Publicidade
ENERGIA EÓLICA

Webinar discute potencial offshore

Para discutir o potencial eólico offshore para o Brasil, a revista Saneamento Ambiental realizará um webinar no dia 15 de dezembro, a partir de 10h. Sob a mediação do engenheiro Eugenio Singer, conselheiro da revista e diretor geral da Ramboll no Brasil, o evento tem como objetivo colocar luz no desenvolvimento deste importante segmento de energia renovável, abordando a temática regulatória após o lançamento do Termo de Referência para Empreendimento Eólicos Offshore pelo IBAMA, o posicionamento dos principais players de energia eólica no pais (como Equinor, Neoenergia, Iberdrola, Shell, Petrobras, EDP entre outros), discutir a importância do disciplinamento territorial marinho a partir dos estudos em curso do PEM, abordar os gargalos e experiências internacionais em outras regiões como ASIA, Europa e EUA, demonstrar o interesse de investidores financeiros internacionais no pais e região e mostrar que a materialização desse setor dar-se-á em menos tempo do que o anunciado por alguns players com o endosso da ABEÓLICA, que advoga em favor do desenvolvimento eólico onshore. Segundo Eugenio Singer, “a idéia de mostrar que é possivel desenvolver ambos os setores onshore e offshore concomitantemente é fundamental e mister de forma a se aproveitar inequivocamente o recurso único da incidência de fluxos eólicos privilegiados do Brasil”. Participarão como debatedores Ana Karina de Souza (da Machado Meyer Advogados), Marcelo Storrer (da ABEMAR), Gabriel Zeitoni (da COP – Copenhagen Offshore Partners) e Eduardo Wagner da Silva, representante do IBAMA. O Webinar também deverá abordar quais os projetos offshore potenciais que começam a se desenvolver atualmente no Nordeste, Sudeste e Sul do país. O evento será transmitido ao vivo pela página da Saneamento Ambiental no Youtube e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia pelo endereço: https://www.sambiental.com.br/conteudo/inscri%C3%A7%C3%B5es-para-o-webi…

Para discutir o potencial eólico offshore para o Brasil, a revista Saneamento Ambiental realizará um webinar no dia 15 de dezembro, a partir de 10h. Sob a mediação do engenheiro Eugenio Singer, conselheiro da revista e diretor geral da Ramboll no Brasil, o evento tem como objetivo colocar luz no desenvolvimento deste importante segmento de energia renovável, abordando a temática regulatória após o lançamento do Termo de Referência para Empreendimento Eólicos Offshore pelo IBAMA, o posicionamento dos principais players de energia eólica no pais (como Equinor, Neoenergia, Iberdrola, Shell, Petrobras, EDP entre outros), discutir a importância do disciplinamento territorial marinho a partir dos estudos em curso do PEM, abordar os gargalos e experiências internacionais em outras regiões como ASIA, Europa e EUA, demonstrar o interesse de investidores financeiros internacionais no pais e região e mostrar que a materialização desse setor dar-se-á em menos tempo do que o anunciado por alguns players com o endosso da ABEÓLICA, que advoga em favor do desenvolvimento eólico onshore.

Segundo Eugenio Singer, “a idéia de mostrar que é possivel desenvolver ambos os setores onshore e offshore concomitantemente é fundamental e mister de forma a se aproveitar inequivocamente o recurso único da incidência de fluxos eólicos privilegiados do Brasil”. Participarão como debatedores Ana Karina de Souza (da Machado Meyer Advogados), Marcelo Storrer (da ABEMAR), Gabriel Zeitoni (da COP – Copenhagen Offshore Partners) e Eduardo Wagner da Silva, representante do IBAMA. 

O Webinar também deverá abordar quais os projetos offshore potenciais que começam a se desenvolver atualmente no Nordeste, Sudeste e Sul do país. O evento será transmitido ao vivo pela página da Saneamento Ambiental no Youtube e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia pelo endereço: 

https://www.sambiental.com.br/conteudo/inscri%C3%A7%C3%B5es-para-o-webi…

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
WEBINAR
Sienge debate temas e oportunidades do novo marco regulatório

O Sienge, solução em gestão na área de construção civil, promove um webinar no dia 6 de agosto, às 14h, com o título: O Novo Marco do Saneamento e as Oportunidades para a Construção. Grandes nomes do mercado vão expor temas e oportunidades presentes no marco regulatório do Saneamento e o que o Governo Federal precisa fazer para alcançar investimentos estimados na casa de R$ 700 bilhões em 12 anos. "O marco do saneamento cria um novo ambiente de negócios para todo o setor de construção civil, com um horizonte promissor de oportunidades e com potencial de transformar a realidade de todo o País, temos muito o que debater e entender, mas sem dúvida é uma chance de ouro", aposta Fabrício Schveitzer, COO do Sienge. Participam do evento Júlio Jacob Junior, Diretor Jurídico da Iguá Saneamento; Tiago Jacques, Advogado especialista em PPPs e Infraestrutura; Sebastian Butto, Diretor de Projetos na Siglasul; Percy Soares Neto, Diretor Executivo na ABCON SINDCON. O webinar terá a moderação de Fabrício Schveitzer, COO do Sienge e Tullo Cavallazzi, Advogado Sócio na Cavallazzi Andrey Restanho & Araujo. Entre os temas abordados estão o contexto de surgimento do Marco do Saneamento; A regulamentação decorrente de sua aprovação; Inovações presentes e Oportunidades de negócio para a Indústria da Construção. Para participar e saber mais informações do evento, basta acessar o http://www.sienge.com.br/novo-marco-do-saneamento-construcao/

3 de agosto, 2020
Saneamento Ambiental Logo
MEIO AMBIENTE
Coronavírus e o Direito Ambiental

No último dia 13 de maio, a revista Saneamento Ambiental , em parceria com a revista Brasil Mineral , realizou o webinar “Coronavírus e o Direito Ambiental” . Os debates, coordenados por Eugenio Singer , Diretor Geral da Ramboll Brasil e conselheiro da revista Saneamento Ambiental , contaram com a presença de oito advogados dos mais renomados escritórios do Brasil: Adriana Batista (Tozzini Freire), Alexandre Sion (Sion Advogados), Fabrício Soler (Felsberg Advogados), Lina Pimentel (Mattos Filho), Márcio Pereira (BMA), Renata Amaral (Trench Rossi e Watanabe), Roberta Leonhardt (Machado Meyer) e Werner Grau (Pinheiro Neto). Conforme relataram os advogados, todos os escritórios tiveram que se adaptar rapidamente ao home office e a tecnologia foi ponto fundamental para a manutenção dos trabalhos, que aliás não tiveram impacto na área do direito ambiental. Ao contrário, em alguns escritórios a demanda até aumentou e novos contratos surgiram por causa do coronavírus. Outro aspecto interessante pontuado pelos especialistas foi a elevada produtividade do judiciário nesse período e a “descoberta” de uma nova ferramenta de comunicação, como o uso do Whattsapp. Conforme pontuou Renata Amaral, do Trench Rossi e Watanabe, os trabalhos conseguiram manter certo ritmo pelo fato de os órgãos ambientais já estarem com muitos processos no formato eletrônico, o que facilitou a transição. Também essa nova forma de trabalhar acabou repercutindo no custo da advocacia para o cliente – “o custo, que já era um fator importante vai se tornar mais decisivo ainda para os negócios na área ambiental. As reuniões via videoconferência vêm mostrando que é possível fechar acordos da mesma forma que em reuniões presenciais, só que de maneira mais ágil e mais acessível economicamente”, ressaltou Márcio Pereira, do BMA. No debate, os participantes relataram ainda os impactos do coronavírus em alguns setores essenciais, como mineração, petróleo e gás, infraestrutura, saneamento, práticas de remediação de áreas e fusões e aquisições. Especificamente sobre o saneamento, Fabrício Soler (Felsberg Advogados) ressaltou o desserviço do Governo Federal ao retirar o segmento da lista de atividades essenciais – “isso dificulta a relevância do serviço de saneamento e a sua operacionalização”. Quanto à tramitação do novo marco do saneamento, que aguarda votação no Senado, Soler apontou dois aspectos como essenciais: a ANA deixar de ser Agência Nacional de Águas para se tornar Agência Nacional de Saneamento, com competências mais alargadas, inclusive de regulação, com a instituição de diretrizes para estados e municípios poderem implementar suas políticas de água, esgoto e resíduos; e , do âmbito local, a sustentabilidade econômico-financeira do serviço, com a cobrança de taxa ou tarifa. Werner Grau (Pinheiro Neto) concordou que houve maior produtividade do judiciário desde o início da pandemia. Entretanto, na parte do licenciamento e controle ambiental o advogado destacou que é preciso observar que muitas ações dependem de visitas a campo, fiscalização e outras etapas que só podem ser cumpridas desde que seja seguido um protocolo de segurança – “eu acredito nos órgãos ambientais e o Ibama hoje é dirigido por uma pessoa extremamente sensata. Não dá para esperar que o Ibama ou os órgãos ambientais tenham a mesma produtividade do judiciário, pois estamos falando de seres humanos. O agente público que vai a campo tem que ter um nível de segurança que dê a ele a tranquilidade para fazer o seu trabalho. Esse é o protocolo e isso vai gerar custo adicional para o estado”. Quanto às lições aprendidas até agora, os advogados foram unânimes ao afirmar que a retomada dos serviços deve ter como prioridade a saúde e segurança dos colaboradores e que as iniciativas futuras devem priorizar uma agenda com maior sustentabilidade ambiental. Aliás, essa análise foi feita de forma macro por Adriana Batista (Tozzini Freire): “o bem-estar da população depende de um meio ambiente sadio e equilibrado e isso vem sendo afetado pela forma de ocupação humana e pelo sistema econômico adotado”. Adriana citou ainda dados apresentados no Fórum Econômico Mundial de 2015 que já previam esse risco de pandemia, mas que foram negligenciados. “Muito embora a pandemia esteja trazendo uma série de impactos indesejáveis, a começar pelo ponto de vista social e econômico, existe a oportunidade de direcionar os investimentos na busca de um desenvolvimento sustentável, que deverá estar no centro de uma estratégia de recuperação mundial”. A íntegra deste webinar está disponível em nossa página no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=hqQwzsrngT4

25 de maio, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA EÓLICA
RambollEnviron Brasil anuncia entrada no segmento

O crescimento na produção de energia eólica em todo o mundo e a forte expansão dessa alternativa no Brasil, onde ocupa a terceira maior fonte de geração renovável, já com 8,71 GW de capacidade instalada, segundo dados da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), impulsionaram a RambollEnviron a estruturar uma equipe de profissionais no País para oferecer consultoria e serviços para as empresas e instituições ligadas à produção eólica. Com 30 anos de experiência, a empresa possui participação em 65% dos projetos globais do setor eólico. Eugenio Singer, diretor geral da RambollEnviron Brasil, ressalta que a expertise do grupo em todas as etapas dos projetos eólicos chega em momento oportuno ao País: “a participação eólica tende a crescer de modo significativo para fortalecer a matriz energética nacional. Isto porque o Brasil apresenta ventos constantes, sem grandes rajadas, e volatilidade em torno de apenas 5%, o que favorece muito a ampliação da geração. Outro fator que contribui para este crescimento é a crise hídrica, que atingiu diversas regiões do País, mostrando a fragilidade de manter o sistema energético focado majoritariamente na produção hidrelétrica”. De origem dinamarquesa, o Grupo Ramboll oferece consultoria e gestão (técnica, econômica e ambiental) em todas as etapas de um projeto eólico: análise de viabilidade; planejamento de gestão, viabilidade e monitoramento socioambiental; seleção de fornecedores e tecnologias; comissionamento; operação; elaboração e análise de contratos de aquisição e de gestão; testes WTG (Wind Turbine Generation); monitoramento constante do desempenho, gestão de relacionamentos e de riscos; entre outros serviços. Outro diferencial da RambollEnviron são as soluções de engenharia para os parques eólicos onshore e offshore , que incluem a infraestrutura elétrica; civil – design estrutural e geotécnico, construção de fundações, em concreto e ancoradas em rocha, bem como específicas para geração no mar; e logística, entre outras.Além disso, a empresa trabalha com parceiros estratégicos como, por exemplo, a KjellerVindteknikk, consultoria norueguesa especializada em serviços de monitoramento e análise de medições de vento, incluindo uma variedade de avaliações adaptadas às fases de desenvolvimento específicas de um projeto de energia eólica. “Temos especialistas preparados para lidar com a diversidade de stakeholders , bem como com questões econômicas, técnicas e socioambientais, envolvidas nos processos, desde a idealização do projeto até as turbinas entrarem em funcionamento, integradas aos demais sistemas que compõem a matriz energética. Podemos gerir riscos e incertezas de forma sistemática, baseados em análises constantes e assertivas de tecnologias, metodologias, benefícios e custos, de modo a contribuir para agilizar e tornar mais eficazes, sustentáveis e rentáveis as iniciativas eólicas”, reforça Singer. A RambollEnviron conta com diversos centros de pesquisa e desenvolvimento globais e 12.800 profissionais especializados, distribuídos em uma rede de 300 escritórios presentes em 35 países, inclusive em território nacional, prontos a participar de projetos de gestão estratégica, operacional e socioambientais de empresas de todos os setores da matriz energética nacional (hidroelétrico, eólica, solar, biomassa, termoelétrico, óleo e gás, etc).

5 de fevereiro, 2016