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PROGRAMA ÁGUA BRASIL

Lançada calculadora que mede pegada ecológica

O Programa Água Brasil, parceria entre Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, WWF-Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) acaba de lançar uma calculadora que mede a Pegada Ecológica de cada pessoa, ou seja, o impacto dos brasileiros sobre o planeta, de acordo com seus hábitos de consumo. “Antes, fazíamos o cálculo da pegada ecológica em uma ferramenta global, com dados gerais sobre consumo no mundo. A novidade agora é que conseguiremos levantar informações totalmente voltadas à realidade da população brasileira e, assim, identificar onde está o maior impacto do País para realizar ações de mitigação mais efetivas”, explica Cristiano Cegana, coordenador do Programa Água Brasil. A calculadora é dividida em cinco categorias: alimentação, moradia, bens, serviço, tabaco e transporte. Quando o usuário responde o questionário, a calculadora apresenta gráficos comparativos com a média da pegada global e brasileira e divididos por cada um dos segmentos, para que a pessoa possa entender em qual deles seu impacto é maior. Ao final, a calculadora ainda faz uma avaliação dos hábitos de consumo e dá dicas sobre como mitigar este impacto. “O Banco do Brasil já adota práticas sustentáveis no dia a dia como parte do seu compromisso com o meio ambiente. Nosso objetivo agora é oferecer uma ferramenta que também responsabilize cada cidadão pelos seus hábitos de consumo. Se cada um fizer sua parte, será possível sair do vermelho com o planeta”, diz Wagner Siqueira, Gerente Executivo da Unidade de Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. A calculadora da Pegada Ecológica brasileira já está disponível para acesso pelo site www.pegadaecologica.org.br .

O Programa Água Brasil, parceria entre Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, WWF-Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) acaba de lançar uma calculadora que mede a Pegada Ecológica de cada pessoa, ou seja, o impacto dos brasileiros sobre o planeta, de acordo com seus hábitos de consumo. “Antes, fazíamos o cálculo da pegada ecológica em uma ferramenta global, com dados gerais sobre consumo no mundo. A novidade agora é que conseguiremos levantar informações totalmente voltadas à realidade da população brasileira e, assim, identificar onde está o maior impacto do País para realizar ações de mitigação mais efetivas”, explica Cristiano Cegana, coordenador do Programa Água Brasil.

A calculadora é dividida em cinco categorias: alimentação, moradia, bens, serviço, tabaco e transporte. Quando o usuário responde o questionário, a calculadora apresenta gráficos comparativos com a média da pegada global e brasileira e divididos por cada um dos segmentos, para que a pessoa possa entender em qual deles seu impacto é maior. Ao final, a calculadora ainda faz uma avaliação dos hábitos de consumo e dá dicas sobre como mitigar este impacto.

“O Banco do Brasil já adota práticas sustentáveis no dia a dia como parte do seu compromisso com o meio ambiente. Nosso objetivo agora é oferecer uma ferramenta que também responsabilize cada cidadão pelos seus hábitos de consumo. Se cada um fizer sua parte, será possível sair do vermelho com o planeta”, diz Wagner Siqueira, Gerente Executivo da Unidade de Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. A calculadora da Pegada Ecológica brasileira já está disponível para acesso pelo site www.pegadaecologica.org.br.

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OVERSHOOT DAY
Demanda exagerada por recursos naturais

O dia 1º de agosto marca o chamado Dia da Sobrecarga da Terra (Overshoot Day), quando a demanda pelos recursos naturais ultrapassa o que o planeta consegue regenerar durante um ano. Esta é a data mais recente desde que o mundo estourou seu orçamento ambiental pela primeira vez, no início da década de 1970. Isto significa que até final de 2018 o planeta Terra terá consumido uma quantidade de recursos naturais e serviços ecossistêmicos equivalentes a 1,7 “planetas”, isto é, 70% mais do que a Terra consegue regenerar em um ano! Esse avanço está cada vez mais ligado à emissão contínua de dióxido de carbono na atmosfera do que a totalidade dos oceanos e das florestas consegue absorver. Os gases emitidos são os causadores do aquecimento global e resultantes de atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis no transporte e na geração de energia elétrica e nas atividades agropecuárias, seja pelo desmatamento seja pelo uso da terra para a agricultura e pastagens. A pesca tem contribuído também para ameaçar algumas espécies marinhas de extinção. É o caso também da agropecuária que, em muitos casos, leva a esgotar o solo e a água mais rapidamente do que o planeta consegue regenerar. O cálculo do Dia da Sobrecarga da Terra é feito anualmente pela Global Footprint Network (GFN), uma organização de pesquisa internacional, parceira global da Rede WWF, que calcula a chamada “pegada ecológica” para medir os impactos do consumo humano sobre os recursos naturais. Para calcular sua Pegada Ecológica pessoal, visite o site: http://www.pegadaecologica.org.br .

7 de agosto, 2018
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RECURSOS HÍDRICOS
ANA lança especial do ‘Balanço das Águas’

A Agência Nacional das Águas (ANA) lançou edição especial da publicação anual ‘Balanço das Águas’ que apresenta as principais ações da instituição no ano anterior. O conteúdo está disponível no site http://balancodasaguas.ana.gov.br/ . Esta edição especial é voltada a apresentar a missão e as realizações da Agência a uma nova audiência, alcançada graças à realização do 8ª Fórum Mundial da Água, realizado entre 17 e 23 de março, em Brasília. Com o documento, a ANA pretende alcançar públicos nacional e internacional sobre a atuação da autarquia, a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e gestão das águas brasileiras. Com palestras, debates, exposições, boas práticas e eventos educativos e culturais; as atividades do 8º Fórum alcançaram mais de 120 mil pessoas, entre especialistas, gestores públicos, representantes de setores produtivos, crianças e professores, além de profissionais da Imprensa, que divulgaram o evento e os temas ali discutidos a um público ainda maior, no Brasil e no exterior. A nova edição do ‘Balanço das Águas’ traz para o público mais informações sobre a Lei das Águas (Lei nº 9.433/97), que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e completa 21 anos de existência. O leitor poderá se informar também sobre os avanços e conquistas na gestão dos recursos hídricos no Brasil, além de compreender a importância desta lei, que tem em si o princípio da gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos. O ‘Balanço das Águas’ tem ainda dados dos principais programas, ações e produtos desenvolvidos pela ANA. A primeira edição foi publicada em 2001, seguida por outras quatro edições correspondentes em 2012, 2013/2014, 2014/2015 e 2015/2016.

8 de junho, 2018
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ÁGUA VIRTUAL
Cálculo reforça a importância do uso consciente

Qualquer processo produtivo utiliza água, mesmo que ela não faça parte do produto final. O total do líquido empregado, desde o início da produção até que ele chegue ao ponto de venda, é chamado de água virtual. Nos produtos agrícolas, como frutas, legumes e grãos, por exemplo, entra no cálculo a água de irrigação da lavoura, a que é necessária na industrialização, na confecção da embalagem e no transporte até o mercado. Segundo reforça Guilherme Karam, coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, esse conceito ainda não é muito difundido entre a maior parte das pessoas e seu cálculo não faz parte do dia a dia. “Quando falamos em economia de água, relacionamos com banhos mais curtos ou escovar os dentes de torneira fechada. São atitudes que têm importância, mas também é imprescindível pensar nos nossos hábitos gerais de consumo e como eles podem afetar a disponibilidade de recursos hídricos”. Para ter uma ideia da “pegada hídrica”, na montagem de um computador são utilizados 1,5 mil litros de água na lavagem das peças; a fabricação de um chip de 32 MB usa 16 mil litros de água; uma camiseta de algodão consome 2,7 mil litros; um hambúrguer, 2,4 mil litros e um copo de cerveja, 75 litros. Para que um litro de leite chegue até a mesa do consumidor, foram necessários mil litros de água, contando com o que foi ingerido pela vaca e utilizado no processo industrial posteriormente. Karam salienta que evitar o desperdício de alimentos e outros bens de consumo é uma das medidas para reduzir o gasto de água virtual. Se o consumidor começar a considerar a água virtual envolvida em cada produto ao fazer suas compras e tomar decisões a partir disso, as empresas serão pressionadas a buscar alternativas para reduzir o consumo e conservar cada vez mais esse recurso, defende Karam. “Os empreendedores também podem perceber a importância de adotar ações de prevenção, com impacto direto na melhoria da qualidade e da quantidade da água, como o incentivo à conservação da natureza”, explica.

20 de fevereiro, 2017
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MEIO AMBIENTE
ABNT lança Portal da Sustentabilidade

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou recentemente o Portal da Sustentabilidade, que engloba três programas ambientais: Rótulo Ecológico, Gases de Efeito Estufa (GEE) e Pegada de Carbono. O Rótulo Ecológico da ABNT é um certificado voluntário que garante que determinado produto causa menos impactos ao meio ambiente quando comparado a um similar não rotulado. A ABNT é membro do Global Ecolabelling Network (GEN), entidade internacional que promove a rotulagem ambiental em todo o mundo. Além disso, é um dos primeiros Organismos de Verificação e Validação (OVV) de Gases de Efeito Estufa (GEE) na América Latina que oferece serviços de verificação de inventários de GEE e validação de projetos de redução de emissões a custos adequados à realidade da indústria Brasileira. Já a Pegada de Carbono de um produto mostra a quantidade de gases de efeito estufa emitida ao longo do ciclo de vida do produto, incluindo um resumo de quais componentes (materiais de entrada, resíduos, emissões por processo) contribuem mais para o total da pegada. Com todos estes dados, empresas e governos poderão tomar decisões de forma mais eficazes de otimizar processos e, consequentemente, reduzir as emissões. “Para nós, o certificado da ABNT não é só um atestado, ele é uma vantagem competitiva, mas principalmente é valor agregado para os clientes que optam por utilizar o lingote de alumínio com menor pegada de carbono em seus produtos”, diz Mario Fernandez, CEO do Grupo. O portal também disponibiliza documentos e critérios para as empresas que têm interesse de se certificar nesses programas ambientais, além de notícias e eventos relacionados ao assunto. O endereço do portal é www.abntonline.com.br/sustentabilidade .

20 de abril, 2016
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MEIO AMBIENTE
Overshoot Day acontece cada vez mais cedo

Desde 2000, quando chegou em 1º de outubro, o Overshoot Day (Dia de Sobrecarga da Terra) vem acontecendo cada vez mais cedo. Neste ano a data aconteceu em 13 de agosto, e marca como a demanda anual sobre a natureza vai além do que o planeta pode regenerar durante um ano. O cálculo é feito pela Global Footprint Network (GFN), organização internacional pela sustentabilidade, parceira global da Rede WWF, que monitora a Pegada Ecológica das cidades do mundo inteiro. Os números da GFN indicam que a quantidade de emissão de CO2 representa mais da metade da demanda sobre a natureza. Este excesso tem aparecido cada vez mais cedo no mundo, com eventos como o desmatamento, a seca, a escassez de água doce, a erosão do solo, a perda de biodiversidade e o acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera. Este último é uma preocupação constante por conta das mudanças climáticas. "Sozinha, a pegada de carbono da humanidade mais do que duplicou entre 1961 e 1973, quando o mundo entrou em Overshoot ecológico. Continua a ser o componente de maior crescimento do fosso crescente entre a Pegada Ecológica e a biocapacidade do planeta”, afirma Mathis Wackernagel, Presidente da Global Footprint Network. Segundo ele, o “acordo global para excluir gradualmente os combustíveis fósseis, que está sendo discutido em todo o mundo antes da COP 21, em Paris, ajudaria significativamente a frear o crescimento da Pegada Ecológica e, eventualmente, contribuir para sua mitigação”. Para 2015, a absorção de gases de efeito estufa por si só exigiria 85% da biocapacidade do planeta. Nos níveis atuais de emissão de carbono, seria necessário o dobro da biocapacidade florestal global para absorver todas as emissões de carbono que são geradas em todo o mundo. A GFN afirma que, caso as emissões globais de carbono sejam reduzidas em pelo menos 30% até 2030, abaixo dos níveis atuais, de acordo com o cenário sugerido pelo IPCC, o dia de Sobrecarga da Terra poderá ser transferido para 16 de setembro de 2030 (assumindo que o resto da Pegada continuaria a expandir no ritmo atual). A Pegada Ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia a demanda humana por recursos naturais, com a capacidade regenerativa do planeta. A Pegada Ecológica de uma pessoa, cidade, país ou região corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e mar necessárias para gerar produtos, bens e serviços que utilizamos. Ela mede a quantidade de recursos naturais biológicos renováveis (grãos, vegetais, carne, peixes, madeira e fibra, energia renovável, entre outros) que estamos utilizando para manter o nosso estilo de vida. O cálculo é feito somando as áreas necessárias para fornecer os recursos renováveis utilizados e para a absorção de resíduos. É utilizada uma unidade de medida, o hectare global (gha), que é a média mundial para terras e águas produtivas em um ano. A Pegada Ecológica do Brasil é de 2,9 hectares globais por habitante, indicando que o consumo médio de recursos ecológicos do cidadão brasileiro é bem próximo da média mundial (2,7 hectares globais por habitante). Isso significa que se todas as pessoas do planeta consumissem como o brasileiro, seria necessário 1,6 planeta para sustentar esse estilo de vida. A média mundial é de 1,5 planeta. Ou seja, o Brasil consome 50% além da capacidade anual do planeta. O WWF-Brasil atua com a Pegada Ecológica, buscando mobilizar e incentivar as pessoas a repensar hábitos de consumo e a adotar práticas mais sustentáveis. Além de utilizá-la como uma ferramenta de mobilização e de conscientização, em 2009 iniciou um trabalho pioneiro no Brasil, com a realização dos cálculos da Pegada Ecológica de Campo Grande (MS) e de São Paulo (Estado e capital). Em Campo Grande foi constatada Pegada Ecológica de 3,14 hectares globais, o equivalente a 1,7 planeta, enquanto o estado de são Paulo registrou média de 3,52 hectares globais por pessoa (equivalente a dois planetas). Já na capital paulista, a Pegada Ecológica foi de 4,38 (2,5 planetas). Em São Paulo, o cálculo foi feito com base nas classes de rendimento familiar e mostrou uma grande diferença. Para os de renda mais alta, ela chegou a quatro planetas. Os resultados mostraram que a pegada média do acreano é de 2,34 hectares globais per capita, 0,5 hectares globais acima da biocapacidade mundial (1,8gha/cap). Isso significa que se todas as pessoas do planeta consumissem de forma semelhante aos acreanos, seriam necessários 1,3 planetas para sustentar esse estilo de vida. Embora a Pegada Ecológica do cidadão do Acre seja maior que a biocapacidade planetária, ela é 20% menor que a do brasileiro. A cidade onde foi lançado o estudo da Pegada Ecológica no Brasil foi Natal (RN), após o período eleitoral. Se todas as pessoas do planeta consumissem de forma semelhante à população potiguar, seria necessário 1,9 planeta para sustentar esse estilo de vida.

18 de agosto, 2015
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Programa Água Brasil lança vídeo de consumo responsável

O Programa Água Brasil acaba de lançar animação que explica como podemos fazer escolhas mais corretas que gerem menos impactos ao meio ambiente. Atualmente, a população mundial é de mais de 7 bilhões de pessoas e cada decisão individual pode impactar diretamente o meio ambiente, desde o ato de usar a água de casa, o meio de transporte escolhido no dia a dia, a compra de um produto ou serviço. “Muitas vezes, não sabemos o impacto que nossas escolhas causam nos recursos naturais do planeta. Por isso, queremos que esse vídeo ajude na conscientização da sociedade para que, juntos, possamos repensar nossos hábitos, reduzir a nossa pegada ecológica e garantir então uma maior harmonia entre o ser humano e a natureza” explica Cristiano Cegana, coordenador do Programa Água Brasil pelo WWF-Brasil. Hoje em dia, para manter o estilo de vida dos brasileiros, precisamos de 1,5 planeta, ou seja, estamos consumindo mais de 50% do que a Terra é capaz de produzir. E isso é nada mais do que o reflexo da forma que vivemos e consumimos, que causa das transformações e impactos ambientais graves no meio ambiente. “Para nos tornarmos uma sociedade mais sustentável, é imprescindível incentivar a sociedade para o consumo responsável, e as instituições financeiras podem ter uma importante participação nessa mudança comportamental, viabilizando uma melhor qualidade de vida e conservação ambiental” explica Asclepius Ramatiz Lopes Soares, Gerente Geral da Unidade Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. O Água Brasil trabalha em cinco cidades com ações de educação ambiental envolvendo o conceito da pegada ecológica, atividades de fortalecimento da cadeia produtiva de reciclagem com o apoio aos técnicos do poder público e aos catadores nas localidades. O vídeo está disponível no canal do Programa Água Brasil no Youtube. Clique e assista: ( https://goo.gl/rsOVgZ )

12 de agosto, 2015
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
BB oferece crédito para bens e serviços sustentáveis

O Banco do Brasil começou a oferecer linha de crédito exclusiva para aquisição de bens e serviços sustentáveis. Com a linha, o BB quer incentivar o planejamento de famílias, empresas e propriedades rurais na aquisição e instalação de equipamentos de eficiência energética, capacitação e reuso de água, com a alternativa da compra pelo consórcio que tem baixo custo financeiro e facilita o planejamento da compra e/ou instalação do bem. “O modelo é semelhante ao do consórcio tradicional, mas com modelagem diferenciada para a compra de produtos com viés ambiental e eficiência energética. Começamos a oferecer o consórcio sustentável aos nossos clientes durante o mês de maio. A ideia é avaliar a receptividade ao produto”, explica Asclepius Ramatiz Soares, Gerente-Geral da Unidade Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. O BB comercializa cotas para a compra de equipamentos que ofereçam mais economia, eficiência, e sustentabilidade, como as placas fotovoltaicas, sistemas de captação e reuso de água, luminária solar, sistema de bomba solar, bicicletas e bicicletas elétricas, climatizador evaporativo e energia solar térmica. As cartas de crédito para os bens sustentáveis variam entre R$ 1,5 mil R$ 7 mil, com planos de até 36 meses e taxas de administração a partir de 0,55% ao mês. Já o segmento de serviços possibilita o pagamento por serviços especializados para a instalação e funcionamento dos bens adquiridos, como a instalação de sistemas de energia solar e de captura e reuso de água da chuva. As cartas de crédito vão de R$ 1,5 mil a R$ 15 mil, com planos de até 30 meses e taxas de administração a partir de 0,56% ao mês. “Esse novo olhar para os negócios proporciona uma transição para a Economia Verde, que resulta em melhoria do bem-estar humano e da igualdade social ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez ecológica”, avalia o Ramatiz. As linhas de crédito estão disponíveis para pessoas físicas e jurídicas. O interessado é contemplado por sorteio, com base nos resultados da Loteria Federal, ou por meio de lance. Não há taxa de adesão, incidência de juros ou IOF. As parcelas são debitadas em conta e os não correntistas podem pagar por meio de boleto bancário. As cartas de crédito podem ser adquiridas nas agências do Banco do Brasil, no site do Banco na Internet, Central de Atendimento ou pelos terminais de autoatendimento.

23 de junho, 2015
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CONSCIÊNCIA AMBIENTAL
Febraban e Akatu lançam aplicativo Nosso Transporte

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Instituto Akatu lançaram, dia 20 de maio, o aplicativo Nosso Transporte, o quarto app sobre consumo consciente idealizado pela parceria entre as entidades. A ferramenta é gratuita e está disponível no Google Play/Play Store para aparelhos smartphones da versão Android. “Se pequenas iniciativas de responsabilidade socioambiental forem praticadas por uma grande quantidade de pessoas, será possível realizar significativas transformações na sociedade e contribuir para a sustentabilidade da vida no planeta. Além disso, é relevante ressaltar que o uso eficiente do transporte também pode se refletir em uma economia financeira”, afirma Fábio Moraes, Diretor de educação financeira da Febraban. O novo aplicativo tem como objetivo auxiliar a população a fazer escolhas mais conscientes quando utilizarem os meios de transporte, com a meta de um equilíbrio ecológico, social e financeiro. A ferramenta oferece dicas de transporte, economia, saúde e meio ambiente. Para Helio Mattar, Diretor-Presidente do Instituto Akatu, “o app Nosso Transporte é uma ferramenta que evidencia a interdependência existente entre a ação de cada um e o impacto sobre todos – especialmente nas escolhas de locomoção pela cidade. O aplicativo ajuda as pessoas a escolherem de forma mais consciente entre as opções de transporte, avaliando impactos individuais, sociais e ambientais, buscando minimizar os negativos e maximizar os positivos”. O aplicativo oferece a Calculadora Transporte Consciente, onde o usuário coloca o preço do combustível de sua região, valor do transporte e endereço do destino. A Calculadora compara gastos financeiros, emissão de carbono e calorias gastas pelo usuário, caso ele escolha percorrer um determinado percurso de carro, transporte público, de bicicleta ou a pé. Outra novidade do app é o Jogo Catalisador. Nele, o usuário precisa filtrar todas as fumaças lançadas na atmosfera. O objetivo do game é despertar a consciência do jogador sobre o quanto a atmosfera é poluída diariamente pelos veículos. Nos próximos meses, a Febraban e o Instituto Akatu lançarão os quatro aplicativos existentes para aparelhos smartphones IOS. As versões dos apps Nossa Água e Nosso Transporte estão previstas para junho. Em julho será a vez do aplicativo Nossa Energia, seguido do app Nossa Alimentação no mês de agosto.

21 de maio, 2015