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SUSTENTABILIDADE

Indústria química cria programa para supply chain

Algumas das principais empresas químicas mundiais estão lançando no Brasil o programa TfS (Together For Sustainability - Juntos pela Sustentabilidade), que tem por objetivo principal promover a resiliência, eficiência e sustentabilidade da cadeia global de suprimentos da indústria química. A iniciativa foi criada em 2011 por seis empresas químicas globais e hoje já conta com adesão de 13 das grandes companhias do setor (Akzo Nobel, Arkema, BASF, Bayer, Clariant, Henkel, DSM, Eastman, Evonik, LANXESS, Merck, Solvay e Wacker), além de outras que já se encontram em processo de adesão. Em todo o mundo, as empresas que fazem parte do MFS já realizaram mais de 8 mil avaliações e auditorias. De acordo com o presidente do TfS, Ruediger Eberhart, a iniciativa visa estabelecer referências nas cadeias de suprimento que podem englobar os pilares da sustentabilidade e gerar ganhos relevantes a longo prazo para as empresas e seus fornecedores. Ele explica que a iniciativa se baseia nas boas práticas e aproveita princípios já estabelecidos, como o Pacto Global das Nações Unidas e a Carta Mundial do Responsible Care, bem como as normas da Organização Mundial do Trabalho, da ISO e da Responsabilidade Social Internacional (SA), além de outros. Desde sua criação, em 2011, a iniciativa já definiu 32 critérios de auditoria e qualificou mais de 290 auditores. Com relação ao número de membros, estão acontecendo novas adesões e a expectativa é de um crescimento rápido.

Algumas das principais empresas químicas mundiais estão lançando no Brasil o programa TfS (Together For Sustainability - Juntos pela Sustentabilidade), que tem por objetivo principal promover a resiliência, eficiência e sustentabilidade da cadeia global de suprimentos da indústria química.

A iniciativa foi criada em 2011 por seis empresas químicas globais e hoje já conta com adesão de 13 das grandes companhias do setor (Akzo Nobel, Arkema, BASF, Bayer, Clariant, Henkel, DSM, Eastman, Evonik, LANXESS, Merck, Solvay e Wacker), além de outras que já se encontram em processo de adesão. Em todo o mundo, as empresas que fazem parte do MFS já realizaram mais de 8 mil avaliações e auditorias.

De acordo com o presidente do TfS, Ruediger Eberhart, a iniciativa visa estabelecer referências nas cadeias de suprimento que podem englobar os pilares da sustentabilidade e gerar ganhos relevantes a longo prazo para as empresas e seus fornecedores.

Ele explica que a iniciativa se baseia nas boas práticas e aproveita princípios já estabelecidos, como o Pacto Global das Nações Unidas e a Carta Mundial do Responsible Care, bem como as normas da Organização Mundial do Trabalho, da ISO e da Responsabilidade Social Internacional (SA), além de outros.

Desde sua criação, em 2011, a iniciativa já definiu 32 critérios de auditoria e qualificou mais de 290 auditores. Com relação ao número de membros, estão acontecendo novas adesões e a expectativa é de um crescimento rápido.

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INDÚSTRIA QUÍMICA
O sucesso do Atuação Responsável

O 17º Congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) aconteceu nos dias 15 e 16 de agosto e reuniu público recorde de 650 participantes, entre representantes do governo, de instituições internacionais, de órgãos regulatórios, associações, ONGs, sindicatos, profissionais da indústria e de empresas de logística. Com o tema “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”, o Congresso debateu temas pertinentes, como o modelo regulatório para gestão segura de substancias químicas, controle de emissões e contribuições da química para a qualidade do ar, interação das indústrias com comunidades e a sociedade, diversidade e estocagem segura de produtos químicos. “O Congresso apresenta temas que impactam a atividade industrial e celebra o compromisso da indústria química com a melhoria contínua de seus processos e produtos, gerando maior segurança aos funcionários e comunidades vizinhas”, disse o presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi. Nesta edição, o Congresso teve a presença de palestrantes internacionais, como o chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke; do vice-diretor executivo da European Chemicals Agency (ECHA), Jukka Malm; do diretor-geral da Health Canada, David Morin; do sócio da Gilson Environmental, Don Gilson; do engenheiro sênior da Ingevity, Glenn Passavant; do presidente da CES-Silicones Europe e presidente do Global Silicones Council, Ralf Maecker; do diretor-executivo do Global Silicones Council, Karluss Thomas; e da diretora global de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow Chemical, Eunice Heath; entre outros. Pelo lado brasileiro, representantes do Governo Federal, Cetesb, Bombeiros, Marinha, Secretarias de Meio Ambiente, Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), além de representantes de ONGs, sindicatos e associações representando setores industrias consumidores de produtos químicos. Outro destaque da sessão plenária foi a participação da coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) e as novas metas do fórum. O deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), coordenador do tema Saúde e Segurança do Trabalho da Frente Parlamentar da Química (FPQuímica) elogiou o trabalho da indústria química em prol da sustentabilidade e a responsabilidade do setor com o meio ambiente e com a segurança de colaboradores e comunidades, enquanto o coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, apresentou os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável, que estão disponíveis para download no site da Abiquim ( www.abiquim.org.br ). O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, apresentou o “Manual Perda Zero de Pellets”, disponível para download no site www.porummarlimpo.org.br.&nbsp ; O coordenador do Comitê para o Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, Weber Porto, apresentou o “Benchmarking de Sustentabilidade da Indústria Química”, estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, que identifica os temas econômicos, sociais e ambientais mais relevantes para a indústria química nacional e internacional. O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, destacou o trabalho dos colaboradores da indústria química, dos membros dos Conselhos Comunitários Consultivos (CCCs) e dos jornalistas, que cobrem as atividades da associação. “A Abiquim é uma entidade em que ONGs, sociedade, políticos e jornalistas devem se sentir à vontade para debater os temas de interesse da sociedade brasileira. Queremos ser uma entidade aberta, onde todos podem discutir com honestidade os desafios e oportunidades da indústria química”.

27 de agosto, 2018
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SUSTENTABILIDADE
BASF lança edital Conectar para Transformar

A BASF lançou recentemente o edital Conectar para Transformar 2018, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atua. A empresa procura novos projetos de impacto social nas áreas de educação científica e ambiental; empregabilidade; ou proteção dos recursos naturais e biodiversidade. O edital BASF Conectar para Transformar é publicado no Brasil, Chile e Argentina e tem como foco os municípios de Guaratinguetá e São Bernardo do Campo (Brasil), Carrascal (Quinta Normal, Chile) e Tortuguitas (Malvinas Argentinas, Argentina). Podem participar do projeto entidades com ou sem fins lucrativos, ONGs, OSCIPs e empreendedores individuais (MEIs) de qualquer região dos três países, desde que os projetos sejam desenvolvidos nas cidades relacionadas. No Brasil, a BASF investirá até R$ 80 mil com recursos próprios em cada projeto selecionado. As inscrições devem ser feitas até 28 de setembro por meio do website https://prosas.com.br/editais/2824-basf-conectar-para-transformar-2018 . “Na BASF, a sustentabilidade é parte integral da nossa estratégia, englobando os pilares ambiental, social e econômico. Com o edital Conectar para Transformar, temos oportunidade de desenvolver parcerias com outras instituições criando um impacto positivo em toda a sociedade, com foco nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU)”, afirma a diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul, Cristiana Brito. A primeira edição do edital BASF Conectar para Transformar foi lançada em 2016 e selecionou 12 projetos no Brasil, Argentina e Chile. Para conhecê-los, acesse o website www.basf.com.br .

12 de setembro, 2017
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BASF
Lançado edital Conectar para Transformar

A BASF lançou o edital Conectar para Transformar, para selecionar projetos de impacto social, com recursos próprios e com leis de incentivo - 2017. O objetivo é contribuir ainda mais para o desenvolvimento das comunidades onde estão localizadas fábricas da empresa na América do Sul. Nesta seleção, a BASF apoiará projetos que envolvam as áreas de educação científica e ambiental; empregabilidade; e proteção dos recursos naturais e biodiversidade. As inscrições para o Edital BASF Conectar para Transformar, para seleção de projetos de impacto social – 2017, são gratuitas e devem ser realizadas de 10 de agosto a 10 de setembro de 2016. Todas as informações sobre o Edital estão disponíveis no site www.basf.com.br . Para esclarecer dúvidas, a BASF realizará duas reuniões presenciais: em Guaratinguetá, em 23 de agosto, às 14h, e em São Bernardo do Campo, em 25 de agosto, às 19h. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia pelo e-mail [email protected] , informando entidade, nome completo, RG e em qual cidade a instituição irá participar. Com a ação, a BASF pretende ampliar o impacto positivo da empresa, conectando os desafios sociais e a estratégia dos negócios, além de contribuir para que a empresa atinja os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Contribuir para o desenvolvimento social e proteção ambiental é uma forma de reforçar o comprometimento com os parceiros e clientes e com o sucesso da empresa no longo prazo. Assim, realizamos o propósito ‘We create chemistry – Nós transformamos a química para um futuro sustentável’, que é a estratégia global da empresa”, afirma a diretora de Relações Institucionais da BASF para a América do Sul, Cristiana Brito. A BASF investirá até R$ 80 mil com recursos próprios em cada projeto nos municípios de Guaratinguetá e São Bernardo do Campo, onde estão localizadas as duas maiores fábricas da empresa no Brasil. Para projetos culturais e esportivos com incentivos fiscais serão disponibilizados recursos de acordo com os resultados fiscais da BASF. Neste caso, podem ser contempladas também outras cidades nas quais a BASF atua comercialmente ou tenha unidades fabris.

18 de agosto, 2016
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016