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MEIO AMBIENTE

Papo Verde sobre política ambiental

Mário Mantovani (presidente da SOS Mata Atlântica), Maristela Bernardo (Cientista Ambiental, ex-assessora do Senado brasileiro) e Clayton Lino (presidente da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica), estarão debatendo ao vivo , com mediação de Eugenio Singer (membro do conselho consultivo da revista Saneamento Ambiental e diretor geral da Ramboll Brasil), a situação atual e perspectivas da política ambiental brasileira, que passa por grandes desafios na atualidade. Promovido pelas revistas Saneamento Ambiental e Brasil Mineral , o debate acontecerá no dia 4 de junho, a partir das 9:30hs e será transmitido ao vivo na página da Saneamento Ambiental no youtube. Para assistir, inscreva-se na página ou acesse o link https://youtu.be/YSJwQhR-x38

Mário Mantovani (presidente da SOS Mata Atlântica), Maristela Bernardo (Cientista Ambiental, ex-assessora do Senado brasileiro) e Clayton Lino (presidente da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica), estarão debatendo ao vivo , com mediação de Eugenio Singer (membro do conselho consultivo da revista Saneamento Ambiental e diretor geral da Ramboll Brasil), a situação atual e perspectivas da política ambiental brasileira, que passa por grandes desafios na atualidade. 

Promovido pelas revistas Saneamento Ambiental e Brasil Mineral, o debate acontecerá no dia 4 de junho, a partir das 9:30hs e será transmitido ao vivo na página da Saneamento Ambiental no youtube. Para assistir, inscreva-se na página ou acesse o link https://youtu.be/YSJwQhR-x38

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ENERGIA EÓLICA
Webinar discute potencial offshore

Para discutir o potencial eólico offshore para o Brasil, a revista Saneamento Ambiental realizará um webinar no dia 15 de dezembro, a partir de 10h. Sob a mediação do engenheiro Eugenio Singer, conselheiro da revista e diretor geral da Ramboll no Brasil, o evento tem como objetivo colocar luz no desenvolvimento deste importante segmento de energia renovável, abordando a temática regulatória após o lançamento do Termo de Referência para Empreendimento Eólicos Offshore pelo IBAMA, o posicionamento dos principais players de energia eólica no pais (como Equinor, Neoenergia, Iberdrola, Shell, Petrobras, EDP entre outros), discutir a importância do disciplinamento territorial marinho a partir dos estudos em curso do PEM, abordar os gargalos e experiências internacionais em outras regiões como ASIA, Europa e EUA, demonstrar o interesse de investidores financeiros internacionais no pais e região e mostrar que a materialização desse setor dar-se-á em menos tempo do que o anunciado por alguns players com o endosso da ABEÓLICA, que advoga em favor do desenvolvimento eólico onshore. Segundo Eugenio Singer, “a idéia de mostrar que é possivel desenvolver ambos os setores onshore e offshore concomitantemente é fundamental e mister de forma a se aproveitar inequivocamente o recurso único da incidência de fluxos eólicos privilegiados do Brasil”. Participarão como debatedores Ana Karina de Souza (da Machado Meyer Advogados), Marcelo Storrer (da ABEMAR), Gabriel Zeitoni (da COP – Copenhagen Offshore Partners) e Eduardo Wagner da Silva, representante do IBAMA. O Webinar também deverá abordar quais os projetos offshore potenciais que começam a se desenvolver atualmente no Nordeste, Sudeste e Sul do país. O evento será transmitido ao vivo pela página da Saneamento Ambiental no Youtube e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia pelo endereço: https://www.sambiental.com.br/conteudo/inscri%C3%A7%C3%B5es-para-o-webi…

7 de dezembro, 2020
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MEIO AMBIENTE
As dificuldades de avanço na política ambiental

Na série de debates promovidos pela revista Saneamento Ambiental , dia 4 de junho, foi a vez do “Papo Verde sobre a Política Ambiental Brasileira”, que contou com a mediação de Eugenio Singer, diretor geral da Ramboll Brasil e também conselheiro da publicação, e a presença de Maristela Bernardo (ex assessora do Senado), Mário Mantovani (SOS Mata Atlântica) e Clayton Lino (Reserva da Biosfera da Mata Atlântica). Ao falar sobre a evolução da política ambiental e o cumprimento do marco regulatório, Mantovani disse haver mais dificuldades a cada dia, devido a um jogo de interesses que não sabe trabalhar o coletivo. Atuante há 20 anos no Congresso, ele sempre buscou integrar os interesses da sociedade com a estruturação do Ministério do Meio Ambiente e a questão das políticas públicas, “entretanto o lobby de alguns setores industriais ainda funciona dentro do Congresso”. Mas considera que houve sim evolução no País, com avanços impensáveis do ponto de vista ambiental e social, “mas em pleno século XXI é possível ver retrocessos com os ‘ganhos’ na política pública para interesses menores, o que impacta negativamente a imagem do Brasil”. Maristela Bernardo, que foi por muitos anos assessora parlamentar do Senado, explicou porque o Brasil, que tem um marco ambiental regulatório avançado, ainda não se firmou nessa questão. “Desde a constituição de 1988, o Brasil teve a oportunidade de mudar a compreensão de meio ambiente, saindo da esfera da proteção strictu sensu das riquezas naturais, para um eixo político de organização. Desenvolvimento econômico não se define apenas na esfera da economia. É preciso considerar também os fatores ambientais. Existem novas maneiras de produzir que não são destrutivas – é mudar o paradigma entre o ter e consumir, para aspectos de produção sustentável e justiça social. E, ao longo dos anos, o Brasil foi construindo uma ideia de governança que pudesse incorporar esses novos valores de ética ambiental”. Como preservar os recursos naturais com as atividades industriais foi o enfoque de Clayton Lino, que alertou para a recessão econômica que virá: “as crises estarão associadas umas às outras e não se pode esquecer a interdependência da corresponsabilidade e das mudanças climáticas”. Para Lino, a grande questão será como pensar o futuro e modelos de desenvolvimentos que contemplem os avanços da política ambiental no Brasil. A íntegra do Papo Verde já está disponível em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=YSJwQhR-x38

8 de junho, 2020
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AMAZÔNIA
FAS realiza semana do meio ambiente

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) promove, de 31 de maio a 7 de junho, uma série de webinars para debater questões ambientais com foco na Amazônia e reunindo especialistas, representantes de organizações e convidados especiais. A agenda online começa com o evento "Live pela Amazônia", que ocorrerá às 10h (Manaus), no Instagram (@fasamazonas). O superintendente geral da FAS, Virgilio Viana, conduzirá um bate-papo com o líder indígena, ambientalista e escritor, Ailton Krenak, reconhecido internacionalmente como uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro. A programação segue na quarta-feira (3), às 19h, com a live "Como ser sustentável na quarentena" (@sdsnamazonia), que terá a participação da secretária-executiva da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN Amazônia), Carolina Ramírez Méndez, e do engenheiro florestal e permacultor, Lucas Henrique. O objetivo é dar dicas práticas de como montar uma composteira e mini horta em casa, plantar vegetais em vasos e adotar hábitos simples que ajudam o planeta. Na sexta-feira (5), serão realizadas duas transmissões ao vivo. Um dos destaques é o evento "Educação para (Des) envolvimento Sustentável" que aborda as iniciativas de educação implementadas pela FAS ao longo dos últimos 11 anos. Conduzida por Valcléia Solidade, superintendente de Desenvolvimento Sustentável da FAS, e Luis Fabian Pereira Barbosa (Seduc) a transmissão será por hangout https://meet.google.com/hba-ouha-tvf . Para encerrar a semana, irá ocorrer um bate-papo com música e arte regional no domingo (7), às 15h, em mais uma "Live pela Amazônia" no Instagram. Dessa vez, o convidado será o músico acreano, Nando Montenegro, que produz um som alternativo com o projeto chamado Batuque Banzeiro. Os eventos terão continuidade ao longo do mês de junho.

2 de junho, 2020
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MEIO AMBIENTE
Coronavírus e o Direito Ambiental

No último dia 13 de maio, a revista Saneamento Ambiental , em parceria com a revista Brasil Mineral , realizou o webinar “Coronavírus e o Direito Ambiental” . Os debates, coordenados por Eugenio Singer , Diretor Geral da Ramboll Brasil e conselheiro da revista Saneamento Ambiental , contaram com a presença de oito advogados dos mais renomados escritórios do Brasil: Adriana Batista (Tozzini Freire), Alexandre Sion (Sion Advogados), Fabrício Soler (Felsberg Advogados), Lina Pimentel (Mattos Filho), Márcio Pereira (BMA), Renata Amaral (Trench Rossi e Watanabe), Roberta Leonhardt (Machado Meyer) e Werner Grau (Pinheiro Neto). Conforme relataram os advogados, todos os escritórios tiveram que se adaptar rapidamente ao home office e a tecnologia foi ponto fundamental para a manutenção dos trabalhos, que aliás não tiveram impacto na área do direito ambiental. Ao contrário, em alguns escritórios a demanda até aumentou e novos contratos surgiram por causa do coronavírus. Outro aspecto interessante pontuado pelos especialistas foi a elevada produtividade do judiciário nesse período e a “descoberta” de uma nova ferramenta de comunicação, como o uso do Whattsapp. Conforme pontuou Renata Amaral, do Trench Rossi e Watanabe, os trabalhos conseguiram manter certo ritmo pelo fato de os órgãos ambientais já estarem com muitos processos no formato eletrônico, o que facilitou a transição. Também essa nova forma de trabalhar acabou repercutindo no custo da advocacia para o cliente – “o custo, que já era um fator importante vai se tornar mais decisivo ainda para os negócios na área ambiental. As reuniões via videoconferência vêm mostrando que é possível fechar acordos da mesma forma que em reuniões presenciais, só que de maneira mais ágil e mais acessível economicamente”, ressaltou Márcio Pereira, do BMA. No debate, os participantes relataram ainda os impactos do coronavírus em alguns setores essenciais, como mineração, petróleo e gás, infraestrutura, saneamento, práticas de remediação de áreas e fusões e aquisições. Especificamente sobre o saneamento, Fabrício Soler (Felsberg Advogados) ressaltou o desserviço do Governo Federal ao retirar o segmento da lista de atividades essenciais – “isso dificulta a relevância do serviço de saneamento e a sua operacionalização”. Quanto à tramitação do novo marco do saneamento, que aguarda votação no Senado, Soler apontou dois aspectos como essenciais: a ANA deixar de ser Agência Nacional de Águas para se tornar Agência Nacional de Saneamento, com competências mais alargadas, inclusive de regulação, com a instituição de diretrizes para estados e municípios poderem implementar suas políticas de água, esgoto e resíduos; e , do âmbito local, a sustentabilidade econômico-financeira do serviço, com a cobrança de taxa ou tarifa. Werner Grau (Pinheiro Neto) concordou que houve maior produtividade do judiciário desde o início da pandemia. Entretanto, na parte do licenciamento e controle ambiental o advogado destacou que é preciso observar que muitas ações dependem de visitas a campo, fiscalização e outras etapas que só podem ser cumpridas desde que seja seguido um protocolo de segurança – “eu acredito nos órgãos ambientais e o Ibama hoje é dirigido por uma pessoa extremamente sensata. Não dá para esperar que o Ibama ou os órgãos ambientais tenham a mesma produtividade do judiciário, pois estamos falando de seres humanos. O agente público que vai a campo tem que ter um nível de segurança que dê a ele a tranquilidade para fazer o seu trabalho. Esse é o protocolo e isso vai gerar custo adicional para o estado”. Quanto às lições aprendidas até agora, os advogados foram unânimes ao afirmar que a retomada dos serviços deve ter como prioridade a saúde e segurança dos colaboradores e que as iniciativas futuras devem priorizar uma agenda com maior sustentabilidade ambiental. Aliás, essa análise foi feita de forma macro por Adriana Batista (Tozzini Freire): “o bem-estar da população depende de um meio ambiente sadio e equilibrado e isso vem sendo afetado pela forma de ocupação humana e pelo sistema econômico adotado”. Adriana citou ainda dados apresentados no Fórum Econômico Mundial de 2015 que já previam esse risco de pandemia, mas que foram negligenciados. “Muito embora a pandemia esteja trazendo uma série de impactos indesejáveis, a começar pelo ponto de vista social e econômico, existe a oportunidade de direcionar os investimentos na busca de um desenvolvimento sustentável, que deverá estar no centro de uma estratégia de recuperação mundial”. A íntegra deste webinar está disponível em nossa página no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=hqQwzsrngT4

25 de maio, 2020
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BIOMAS
Ato em defesa do Fundo Amazônia

Um ato em defesa do Fundo Amazônia ocorre no próximo dia 4 de junho, às 17h, em frente à sede do BNDES, na Avenida Chile, 100, Rio de Janeiro. Organizado pela Associação de funcionários do BNDES (AFBNDES) e Associação dos Servidores Federais da Área Ambiental no Estado no Rio de Janeiro (Asibama/RJ), a iniciativa visa sensibilizar a sociedade sobre a importância do Fundo e as ameaças às suas finalidades. Estarão presentes no ato o ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia do Brasil (COIAB), Maureen Santos, da Fundação Heinrich Böll no Brasil, Carlos Rittl do Observatório do Clima, a líder indígena, Sônia Guajajara, entre outros. Também participarão ONGs e membros do funcionalismo público. No dia 18 de maio o BNDES afastou a chefe do departamento de Meio Ambiente do Banco por alegações de irregularidades na gestão do Fundo Amazônia feitas pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. As denúncias se mostraram infundadas, sem qualquer investigação, seja interna ou de órgãos de controle que as balizassem, mas a funcionária segue afastada do cargo. Em entrevista à TV Globo, Salles revelou a intenção do governo de utilizar os recursos do Fundo para pagar indenizações por desapropriações de terra em áreas protegidas.

3 de junho, 2019