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Proposta busca fortalecer a logística reversa com participação da sociedade e maior clareza nas atribuições de fabricantes, comerciantes e poder público.

Além do impacto visual e urbano imediato, o descarte inadequado de microplásticos (como glitter), copos e garrafas plásticas, latas de alumínio, confetes e serpentinas provoca consequências diretas, como o entupimento de bueiro.

A unificação do planejamento de drenagem das cidades contribuirá para solucionar problemas crônicos de inundações.

A iniciativa quer ampliar o diálogo com a sociedade e aperfeiçoar as regras que orientam a responsabilidade pelo retorno e a destinação correta de produtos e resíduos no Estado.

O principal problema é que a geração global de e-lixo está crescendo cinco vezes mais rápido do que a reciclagem.

O movimento já opera mais de 4,2 mil pontos de recebimento em aproximadamente 1,3 mil municípios, além de promover campanhas de arrecadação que expandem o alcance da logística reversa.

Com o aumento da preocupação ambiental, a logística reversa vem se consolidando como uma das principais estratégias para reduzir os impactos ambientais e promover a circularidade dos materiais.

O levantamento confirmou que em mais de 85% das casas brasileiras há equipamentos eletroeletrônicos com defeitos.
