Elbia. Atualmente, o Brasil conta com 7.657,9 MW instalados. O montante é responsável por abastecer 13 milhões de residências, em média, e ajuda a evitar a emissão de 13,5 milhões de toneladas de CO 2 na atmosfera, além de representar um benefício líquido para o Sistema de quantias financeiras elevadas, evitando o alto custo do despacho térmico.

19 de outubro, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Brasil atinge 7GW de capacidade instalada

Com a instalação de três parques eólicos no Rio Grande do Norte, o Brasil atingiu a marca de 7GW e a fonte eólica passa a ter participação de 5% na matriz energética nacional. Atualmente, o Brasil possui 281 parques eólicos, distribuídos por 11 estados. Em índices sustentáveis, essa capacidade representa mais de 100 mil empregos gerados, 12 milhões de residências abastecidas mensalmente e 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. Para a Presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum, a marca alcançada traduz o crescimento virtuoso e a consolidação da indústria eólica brasileira. “Trata-se de mais energia para o País, uma geração limpa, competitiva e sustentável compondo a matriz elétrica brasileira com uma fonte renovável complementar. Os benefícios proporcionados pela fonte eólica têm sido mais expressivos a cada dia, tendo promovido ganhos para todo o sistema elétrico brasileiro, desde a otimização da operação até a sua redução de custos”. Elbia diz ainda que “as eólicas têm papel representativo na expansão do parque gerador. Somente em 2014 a energia dos ventos teve geração total de 12 TWh e representou um beneficio liquido para o sistema de mais de R$ 5 bilhões, evitando o alto custo do despacho térmico”. Os níveis de geração de energia continuam quebrando novos recordes em 2015. No dia 30 de julho, por exemplo, o Brasil atingiu a marca de 3.269 MW de geração eólica no Subsistema Nordeste, representando 33% da carga deste subsistema com fator de capacidade de 76%. Segundo as perspectivas do Governo, o setor eólico deve atingir cerca de 23 GW de potência instalada em 2023, e as previsões do setor indicam um crescimento ainda maior, que alcança 27 GW. “Os desafios envolvendo a logística de transportes, a transmissão e as condições de financiamento não devem impedir a continuidade da trajetória excepcional da indústria de energia” avalia a executiva.

12 de agosto, 2015
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ENERGIA EÓLICA
Comemorado Dia Mundial do Vento

Hoje, dia 15 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Vento ou Global Wind Day. Criada em 2010, a data tem como objetivo informar à população sobre a importância de desenvolver uma matriz elétrica com participação das energias renováveis complementares, em especial a fonte eólica. O Global Wind Energy Council - GWEC em parceria com a European Wind Energy Association - EWEA organizam ações ao redor do mundo para comemorar esta data. Para comemorar a data no Brasil a ABEEólica realizou uma campanha a fim de divulgar o dia. Milhares de pessoas em todo mundo estão envolvidas com a produção de energia a partir dos ventos, mas para muitos essa fonte de energia ainda é um mistério. A ABEEólica decidiu expor, em pontos estratégicos da cidade de São Paulo, um anúncio comemorando a data e informando a população sobre os benefícios da fonte eólica. Nesta campanha foram disponibilizados dados socioambientais, como a geração de 100 mil postos de trabalho, o abastecimento de 12 milhões de residências, e a emissão de 12 milhões de toneladas de CO2 evitadas. “A campanha da ABEEólica para o Dia Mundial do Vento tem como objetivo divulgar os benefícios e princípios da energia eólica, que tem a força dos ventos como fator fundamental para a geração de energia limpa, renovável e competitiva” afirma Elbia Gannoum, Presidente-Executiva da ABEEólica. O setor eólico brasileiro comemora o ano de 2014. Foi gerado recorde de 2.155 MW médios em outubro, o que respondeu por 20% da demanda no Nordeste. No dia 11 de junho deste ano foi registrado mais um recorde de geração eólica no Subsistema Nordeste, atingindo 2.779 MW, o que representa 27% da carga deste Subsistema com um fator de capacidade de 71%. Os parques eólicps brasileiros estão com capacidades 10% acima dos melhores indicadores que se conhece na Europa e que se situam entre 28% e 31%. “Terminamos o ano de 2014 com 238 parques e 5,9 GW em capacidade instalada. O Brasil mostra que é definitivamente um País atrativo para investimentos em energia eólica. No ano passado essa capacidade nos colocou entre os 10 maiores países em termos de usinas, o 4º maior em termos de investimentos e o 2º em atratividade, perdendo apenas para a China”, informou Elbia. Reforçando o efeito da complementariedade entre as fontes, a executiva afirma, “A fonte eólica mostra que é altamente complementar às hidrelétricas”, e lembrou ainda que a geração pela força dos ventos devolveu R$ 3,5 bilhões aos consumidores por meio da Coner, a conta de energia de reserva. O planejamento para este ano é que o setor encerre com 9,6 GW de capacidade instalada. Caso seja confirmada essa previsão, o Brasil avançará para um patamar entre 4º e 5º maior entre os países do mundo que possuem geração eólica. Esse volume vem associado à ampliação da cadeia de produção nacional que foi exigida e atendida pelas regras do BNDES, que é a principal fonte de recursos para a continuidade desses investimentos no longo prazo, e cujas regras de conteúdo nacional estarão totalmente implementadas em junho de 2016. Em 2014, o Brasil recebeu R$ 18 bilhões em investimentos em energia eólica, e grande parte desses aportes foi financiado pelo BNDES.

15 de junho, 2015