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RAMBOLL

Palestra sobre avaliação de risco ecológico

A Ramboll, consultoria multinacional especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, será uma das palestrantes do SETAC Latin América 2017, evento promovido pela Sociedade de Toxicologia Ambiental e Química (SETAC), com uma coparticipação na palestra “Avaliação de Risco Ecológico e Remediação de Sítios na América Latina: o estado da prática”, no dia 10 de setembro, às 8h30, na Sala 1. Na ocasião, a consultora ambiental da Ramboll, Alyne Cetrangolo, junto com Lina Pimentel, sócia da Mattos Filho Advogados, irão abordar os critérios a serem considerados para avaliação de riscos ecológicos: contexto regulamentar e implicações para a comunidade regulamentada, um tópico de grande importância dentro do tema central do SETAC LA 2017; a Decisão nº 038/2017/C, da diretoria da Cetesb. A Ramboll mostrará o desenvolvimento e a implementação de tais procedimentos em detalhes para avaliação de risco ecológico, uma comparação entre a avaliação de risco para a saúde humana e as diretrizes de avaliação de riscos ecológicos, bem como fontes primárias de direito e as incertezas técnicas existentes. “Vamos oferecer também conclusões e recomendações às empresas e comunidades reguladas sobre como proceder para obter melhores resultados, considerando o cenário regulatório nacional”, afirma a consultora Alyne Cetrangolo. “Esta nova decisão da Cetesb traz as diretrizes para a proteção da qualidade do solo e das águas subterrâneas, revisando procedimentos para gerir estas áreas e mudando os critérios para o licenciamento ambiental”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll no Brasil. Segundo ele, o Brasil ainda não tem uma abordagem estabelecida sobre as avaliações de riscos ecológicos, o que resulta em um vasto campo técnico a ser explorado. Por esta razão, a companhia resolveu focar sua apresentação na análise de riscos, que é fundamental para avaliar a possível ocorrência de danos para uma espécie, comunidade ou ecossistema. A Ramboll ainda participará do evento com um painel sobre a “Avaliação in situ da qualidade da água intersticial em um córrego, localizado em uma indústria de produção química no Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de setembro, às 10h também na Sala 1. O SETAC Latin America 2017 ocorre entre os dias 7 e 10 de setembro, no auditório da Universidade Santa Cecília, localizado na Av. Cesário Mota, nº 08, no bairro do Boqueirão, em Santos. O objetivo é promover o intercâmbio de ideias e informações sobre estudos, análises e soluções de gestão ambiental, assim como disseminar pesquisas científicas e desenvolver a educação na área. Os interessados em participar do 12° Encontro Bianual do SETAC, podem inscrever-se pelo site: https://sla2017.setac.org/registration-2/registration/ .

A Ramboll, consultoria multinacional especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, será uma das palestrantes do SETAC Latin América 2017, evento promovido pela Sociedade de Toxicologia Ambiental e Química (SETAC), com uma coparticipação na palestra “Avaliação de Risco Ecológico e Remediação de Sítios na América Latina: o estado da prática”, no dia 10 de setembro, às 8h30, na Sala 1.
 
Na ocasião, a consultora ambiental da Ramboll, Alyne Cetrangolo, junto com Lina Pimentel, sócia da Mattos Filho Advogados, irão abordar os critérios a serem considerados para avaliação de riscos ecológicos: contexto regulamentar e implicações para a comunidade regulamentada, um tópico de grande importância dentro do tema central do SETAC LA 2017; a Decisão nº 038/2017/C, da diretoria da Cetesb. 
 
A Ramboll mostrará o desenvolvimento e a implementação de tais procedimentos em detalhes para avaliação de risco ecológico, uma comparação entre a avaliação de risco para a saúde humana e as diretrizes de avaliação de riscos ecológicos, bem como fontes primárias de direito e as incertezas técnicas existentes. “Vamos oferecer também conclusões e recomendações às empresas e comunidades reguladas sobre como proceder para obter melhores resultados, considerando o cenário regulatório nacional”, afirma a consultora Alyne Cetrangolo.
 
“Esta nova decisão da Cetesb traz as diretrizes para a proteção da qualidade do solo e das águas subterrâneas, revisando procedimentos para gerir estas áreas e mudando os critérios para o licenciamento ambiental”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll no Brasil. Segundo ele, o Brasil ainda não tem uma abordagem estabelecida sobre as avaliações de riscos ecológicos, o que resulta em um vasto campo técnico a ser explorado. Por esta razão, a companhia resolveu focar sua apresentação na análise de riscos, que é fundamental para avaliar a possível ocorrência de danos para uma espécie, comunidade ou ecossistema. A Ramboll ainda participará do evento com um painel sobre a “Avaliação in situ da qualidade da água intersticial em um córrego, localizado em uma indústria de produção química no Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de setembro, às 10h também na Sala 1. 
 
O SETAC Latin America 2017 ocorre entre os dias 7 e 10 de setembro, no auditório da Universidade Santa Cecília, localizado na Av. Cesário Mota, nº 08, no bairro do Boqueirão, em Santos. O objetivo é promover o intercâmbio de ideias e informações sobre estudos, análises e soluções de gestão ambiental, assim como disseminar pesquisas científicas e desenvolver a educação na área. Os interessados em participar do 12° Encontro Bianual do SETAC, podem inscrever-se pelo site: https://sla2017.setac.org/registration-2/registration/.

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MEIO AMBIENTE
As dificuldades de avanço na política ambiental

Na série de debates promovidos pela revista Saneamento Ambiental , dia 4 de junho, foi a vez do “Papo Verde sobre a Política Ambiental Brasileira”, que contou com a mediação de Eugenio Singer, diretor geral da Ramboll Brasil e também conselheiro da publicação, e a presença de Maristela Bernardo (ex assessora do Senado), Mário Mantovani (SOS Mata Atlântica) e Clayton Lino (Reserva da Biosfera da Mata Atlântica). Ao falar sobre a evolução da política ambiental e o cumprimento do marco regulatório, Mantovani disse haver mais dificuldades a cada dia, devido a um jogo de interesses que não sabe trabalhar o coletivo. Atuante há 20 anos no Congresso, ele sempre buscou integrar os interesses da sociedade com a estruturação do Ministério do Meio Ambiente e a questão das políticas públicas, “entretanto o lobby de alguns setores industriais ainda funciona dentro do Congresso”. Mas considera que houve sim evolução no País, com avanços impensáveis do ponto de vista ambiental e social, “mas em pleno século XXI é possível ver retrocessos com os ‘ganhos’ na política pública para interesses menores, o que impacta negativamente a imagem do Brasil”. Maristela Bernardo, que foi por muitos anos assessora parlamentar do Senado, explicou porque o Brasil, que tem um marco ambiental regulatório avançado, ainda não se firmou nessa questão. “Desde a constituição de 1988, o Brasil teve a oportunidade de mudar a compreensão de meio ambiente, saindo da esfera da proteção strictu sensu das riquezas naturais, para um eixo político de organização. Desenvolvimento econômico não se define apenas na esfera da economia. É preciso considerar também os fatores ambientais. Existem novas maneiras de produzir que não são destrutivas – é mudar o paradigma entre o ter e consumir, para aspectos de produção sustentável e justiça social. E, ao longo dos anos, o Brasil foi construindo uma ideia de governança que pudesse incorporar esses novos valores de ética ambiental”. Como preservar os recursos naturais com as atividades industriais foi o enfoque de Clayton Lino, que alertou para a recessão econômica que virá: “as crises estarão associadas umas às outras e não se pode esquecer a interdependência da corresponsabilidade e das mudanças climáticas”. Para Lino, a grande questão será como pensar o futuro e modelos de desenvolvimentos que contemplem os avanços da política ambiental no Brasil. A íntegra do Papo Verde já está disponível em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=YSJwQhR-x38

8 de junho, 2020
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll sobe na classificação mundial

A dinamarquesa Ramboll alcançou a 7ª posição no ranking da Environment Analyst, organização global de inteligência de mercado, responsável por criar, anualmente, um ranking com as 23 maiores companhias do setor no mundo. A Ramboll ocupava o oitavo lugar em 2019. O avanço mostra o empenho da companhia em ampliar sua presença global, com foco também no mercado brasileiro. A Ramboll conquistou o segundo lugar na Europa e no ranking de análise de Mudanças Climáticas, Energia, Finanças, Serviços e Atendimento ao Cliente. Os rankings são baseados em percentuais globais de participação de mercado. O relatório “Global Environment Consulting (EC) Strategies & Market Assessment” oferece análise rigorosa do desempenho financeiro das empresas listadas. No início de 2020 a Ramboll comprou o escritório Web Structures, responsável por criar um modelo de trabalho reconhecido mundialmente como “engenharia de fusão”, por unir design e custo-benefício em seus projetos. “A compra proporcionará mais flexibilidade aos negócios da Ramboll no Brasil, permitindo a expansão das áreas de atuação”, diz Eugenio Singer, CEO da empresa. “Com a integração, está garantido o intercambio de tecnologias com a associação de design, sustentabilidade e planejamento urbano em nossos projetos”. O escritório Web Structures oferece serviços especializados e consultoria para a área de engenharia civil e geotécnica, além de ser reconhecido mundialmente por oferecer soluções de alta qualidade. O escritório já assinou 650 projetos em mais de 28 países, e tem unidades em Singapura e na Malásia. A Web Structures incorporará 120 especialistas qualificados à Ramboll e indica o forte momento de expansão da companhia, uma das principais no mundo com foco em consultoria de serviços ambientais e reconhecida no mercado brasileiro por sua expertise nas áreas de petróleo & gás, meio ambiente, saúde e segurança, água, energia, transporte e planejamento urbano.

17 de fevereiro, 2020
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SUSTENTABILIDADE
Ramboll contrata novos especialistas

A Ramboll contratou as especialistas Dra. Cristina Simonetti para a gerência de Avaliação de Impactos da Ramboll, e a Arquiteta Letícia Hirosue, para o grupo de Planejamento Urbano, Mudanças Climáticas e Resiliência. "As habilidades e as competências das duas profissionais vão fortalecer e ampliar os serviços da Ramboll no Brasil, em linha com a estratégia global da companhia de fazer com que a área de sustentabilidade responda pela maior parte dos nossos negócios até 2030", afirma Eugenio Singer, Diretor Geral da Ramboll no Brasil. Doutora em Ecologia e Mestre em Geologia Sedimentar pela Universidade de São Paulo (USP), Cristina Simonetti possui vasta experiência em licenciamento e recuperação ambiental e atuou em dezenas de projetos no Brasil e na América Latina em empresas mineradoras, como Anglo American, Vale Fertilizantes, Vale, Jaguar Mining, Fosfertil, AngloGold Ashanti, Imerys, Gerdau Açominas, Carpathian Gold, Mosaic Fertilizantes, Rio Tinto e Aura Minerals. Cristina é autora de diversos artigos técnicos e livros. É especialista em análise da vegetação, estudos integrados dos meios físico e biótico, recuperação de áreas degradadas, sistemas de fitorremediação, recuperação e restauração da vegetação natural, estudos de viabilidade (avaliação das restrições naturais e legais), planos diretores e zoneamentos ambientais, planos de conservação e uso do entorno de reservatórios artificiais, planos de fechamento de minas, planos de manejo de unidades de conservação, análise de comunidades naturais, mapeamento e caracterização de fitocenoses e projetos de pesquisa e desenvolvimento. No grupo de Planejamento Urbano, Mudanças Climáticas e Resiliência da Ramboll, Letícia Hirosue passa a integrar a equipe que atua na restauração da Bacia do Rio Doce, impactada pelo acidente da Samarco, e no novo projeto do C40 Cities, organização global que reúne as grandes cidades no mundo empenhadas na redução das emissões de gases de efeito estufa. Mestre em Planejamento Internacional e Desenvolvimento Sustentável pela University of Westminster, Inglaterra, e bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Londrina, a profissional já atuou em consultorias de planejamento urbano estratégico sustentável onde desenvolveu projetos para instituições financeiras e intergovernamentais, como Banco Mundial e DFID-UK, Trabalha com ênfase nas áreas de: resiliência urbana, infraestrutura, políticas públicas e redução de riscos de desastres associados às mudanças climáticas. Apoiou tecnicamente o setor de Planejamento Internacional, realizando pesquisas, propostas técnicas e expressões de interesse para processos licitatórios, além de escrever e revisar conteúdos para publicações, podendo ressaltar os projetos Resiliência Urbana às Mudanças Climáticas na Tanzânia (DFID-UK, ICF e Banco Mundial) e Pesquisa Urbana na Nigéria (URN, DFID-UK).

16 de dezembro, 2019
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BIOREMEDIAÇÃO
Ramboll apresenta casos de sucesso

A Ramboll Environ, empresa de consultoria especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, destacará dois casos de sucesso em gestão ambiental brasileiros no 4º Simpósio Internacional sobre Biorremediação e Tecnologias Ambientais Sustentáveis, que ocorre em Miami, no período de 22 a 25 de maio. Gustavo Dorota C. de Mello, gerente da Ramboll Environ, apresentará dois cases de sucesso realizados pela empresa no Brasil: “Otimização de Engenharia em Sistema de Extração de Vapores (SVE)”, e “Abordagem de Biorremediação Integrada para Compostos Clorados em um Site Complexo”. O primeiro caso aborda aspectos técnicos da implantação de um sistema de remediação em um centro comercial de mais de 5.000 m2, “onde 30% da área estava impactada com a presença de gás metano há alguns anos, pois o local foi construído em uma área de um antigo aterro clandestino. Fizemos a implantação de 17 sistemas de extração entre 2011 e 2012 para retirar o gás do subsolo e hoje, depois de cinco anos, as concentrações de metano no subsolo estão sensivelmente menores refletindo um maior controle do risco da intrusão de gás”, segundo Mello. Ele acrescenta que, com a estabilização das emissões de metano na área, foi constatada a oportunidade de otimizar os sistemas de extração em 2015, com obras precisas de engenharia – alterações nas rotações dos sopradores, interligações de tubulações e desligamentos estratégicos de alguns sistemas, sempre acompanhados de um monitoramento contínuo dos resultados das alterações. “Estas melhorias garantiram, além dos benefícios socioambientais, uma economia de mais de 20% no consumo de energia para o cliente. Este valor é significativo considerando-se que os mecanismos SVE trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana”, ressalta o especialista da Ramboll. O desligamento total dos sistemas de extração ocorrerá gradativamente, sendo que as previsões atuais indicam um tempo máximo de operação por mais cerca de cinco anos. O segundo caso abordará os diferentes estágios e etapas de uma biorremediação em uma área com água subterrânea contaminada de uma grande indústria no Brasil (terreno de 22 mil m2). O primeiro passo é a realização de testes de tratabilidade com amostras de solo e água; depois é preciso realizar um ensaio-piloto em parte da área para comprovar a eficácia do processo. na sequência é feita a implementação do sistema de remediação em larga escala, contemplando toda a área de interesse. “A biorremedição é um processo lento e sustentável, com boas vantagens em longo prazo, sendo que os primeiros resultados podem ser verificados em seis meses e a conclusão pode ocorrer entre três e cinco anos, em média. No caso específico desta indústria, o projeto teve início em 2011 e, atualmente, já se verifica diminuição de 50% na área afetada e de 80% na presença dos clorados no perímetro ainda em tratamento (10.000 m2)”, esclarece o palestrante. Segundo Eugênio Singer, presidente da Ramboll Environ no Brasil, estar presente neste simpósio internacional é estratégico para a empresa, porque o evento reúne os principais especialistas e empresas atuantes na área de gestão ambiental em âmbito global. “Nossa participação é uma excelente oportunidade para apresentarmos as soluções inovadoras, idealizadas e implementadas, bem como de conhecer metodologias e tecnologias que são referências mundiais”, afirma Eugênio Singer, presidente da Ramboll do Brasil.

22 de maio, 2017
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ÁREAS CONTAMINADAS
Cetesb define novas diretrizes

Segundo o diretor de projetos da Ramboll Environ, Pedro Aronchi, as novas diretrizes para gestão de áreas contaminadas, definidas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), deverão contribuir para o aprimoramento dos processos de gestão de áreas contaminadas, exigindo profissionais melhor preparados e qualificados. As novas diretrizes foram definidas através da Decisão de Diretoria (DD) nº 038, de fevereiro de 2017. As novas normas foram debatidas durante a mesa de debates do evento “Novas regras para o gerenciamento de áreas contaminadas”, promovido pelo escritório Trench Rossi, Watanabe, recentemente, em São Paulo. O encontro reuniu mais de 200 profissionais da área ambiental de grandes empresas e foi o primeiro após a edição da DD nº 038, realizado com o objetivo de discutir as novas regras com a participação da Cetesb, representada por Geraldo do Amaral Filho, Diretor de Controle e Licenciamento Ambiental da Cetesb, e Rodrigo Cunha, Engenheiro do Departamento de Áreas Contaminadas da Cetesb, além de advogados e especialistas. “A atualização das diretrizes da Cetesb é positiva, e representa um momento de amadurecimento do mercado, incorporando procedimentos técnicos que já vinham sendo discutidos com o setor nos últimos anos”, afirmou o diretor de projetos da Ramboll Environ. Entre os pontos mais relevantes definidos pelas novas diretrizes, ele destacou o detalhamento técnico mais robusto da avaliação ambiental preliminar e a nova estrutura do plano de intervenção. “A nova diretriz prevê que o representante legal terá a responsabilidade de atender o que está previsto no protocolo, sem a tradicional manifestação da agencia por meio de pareceres técnicos – com exceção de casos de mudança de uso ou áreas críticas. Isso agiliza os procedimentos, mas exige profissionais mais qualificados e consultorias que atuem em consonância com as novas regras”, destacou Pedro Aronchi. As novas diretrizes reiteram ainda a exigência da lei estadual de áreas contaminadas, para contratação de seguro ambiental equivalente a 120% do valor do projeto, como forma de impedir que a remediação seja descontinuada por qualquer dificuldade da empresa responsável.

13 de abril, 2017
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RAMBOLL ENVIRON
Novos escritórios no Rio e BH

Consultoria multinacional em engenharia e projetos multidisciplinares, a Ramboll Environ anuncia a abertura de dois novos escritórios nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). A empresa quer ampliar sua participação em projetos de gestão ambiental, integridade de ativos, remediação de áreas contaminadas, desempenho social para as áreas de Real Estate, Petróleo e Gás, Energia, Saneamento e Transporte. “Estamos abrindo novos escritórios com o propósito de estarmos mais próximos aos nossos clientes e liderar as prospecções regionais nesta época na qual os investimentos necessitam de tecnologia e competência. Acreditamos que assim poderemos atuar de maneira proativa e dinâmica na implementação e monitoramento de projetos, bem como na remediação de eventuais ocorrências”, afirma Eugenio Singer, presidente da Ramboll do Brasil. O escritório carioca ficará no bairro de Botafogo e atenderá a empresas dos setores de petróleo e gás, energia, siderurgia, entre outras. Inicialmente será comandado por Thereza Moreira (anteriormente SGS e ABS), além de um time de 60 profissionais da Ramboll Brasil distribuídos em outros quatro escritórios. Já o escritório mineiro ficará no bairro do Savassi e terá como foco o setor de mineração. Em Belo Horizonte, a Ramboll irá trabalhar também para ampliar a participação em áreas como metalurgia, siderurgia e manufatura. Em Belo Horizonte, o principal executivo da Ramboll é Ricardo Oliveira Camargo, contando com a coordenadora regional dos serviços da Ramboll, a Dra. Flávia Toledo, ambos originalmente da Anglo American, com experiência em gestão de grandes projetos e experiência na área ambiental e de sustentabilidade, especialmente junto a mineradoras.

3 de março, 2017
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CONSULTORIA AMBIENTAL
Ramboll entre as 10 Maiores do mundo

A Ramboll environ foi eleita como oitava maior empresa de consultoria ambiental, de acordo com o ranking global de consultorias ambientais publicadas pela Environment Analyst, uma das principais publicações internacionais do setor de serviços ambientais. Para ranquear as empresas, o relatório leva em conta o tamanho, diversidade geográfica e interesses globais das empresas do setor. A participação da Ramboll no mercado global é de 1,7%. O avanço da Ramboll no mercado deve-se à aquisição da Environ, ocorrida em dezemgro de 2014. Antes disso, a empresa, de origem escandinava, se posicionava em 18 o lugar. Portanto, saltou dez posições no ranking. “A Ramboll Environ está orgulhosa pelo reconhecimento do nosso forte posicionamento global e de marca no campo de serviços ambientais. Isto demonstra como os serviços complementares e a pegada geográfica da Ramboll e da Environ têm resultado em uma organização que é maior do que a soma das partes, com a habilidade de criar valor adicional para os nossos clientes”, destacou Tom Vetrano, diretor da divisão de Ambiente e Saúde da consultoria. Atuação no Brasil No Brasil, a Ramboll iniciou atividade em 2015, após ter adquirido, globalmente, a Environ, cuja integração foi concluída em maio último. Segundo Eugenio Singer, diretor-geral da empresa no País, a expectativa é que a subsidiária brasileira cresça de forma expressiva, tendo como diferenciais o conhecimento científico e as soluções inovadoras em gestão e integridade de ativos ambientais. Com atuação nos segmentos de Água, Energia, Óleo & Gás, Planejamento Urbano, Transporte, Saúde, Segurança e Meio Ambiente, a Ramboll Environ é referência internacional em controle da qualidade do ar, avaliação de ativos ambientais ( due diligence ) e site solutions, incluindo a área de passivos ambientais e remediação de áreas. “As empresas estão buscando soluções para atuar com a governança ideal, e isto inclui garantir a proteção dos ativos ambientais como condição fundamental para preservar seu valor de mercado”, observa Singer. “Em contrapartida, há uma grande pressão por resultados em todo o mundo, o que requer que se atue de forma diferente para construir a sustentabilidade do negócio em seu conjunto”, acrescenta. Nesse contexto, a Ramboll Environ tem se destacado por encontrar soluções únicas e integradas para os problemas desafiadores de saúde e meio ambiente que o mundo enfrenta.

4 de janeiro, 2016