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EMISSÃO DE CARBONO

Dimension Data atinge meta de neutralização

A Dimension Data, multinacional de infraestrutura de tecnologia da informação, informa que se tornou neutra em emissões de carbono ao impedir que 4 mil toneladas de lixo eletrônico fossem enviadas a aterros sanitários, reduzindo assim suas emissões para menos de 1 milhão de toneladas. A conquista faz parte dos objetivos de sustentabilidade anunciados em 2014, quando a Dimension Data se comprometeu a reduzir a emissão de carbono de seus clientes em 1,8 milhão de toneladas a mais do que a própria companhia produziu ao usar suas habilidades e tecnologia. A definição das metas e a metodologia para a redução de carbono contaram com estudos das consultorias Carbon Trust e Carbon Smart . Ruth Rowan, Executiva de Grupo de Marketing da Dimension Data, disse que “as mudanças climáticas continuam como uma das maiores questões que todos enfrentamos, e nossos clientes em todo o mundo ainda vêem a sustentabilidade como uma prioridade em seus negócios. A tecnologia pode fazer uma diferença positiva para melhorar nosso ambiente”. A Dimension Data ressalta ainda seu compromisso de manter as emissões de carbono abaixo de 1 milhão de toneladas nos próximos cinco anos. Para tanto, as organizações podem reduzir seu impacto ambiental, seus custos e melhorar a produtividade em duas áreas principais: reduzindo a energia ao migrar servidores para a nuvem (o que pode proporcionar uma economia anual de 4 mil kWh por servidor transferido para a nuvem); e reduzindo viagens ao usar a tecnologia de colaboração – há uma economia média de 600 mil milhas por unidade de telepresença; 11.818 milhas por unidade de videoconferência; e 23.636 milhas por unidade de videoconferência gerenciadas.

A Dimension Data, multinacional de infraestrutura de tecnologia da informação, informa que se tornou neutra em emissões de carbono ao impedir que 4 mil toneladas de lixo eletrônico fossem enviadas a aterros sanitários, reduzindo assim suas emissões para menos de 1 milhão de toneladas.

A conquista faz parte dos objetivos de sustentabilidade anunciados em 2014, quando a Dimension Data se comprometeu a reduzir a emissão de carbono de seus clientes em 1,8 milhão de toneladas a mais do que a própria companhia produziu ao usar suas habilidades e tecnologia. A definição das metas e a metodologia para a redução de carbono contaram com estudos das consultorias Carbon Trust e Carbon Smart.

Ruth Rowan, Executiva de Grupo de Marketing da Dimension Data, disse que “as mudanças climáticas continuam como uma das maiores questões que todos enfrentamos, e nossos clientes em todo o mundo ainda vêem a sustentabilidade como uma prioridade em seus negócios. A tecnologia pode fazer uma diferença positiva para melhorar nosso ambiente”.

A Dimension Data ressalta ainda seu compromisso de manter as emissões de carbono abaixo de 1 milhão de toneladas nos próximos cinco anos. Para tanto, as organizações podem reduzir seu impacto ambiental, seus custos e melhorar a produtividade em duas áreas principais: reduzindo a energia ao migrar servidores para a nuvem (o que pode proporcionar uma economia anual de 4 mil kWh por servidor transferido para a nuvem); e reduzindo viagens ao usar a tecnologia de colaboração – há uma economia média de 600 mil milhas por unidade de telepresença; 11.818 milhas por unidade de videoconferência; e 23.636 milhas por unidade de videoconferência gerenciadas.

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Como se tornar uma empresa neutra em carbono até 2050

Artigo por Marcos Matias Por Marcos Matias * A mudança climática é a questão mais marcante dos tempos atuais. Então, alcançar a neutralidade do carbono até 2050 se tornou uma prioridade indispensável para o mundo. Estamos bastante confiantes de que isso é possível, considerando o importante protagonismo do setor corporativo durante a COP26, com um engajamento inédito em relação à agenda climática. Mas por onde começamos esse processo de sustentabilidade? Como todos sabemos, as empresas têm grande responsabilidade pelo alto nível de emissões e vivemos um momento em que elas finalmente perceberam a urgência em desenvolver — e executar — um plano de ação climática na jornada rumo à descarbonização. É possível garantir que os investimentos retornem na forma de crescimento econômico. Por isso, vamos sugerir iniciativas que podem servir de base para as empresas em suas ações que contribuem com a jornada rumo à descarbonização do meio ambiente. Infraestrutura de energia inteligente - Essa é a espinha dorsal de um ecossistema sustentável e resiliente. As empresas devem integrar a automação aos sistemas de gerenciamento de energia, remodelando o tipo de consumo a partir de uma análise de suas emissões feita em tempo real que permitirá a prática de estratégias robustas para mitigação das mudanças climáticas. Um exemplo prático é a ampla adoção de tecnologias elétricas e digitais, como uso de bombas de calor e sistemas digitais de gerenciamento de energia, podendo diminuir a demanda de energia dos edifícios em até 40% e ajudar significativamente a promover mudanças, reduzir emissões e combater o impacto ambiental. Defesa dos resultados – As empresas também precisam defender os resultados dos investimentos feitos visando a neutralidade de carbono. Para isso, recomenda-se que sigam um plano de política climática e baseado na ciência, fazendo parte das iniciativas EP100 e EV100, ambas do Climate Group , e participando de outras ações globais. Como alcançar a neutralidade de carbono até 2050 é missão urgente e crítica, torna-se importante defender as atividades, estratégias e progresso de forma proativa. Colaboração global – É necessário construir uma coalizão verdadeiramente global para alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Cada empresa, instituição financeira, cidade e país deve traçar estratégias no sentido de eliminar as emissões globais de forma significativa. Para que esses três passos sejam executados, felizmente temos a tecnologia ao nosso lado. Então, é hora de acompanharmos como serão tomadas as decisões necessárias para promover a conscientização energética e, consequentemente, alcançar a neutralidade de carbono até 2050, o que pode garantir que os investimentos retornem na forma de crescimento econômico para empresas e cidades a partir de um plano bem estruturado. * Marcos Matias é Presidente da Schneider Electric no Brasil

7 de fevereiro, 2022
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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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SUSTENTABILIDADE
Schneider Electric rumo ao zero carbono

A Schneider Electric anunciou investimento de 10 bilhões de euros em inovação e P&D para o desenvolvimento sustentável até 2025. A companhia está desenvolvendo uma abordagem especial em respeito à biodiversidade, fomentando ações de combate à perda acelerada de espécies e à degradação do mundo natural. Estudos recentes dão conta de que, atualmente, 1 milhão de espécies de plantas e animais estão em risco de extinção por causa das atividades humanas. Segundo João Carlos Salgueiro, gerente sênior de Sustentabilidade da Schneider Electric, a empresa seguirá a pauta de negociações a ser desenrolada na Convenção de Diversidade Biológica (COP-15) em 2021 e, a partir de então, estabelecerá metas ambiciosas para o longo prazo. "Precisamos a todo custo evitar perdas líquidas de biodiversidade, da forma como foi feito para o combate às mudanças climáticas. Buscamos neutralizar as emissões e contribuir para que o aquecimento global não ultrapasse 1,5°C acima dos níveis pré-industriais", pondera. O gerente diz ainda que: "Negócios e indústria podem ter impactos negativos nas fontes de biodiversidade, mas, enquanto a iniciativa privada é parte do problema, ela também representa a maior parcela da solução. Os recursos e a influência do setor privado oferecem oportunidades importantes e inovadoras, e contribuições eficazes para a conservação da biodiversidade", explica Salgueiro. A Schneider Electric tem aproximadamente 193 unidades produtivas em todo o mundo que registraram redução significativa do seu impacto ambiental com a aplicação racional de materiais primários, ampliação dos indicadores de reúso e reciclagem, eliminação da destinação de resíduos para aterros sanitários e crescimento da produtividade energética. "Todas essas medidas permitiram, do ponto de vista econômico, contribuir para maior rentabilidade e competitividade da empresa, tornando-se parte dos indicadores das operações e dos centros de distribuição", informa. As iniciativas de economia circular da Schneider abrangem um plano de ação para oferecer produtos, serviços e soluções com o mínimo impacto ambiental: reduzir o uso de matérias-primas; reutilizar matérias-primas ou aumentar - quando possível – a utilização de matérias-primas recicladas; reparar, oferecendo serviços de manutenção e modernização para certas gamas de produtos; e reciclar, por meio dos serviços que a empresa oferece na fase final de vida útil dos produtos. A Schneider Electric tem como meta minimizar suas emissões de carbono até 2025, e zerá-las cinco anos mais tarde. Além disto, tornar sua cadeia de suprimentos estendida zero carbono até 2050. A companhia é signatária das iniciativas do Climate Group, através das iniciativas EP100, RE100 e EV100, que a tornam comprometida até 2030 em dobrar a produtividade energética, atingir 100% de utilização de energia renovável e operar com uma frota composta por veículos 100% elétricos. Os compromissos climáticos e de economia circular estão incorporados ao "Sustainability Impact" para o período 2018-2020, contemplando 21 iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), das Nações Unidas (ONU). O "Sustainability Impact" é um scorecard exclusivo criado para mensurar trimestralmente os compromissos da empresa para o desenvolvimento sustentável, equilibrando os pilares social, econômico e ambiental.

6 de julho, 2020
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015