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EVENTOS

Encontro Lixo Zero acontece dia 23 de abril

A edição 2021 do Encontro Lixo Zero São Paulo, polo de debate e discussão da gestão de lixo na cidade de São Paulo, acontece no próximo dia 23 de abril, das 9h às 21h, com o mote “Circular para Não Parar”. “Em 2020, discutimos muito sobre o confinamento na pandemia e seus impactos. Acreditávamos e torcíamos para que o encontro de 2021 ocorresse de forma presencial e que todos pudéssemos estar próximos e falar de uma nova realidade, com saúde, com respeito ao meio ambiente, com menos desigualdades. Estamos nos aproximando do meio do ano de 2021 sem termos ainda uma perspectiva de um futuro sem pandemia. Ainda não conseguimos ter claro a realidade que enfrentaremos”, afirma Flávia Cunha, coordenadora do Grupo de Trabalho Lixo Zero da Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável (ABRAPS) e Embaixadora do Instituto Lixo Zero Brasil em São Paulo. O foco do ELZ2021 é, de forma propositiva, trazer uma mensagem otimista. “Se no ano passado olhamos para os sintomas que causam o lixo, neste ano queremos ter falas que se transformem em ações”, completa Flávia. Ações de pessoas, de cidadãos comuns, de empresas, de gente que está fazendo a diferença na vida das pessoas. O encontro terá dois blocos temáticos que tratarão da perda e do desperdício de alimentos. Afinal, ‘se tem gente com fome, dá de comer”. O primeiro painel, das 9h00 às 10h30: Perda de alimentos no varejo - reduzir para ganhar, irá debater o papel dos supermercados na redução do desperdício de alimentos na cadeia de abastecimento e o efeito do desperdício no preço dos alimentos. As ações que o varejo alimentar pode adotar para reduzir o desperdício, como o planejamento de demanda para a redução de excesso, a interação com fornecedores, as políticas de doações, a revisão das práticas promocional e de vendas especiais, e as práticas de preparo que ajudam a consumir de forma consciente. Na sequência, o painel Conexão alimentar - a tecnologia para o não desperdiçar, das 11h às 12h30 vai discutir as novas tecnologias em busca do combate ao desperdício de alimentos: empreendedores atuantes em São Paulo discutem os caminhos mais inovadores rumo ao Lixo Zero em supermercados, restaurantes e cidades. Na parte da tarde acontece o Painel 3, das 15h30 às 17h00: Economia Circular - fazer MAIS com o mesmo, que propõe explorar oportunidades e desafios na Economia Circular no Brasil como um processo agregador, desde repensar a embalagem (do desenvolvimento ao pós-consumo), o reuso e reinserção de materiais na cadeia produtiva, a valorização da cooperativa e a reinvenção de negócios de forma colaborativa a serviço da geração de impacto social e relevância para o planeta. Por último, das 18h30 às 20h, O lixo tem remédio - a hora do descarte consciente abordará a Logística Reversa de Medicamentos: os direitos e deveres do consumidor em relação ao descarte dos remédios e suas embalagens. Os deveres das farmácias, drogarias e fabricantes. As formas de descarte e os pontos autorizados para recebê-los. O ELZ é promovido todos os anos em diversas cidades do país pelo Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB) com o objetivo de disseminar as melhores práticas sobre lixo zero e economia circular. Em 2020, o ELZ mobilizou 54 cidades na promoção dos encontros digitais. Em São Paulo foram mais de 2.900 pessoas acompanhando o evento em tempo real e mais de 6.000 de forma assíncrona. O evento é realizado pelo Instituto Lixo Zero Brasil e pela ABRAPS – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, com curadoria da Casa Causa e organizado pela MUDA Coletivo Criativo. Patrocinadora Nespresso e apoio da MUSA Waste Management Platform, MassFix Reciclagem de Vidros e Poiato Recicla. A programação e inscrições gratuitas estão disponíveis na página da ABRAPS www.abraps.org.br e no link http://bit.ly/3dJoqtG .

A edição 2021 do Encontro Lixo Zero São Paulo, polo de debate e discussão da gestão de lixo na cidade de São Paulo, acontece no próximo dia 23 de abril, das 9h às 21h, com o mote “Circular para Não Parar”. “Em 2020, discutimos muito sobre o confinamento na pandemia e seus impactos. Acreditávamos e torcíamos para que o encontro de 2021 ocorresse de forma presencial e que todos pudéssemos estar próximos e falar de uma nova realidade, com saúde, com respeito ao meio ambiente, com menos desigualdades. Estamos nos aproximando do meio do ano de 2021 sem termos ainda uma perspectiva de um futuro sem pandemia. Ainda não conseguimos ter claro a realidade que enfrentaremos”, afirma Flávia Cunha, coordenadora do Grupo de Trabalho Lixo Zero da Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável (ABRAPS) e Embaixadora do Instituto Lixo Zero Brasil em São Paulo. 

O foco do ELZ2021 é, de forma propositiva, trazer uma mensagem otimista. “Se no ano passado olhamos para os sintomas que causam o lixo, neste ano queremos ter falas que se transformem em ações”, completa Flávia. Ações de pessoas, de cidadãos comuns, de empresas, de gente que está fazendo a diferença na vida das pessoas. O encontro terá dois blocos temáticos que tratarão da perda e do desperdício de alimentos. Afinal, ‘se tem gente com fome, dá de comer”. 

O primeiro painel, das 9h00 às 10h30: Perda de alimentos no varejo - reduzir para ganhar, irá debater o papel dos supermercados na redução do desperdício de alimentos na cadeia de abastecimento e o efeito do desperdício no preço dos alimentos. As ações que o varejo alimentar pode adotar para reduzir o desperdício, como o planejamento de demanda para a redução de excesso, a interação com fornecedores, as políticas de doações, a revisão das práticas promocional e de vendas especiais, e as práticas de preparo que ajudam a consumir de forma consciente. Na sequência, o painel Conexão alimentar - a tecnologia para o não desperdiçar, das 11h às 12h30 vai discutir as novas tecnologias em busca do combate ao desperdício de alimentos: empreendedores atuantes em São Paulo discutem os caminhos mais inovadores rumo ao Lixo Zero em supermercados, restaurantes e cidades.

Na parte da tarde acontece o Painel 3, das 15h30 às 17h00: Economia Circular - fazer MAIS com o mesmo, que propõe explorar oportunidades e desafios na Economia Circular no Brasil como um processo agregador, desde repensar a embalagem (do desenvolvimento ao pós-consumo), o reuso e reinserção de materiais na cadeia produtiva, a valorização da cooperativa e a reinvenção de negócios de forma colaborativa a serviço da geração de impacto social e relevância para o planeta. Por último, das 18h30 às 20h, O lixo tem remédio - a hora do descarte consciente abordará a Logística Reversa de Medicamentos: os direitos e deveres do consumidor em relação ao descarte dos remédios e suas embalagens. Os deveres das farmácias, drogarias e fabricantes. As formas de descarte e os pontos autorizados para recebê-los.

O ELZ é promovido todos os anos em diversas cidades do país pelo Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB) com o objetivo de disseminar as melhores práticas sobre lixo zero e economia circular. Em 2020, o ELZ mobilizou 54 cidades na promoção dos encontros digitais. Em São Paulo foram mais de 2.900 pessoas acompanhando o evento em tempo real e mais de 6.000 de forma assíncrona.

O evento é realizado pelo Instituto Lixo Zero Brasil e pela ABRAPS – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, com curadoria da Casa Causa e organizado pela MUDA Coletivo Criativo. Patrocinadora Nespresso  e apoio da MUSA Waste Management Platform, MassFix Reciclagem de Vidros e Poiato Recicla. A programação e inscrições gratuitas estão disponíveis na página da ABRAPS www.abraps.org.br e no link http://bit.ly/3dJoqtG.

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ARTIGO
Ecoparques: a saída para o uso inteligente de RSU no Brasil

Por Mario William Esper * A gestão de resíduos sólidos tem se tornado um assunto cada vez mais comentado ao redor do mundo na última década. O grande volume de consumo nas cidades resulta em uma geração de resíduos sólidos urbanos bastante alta, crescimento este que, infelizmente, não possui gestão adequada. Essa gestão inadequada traz consequências danosas para o meio ambiente e para a saúde das pessoas com contaminação do solo, do ar e dos recursos hídricos. Grande parte dos resíduos poderiam ser reaproveitados ou transformados em produtos de valor agregado (Economia Circular), poupando recursos naturais, financeiros e emissões de gases do efeito estufa (GEE). A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em 2010, foi um marco importante para o setor e a iminência da aprovação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PLANARES) traz à tona metas importantes para o gerenciamento adequado de resíduos sólidos, como metas de redução de aterramento, reciclagem e estabilização da fração orgânica. Entretanto, há poucas adequações no País, os lixões ainda existem e o Brasil precisa evoluir bastante em todos os setores, públicos e privados. Após 10 anos da Lei Federal nº 12.305/10, os índices relacionados à coleta regular, coleta seletiva, reciclagem, estabilização dos biodegradáveis e destinação final adequada dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) ainda são insatisfatórios. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) em 2020, através do "Panorama dos Resíduos Sólidos", a geração de RSU no Brasil na última década registrou crescimento considerável, passando de 67 milhões para 79 milhões de toneladas por ano. Deste total, foram coletados 58,7 milhões de toneladas em 2010 e 72,7 milhões de toneladas em 2019. Isso equivale a 140 maracanãs cheios de lixo. A coleta regular é a etapa inicial necessária para viabilizar um sistema adequado de gestão de resíduos, e, apesar do avanço registrado, o País ainda apresenta déficit na abrangência desses serviços e 6,3 milhões de t/ano seguem abandonadas no meio ambiente - impactando diretamente na saúde de 77,65 milhões de brasileiros, com um custo ambiental e para tratamento de saúde de cerca de US$ 1 bilhão por ano. Já sobre a coleta seletiva, os dados mostram que, em 2010, 3.152 municípios registravam alguma iniciativa de coleta seletiva, enquanto na década seguinte esse número aumentou para 4.070 municípios. Apesar do crescimento, em muitos municípios as atividades de coleta seletiva ainda não abrangem a totalidade de sua área urbana. As iniciativas ainda são bastante iniciais e a falta de separação, de infraestrutura e de logística refletem na sobrecarga do sistema de destinação final e na extração de recursos naturais. No Brasil, a maior parte dos RSU coletados seguem para disposição em aterros sanitários, tendo sido registrado um aumento de 10 milhões de toneladas em uma década, passando de 33 milhões de t/ano para 43 milhões de t/ano. Por outro lado, a quantidade de resíduos que segue para unidades inadequadas (lixões e aterros controlados) também cresceu, passando de 25 milhões de t/ano para pouco mais 29 milhões de t/ano. Ou seja, atualmente, 40,5% dos resíduos no Brasil têm sua destinação final feita de maneira inadequada. A gestão da fração orgânica é outro grande desafio. Apesar de representar a maior fração dos RSU (51,4%), a gestão adequada ainda é insignificante. Segundo o PLANARES, em 2018 foram coletadas 37 milhões de toneladas de orgânicos e apenas 127.498 toneladas, ou seja, apenas 0,34% desta fração foi submetida a um tratamento adequado, que poderia ser utilizada para gerar eletricidade, combustível veicular e industrial, composto orgânico (reciclando carbono e nutrientes), material de cobertura de aterro, dentre outros. Lembrando que o tratamento desta fração se caracteriza como índices de reciclagem de materiais. Para evoluirmos na quantidade de resíduos reciclados, do ponto de vista da hierarquia das alternativas de tratamento de resíduos, está o Ecoparque, uma instalação que segrega, processa e transforma as frações dos resíduos em produtos de valor agregado (recicláveis secos, resíduos para aproveitamento energético (RSUE), composto, biogás/biometano, energia elétrica, energia térmica, material de cobertura de aterro, dentre outros). Neste sentido, precisamos aumentar o número de Ecoparques no País, gerando possibilidades de uso dos resíduos, reduzindo significativamente a destinação final diretamente no aterro. Pensando nisso, nós, da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, em parceria com a Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente), estamos trabalhando em um plano para elaborar normas que definam o que é um Ecoparque e quais devem ser os processos, etapas e a caracterização desde o ponto de coleta até o processamento e entrega dos produtos finais. Além disso, estamos fazendo uma força-tarefa para atualizar e elaborar novas normas referentes aos setores de meio ambiente, resíduos e saneamento que trabalharão todas integradas. Somente a regulamentação e a transparência das etapas dos processos relacionados poderá facilitar a estruturação deste modelo de negócios, trazendo segurança jurídica para que o mercado possa investir na criação de Ecoparques, como aconteceu em diversos países na Europa, possibilitando ao Brasil ter uma escala maior de resíduos destinados adequadamente e de acordo com uma normalização nacional e procedimento único. As normas também auxiliam no ciclo de desenvolvimento positivo gerado através da Economia Circular, que propõe que os resíduos de um setor sejam aproveitados por outros como matéria-prima, permitindo que os produtos e serviços retornem à natureza com menor impacto ambiental. * Mario William Esper é Presidente da ABNT, Engenheiro Civil, Mestre em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Cimento Portland - ABCP.

19 de fevereiro, 2021
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ALAGOAS
Sanama rumo ao Lixo Zero em 2021

A Saneamento Alta Maceió (Sanama) ao longo de 2020 fechou inúmeros ciclos de vida de resíduos gerados pela companhia com parcerias e desenvolvendo o projeto de ser uma empresa ‘Lixo Zero’. Alternativas como reutilização, reciclagem e compostagem em detrimento da disposição final em aterros sanitários foram prioridades, o que permitiu à Sanama reduzir em 52% a geração de lixo comum (resíduo misturado encaminhado ao aterro regional). A Sanama possui vínculo com as cooperativas regionais na coleta de resíduos recicláveis, na reutilização de madeira na Fábrica da Esperança da Secretaria Estadual de Ressocialização e Inclusão Social (SERIS), e na reciclagem em brita e areia do entulho produzido nas obras de rede na Usina de Reciclagem do Aterro Municipal de Maceió. Recentemente, a companhia firmou parceria com a comunidade agroecológica da região, Oasis (CSA Oasis) para a doação da poda de jardinagem da ETE Benedito Bentes, que já recebeu 18m³ de resíduo de poda, o equivalente para três meses de cobertura vegetal dos canteiros da CSA. “Tal qual as parcerias anteriores, a cooperação com a CSA Oasis é plenamente simbiótica, pois, enquanto a CSA diminui seu tempo de trabalho na extração e na poda de mata nativa e ganha proteção ao solo e retenção de umidade em seus canteiros, a Sanama diminui seu custo com disposição final e colabora com o tempo de vida útil dos aterros regionais proporcionando destinações mais sustentáveis e fomentando renda na região em que atua”, comenta Fellipe Eduardo Soares, responsável pelo Departamento de Meio Ambiente da Sanama e idealizador do projeto. Para 2021, a Sanama quer fortalecer parcerias e aumentar a taxa de lixo zero no mínimo em 15%. Já está incluso o plano de tratamento próprio do resíduo orgânico gerado através da instalação de composteiras domésticas e a respectiva utilização do adubo e do fertilizante gerados no Viveiro de Mudas da ETE Benedito Bentes. Além disso, a Sanama está investindo em ações sustentáveis, como a troca de copos plásticos por reutilizáveis, o veto aos descartáveis de uso único e a substituição de papéis toalha por secadores.

1 de fevereiro, 2021
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Evento sobre gestão sustentável

Especialistas da Fral Consultoria, empresa que atua no desenvolvimento de projetos nas áreas de Engenharia Civil e Meio Ambiente, participam, dia 26 de novembro, das 8h30 às 16hs, do Pré-GRAL 2020, evento sobre gestão sustentável de resíduos sólidos. Realizado virtualmente, o evento é uma prévia do VII Congresso Internacional de Gestão de Resíduos na América Latina (GRAL 2021), que reunirá, em Lima, no Peru, representantes da comunidade científica para um amplo debate a respeito das questões que envolvem a destinação correta desses materiais na América Latina, seus desafios e tendências. Rodrigo Oliveira, mestre em Ciências e Sustentabilidade e presidente da Fral, será palestrante do Pré-GRAL no painel online "Tendências Mundiais", abordando temas como Economia Circular, Uso de Matéria Orgânica e Desperdício Zero, ao lado de representantes da Colômbia e do Peru, e sob a mediação do engenheiro e mestre Francisco Oliveira, também da Fral Consultoria. O Pré-GRAL 2020 é realizado pela Rede de Gestão de Resíduos da América Latina (GRAL) e reunirá, além dos especialistas brasileiros, prestadores de serviço da cadeia de gestão de resíduos, autoridades nacionais e internacionais, pesquisadores, estudantes e outros profissionais interessados no tema. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pela internet no site https://forms.gle/EeGkfisXwMe4HH5Z8 . Maiores informações pelo e-mail [email protected] .

23 de novembro, 2020
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VIRADA SUSTENTÁVEL
Painel sobre economia circular

A Ball Corporation, empresa global especializada em embalagens sustentáveis de alumínio, apoia a Virada Sustentável São Paulo 2020 e promoverá o painel “Repensando as embalagens sob a ótica da economia circular”, no dia 22 de setembro, às 15h. O encontro terá a participação de Estevão Braga, gerente de sustentabilidade da Ball Embalagens para Bebidas América do Sul; Barão di Sarno, sócio-fundador da Questtonó; e Julia Luchesi, gerente de operações e relacionamento com cooperativas da TriCiclos Brasil; com mediação de Emanuel Alencar, jornalista e assessor de Sustentabilidade do Museu do Amanhã (RJ). O evento acontecerá em um novo formato este ano e toda a programação terá cobertura online, ao vivo e gratuita. As inscrições podem ser feitas pelo site www.viradasustentavel.org.br/palestras . No painel será debatida a importância do design de embalagens e da inovação em materiais para a transição ao modelo de Economia Circular, com apresentação de cases, tendências e oportunidades relacionadas. Serão abordados ainda os desafios da criação de novas embalagens e a conversa apresentará o que já funciona e os fatores que devem ser levados em consideração para embalagens atrativas e recicláveis. A Virada Sustentável São Paulo 2020 está em sua 10° edição e os interessados poderão participar de casa de encontros para tratar dos temas mais relevantes para a sustentabilidade. Durante cinco semanas de programação do evento, o Fórum da Virada 2020 debaterá as questões do presente e trará inspirações para futuros possíveis. Com as temáticas Economia Circular, Diversidade e Empoderamento, Cidades Sustentáveis e Meio-Ambiente, a programação será 100% online, com grandes nomes como Elza Soares, Kate Raworth, Preta Gil e William McDonough. A programação pode ser acompanhada pelas redes sociais e pelo site www.viradasustentavel.org.br

22 de setembro, 2020
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ARTIGO
Precisamos (e podemos) reduzir nossa produção de lixo

Por Leo Cesar Melo * Diariamente produzimos no Brasil, aproximadamente, 215 mil toneladas de lixo, um pouco mais de 1,0 quilo por pessoa. Em um mês são quase 6,5 milhões de toneladas e, ao final do ano, 78,4 milhões de resíduos são colocados nas portas das casas. Esses são dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, feito em 2017, que também ressalta que 91% da produção é coletada, mas somente 56% desse total tem a destinação correta. Levando em consideração ainda os 9% que sequer são coletados, podemos concluir que, para cada tonelada gerada, 460 quilos são descartados de maneira irregular, o que demonstra um potencial de prejuízo ao meio ambiente. A primeira coisa a fazer parece um pouco óbvia, que é reduzir a produção de lixo. Será que tudo o que é colocado para destinação final realmente precisa estar ali? No entanto, tenho visto com preocupação o cenário deste mercado de resíduos sólidos no Brasil. Uma pesquisa que realizamos recentemente sobre gestão de resíduos, com empresas de diferentes setores (mineração, farmacêutico, automotivo, agronegócio, entre outros), revela que para 60% delas o "Aterro Zero", que tem por objetivo dar uma destinação mais nobre do que aterros e incineradores a pelo menos 90% dos resíduos gerados durante o seu processo produtivo, ainda não é uma meta. No entanto, os prejuízos vão para além do aspecto ambiental. A pesquisa também mostra que 56% das empresas reconhecem que o desperdício de matéria-prima, água e energia é a principal perda econômica nesse processo. Ou seja, cada vez que sai um caminhão de uma indústria carregado de resíduos, ele leva consigo muito dinheiro. Serve como um bom exemplo os efluentes industriais de uma indústria alimentícia. Este material, normalmente rico em matéria orgânica, pode passar por tratamento para se tornar água de reuso (impactando os custos com água) e também uma biomassa, que pode ser aproveitada como fertilizante ou ser queimada para gerar energia a partir de um biogás (contribuindo na redução de custos com energia, ou gerando um novo produto para venda). Mas há outras inúmeras alternativas. Portanto, que tal olhar de maneira diferente para o que se descarta diariamente? Os orgânicos podem ir para uma composteira e se tornar adubo. Plásticos, vidros, papéis e outros materiais recicláveis podem ser destinados a locais que dão o devido tratamento a eles. Com uma simples mudança de perspectiva, podemos levar cada vez mais aquela tonelada diária que geramos para perto do zero. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis

17 de agosto, 2020
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WEBINAR
Encontro debate como resolver problema do lixo nos municípios

Com o objetivo de discutir o uso de instrumentos econômicos para a gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil, Rodrigo Oliveira, fundador da startup Green Mining e presidente da Fral Consultoria, realiza a webina r : ‘Instrumentos econômicos para a gestão de resíduos sólidos no Brasil: o sistema Pay-As-You-Throw (PAYT)’ no dia 27 de maio, das 16h às 17h30no YouTube FGVces - FGV EAES P. O sistema Pay-As-You-Throw (PAYT) é ferramenta que busca a sustentabilidade financeira para municípios, a equidade de cobrança do serviço e a redução do impacto ambiental. Por meio do conceito do 'poluidor-pagador', será discutido o pagamento individualizado ao serviço de limpeza, semelhante ao consumo de água e energia. O conteúdo é voltado para prefeitos e administradores públicos e será baseado no trabalho de pesquisa no âmbito do Mestrado Profissional em Sustentabilidade da EAESP FGV, no qual estudou como replicar o sucesso do sistema PAYT de municípios norte-americanos no país. Além de Rodrigo Oliveira, participam da webinar Fabricio Soler, professor, advogado especialista em Direito do Ambiente e Direito dos Resíduos, Organizador do Código dos Resíduos e consultor do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial e da Confederação Nacional das Indústrias para estudos em resíduos e meio ambiente e Annelise Vendramini, professora do tema de finanças sustentáveis no curso. Coordena o programa de Finanças Sustentáveis no FGVces.

25 de maio, 2020
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EVENTOS
Encontro Lixo Zero São Paulo 2020 será remoto

O Encontro Lixo Zero São Paulo acontece de forma virtual entre os dias 25 e 29 de maio para debater como a COVID-19 está impactando a gestão do lixo na cidade de São Paulo. Em abril, segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), houve queda de 49% no volume de resíduos recolhidos nas ruas, enquanto a coleta seletiva aumentou 23%. Participarão do encontro agentes públicos, ativistas e empreendedores sociais para propor caminhos inovadores em torno do tema: “Lixo, sintoma do quê?”. “Escolhemos essa provocação, sobre os ‘sintomas’ do lixo, porque saúde, gestão de resíduos e saneamento são questões totalmente interligadas. A urgência de soluções sobre a gestão do lixo ficou ainda mais evidente durante a pandemia”, explica Flávia Cunha, embaixadora do Instituto Lixo Zero Brasil e sócia da Casa Causa, organizações promotoras do evento. Com cinco painéis e nove rodas de conversa ao todo, a programação traz um olhar abrangente sobre gestão de resíduos, economia circular e as melhorias necessárias na cidade de São Paulo. O evento irá debater temas como reciclagem, embalagens sustentáveis, consumo consciente, legislação ambiental, planejamento urbano, novas tecnologias de reaproveitamento e reciclagem, o resíduo como moeda de troca nas periferias e impactos do lixo no litoral. Entre os desafios mais recentes estará a discussão sobre a fragilidade enfrentada pelos catadores e cooperativas de reciclagem durante a pandemia (o evento apoia iniciativas do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis e do Pimp My Carroça para garantir a renda mínima dos catadores). Também sobre os catadores, será discutida a iniciativa sustentável do Carnaval de 2020, que uniu de forma inovadora blocos, catadores e a Ambev. O evento terá a presença de representantes dos setores público, empresarial e socioambiental, como: Guilherme Brammer (Boomera), Patricia Faga Iglesias (Cetesb), José Manuel Moller (Algramo, Chile), Barão di Sarno (Questtonó), Leandro Toledano (Homebiogás), Mundano (Pimp My Carroça), Victor Hugo Argentino (Morada da Floresta), Fred Gelli (Hub Incríveis), Fabricio Soler (Felsberg Advogados), Marcelo Dimenstein (Catraca Livre), Luis Octavio de Faria e Silva (Escola da Cidade), Claudia Leite (Nespresso), Lele Veloso (Index) e Lea Gejer (Ideia Circular), entre outros. O Encontro Lixo Zero é realizado anualmente em diversas cidades do país pelo Instituto Lixo Zero Brasil (ILZB) com o objetivo de disseminar as melhores práticas sobre lixo zero e economia circular. Em 2019, o ELZ aconteceu de forma presencial em 30 cidades; este ano já são 100 cidades mobilizadas para promover os encontros digitais. Apenas em São Paulo, cerca de mil participantes se reuniram para um dia de discussões em 2019, a expectativa é que o público ultrapasse essa participação. “Neste momento, as pessoas estão focadas em saúde e higiene, portanto, mais dispostas a debater sobre a melhor gestão do lixo nas cidades. É uma grande oportunidade para encararmos de frente as causas por trás do sintoma do lixo”, comenta Rodrigo Sabatini, presidente do Instituto Lixo Zero Brasil. O evento é realizado pelo Instituto Lixo Zero Brasil e Casa Causa, com apoio da ABRAPS – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável e patrocínio da Nespresso, YVY, Simple Organic e Poiato Recicla. A programação está disponível na página http://www.casacausa.com.br/encontro-lixo-zero-3 , onde estão os links para as inscrições gratuitas. A cada dia, painés de 1,5 horas serão seguidos de rodas de conversa ocorrerão em salas menores abertas na plataforma, com duração de 1 hora, onde será possível a maior interação entre os participantes sobre assuntos específicos.

25 de maio, 2020
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EVENTOS
Debate sobre cultura do desperdício

O lançamento do portal Não Desperdício – um hub de informação e interação com público o sobre as questões da sustentabilidade abordará “Desperdício de Alimento, Desperdício de Água, Desperdício no Campo e na Saúde pelo viés dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 (ONU)” #NãoDesperdício #CulturadoDesperdício. O evento ocorre no dia 6 de junho das 19h às 21h e terá exibição do minidocumentário "Uma reflexão sobre o futuro do planeta”, de 15 minutos, que une extratos dos documentários Cultura do Desperdício e A Água que Falta, provocando reflexão e estimulando uma cidadania mais consciente. O evento terá ainda Painel de Debates com especialistas e um chat internacional, via telepresença com Jason Morrison - Executive director of CEO Water Mandate and president of The Pacific Institute, com a moderação de Giuliana Moreira, Assessora de Gestão Corporativa de Águas - Rede Brasil do Pacto Global. Na ocasião será lançado também o portal Não Desperdício, com Sérgio Lopes – Produtor Audiovisual e Daniel Nakahara – CEO da MARTECH.Z. O evento terá transmissão via streaming para o Portal Não Desperdício e suas Redes Sociais Twitter, Facebook e YouTube. A Revista Saneamento Ambiental é parceira de conteúdo do debate. As redes sociais são https://twitter.com/naodesperdicio , https://www.instagram.com/naodesperdicio/ , https://www.youtube.com/naodesperdicio https://www.facebook.com/naodesperdicio/ . A página do evento no Facebook é https://www.facebook.com/events/2326637120713380/

20 de maio, 2019
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EVENTOS
IPT debate resíduos de serviços de saúde

O Simpósio Internacional de Resíduos de Serviços de Saúde acontece entre os dias 11 e 13 de abril no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo. Promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo, em parceria com diversas instituições, o evento tem como objetivo alinhar o setor de saúde as novas diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O evento terá a participação de engenheiros, técnicos, pesquisadores e tomadores de decisões. Um dos focos é a apresentação das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que objetivam a normalização no campo de resíduos de serviços de saúde, no que concerne à terminologia, classificação, requisitos de gerenciamento, A abertura do simpósio será feita pelo Diretor-presidente do IPT, Fernando Landgraf, e pelo Presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, José Goldemberg, que também é presidente da FAPESP e ministrará a palestra magna “Resíduos Sólidos: Impactos x Sustentabilidade”.Os pesquisadores Rogério Parra e Mara Siqueira Dantas, do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do Instituto, participam do evento com palestras sobre coletores para resíduos de saúde perfurantes ou cortantes e sacos plásticos para acondicionamento de lixo, respectivamente, ambas no âmbito das normas ABNT. Maiores informações pelo site www.sirss.com.br

13 de abril, 2016