Publicidade
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Farmanguinhos ganha sistema de climatização

O Complexo Tecnológico em Medicamentos (CTM) – Farmanguinhos, unidade da Fiocruz, em Jacarepaguá, recebeu um novo sistema de climatização. O projeto foi selecionado na primeira Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética da Light, realizada em 2014. A Light iniciou a parceria com a Fiocruz, em abril de 2015, na unidade de Farmanguinhos, abrangendo a instalação de um novo sistema de condicionamento ambiental na área industrial e de conforto da fábrica, que possibilitará maior flexibilidade operacional e confiabilidade ao sistema de climatização. O novo sistema reduzirá o valor da produção de medicamentos. Farmanguinhos é o maior laboratório farmacêutico oficial vinculado ao Ministério da Saúde e produz mais de um bilhão de medicamentos por ano para atender a demandas no Brasil e exterior. “Para a Fiocruz, significa uma grande economia de recursos financeiros e maior sustentabilidade na produção dos fármacos”, acrescenta Carlos Mocny, Gerente de Comunidades e Eficientização Energética da Light. O custo total do projeto foi de aproximadamente R$ 3,2 milhões, implantado no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Light, regulamentado pela ANEEL. A modernização e automação da Central de Água Gelada de Farmanguinhos foi desenvolvida ao longo de um ano, com a implantação de um tanque termoacumulador, que reduziu a demanda no horário de ponta ao otimizar o funcionamento dos equipamentos existentes, e ainda a instalação de um resfriador de líquido ( chiller) , que produz água gelada.

O Complexo Tecnológico em Medicamentos (CTM) – Farmanguinhos, unidade da Fiocruz, em Jacarepaguá, recebeu um novo sistema de climatização. O projeto foi selecionado na primeira Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética da Light, realizada em 2014.

A Light iniciou a parceria com a Fiocruz, em abril de 2015, na unidade de Farmanguinhos, abrangendo a instalação de um novo sistema de condicionamento ambiental na área industrial e de conforto da fábrica, que possibilitará maior flexibilidade operacional e confiabilidade ao sistema de climatização. O novo sistema reduzirá o valor da produção de medicamentos. Farmanguinhos é o maior laboratório farmacêutico oficial vinculado ao Ministério da Saúde e produz mais de um bilhão de medicamentos por ano para atender a demandas no Brasil e exterior. “Para a Fiocruz, significa uma grande economia de recursos financeiros e maior sustentabilidade na produção dos fármacos”, acrescenta Carlos Mocny, Gerente de Comunidades e Eficientização Energética da Light.

O custo total do projeto foi de aproximadamente R$ 3,2 milhões, implantado no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Light, regulamentado pela ANEEL. A modernização e automação da Central de Água Gelada de Farmanguinhos foi desenvolvida ao longo de um ano, com a implantação de um tanque termoacumulador, que reduziu a demanda no horário de ponta ao otimizar o funcionamento dos equipamentos existentes, e ainda a instalação de um resfriador de líquido (chiller), que produz água gelada. 

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Campus da UFPR recebe usina

Financiada pelo Programa de Eficiência Energética (PEE/Aneel) da Copel, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) inaugurou recentemente uma usina solar fotovoltaica do campus Centro Politécnico em Curitiba (PR). A instalação é a maior do Brasil na modalidade estacionamento solar carport. Para o coordenador do Projeto de Eficiência Energética da UFPR, e superintendente da Funpar, professor João da Silva Dias, “ao todo são R$ 21 milhões investidos em PEE e P&D, nessa ação que abrange praticamente todos os prédios da universidade federal”. O superintendente disse ainda que a usina solar fotovoltaica passa a ser um laboratório a céu aberto, com alunos de graduação e pós-graduação e empresas produzindo pesquisa sobre eficiência energética. O projeto de eficiência energética da UFPR vai gerar 1,2 MW de energia, que junto a 56 mil lâmpadas LED que serão instaladas nos prédios da UFPR, irá contribuir para uma economia superior a R$ 2 milhões de reais por ano. “A Copel participou dessa chamada especial em 2016 e abraçou esse projeto de trazer a eficiência energética e os recursos distribuídos para o ensino superior público. A empresa participou dessa chamada prioritária de PEE e estratégica de P&D da Aneel com o maior número de projetos entre todas as concessionárias, uma iniciativa única”, afirmou o superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Shigeaki Omori.

21 de dezembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ARTIGO
O impacto da falta de eficiência energética no Brasil

Por Rodrigo Pereira * Menos é mais. Esse é o conceito básico de eficiência energética: dosar a quantidade de energia utilizada para determinada ação a fim de obter um resultado tão bom quanto outro que foi realizado com uma quantidade maior de energia. Mas será que o Brasil é um país preparado para considerar a eficiência energética no seu dia a dia? Um estudo realizado pelo Instituto E+, centro que aborda temas relacionados à energia, aponta a falta de eficiência energética no país. Segundo a pesquisa, o investimento nacional não chega a 50% do investimento feito por países europeus e estima-se que para chegar ao mesmo nível da União Europeia, por exemplo, nosso país ainda precise de 20 anos de caminhada. O fato é que o Brasil tem uma carência de investimentos no mercado local para a fabricação de produtos voltados à energia, não possibilitando ao consumidor e às empresas ter à sua disposição uma gama de produtos eficientes e com mais opções de escolha. Além disso, a pouca oferta de incentivos fiscais por parte do próprio governo brasileiro a fim de ajudar desde o fabricante ao consumidor final, torna a energia renovável inviável do ponto de vista financeiro. Ainda de acordo com o relatório do Instituto E+, atualmente o consumo de energia no Brasil é distribuído nos seguintes segmentos: transportes (34,8%), industrial (33,8%), energético (11,2%), residencial (10,6%), comercial e público (5,2%) e agropecuário (4,4%). Observa-se que os setores de transportes e indústria são os que mais consomem energia, fator difícil de reverter por se tratar de áreas que demandam muito mais energia se comparadas às outras. No entanto, é possível diminuir esse consumo, principalmente por meio de campanhas, sejam de iniciativa pública ou privada, que divulguem os benefícios do investimento em energia renovável. Por meio do fortalecimento do conhecimento na gestão da energia de cada um dos segmentos, deixando claro onde está o desperdício e onde se pode economizar sem perder a produtividade, existe grande chance de trazer uma eficiência energética para as grandes empresas de transporte e do setor industrial do país. Energia x Gastos Segundo a ABESCO– Associação Brasileira das Empresas Brasileiras de Conservação de Energia, em um período de três anos (2014-2016) o desperdício de energia no Brasil custou R$ 61,7 bilhões para o país. Este dado deixa clara a necessidade de ações voltadas ao mercado de eficiência energética para auxiliar na redução desses gastos nas empresas e, consequentemente, na economia nacional. Apesar da necessidade de investimentos em eficiência energética para minimizar o desperdício de energia, ainda estamos defasados neste sentido. Conhecimento e informação sobre esta questão são fundamentais para as boas práticas de eficiência energética não apenas nas empresas, mas em todos os lugares. Com um consumo energético mais eficiente, o mercado local torna-se mais competitivo, as empresas reduzem os custos relacionados à energia, mantendo ou até melhorando sua produtividade e, como resultado, a população em geral é beneficiada com a redução do preço dos produtos e serviços. Não é segredo que todo setor que possui gastos elevados com energia são os mais impactados economicamente. Portanto, são estes também os que mais devem se preocupar com a eficiência energética e como aplicá-la em seu ambiente. Apenas dessa maneira será possível aumentar o investimento em energia renovável no Brasil para fomentar a competitividade internacional e aumentar a demanda local. É importante ter consciência que o desperdício de energia está ligado a diversos fatores, como um compressor de ar comprimido que teve um consumo maior de energia nos últimos meses devido a vazamentos de ar na tubulação e que aumentaram seu período de funcionamento, por exemplo. Portanto, todo projeto de eficiência energética começa com um estudo da qualidade da energia utilizada, e para isso, existem equipamentos e tecnologias capazes de realizar uma medição para identificar os gargalos e então aplicar as correções necessárias. Perspectivas para o mercado de eficiência energética Apesar de tantos desafios e de ainda estarmos muito atrás no que diz respeito aos investimentos em energia, a perspectiva é de crescimento para o mercado brasileiro, uma vez que a questão energética tem estado mais em pauta justamente pela vantagem comercial e produtiva. Além disso, as empresas a cada dia estão investindo mais em sustentabilidade, o que inclui o uso de energias renováveis, buscando economia e minimizando os impactos ambientais. Atualmente já existem modelos variados de instrumentos para a medição de qualidade de energia. As empresas brasileiras estão atentas aos novos desafios do mercado e, por isso, têm desenvolvido equipamentos cada vez mais sofisticados para realizar medições complexas de forma rápida, precisa e segura. Além de equipamentos, a cada dia são disponibilizados também conjuntos de acessórios e softwares para auxiliar no trabalho com os próprios equipamentos, facilitando assim o uso dos produtos em qualquer situação de medição de qualidade de energia. Somente entendendo a origem do desperdício de energia é possível tomar decisões inteligentes sobre maneiras eficientes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos. No fim das contas, a melhor maneira de utilizar a energia de maneira eficaz, com base no conceito "menos é mais", e projetando um crescimento de mercado no país, é por meio da conscientização, investindo no conhecimento e na divulgação dos benefícios da aplicação da energia renovável. * Rodrigo Pereira é Gerente de Contas da Fluke do Brasil do segmento de energia, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais.

23 de outubro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
UFSCar instala usina solar fotovoltaica na USE

A Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar recebeu a instalação de uma Usina Solar Fotovoltaica em suas dependências com capacidade de geração de energia de 99,9 KWp (quilowatt pico). "Durante toda a vida útil deste sistema fotovoltaico (cerca de 25 anos), o benefício ambiental é equivalente a plantarmos árvores em 165 campos de futebol", conta o Vice-Reitor da UFSCar e coordenador do projeto, Walter Libardi. Além do benefício ambiental, a usina pode gerar economia com energia elétrica que pode chegar a R$ 137 mil por ano. Os investimentos para a construção do sistema provêm de edital da CPFL Paulista aberto para incentivar o uso de sistemas solares. A UFSCar investiu, desde 2017, já mais de R$ 8 milhões em eficiência energética por meio da participação em editais com esta finalidade. A UFSCar já teve seis projetos de eficiência energética aprovados, pelos quais foi possível substituir 26.834 lâmpadas e luminárias por tecnologias LED. Também foram instaladas 04 usinas solares fotovoltaicas na Universidade. “Participar destes projetos tem sido, para mim, uma oportunidade ímpar. Colaboramos com a melhoria da Eficiência Energética da Universidade implantando a geração de energia limpa a custo zero, o que proporciona economia imediata para os campi. Além disso, estamos promovendo benefícios ao meio ambiente”, conta Armando Gullo Martins, responsável pela gestão dos projetos de Eficiência Energética na Fundação de Apoio Institucional (FAI) da UFSCar. Os investimentos em eficiência energética realizados pela UFSCar resultarão em uma redução permanente de R$ 2 milhões na conta de luz da Universidade. "Este recurso que economizamos pode se transformar em apoio estudantil. Novos professores, médicos, engenheiros, biotecnologistas, dentre outros profissionais, podem concluir o ensino superior e transformar a sociedade quando a nossa possibilidade de investir em nossos estudantes aumenta", finaliza o Vice-Reitor da UFSCar, Walter Libardi.

25 de maio, 2020
Saneamento Ambiental Logo
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
CPFL Energia investe forte em 2019

A CPFL Energia investiu R$ 72,4 milhões em 2019 em projetos de eficiência energética por meio de suas distribuidoras nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Além disso, a companhia concluiu no último ano a execução de 41 iniciativas que tornaram mais eficiente o consumo de energia de clientes residenciais, industriais, comerciais e poder público. Os projetos concluídos no ano passado beneficiaram 121,7 mil consumidores e geraram uma economia de 40,3 MWh nas contas de luz, o equivalente para abastecer uma cidade com quase 17 mil moradias por um ano. Ao longo de 2019 a CPFL Energia investiu R$ 24 milhões em ações voltadas a clientes em vulnerabilidade social. Entre as iniciativas estão a instalação de equipamentos e eletroeletrônicos mais eficientes, como chuveiros, lâmpadas, geladeiras e aquecedores solares, além de receberem orientações de agentes comunitários. Outros R$ 20,9 milhões foram direcionados ao programa CPFL nos Hospitais, que ajuda a reduzir os gastos com energia de instituições de saúde pública em toda a área de atuação da companhia. As distribuidoras da CPFL investiram R$ 18 milhões em projetos para transformar indústrias, comércios e residências mais eficientes no consumo de energia. Foram realizadas trocas de lâmpadas comuns por modelos de tecnologia LED, mais econômicos e duráveis, bem como a substituição de aparelhos de refrigeração e maquinário. Ações para conscientização de se economizar energia receberam R$ 3 milhões. Entre elas, destaca-se o CPFL nas Escolas, projeto que capacita estudantes das redes municipais e estaduais para o consumo eficiente e para os riscos de acidentes com a rede elétrica. Para Felipe Zaia, gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, “a missão do programa é promover o consumo inteligente e seguro da energia elétrica, com o foco em inovação e projetos de todos os tipos, para todos os segmentos de mercado. A CPFL Energia foca em projetos que beneficiam, todos os setores, mas prioriza os que mais necessitam”, reforça.

3 de março, 2020
Saneamento Ambiental Logo
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP realiza Chamada Pública de projetos

A EDP São Paulo iniciou a edição 2017 da Chamada Pública de Projetos para propostas voltadas à eficiência energética nos 28 municípios de sua área de concessão. Serão disponibilizados R$ 4,9 milhões para incentivar projetos com o objetivo promover a conservação e o uso racional da energia elétrica, e que serão aplicados pela EDP no próximo ano. Os projetos devem abranger benefícios públicos e privados, promovendo a transformação por meio da eficiência energética, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. A Chamada Pública da EDP beneficia ações de pessoas jurídicas que visem à melhoria ou substituição de instalações na rede, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, afim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, iluminação pública, entre outros. Maiores informações podem ser obtidas no site www.edp.com.br . Os interessados devem submeter suas inscrições no portal, onde também é possível acessar o edital da Chamada Pública e o formulário para adesão. Os projetos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por colaboradores da empresa, que irão analisar conforme critérios estabelecidos no edital publicado. O link direto da Chamada Pública - informações, edital e inscrição de projeto: https://edpsp.gestaocpp.com.br/GPROP/PORTAL/INDEX

24 de novembro, 2017
Saneamento Ambiental Logo
GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
Saneamento Ambiental Logo
FUNDO CLIMA
Aprovados R$ 7,5 milhões para investimentos em 2015

O Comitê Gestor do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) aprovou, dia 19 de junho, o plano anual de aplicação de recursos de 2015. Serão mais de R$ 7,5 milhões investidos em projetos de mitigação e adaptação aos prejuízos causados pelo aquecimento global. O montante se refere aos recursos não reembolsáveis, operados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Entre os projetos apoiados estão à construção de indicadores de vulnerabilidade da população como insumo para elaboração de ações de adaptação, em um projeto conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz, além de programas voltados para o aproveitamento da energia solar e do biogás, para os impactos das mudanças climáticas sobre os recursos hídricos do Cerrado e para a recuperação de dados meteorológicos históricos. As iniciativas realizadas com recursos não reembolsáveis foram reunidas em um Atlas divulgado para o Comitê Gestor na reunião. Ao todo, já são 189 projetos apoiados e 46 parcerias realizadas nessa modalidade de financiamento. O investimento total foi de R$ 96 milhões em ações como o monitoramento de emissões, a prevenção de riscos e a recuperação de áreas vulneráveis nos ecossistemas costeiros e semiáridos. O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, destacou que grande parte dos projetos apoiados até agora se refere a ações de adaptação. “Os projetos estão bastante alinhados com os planos setoriais e com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima”, analisou.

22 de junho, 2015
Saneamento Ambiental Logo
EMISSÕES
Coop deixa de emitir 52 t/ano de CO2 com lâmpadas LED

A Coop – Cooperativa de Consumo conseguiu concluir em um terço de sua rede a substituição das lâmpadas fluorescentes pelo conceito LED (Light Emitting Diode). Até o final de 2014, a cooperativa registrou marca expressiva de economia de 132.599,23 kWh/mês, além de deixar de lançar na atmosfera 52,48 t de CO 2 /ano. “Com o novo sistema de iluminação, foi poupada a ação de 263 árvores em 2014 para neutralizar o prejuízo da emissão de gás carbônico e esse balanço será muito mais positivo quando o conceito LED estiver presente em todos os pontos de distribuição e áreas de suporte, com o emprego de aproximadamente 55 mil peças, com conclusão prevista para 2017”, explica a engenheira Viviane Cristina dos Santos Chicano. Em 2015, outras nove lojas ganharão a nova tecnologia LED, além da unidade de Tatuí, prevista para ser inaugurada em outubro, além da Central de Panificação. No total, 12 mil luminárias serão instaladas e nas 12 lojas restantes, o sistema de iluminação será substituído no biênio 2016/2017. Isto exigirá mais 24 mil peças. “O investimento se paga em um ano e seis meses de utilização, já que a vida útil do LED é de 50 mil horas ou cinco anos, mais que o dobro da durabilidade da fluorescente, que gira em torno de 20 mil horas”, assegura a engenheira Viviane Chicano. Em termos de comparação, a troca de 136 lâmpadas de vapor metálico por 1.355 luminárias a LED gerou na unidade Árvore Grande, em Sorocoba, diminuição de 16% no consumo de energia elétrica em 2012, quando da troca do sistema de iluminação. Uma redução de 30 MWh, que garantiu economia de R$ 6 mil/mês. Além da redução do consumo, as lâmpadas LED produzem menos calor, reduzindo a utilização do ar condicionado, têm durabilidade de 50 mil horas, o que elimina a manutenção, além de possuir maior eficiência luminosa (110 lm/W) e não requerer reator.

3 de junho, 2015