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MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Série debate participação da indústria química

Série debate participação da indústria química

Webinar abordará o tema “Papel e importância da indústria química para lidar com a mudança climática”, no dia 2 de setembro.

O Programa de Ação Climática para a Indústria Química (CAPCI) da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), em parceria com o Conselho Internacional de Associações Químicas (ICCA) e a Rede de Capacitação do Secretariado do Clima das Nações Unidas (PCCB-Network), está organizando uma série de webinars para debater as perspectivas globais da química sustentável para a proteção do clima e aumentar a conscientização sobre a importância da indústria química dentro deste contexto.

O primeiro webinar abordará o tema “Papel e importância da indústria química para lidar com a mudança climática” e será realizado no dia 2 de setembro, das 7h30 às 9h. O evento terá a participação de Achim Halpaap, conselheiro sênior do Meio Ambiente das Nações Unidas; Brigitta Huckestein, gerente sênior de Política de Energia e Clima (Basf/ICCA) e Fernanda de Castro, da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).

Os eventos são voltados a ampla gama de stakeholders do setor público e privado ao longo de toda a cadeia de valor da produção e uso de produtos químicos. A série de webinars terá quatro encontros de 90 minutos. A Sessão 2 irá tratar de “Inovação no e do setor químico como um fator chave para soluções de baixo carbono”, no dia 6 de outubro. O terceiro encontro debaterá “Políticas climáticas - Contribuições potenciais da indústria química para políticas climáticas ambiciosas e objetivos de mitigação”, em 3 de novembro de 2021, enquanto o último webinar abordará ”Soluções práticas para enfrentar as mudanças climáticas: experiências de aprendizagem e boas práticas da indústria química” no dia 1° de dezembro. Todos os encontros acontecem das 7h30 às 9h.

O CAPCI (Programa de Ação Climática para a Indústria Química) está focado principalmente na informação, capacitação e compartilhamento de conhecimento para a mitigação de gases de efeito estufa na indústria química em países em desenvolvimento e economias emergentes.

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COP26
Conexão debate papel da América Latina

O Reino Unido promoverá a COP26 entre os dias 1° e 12 de novembro de 2021, em Glasgow, na Escócia. À medida que se entra nesta década crítica de ação climática - e tendo como pano de fundo a pandemia COVID-19 ainda em curso - esta cúpula está prestes a ser um dos eventos climáticos mais importantes desde o Acordo de Paris de 2015 e a América Latina representa uma parte importante desse cenário. Apesar dos países da América Latina não estarem entre os maiores emissores de gases de efeito estufa – respondem por aproximadamente 10% da emissão mundial - eles estão localizados nas regiões que apresentam os maiores impactos derivados das mudanças climáticas. E este grupo de nações possui um dos maiores reservatórios de biodiversidade, água doce e potencial energético do mundo. Para debater o papel da região na COP 26, será realizado dia 10 de fevereiro, às 14h, o Conexão CDP 2021, Caminhos para Glasgow - ambição ambiental e papel da América Latina para COP 26, que tem como objetivo apresentar um panorama de empresas, cidades e investidores para a região agora e para os próximos 10 anos. O encontro busca reverter os efeitos das mudanças climáticas e impedir um colapso ambiental global; e as oportunidades e próximas ações para cada setor. O evento será online pela primeira vez e as inscrições gratuitas podem ser feitas pelo link https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=utjEsuvRe0-GR7qKgZ5zmWEC91S_6s5DqRjSnw9VTn9UQ0NYRllMSDc3NVlaRE5ITDdIMTNYS1RaNC4u . O evento terá tradução simultânea de português e espanhol.

8 de fevereiro, 2021
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INDÚSTRIA QUÍMICA
Setor é a favor da precificação de carbono

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) lançou o documento “Posicionamento Abiquim sobre Mercado de Carbono”, onde reafirma o compromisso do setor na promoção do desenvolvimento sustentável. A indústria química é favorável à precificação, via mercado de carbono, para melhorar a competitividade da indústria tendo em vista as vantagens do Brasil para a adoção de uma economia de baixo carbono, como a matriz energética, a produtividade das cadeias da biomassa e a vasta biodiversidade. O setor reconhece a importância do Brasil em adotar um instrumento de precificação de carbono que contribua para o cumprimento da meta assumida no Acordo de Paris e que promova a competitividade internacional da indústria brasileira. O setor químico participa do Comitê Consultivo do Projeto PMR Brasil, iniciativa do Banco Mundial em parceria com o Ministério da Economia, que estuda a viabilidade da implementação de instrumentos para precificação de carbono. Para o setor químico, um sistema de comércio de emissões de carbono mostra-se mais adequado, na comparação com mecanismos de taxação, pois possibilitará estimular o ambiente de negócios, por meio de investimentos produtivos baseados em inovação e protegerá a competitividade das empresas, além de não aumentar a carga tributária. O “Posicionamento Abiquim sobre Mercado de Carbono” foi lançado no 25º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), realizado no dia 4 de dezembro, e está disponível para download no site da Abiquim. ( https://abiquim-files.s3-us-west2.amazonaws.com/uploads/guias_estudos/PosicionamentoCarbono+abiquim+v5.pdf ).

18 de dezembro, 2020
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MEIO AMBIENTE
Marina Mattar, da Abiquim, integra CPLC

A diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Abiquim, Marina Mattar, passa a integrar o Steering Committee, uma iniciativa global da Carbon Pricing Leadership Coalition (CPLC). Ela é a única brasileira a compor o Comitê, porém já havia sido eleita para exercer a função de co-chair do grupo de trabalho internacional Mobilizing Business Support da CPLC, no período de 2016 a 2018. A escolha por Marina reflete o trabalho desempenhado pela executiva nas ações de mitigação aos efeitos das mudanças climáticas, bem como o engajamento da indústria química com respeito ao tema precificação de carbono. “O desenvolvimento sustentável é uma responsabilidade compartilhada entre o governo, o setor privado e a sociedade e a indústria química está ciente do seu importante papel nesse cenário, uma vez que é um dos setores que mais investem em inovações, criando soluções de baixo carbono para diversos setores industriais”, afirma Marina. Segundo a diretora, a economia de baixo carbono deve ser encarada como uma oportunidade, especialmente para o Brasil, por ter a maior biodiversidade do mundo, ser rico em recursos naturais, ter um extenso território e uma indústria forte. “Políticas que viabilizam uma economia de baixo carbono sustentável podem ser muito positivas para o Brasil e para indústria brasileira, no sentido de atrair investimentos e viabilizar novas tecnologias para o próprio País e para os países vizinhos. Não há sustentabilidade sem competitividade e grandes oportunidades de negócio poderão ser geradas com o novo cenário de economia de baixo carbono”, enfatiza Marina. A CPLC é um projeto global do Banco Mundial e reúne governos nacionais e regionais, empresas e ONGs, que trabalham em prol do desenvolvimento de diferentes políticas de precificação de carbono no mundo. O Steering Committee é responsável por monitorar o progresso do plano de trabalho, fazer recomendações de novos grupos de trabalho e novas atividades à CPLC, mobilizar apoio empresarial, fomentar o engajamento das partes interessadas, rever as estratégias de divulgação e comunicação do tema, analisar os relatórios de progresso das atividades; e seus membros devem atuar como embaixadores da Coalizão em eventos e atividades para promover a precificação de carbono.

22 de abril, 2019
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ATUAÇÃO RESPONSÁVEL
Indústria química e sustentabilidade

O 17º Congresso de Atuação Responsável será realizado nos dias 15 e 16 de agosto no Novotel Center Norte, na cidade de São Paulo, das 8h30 às 18h. Organizado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o evento terá como tema a “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”. A sessão plenária do Congresso contará com a participação de convidados internacionais, representantes da indústria e do governo, que abordarão a implementação do Programa Atuação Responsável e o trabalho desenvolvido pela indústria química visando ao crescimento sustentável. O palestrante internacional convidado é o vice-presidente de governança corporativa e questões públicas da Solvay, Patrick Vandenhoeke, que também é o chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA). Na ocasião, ele apresentará as estratégias do programa voluntário da indústria diante dos desafios globais. A coordenadora-geral de Qualidade Ambiental e Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Letícia Reis Carvalho, que representa o Brasil na Abordagem Estratégica para a Gestão Internacional de Produtos Químicos (SAICM) apresentará as demandas mundiais deste Fórum após 2020. A Abiquim será representada pelo presidente do Conselho Diretor da associação, Marcos De Marchi, responsável por fazer a abertura do evento; pelo coordenador do Comitê de Sustentabilidade da Associação, Weber Porto, que apresentará o Relatório de Materialidade da Indústria Química; e pelo coordenador da Comissão de Gestão do Atuação Responsável, Marcos Barros Cruz, que apresentará os Indicadores de Desempenho do Atuação Responsável bem como o Projeto de Valorização do Programa. “Nesta edição do Congresso decidimos expandir a abordagem dos temas que serão abordados. O evento sempre apresentou uma programação focada nos pilares do Programa Atuação Responsável, saúde, segurança e meio ambiente, além da comunicação com a comunidade do entorno. Mas, nesta edição também focamos no capital humano das empresas, com duas salas que terão como tema o colaborador”, explica a diretora de Assuntos Técnicos da Abiquim, Andrea Carla Barreto Cunha. As salas temáticas do Congresso terão temas relacionados a Saúde, Segurança do Trabalho, Segurança de Processo, Atendimento a Emergência, Regulamentação de produtos químicos, Diálogo com a Comunidade, Comunicação, Competências, Suprimentos, Logística e Meio ambiente. Ao todo serão realizadas 17 salas. O tema sustentabilidade será discutido nas salas: “Comunidades Sustentáveis: O que queremos para o Futuro?”, “Logística Sustentável”, “Silicone: Solução Sustentável para a Indústria do Futuro”; e “Compras Sustentáveis na Indústria Química: oportunidades e benefícios”. A sala “Qualidade do Ar”, que será realizada nos dois dias do Congresso debaterá o Histórico de Inventários de Emissões de Fontes Fixas e Fontes Móveis. “A ideia de abordar a Qualidade do Ar no evento tem o objetivo de avaliar a contribuição das várias fontes na Qualidade do Ar no Brasil, fazendo com que os esforços despendidos pela indústria para reduzir suas emissões sejam ampliados para todos os setores”, afirma o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Abiquim e responsável por Meio Ambiente Corporativo da Braskem, Mauro Machado. A Abiquim promoverá mais uma vez na sala temática “Regulamentação: Desenvolvimento da Legislação Brasileira de Substâncias Químicas”. O Congresso também receberá a reunião do grupo de Responsible Care da América Latina, que debaterá a evolução do programa no continente. O Atuação Responsável terá novamente a realização de quatro minicursos - “Manuseio e Transporte Seguro de Cloro”; “e-Social – Experiências na implantação da indústria química”; “Mapa de Materialidade da Indústria Química” e “Gestão de Risco e a Governança Corporativa – Uma questão de transparência”, que será ministrado pelo engenheiro Marcos Lucio de Moura e Souza, consultor empresarial e professor. O curso tem duração de quatro horas e vai discutir como a gestão de riscos pode enriquecer os procedimentos de governança e melhorar a transparência das empresas. Maiores informações podem ser obtidas pelo site www.congressoar.com.br.&nbsp ;

7 de agosto, 2018
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016
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RIO DE JANEIRO
CNI promove evento de sustentabilidade em setembro

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) realiza, no dia 03 de setembro, a 4ª edição do CNI Sustentabilidade no Hotel Sofitel, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Neste ano, o evento terá como tema “Mudanças Climáticas: desenvolvimento em uma economia global de baixo carbono”. O encontro deve reunir especialistas brasileiros e estrangeiros, além de empresários e negociadores que estarão três meses depois em Paris, na França, durante a 21ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP-21. A ideia é debater os riscos climáticos, a inovação na indústria e as expectativas para a COP-21, ocasião em que se espera um grande acordo global para a redução nas emissões de gases de efeito estufa. O CNI Sustentabilidade acontece anualmente para debater tendências de mercado, tecnologias inovadoras e oportunidades de negócios que aliam a sustentabilidade e competitividade. A iniciativa é um desdobramento das articulações da indústria brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – a Rio+20. Desde 2012, a CNI realiza o encontro em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Pelo segundo ano consecutivo, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) participa do encontro, na condição de principal patrocinador. Na solenidade de abertura do CNI Sustentabilidade, a Diretora de Relações Institucionais da CNI, Mônica Messenberg, vai apresentar os resultados de uma pesquisa feita com empresários sobre a sustentabilidade nas indústrias. Na sequência, o professor de Física da Potsdan University (Alemanha) e vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2007, Anders Levermann, fará a palestra magna sobre “O que a sua empresa precisa saber sobre o futuro do clima”. Os três painéis do evento terão a jornalista Sônia Bridi como moderadora. O primeiro tratará das estratégias internacionais para as negociações sobre mudanças climáticas ; o segundo painel abordará o gerenciamento dos riscos climáticos. E o último falará sobre os desafios da inovação e das estratégias de negócios para garantir a competitividade no cenário de transição para uma economia de baixo carbono.

21 de agosto, 2015