Publicidade
CIMENTO

Verdera apresenta guia de melhores práticas para agentes da SEMA-MT

Verdera apresenta guia de melhores práticas para agentes da SEMA-MT

A Verdera, unidade de gestão de resíduos da Votorantim Cimentos, em parceria com a SEMA-MT, lançou um guia de melhores práticas para o licenciamento ambiental de atividades de coprocessamento de resíduos na fabricação de cimento, visando padronizar entendimentos e agilizar processos.

Unidade de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos, a Verdera promoveu em parceria com a Gerência de Capacitação da Secretaria de Estado e Meio Ambiente (SEMA-MT), workshop para os agentes do órgão ambiental para apresentar o Guia de Melhores Práticas para o Licenciamento Ambiental das Atividades de Coprocessamento de Resíduos na Fabricação de Cimento.

O guia é orientado à prática regulatória e visa contribuir com a padronização de entendimentos técnicos, reduzindo o retrabalho e encurtando prazos do processo de licenciamento. O coprocessamento utiliza rejeitos industriais, agrícolas e urbanos para produzir Combustível Derivado de Resíduos (CDR), produto usado nos fornos da indústria cimenteira. Essa tecnologia é peça fundamental para manter a trajetória de mitigação das emissões de CO2 das cimenteiras, conforme proposto no Roadmap Net Zero da indústria, lançado durante a COP30. O coprocessamento de resíduos e biomassas já responde por 32% da matriz energética, evitando a emissão de 3,4 milhões de toneladas de CO₂ no Brasil. 

O workshop foi comandado pela engenheira ambiental Larissa Mendonça, responsável pelo licenciamento de novos resíduos da Verdera, e por Alexandre Pereira, Consultor de Relações Corporativas e Regulatórias da empresa. O evento reuniu mais de 80 participantes, presencialmente e online. 

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos lança marca Verdera

A Votorantim Cimentos acaba de lançar a nova marca de sua unidade de negócios de coprocessamento. A Verdera oferecerá às companhias e indústrias o serviço de destinação final de resíduos por meio da tecnologia de coprocessamento nas fábricas da Votorantim Cimentos. "Atuamos com coprocessamento desde a década de 1990 e há três anos mantemos uma estrutura dedicada a aumentar o uso de matérias-primas e combustíveis alternativos. Agora, iremos atuar diretamente no mercado de gerenciamento de resíduos. Para fortalecer nossa presença e o relacionamento com os clientes, nossa unidade de negócios de coprocessamento passa a ter sua própria marca, Verdera", afirma o CEO Global da Votorantim Cimentos, Marcelo Castelli. A Verdera será utilizada em 14 fábricas da Votorantim Cimentos nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina e irá oferecer serviços para tratamento de diversos resíduos, o que inclui aqueles que precisam ser triturados ou homogeneizados, a partir da operação de preparo localizada em Rio Branco do Sul (PR). Para os demais estados, inicialmente o foco será nos resíduos que podem ser encaminhados diretamente para coprocessamento. "Com a Verdera, nosso objetivo é atuar como parceiros, ajudando nossos clientes a gerenciar seus resíduos de forma correta e sustentável. Além disso, por meio do coprocessamento, podemos gerar um impacto positivo para nossos parceiros e para a sociedade, reinserindo na cadeia produtiva materiais que possam gerar energia, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e atuando de forma sustentável", diz o diretor de Operações de Negócios Adjacentes da Votorantim Cimentos, Edmundo Ramos. A companhia investiu R$ 300 milhões em coprocessamento no Brasil nos últimos anos, dentre a aquisição de novos equipamentos, desenvolvimento de fornecedores e clientes, controle de qualidade de novos insumos e mudanças nos processos de produção. A expectativa para os próximos cinco anos é que a Votorantim Cimentos invista, no Brasil, cerca de R$ 370 milhões nessa unidade de negócios.

25 de setembro, 2019
Saneamento Ambiental Logo
VOTORANTIM CIMENTOS
Fábrica de Xambioá tem prêmio ambiental

A fábrica de Xambioá (TO), da Votorantim Cimentos, recebeu, no mês de junho, o Troféu Responsabilidade Ambiental do Prêmio Mérito Ambiental do Tocantins 2018. A premiação é voltada a empresas, universidades e organizações não governamentais que desenvolvem iniciativas em prol da preservação e defesa do meio ambiente no Tocantins. Em 2017, a unidade da Votorantim Cimentos não destinou resíduos para aterro sanitário após a implantação de tecnologias que viabilizaram a alta produtividade industrial com significativos ganhos ambientais. O projeto de destinação dos resíduos internos, via coprocessamento, como medida que contribui para reduzir os volumes de resíduos depositados no ambiente e emissões de CO2, recebe o reconhecimento por ser uma solução sustentável de gestão de resíduos sólidos diante a um cenário desafiador. No Tocantins, apenas o aterro sanitário de Araguaína aceita resíduos de empresas privadas. A Votorantim Cimentos investiu R$ 200 mil para combater as dificuldades logísticas desde 2015 e coprocessa resíduos gerados internamente, incluindo materiais não-recicláveis e também contaminados, como combustível alternativo para seu forno de clínquer. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embalagens de produtos químicos, pó de serra usados em limpezas de equipamentos sujos de graxa e óleo e estopas, entre outros resíduos, geram energia, sendo que eventuais cinzas são incorporadas na estrutura cristalina do clínquer produzido na unidade. O procedimento conta com devido licenciamento e aprovação do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). “O reconhecimento que recebemos com essa premiação demonstra a importância que a discussão sobre o tema de gestão de resíduos possui no âmbito estadual. Essa é uma questão que envolve uma mudança de postura da sociedade, tanto da população de forma geral, quanto das esferas pública e privada”, afirma o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos, Ângelo Zerbini. Em todo o Brasil, a Votorantim Cimentos realiza o coprocessamento em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. A empresa possui como meta global utilizar, em média, 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020.

9 de julho, 2018
Saneamento Ambiental Logo
COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos reduz emissões em TO

A Votorantim Cimentos adota, desde a inauguração de sua fábrica em Xambioá (TO), em 2010, o coprocessamento de resíduos para reduzir o passivo ambiental no aterro sanitário e as emissões de CO2. A medida consiste em substituir parte do combustível fóssil na fabricação de cimento. Com isso, a empresa consegue aproveitar moinhas de carvão de polos siderúrgicos que funcionam em Marabá (PA) e Açailândia (MA), localidades próximas a Xambioá para escoamento dos resíduos. A fábrica realiza coprocessamento também de produtos e resíduos gerados internamente, como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embalagens de produtos químicos, pó de serra usados em limpezas de graxa e óleo e estopas. Além da questão ambiental, o coprocessamento auxilia na eliminação de focos do mosquito da dengue, zika e chikungunya. Para contribuir para combater o mosquito, a fábrica de Xambioá está em fase final de licenciamento para coprocessar pneus picados. A unidade deve ainda coprocessar Revestimentos Gastos de Cubas (RGC), materiais gerados pela produção de alumínio que, por conterem elementos contaminantes, podem gerar passivo ambiental se descartados inadequadamente. A Votorantim Cimentos faz o coprocessamento de mais de 5 mil toneladas mensais de moinhas de carvão. Em todo o Brasil, a Votorantim Cimentos realiza o coprocessamento em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. A empresa possui como meta global utilizar, em média, 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020. No Brasil, a Votorantim Cimentos já alcançou o patamar de 16%, em 2015. Em Xambioá, a fábrica estabeleceu para 2017 substituir 40% dos combustíveis fósseis por renováveis, meta que foi superada no mês de abril, quando a unidade obteve o percentual de 49,1% de substituição. Segundo o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos, Ângelo Zerbini, para 2018 o percentual de substituição poderá ser ainda maior com o coprocessamento de biomassa. “O projeto envolverá o uso de uma variedade específica de cana de açúcar para alimentar o forno de cimento. Com isso, esperamos reduzir ainda mais o consumo de combustível fóssil, chegando bem próximo a uma produção ‘carbono-neutro’, ou seja, utilizando combustíveis renováveis na nossa matriz energética”, afirmou.

20 de junho, 2017
Saneamento Ambiental Logo
CIMENTOS
Votorantim quer ampliar volume coprocessado

O Vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, acompanhou comitiva de representantes da Administração Regional de Sobradinho, da Fercal e também de membros do governo do Distrito Federal, e reuniu-se com os representantes da Votorantim Cimentos, na sede da fábrica em Sobradinho, no último dia 13 de abril. Na ocasião, Santana conheceu a tecnologia de coprocessamento utilizada na fábrica para substituir parte do combustível fóssil usado na produção de cimento. A medida contribui para reduzir as emissões de CO2 e o passivo ambiental, além de ajudar a eliminar focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, já que a fábrica coprocessa pneus, além de biomassas, como casca de arroz e cavaco de madeira. A fábrica de Sobradinho elimina atualmente 1.800 pneus de carros de passeio e outros 750 de caminhão Ao todo, são coprocessados por dia 36 toneladas de pneus, mas a capacidade é de coprocessar um volume ainda maior, de aproximadamente 130 toneladas. Para ampliar este volume, a Votorantim Cimentos aguarda autorização de órgãos competentes. Já de casca de arroz e cavaco de madeira, a fábrica coprocessa 85 toneladas por dia. “Atuamos sempre com transparência, por isso é tão importante obtermos essa autorização para ampliarmos a capacidade atual de coprocessamento, o que também permitirá coprocessar outros materiais. Já temos parcerias firmadas com órgãos federais e distritais, que são devidamente licenciados para destinar seus resíduos para nosso forno”, afirmou o Gerente-geral da Regional Centro-Norte da Votorantim Cimentos, Fábio Garcia. “O funcionamento de uma indústria como essa é como se fosse uma cidade e isso precisa ser valorizado. São essas empresas que geram um volume de recursos considerável que compõe o PIB do Distrito Federal. A fábrica demanda resíduos e nós queremos disponibilizar”, disse Renato Santana, Vice-governador do DF. Em Sobradinho, o cimento é fabricado de forma ecoeficiente desde 2004. O forno de cimento garante a total destruição térmica dos resíduos e a incorporação das cinzas no processo de fabricação, sem comprometer a qualidade do produto final. A Companhia tem como meta a utilização de 30% de combustíveis não-fósseis em suas plantas até 2020. No Brasil, a Votorantim Cimentos já alcançou o patamar de 16%, em 2015, em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. Outro objetivo é diminuir as emissões de CO2 por tonelada de cimentícios em 25% em comparação com os níveis registrados em 1990. Em 2015, a empresa já atingiu o índice de 22,6%.

20 de abril, 2016
Saneamento Ambiental Logo
COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos avança em Mato Grosso

A Votorantim Cimentos está substituindo combustíveis fósseis em sua fábrica de cimentos localizada nos distritos de Aguaçu e Nossa Senhora da Guia, no estado do Mato Grosso. Com uma produção de 1,2 milhão toneladas de cimento por ano, a fábrica realiza o coprocessamento de 20 mil toneladas de resíduos por mês, um volume com potencial para crescer a partir de novas parcerias com os setores público e privado. “É possível aprimorar o gerenciamento e a destinação de outros resíduos sólidos, como o lixo urbano. Estamos analisando alternativas que impulsionem ainda mais essas atividades e coloquem Cuiabá entre as cidades brasileiras que possui as melhores políticas de manejo de resíduos”, afirmou Edson Rodriguez, consultor de coprocessamento da Votorantim Cimentos. A atividade da Votorantim Cimentos já tem o aval da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). A empresa realizou testes de queima de resíduos, nos quais foram avaliadas as emissões atmosféricas geradas pela queima dos resíduos, além de estudos de viabilidade de queima e relatórios de testes para obter o licenciamento ambiental. A fábrica utiliza pneus picados, resíduos sólidos triturados, resíduos vegetais e materiais provenientes de atividade agrícola. Os materiais substituem parte do volume de combustível fóssil que alimenta o forno onde o calcário e a argila são transformados em clínquer, matéria-prima do cimento. Segundo o Gerente de fábrica da Votorantim Cimentos de Cuiabá, Murrib Moussa, ao investir na substituição de combustíveis fósseis com o uso de resíduos no forno de clínquer, a empresa ajuda a reduzir o passivo ambiental no município, diminuindo a quantidade de resíduos no aterro sanitário. A medida exerce também uma grande contribuição para melhorar a qualidade de vida da população, porque o lixo no aterro emite gases, como o metano, que são prejudiciais à saúde humana e aumentam o efeito estufa. “Como atuamos com responsabilidade ambiental, o coprocessamento está entre as práticas sustentáveis que consideramos essenciais em nossas operações, sem diminuir a qualidade de nossa produção, que se tornou mais limpa e competitiva”, disse Moussa. Além da fábrica de Cuiabá, a Votorantim Cimentos também realiza em Mato Grosso o coprocessamento de resíduos na fábrica de Nobres, localizada a 120 quilômetros da capital. Em 2014, os resíduos coprocessados pelas fábricas da Votorantim Cimentos representaram a eliminação de um passivo ambiental de 580 mil toneladas de resíduos, mais de um terço do total de 1,25 milhão de toneladas coprocessadas no País, segundo a ABCP - Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP). A empresa possui como meta de Ecoeficiência e Inovação utilizar 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020. Atualmente, são 15 unidades que coprocessam resíduos, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal.

29 de outubro, 2015