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CAVERNAS

Guia de boas práticas em áreas cársticas

Com o objetivo de divulgar para a sociedade boas práticas ambientais e gestão sustentável de territórios, a Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), a Votorantim Cimentos e a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) lançaram dois documentos que são resultado de cinco anos de colaboração conjunta entre as entidades e a empresa através de um programa de cooperação técnica: o Guias de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas e o Plano de Gestão Territorial Sustentável. O lançamento foi feito em seminário realizado no auditório da Cetesb, em São Paulo, que reuniu representantes do governo paulista, de entidades empresariais e organizações ligadas à questão ambiental. De acordo com Álvaro Lorenz, Diretor Técnico Global da Votorantim Cimentos, “as duas publicações didáticas representam os produtos mais importantes desenvolvidos em cinco anos de parceria e uma contribuição para a sociedade como um todo, com o compartilhamento de informações e boas práticas que podem ser replicadas também por outras empresas”. O Guia de Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas, que traz orientações sobre a conservação de cavernas (70% das cavernas se desenvolvem em áreas com presença de calcário) busca disponibilizar para a sociedade informações “sobre os ambientes cársticos, sua importância ecológica e evolutiva e as boas práticas do setor, muitas vezes desconhecidas, contribuindo para conscientizar profissionais da mineração sobre a importância desses ambientes e sua vulnerabilidade”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Espeleologia, Marcelo Rasteiro. A publicação está direcionada principalmente para cimenteiras e mineradoras de calcário. Já o Plano de Gestão Territorial Sustentável procura atender a uma lacuna no mercado em relação ao tema valorização de ativos ambientais. “A caracterização de ativos contribui para a avaliação de eventuais projetos sociais e ambientais a serem desenvolvidos. Este é um modelo inédito de plano que pode contribuir com avanços conceituais e metodológicos sobre o planejamento e gestão de patrimônio territorial de empresas de setores como mineração, silvicultura, agropecuária, energia, entre outros”, disse o presidente da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Clayton Lino. O PGTS considerou como base dois exemplos de boas práticas desenvolvidas pela Votorantim Cimentos em Ribeirão Grande (SP) e Laranjeiras (SE). De acordo com a empresa, o levantamento nestas áreas permitiu identificar “importantes remanescentes de Mata Atlântica e manguezais, centenas de nascentes e cavernas a serem conservadas, e um rico patrimônio arqueológico, histórico e cultural. As duas publicações estão disponíveis gratuitamente para o público nos links: Plano Territorial Sustentável e Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas.

Com o objetivo de divulgar para a sociedade boas práticas ambientais e gestão sustentável de territórios, a Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), a Votorantim Cimentos e a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) lançaram dois documentos que são resultado de cinco anos de colaboração conjunta entre as entidades e a empresa através de um programa de cooperação técnica: o Guias de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas e o Plano de Gestão Territorial Sustentável.

O lançamento foi feito em seminário realizado no auditório da Cetesb, em São Paulo, que reuniu representantes do governo paulista, de entidades empresariais e organizações ligadas à questão ambiental.  

De acordo com Álvaro Lorenz, Diretor Técnico Global da Votorantim Cimentos, “as duas publicações didáticas representam os produtos mais importantes desenvolvidos em cinco anos de parceria e uma contribuição para a sociedade como um todo, com o compartilhamento de informações e boas práticas que podem ser replicadas também por outras empresas”.

O Guia de Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas, que traz orientações sobre a conservação de cavernas (70% das cavernas se desenvolvem em áreas com presença de calcário) busca disponibilizar para a sociedade informações “sobre os ambientes cársticos, sua importância ecológica e evolutiva e as boas práticas do setor, muitas vezes desconhecidas, contribuindo para conscientizar profissionais da mineração sobre a importância desses ambientes e sua vulnerabilidade”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Espeleologia, Marcelo Rasteiro. A publicação está direcionada principalmente para cimenteiras e mineradoras de calcário.

Já o Plano de Gestão Territorial Sustentável procura atender a uma lacuna no mercado em relação ao tema valorização de ativos ambientais. “A caracterização de ativos contribui para a avaliação de eventuais projetos sociais e ambientais a serem desenvolvidos. Este é um modelo inédito de plano que pode contribuir com avanços conceituais e metodológicos sobre o planejamento e gestão de patrimônio territorial de empresas de setores como mineração, silvicultura, agropecuária, energia, entre outros”, disse o presidente da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Clayton Lino.

O PGTS considerou como base dois exemplos de boas práticas desenvolvidas pela Votorantim Cimentos em Ribeirão Grande (SP) e Laranjeiras (SE). De acordo com a empresa, o levantamento nestas áreas permitiu identificar “importantes remanescentes de Mata Atlântica e manguezais, centenas de nascentes e cavernas a serem conservadas, e um rico patrimônio arqueológico, histórico e cultural.

As duas publicações estão disponíveis gratuitamente para o público nos links: Plano Territorial Sustentável e Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas.

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Curitiba ganha Diretrizes em biodiversidade

A Prefeitura Municipal de Curitiba e a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS) lançaram propostas para ações integradas pela conservação da biodiversidade na Região Metropolitana de Curitiba (PR). Da parceria resultou o documento “Diretrizes para Conservação da Biodiversidade na Região Metropolitana de Curitiba”, que apresenta medidas para que cidades vizinhas trabalhem juntas em prol do patrimônio natural da região. A elaboração do documento envolveu outras 20 instituições ligadas ao meio ambiente. As ações estratégicas presentes no documento incluem a conservação da biodiversidade como parte dos negócios, reconhecendo as áreas naturais como ativos socioeconômicos da metrópole. Segundo o diretor executivo da SPVS, Clóvis Borges, o cumprimento das diretrizes pode tornar a Grande Curitiba referência em desenvolvimento sustentável. “Vemos hoje no Brasil uma retórica antiquada de antagonismo entre a conservação da natureza e o desenvolvimento”, afirma. “A Região Metropolitana de Curitiba pode dar ao país o exemplo de que é possível conciliar os investimentos necessários para a conservação da natureza com qualidade de vida e desenvolvimento econômico”. As diretrizes, de autoria das biólogas da SPVS, Betina Ortiz Bruel e Maria Vitória Yamada, podem ser acessadas na integra no site www.spvs.org.br . O documento é apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Produtivo Integrado da Região Metropolitana de Curitiba, o Pró-Metrópole. O evento de lançamento das Diretrizes para Conservação da Biodiversidade marcou também a aula inaugural de um curso gratuito de capacitação em conservação da natureza para servidores e gestores das secretarias de meio ambiente da Grande Curitiba. A secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, destacou a importância de uma visão integrada para o patrimônio natural. “Não podemos trabalhar isoladamente. O curso de formação vai nos dar instrumentos para promover a sustentabilidade de maneira integrada em todos os municípios participantes”, diz Dias.

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25 de maio, 2018
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12 de abril, 2018
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SRB e BVRio lançam Portal da Sustentabilidade

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25 de maio, 2015