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PNEUS INSERVÍVEIS

Votorantim Cimentos adota em fábrica no DF

Como forma de prevenir e combater focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a fábrica de Sobradinho da Votorantim Cimentos firmou parceria com a Reciclanip e Governo do Distrito Federal (GDF) para aproveitamento dos pneus recolhidos pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Dessa forma, os pneus inservíveis do Autódromo Internacional Nelson Piquet estão sendo utilizados para substituir parte do combustível fóssil que alimenta os fornos de produção de cimento. A técnica, conhecida como coprocessamento utiliza, além dos pneus picados, resíduos sólidos triturados, resíduos vegetais, entre outros rejeitos que, em relação ao combustível convencional, emitem menor quantidade de CO2. O coprocessamento não altera a qualidade do cimento, que atende às normas específicas de qualidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Além de produzir de forma mais limpa por meio do coprocessamento, a Votorantim Cimentos ainda contribui para eliminar a geração de novos passivos ambientais no aterro sanitário. Somente em 2014, os resíduos coprocessados pelas fábricas da Votorantim Cimentos representaram a eliminação de 580 mil toneladas de resíduos, mais de um terço do total de 1,25 milhão de toneladas coprocessadas no País, segundo a Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP).

Como forma de prevenir e combater focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a fábrica de Sobradinho da Votorantim Cimentos firmou parceria com a Reciclanip e Governo do Distrito Federal (GDF) para aproveitamento dos pneus recolhidos pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Dessa forma, os pneus inservíveis do Autódromo Internacional Nelson Piquet estão sendo utilizados para substituir parte do combustível fóssil que alimenta os fornos de produção de cimento.

A técnica, conhecida como coprocessamento utiliza, além dos pneus picados, resíduos sólidos triturados, resíduos vegetais, entre outros rejeitos que, em relação ao combustível convencional, emitem menor quantidade de CO2. O coprocessamento não altera a qualidade do cimento, que atende às normas específicas de qualidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Além de produzir de forma mais limpa por meio do coprocessamento, a Votorantim Cimentos ainda contribui para eliminar a geração de novos passivos ambientais no aterro sanitário. Somente em 2014, os resíduos coprocessados pelas fábricas da Votorantim Cimentos representaram a eliminação de 580 mil toneladas de resíduos, mais de um terço do total de 1,25 milhão de toneladas coprocessadas no País, segundo a Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP).

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COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos lança marca Verdera

A Votorantim Cimentos acaba de lançar a nova marca de sua unidade de negócios de coprocessamento. A Verdera oferecerá às companhias e indústrias o serviço de destinação final de resíduos por meio da tecnologia de coprocessamento nas fábricas da Votorantim Cimentos. "Atuamos com coprocessamento desde a década de 1990 e há três anos mantemos uma estrutura dedicada a aumentar o uso de matérias-primas e combustíveis alternativos. Agora, iremos atuar diretamente no mercado de gerenciamento de resíduos. Para fortalecer nossa presença e o relacionamento com os clientes, nossa unidade de negócios de coprocessamento passa a ter sua própria marca, Verdera", afirma o CEO Global da Votorantim Cimentos, Marcelo Castelli. A Verdera será utilizada em 14 fábricas da Votorantim Cimentos nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina e irá oferecer serviços para tratamento de diversos resíduos, o que inclui aqueles que precisam ser triturados ou homogeneizados, a partir da operação de preparo localizada em Rio Branco do Sul (PR). Para os demais estados, inicialmente o foco será nos resíduos que podem ser encaminhados diretamente para coprocessamento. "Com a Verdera, nosso objetivo é atuar como parceiros, ajudando nossos clientes a gerenciar seus resíduos de forma correta e sustentável. Além disso, por meio do coprocessamento, podemos gerar um impacto positivo para nossos parceiros e para a sociedade, reinserindo na cadeia produtiva materiais que possam gerar energia, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e atuando de forma sustentável", diz o diretor de Operações de Negócios Adjacentes da Votorantim Cimentos, Edmundo Ramos. A companhia investiu R$ 300 milhões em coprocessamento no Brasil nos últimos anos, dentre a aquisição de novos equipamentos, desenvolvimento de fornecedores e clientes, controle de qualidade de novos insumos e mudanças nos processos de produção. A expectativa para os próximos cinco anos é que a Votorantim Cimentos invista, no Brasil, cerca de R$ 370 milhões nessa unidade de negócios.

25 de setembro, 2019
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VOTORANTIM CIMENTOS
Fábrica de Xambioá tem prêmio ambiental

A fábrica de Xambioá (TO), da Votorantim Cimentos, recebeu, no mês de junho, o Troféu Responsabilidade Ambiental do Prêmio Mérito Ambiental do Tocantins 2018. A premiação é voltada a empresas, universidades e organizações não governamentais que desenvolvem iniciativas em prol da preservação e defesa do meio ambiente no Tocantins. Em 2017, a unidade da Votorantim Cimentos não destinou resíduos para aterro sanitário após a implantação de tecnologias que viabilizaram a alta produtividade industrial com significativos ganhos ambientais. O projeto de destinação dos resíduos internos, via coprocessamento, como medida que contribui para reduzir os volumes de resíduos depositados no ambiente e emissões de CO2, recebe o reconhecimento por ser uma solução sustentável de gestão de resíduos sólidos diante a um cenário desafiador. No Tocantins, apenas o aterro sanitário de Araguaína aceita resíduos de empresas privadas. A Votorantim Cimentos investiu R$ 200 mil para combater as dificuldades logísticas desde 2015 e coprocessa resíduos gerados internamente, incluindo materiais não-recicláveis e também contaminados, como combustível alternativo para seu forno de clínquer. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embalagens de produtos químicos, pó de serra usados em limpezas de equipamentos sujos de graxa e óleo e estopas, entre outros resíduos, geram energia, sendo que eventuais cinzas são incorporadas na estrutura cristalina do clínquer produzido na unidade. O procedimento conta com devido licenciamento e aprovação do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). “O reconhecimento que recebemos com essa premiação demonstra a importância que a discussão sobre o tema de gestão de resíduos possui no âmbito estadual. Essa é uma questão que envolve uma mudança de postura da sociedade, tanto da população de forma geral, quanto das esferas pública e privada”, afirma o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos, Ângelo Zerbini. Em todo o Brasil, a Votorantim Cimentos realiza o coprocessamento em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. A empresa possui como meta global utilizar, em média, 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020.

9 de julho, 2018
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COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos reduz emissões em TO

A Votorantim Cimentos adota, desde a inauguração de sua fábrica em Xambioá (TO), em 2010, o coprocessamento de resíduos para reduzir o passivo ambiental no aterro sanitário e as emissões de CO2. A medida consiste em substituir parte do combustível fóssil na fabricação de cimento. Com isso, a empresa consegue aproveitar moinhas de carvão de polos siderúrgicos que funcionam em Marabá (PA) e Açailândia (MA), localidades próximas a Xambioá para escoamento dos resíduos. A fábrica realiza coprocessamento também de produtos e resíduos gerados internamente, como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embalagens de produtos químicos, pó de serra usados em limpezas de graxa e óleo e estopas. Além da questão ambiental, o coprocessamento auxilia na eliminação de focos do mosquito da dengue, zika e chikungunya. Para contribuir para combater o mosquito, a fábrica de Xambioá está em fase final de licenciamento para coprocessar pneus picados. A unidade deve ainda coprocessar Revestimentos Gastos de Cubas (RGC), materiais gerados pela produção de alumínio que, por conterem elementos contaminantes, podem gerar passivo ambiental se descartados inadequadamente. A Votorantim Cimentos faz o coprocessamento de mais de 5 mil toneladas mensais de moinhas de carvão. Em todo o Brasil, a Votorantim Cimentos realiza o coprocessamento em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. A empresa possui como meta global utilizar, em média, 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020. No Brasil, a Votorantim Cimentos já alcançou o patamar de 16%, em 2015. Em Xambioá, a fábrica estabeleceu para 2017 substituir 40% dos combustíveis fósseis por renováveis, meta que foi superada no mês de abril, quando a unidade obteve o percentual de 49,1% de substituição. Segundo o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos, Ângelo Zerbini, para 2018 o percentual de substituição poderá ser ainda maior com o coprocessamento de biomassa. “O projeto envolverá o uso de uma variedade específica de cana de açúcar para alimentar o forno de cimento. Com isso, esperamos reduzir ainda mais o consumo de combustível fóssil, chegando bem próximo a uma produção ‘carbono-neutro’, ou seja, utilizando combustíveis renováveis na nossa matriz energética”, afirmou.

20 de junho, 2017
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CIMENTOS
Votorantim quer ampliar volume coprocessado

O Vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, acompanhou comitiva de representantes da Administração Regional de Sobradinho, da Fercal e também de membros do governo do Distrito Federal, e reuniu-se com os representantes da Votorantim Cimentos, na sede da fábrica em Sobradinho, no último dia 13 de abril. Na ocasião, Santana conheceu a tecnologia de coprocessamento utilizada na fábrica para substituir parte do combustível fóssil usado na produção de cimento. A medida contribui para reduzir as emissões de CO2 e o passivo ambiental, além de ajudar a eliminar focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, já que a fábrica coprocessa pneus, além de biomassas, como casca de arroz e cavaco de madeira. A fábrica de Sobradinho elimina atualmente 1.800 pneus de carros de passeio e outros 750 de caminhão Ao todo, são coprocessados por dia 36 toneladas de pneus, mas a capacidade é de coprocessar um volume ainda maior, de aproximadamente 130 toneladas. Para ampliar este volume, a Votorantim Cimentos aguarda autorização de órgãos competentes. Já de casca de arroz e cavaco de madeira, a fábrica coprocessa 85 toneladas por dia. “Atuamos sempre com transparência, por isso é tão importante obtermos essa autorização para ampliarmos a capacidade atual de coprocessamento, o que também permitirá coprocessar outros materiais. Já temos parcerias firmadas com órgãos federais e distritais, que são devidamente licenciados para destinar seus resíduos para nosso forno”, afirmou o Gerente-geral da Regional Centro-Norte da Votorantim Cimentos, Fábio Garcia. “O funcionamento de uma indústria como essa é como se fosse uma cidade e isso precisa ser valorizado. São essas empresas que geram um volume de recursos considerável que compõe o PIB do Distrito Federal. A fábrica demanda resíduos e nós queremos disponibilizar”, disse Renato Santana, Vice-governador do DF. Em Sobradinho, o cimento é fabricado de forma ecoeficiente desde 2004. O forno de cimento garante a total destruição térmica dos resíduos e a incorporação das cinzas no processo de fabricação, sem comprometer a qualidade do produto final. A Companhia tem como meta a utilização de 30% de combustíveis não-fósseis em suas plantas até 2020. No Brasil, a Votorantim Cimentos já alcançou o patamar de 16%, em 2015, em 15 unidades, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal. Outro objetivo é diminuir as emissões de CO2 por tonelada de cimentícios em 25% em comparação com os níveis registrados em 1990. Em 2015, a empresa já atingiu o índice de 22,6%.

20 de abril, 2016
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COPROCESSAMENTO
Votorantim Cimentos avança em Mato Grosso

A Votorantim Cimentos está substituindo combustíveis fósseis em sua fábrica de cimentos localizada nos distritos de Aguaçu e Nossa Senhora da Guia, no estado do Mato Grosso. Com uma produção de 1,2 milhão toneladas de cimento por ano, a fábrica realiza o coprocessamento de 20 mil toneladas de resíduos por mês, um volume com potencial para crescer a partir de novas parcerias com os setores público e privado. “É possível aprimorar o gerenciamento e a destinação de outros resíduos sólidos, como o lixo urbano. Estamos analisando alternativas que impulsionem ainda mais essas atividades e coloquem Cuiabá entre as cidades brasileiras que possui as melhores políticas de manejo de resíduos”, afirmou Edson Rodriguez, consultor de coprocessamento da Votorantim Cimentos. A atividade da Votorantim Cimentos já tem o aval da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). A empresa realizou testes de queima de resíduos, nos quais foram avaliadas as emissões atmosféricas geradas pela queima dos resíduos, além de estudos de viabilidade de queima e relatórios de testes para obter o licenciamento ambiental. A fábrica utiliza pneus picados, resíduos sólidos triturados, resíduos vegetais e materiais provenientes de atividade agrícola. Os materiais substituem parte do volume de combustível fóssil que alimenta o forno onde o calcário e a argila são transformados em clínquer, matéria-prima do cimento. Segundo o Gerente de fábrica da Votorantim Cimentos de Cuiabá, Murrib Moussa, ao investir na substituição de combustíveis fósseis com o uso de resíduos no forno de clínquer, a empresa ajuda a reduzir o passivo ambiental no município, diminuindo a quantidade de resíduos no aterro sanitário. A medida exerce também uma grande contribuição para melhorar a qualidade de vida da população, porque o lixo no aterro emite gases, como o metano, que são prejudiciais à saúde humana e aumentam o efeito estufa. “Como atuamos com responsabilidade ambiental, o coprocessamento está entre as práticas sustentáveis que consideramos essenciais em nossas operações, sem diminuir a qualidade de nossa produção, que se tornou mais limpa e competitiva”, disse Moussa. Além da fábrica de Cuiabá, a Votorantim Cimentos também realiza em Mato Grosso o coprocessamento de resíduos na fábrica de Nobres, localizada a 120 quilômetros da capital. Em 2014, os resíduos coprocessados pelas fábricas da Votorantim Cimentos representaram a eliminação de um passivo ambiental de 580 mil toneladas de resíduos, mais de um terço do total de 1,25 milhão de toneladas coprocessadas no País, segundo a ABCP - Associação Brasileira de Cimentos Portland (ABCP). A empresa possui como meta de Ecoeficiência e Inovação utilizar 30% de combustíveis não fósseis em suas fábricas até 2020. Atualmente, são 15 unidades que coprocessam resíduos, distribuídas em 11 Estados e no Distrito Federal.

29 de outubro, 2015
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RECICLAGEM
Semasa renova parceria com a Anip

Através da Reciclanip, iniciativa da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), o Semasa renovou sua parceria com a associação, que tem como objetivo a coleta e destinação adequada de pneus. A cidade de Santo André tem cerca de 60 toneladas de pneus coletados mensalmente. A parceria iniciou-se em 2007 e a associação faz o recolhimento de todos os pneus provenientes das Estações de Coleta, descarte irregular, limpeza pública, campanhas de combate à dengue e estabelecimentos geradores cadastrados, como borracharias, e os encaminha para a reciclagem. No último ano, a Anip recolheu mais de 695 toneladas de pneus. Entre janeiro e agosto deste ano, já foram contabilizadas 511,65 toneladas. Até o momento, Anip e Semasa já destinaram corretamente 4,7 mil toneladas de pneus, ou seja, 826 mil unidades de pneus. A Reciclanip envia os detritos a uma multinacional que utiliza o material como combustível para a secagem de cimento, no reparo de trincas de asfalto em rodovias e até mesmo para confecção de tapetes para automóveis. A destinação adequada dos pneus é fundamental para o aumento da vida útil do Aterro Sanitário de Santo André, além de evitar que estes materiais sejam levados para rios e córregos sendo queimados. O recolhimento também promove a saúde pública, não permitindo o acúmulo de água e combatendo a proliferação do mosquito da dengue. Para descartar pequenas quantidades de pneus, os moradores podem se dirigir a qualquer uma das Estações de Coleta do Semasa. Grandes geradores, como indústrias pneumáticas, borracheiros e revendedores, devem fazer um cadastro prévio junto à autarquia para realizar o descarte no ecoponto localizado dentro do Aterro Sanitário.

30 de setembro, 2015