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OVERSHOOT DAY

Demanda exagerada por recursos naturais

O dia 1º de agosto marca o chamado Dia da Sobrecarga da Terra (Overshoot Day), quando a demanda pelos recursos naturais ultrapassa o que o planeta consegue regenerar durante um ano. Esta é a data mais recente desde que o mundo estourou seu orçamento ambiental pela primeira vez, no início da década de 1970. Isto significa que até final de 2018 o planeta Terra terá consumido uma quantidade de recursos naturais e serviços ecossistêmicos equivalentes a 1,7 “planetas”, isto é, 70% mais do que a Terra consegue regenerar em um ano! Esse avanço está cada vez mais ligado à emissão contínua de dióxido de carbono na atmosfera do que a totalidade dos oceanos e das florestas consegue absorver. Os gases emitidos são os causadores do aquecimento global e resultantes de atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis no transporte e na geração de energia elétrica e nas atividades agropecuárias, seja pelo desmatamento seja pelo uso da terra para a agricultura e pastagens. A pesca tem contribuído também para ameaçar algumas espécies marinhas de extinção. É o caso também da agropecuária que, em muitos casos, leva a esgotar o solo e a água mais rapidamente do que o planeta consegue regenerar. O cálculo do Dia da Sobrecarga da Terra é feito anualmente pela Global Footprint Network (GFN), uma organização de pesquisa internacional, parceira global da Rede WWF, que calcula a chamada “pegada ecológica” para medir os impactos do consumo humano sobre os recursos naturais. Para calcular sua Pegada Ecológica pessoal, visite o site: http://www.pegadaecologica.org.br .

O dia 1º de agosto marca o chamado Dia da Sobrecarga da Terra (Overshoot Day), quando a demanda pelos recursos naturais ultrapassa o que o planeta consegue regenerar durante um ano. Esta é a data mais recente desde que o mundo estourou seu orçamento ambiental pela primeira vez, no início da década de 1970. Isto significa que até final de 2018 o planeta Terra terá consumido uma quantidade de recursos naturais e serviços ecossistêmicos equivalentes a 1,7 “planetas”, isto é, 70% mais do que a Terra consegue regenerar em um ano!
 
Esse avanço está cada vez mais ligado à emissão contínua de dióxido de carbono na atmosfera do que a totalidade dos oceanos e das florestas consegue absorver. Os gases emitidos são os causadores do aquecimento global e resultantes de atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis no transporte e na geração de energia elétrica e nas atividades agropecuárias, seja pelo desmatamento seja pelo uso da terra para a agricultura e pastagens. A pesca tem contribuído também para ameaçar algumas espécies marinhas de extinção. É o caso também da agropecuária que, em muitos casos, leva a esgotar o solo e a água mais rapidamente do que o planeta consegue regenerar. 
 
O cálculo do Dia da Sobrecarga da Terra é feito anualmente pela Global Footprint Network (GFN), uma organização de pesquisa internacional, parceira global da Rede WWF, que calcula a chamada “pegada ecológica” para medir os impactos do consumo humano sobre os recursos naturais. Para calcular sua Pegada Ecológica pessoal, visite o site: http://www.pegadaecologica.org.br.

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Alerta para a conservação dos rios e proteção dos recursos hídricos
DIA MUNDIAL DA ÁGUA
Alerta para a conservação dos rios e proteção dos recursos hídricos

Artigo por Renata Ross Por Renata Ross * Dia 22 de março é celebrado o Dia Mundial da Água. Essa data foi estabelecida em 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para selar um acordo com os países e chamar a atenção de governos, empresas, organizações não governamentais e todos os setores da sociedade, a fim de promover a conscientização pública sobre a importância da preservação e do desenvolvimento dos recursos hídricos e da implementação das recomendações propostas pela Agenda 21. Segundo dados da ONU, o Brasil é o país detentor da maior disponibilidade hídrica do planeta, com cerca de 12% do deflúvio médio mundial. Além disso, recentemente foi registrado um aumento de 109% no volume de água que pode ser convertida em energia nos reservatórios das hidrelétricas de todo o país, como revela os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), divulgados no início do ano. Portanto, apesar das chuvas terem melhorado o nível dos reservatórios e dado um alento aos sistemas hídricos, a quantidade de lixo encontrada nos rios é grande e tem preocupado especialistas ambientais por colocar em risco a biodiversidade marinha. De acordo com o programa do Governo Federal chamado Rios + Limpos, em setembro do ano passado foi realizada uma ação, com 130 voluntários, onde foram retiradas toneladas de lixo ao longo da bacia do Pantanal. Além da poluição da água doce, a correnteza acaba levando o lixo diretamente para o mar, afetando também a vida marinha. Pesquisa realizada pela World Wide Fund for Nature ou Fundo Mundial para a Natureza (WWF), destacada pelo Atlas do Plástico, revela que o Brasil é responsável por despejar de 70 a 190 mil toneladas de resíduos plásticos nos oceanos todos os anos e, apesar de ter instituído a Política Nacional de Resíduos Sólidos em 2010, quase nenhum dos objetivos de reciclagem foi atingido dentro das metas estipuladas. Os dados apontam que nunca foi tão urgente a necessidade de repensarmos a ideia do lixo e diminuir a pegada ambiental que deixamos no meio ambiente. É mais do que necessário que a humanidade repense os padrões de consumo praticados atualmente, dando preferência a produtos e serviços de empresas que já tenham incorporado uma agenda sustentável em seu modelo de negócios, seja reduzindo o uso de recursos naturais, eliminando componentes tóxicos em sua produção, criando linhas de produtos recicláveis e reciclados ou mesmo trabalhando com embalagens retornáveis. Ninguém é tão pequeno que não possa fazer a diferença. É importante focar nas ações diárias, e muitas delas são simples, mas que no final do dia geram grande impacto. Problemáticas muito grandiosas costumam nos paralisar. Por outro lado, quando medidas que estão ao nosso alcance são apresentadas, as chances de adesão por grande parte da população são maiores e isso faz com que os efeitos em larga escala se tornem grandiosos. * Renata Ross é gestora de Marketing e Relacionamento na TerraCycle

22 de março, 2022
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Terra e oceanos mais quentes, segundo IPCC

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) lançou relatório no qual afirma que a temperatura média do planeta aumentou 0,87° C desde o período pré-industrial, porém de forma diferente sobre os oceanos e a superfície terrestre. Em terra, a temperatura já é de 1,53°C - acima, portanto, da meta de 1,5°C definida pelo Acordo de Paris aprovado por 155 nações - inclusive o Brasil - em 2015. O aumento da temperatura na terra é explicado principalmente pela desertificação e a degradação do solo, o que pode impactar severamente a segurança alimentar. "Proteger nosso clima e alimentar o mundo exige ação urgente. O relatório do IPCC chega no momento em que os alertas de desmatamento da Amazônia mostram crescimentos absurdos, bem acima da destruição verificada ano passado", afirma Paulo Adário, estrategista sênior de florestas do Greenpeace. Segundo cientistas de diversas partes do mundo, atualmente não basta apenas zerar as emissões globais de combustíveis fósseis mas também acabar com o desmatamento, proteger e restaurar florestas e ecossistemas naturais, que são sorvedouros naturais de CO2. Além disso, alertam para a necessidade de substituir commodities agrícolas por alimentos sustentáveis, em especial com a redução na produção de leite e diminuição no consumo de carne bovina. Segundo o IPCC, o consumo de carne mais do que dobrou nos últimos 60 anos, à medida que os solos foram convertidos para uso agrícola. Hoje, as emissões do sistema alimentar como um todo, incluindo produção e consumo, representam até 37% do total global de emissões de gases de efeito estufa induzidas pelo homem. "Empresas agrícolas precisam abandonar promessas vagas e mudar radicalmente suas práticas predatórias; e governos precisam assumir suas responsabilidades para com a proteção de florestas, respeitando o direito das populações tradicionais e povos indígenas. Mudar a forma como produzimos alimentos e o que comemos ajudará a proteger o clima e a promover a segurança alimentar em escala global", diz Adário. O relatório especial do IPCC é o mais amplo estudo científico feito até hoje sobre mudança climática e os solos. Os cientistas alertam que mais de um quarto da superfície coberta por terra no planeta está sujeita à degradação induzida pelo homem. O relatório aponta também que 23% das emissões humanas de gases de efeito estufa provêm do desmatamento, das queimadas e da agricultura, mas afirma que as florestas e o solo, se bem manejados, podem atuar como um poderoso sorvedouro de carbono para ajudar a mitigar o pior das mudanças climáticas.

14 de agosto, 2019
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AMAZÔNIA
Desmatamento já equivale a duas Alemanhas

O Greenpeace Brasil, ICV, Imaflora, Imazon, IPAM, Instituto Socioambiental, WWF-Brasil e TNC Brasil apresentaram, pela primeira vez, o relatório “Desmatamento zero na Amazônia: como e por que chegar lá”. A área de floresta perdida na Amazônia já equivale a duas vezes o território da Alemanha. Sem controle, a taxa de desmatamento poderá atingir patamares anuais entre 9.391 km2 e 13.789 km2 até 2027. A taxa média de desmatamento entre 2013 e 2017 foi 38% superior à registrada em 2012, ano com a menor taxa registrada. A situação pode agravar-se devido à impunidade a crimes ambientais, retrocessos em políticas ambientais, falhas nos acordos da pecuária, estímulo à grilagem de terras públicas e retomada de grandes obras. Do total desmatado, 65% são usados para pastagens de baixa eficiência, com menos de um boi por hectare. O desmatamento registrado entre 2007 e 2016 (7.502 km2 por ano, em média) teve potencial de adicionar anualmente apenas 0,013% do PIB brasileiro. O Brasil assumiu meta internacional de zerar o desmatamento ilegal na Amazônia em 2030. Em 2016, as mudanças no uso da terra representaram 51% das emissões de gases de efeito estufa do Brasil e mantiveram o País como o sétimo maior emissor do mundo. Para as organizações ambientais, o combate ao desmatamento demanda ações dos setores público, privado e da sociedade, sendo uma das principais acabar com a grilagem de terras públicas. Há 70 milhões de hectares que precisam ser destinados para uso coordenado, seja para preservação, atividades extrativistas, entre outros – em 2017, 28% do desmatamento aconteceu nessas áreas, e de forma ilegal.

29 de maio, 2018
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BIOMAS
No Dia do Cerrado é lançado manifesto

No dia 11 de setembro é celebrado o Dia do Cerrado e organizações ambientalistas lançaram o manifesto: ‘Nas mãos do mercado, o futuro do cerrado: é preciso interromper o desmatamento’. O objetivo é alertar para a destruição de um dos principais biomas brasileiros e de grande diversidade de fauna e flora. Entre 2013 e 2015 o Brasil destruiu 18.962 km² de Cerrado. Isso significa que a cada dois meses o equivalente à área da cidade de São Paulo é destruída no bioma. Neste ritmo, o Cerrado é um dos biomas mais ameaçados do planeta. A principal causa da destruição é a expansão do agronegócio sobre a vegetação nativa. Já são mais de 10 anos com as taxas de desmatamento do Cerrado superando as da Amazônia. O manifesto reúne 40 organizações signatárias, entre elas WWF-Brasil, TNC (The Nature Conservancy), CI (Conservação Internaticional) Brasil, Greenpeace Brasil, IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). As organizações cobram o cumprimento de compromissos internacionais assumidos pelo Governo, além da criação de instrumentos e políticas para uma produção responsável no Cerrado. Alertam que só cumprir a lei não é suficiente, pois ela autoriza que mais 40 milhões de hectares sejam legalmente desmatados no bioma. O manifesto pede que o governo e o setor privado desenvolvam incentivos e instrumentos econômicos para recompensarem produtores que conservem áreas de vegetação nativa.

12 de setembro, 2017
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PROGRAMA ÁGUA BRASIL
Lançada calculadora que mede pegada ecológica

O Programa Água Brasil, parceria entre Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, WWF-Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) acaba de lançar uma calculadora que mede a Pegada Ecológica de cada pessoa, ou seja, o impacto dos brasileiros sobre o planeta, de acordo com seus hábitos de consumo. “Antes, fazíamos o cálculo da pegada ecológica em uma ferramenta global, com dados gerais sobre consumo no mundo. A novidade agora é que conseguiremos levantar informações totalmente voltadas à realidade da população brasileira e, assim, identificar onde está o maior impacto do País para realizar ações de mitigação mais efetivas”, explica Cristiano Cegana, coordenador do Programa Água Brasil. A calculadora é dividida em cinco categorias: alimentação, moradia, bens, serviço, tabaco e transporte. Quando o usuário responde o questionário, a calculadora apresenta gráficos comparativos com a média da pegada global e brasileira e divididos por cada um dos segmentos, para que a pessoa possa entender em qual deles seu impacto é maior. Ao final, a calculadora ainda faz uma avaliação dos hábitos de consumo e dá dicas sobre como mitigar este impacto. “O Banco do Brasil já adota práticas sustentáveis no dia a dia como parte do seu compromisso com o meio ambiente. Nosso objetivo agora é oferecer uma ferramenta que também responsabilize cada cidadão pelos seus hábitos de consumo. Se cada um fizer sua parte, será possível sair do vermelho com o planeta”, diz Wagner Siqueira, Gerente Executivo da Unidade de Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. A calculadora da Pegada Ecológica brasileira já está disponível para acesso pelo site www.pegadaecologica.org.br .

30 de setembro, 2015
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MEIO AMBIENTE
Overshoot Day acontece cada vez mais cedo

Desde 2000, quando chegou em 1º de outubro, o Overshoot Day (Dia de Sobrecarga da Terra) vem acontecendo cada vez mais cedo. Neste ano a data aconteceu em 13 de agosto, e marca como a demanda anual sobre a natureza vai além do que o planeta pode regenerar durante um ano. O cálculo é feito pela Global Footprint Network (GFN), organização internacional pela sustentabilidade, parceira global da Rede WWF, que monitora a Pegada Ecológica das cidades do mundo inteiro. Os números da GFN indicam que a quantidade de emissão de CO2 representa mais da metade da demanda sobre a natureza. Este excesso tem aparecido cada vez mais cedo no mundo, com eventos como o desmatamento, a seca, a escassez de água doce, a erosão do solo, a perda de biodiversidade e o acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera. Este último é uma preocupação constante por conta das mudanças climáticas. "Sozinha, a pegada de carbono da humanidade mais do que duplicou entre 1961 e 1973, quando o mundo entrou em Overshoot ecológico. Continua a ser o componente de maior crescimento do fosso crescente entre a Pegada Ecológica e a biocapacidade do planeta”, afirma Mathis Wackernagel, Presidente da Global Footprint Network. Segundo ele, o “acordo global para excluir gradualmente os combustíveis fósseis, que está sendo discutido em todo o mundo antes da COP 21, em Paris, ajudaria significativamente a frear o crescimento da Pegada Ecológica e, eventualmente, contribuir para sua mitigação”. Para 2015, a absorção de gases de efeito estufa por si só exigiria 85% da biocapacidade do planeta. Nos níveis atuais de emissão de carbono, seria necessário o dobro da biocapacidade florestal global para absorver todas as emissões de carbono que são geradas em todo o mundo. A GFN afirma que, caso as emissões globais de carbono sejam reduzidas em pelo menos 30% até 2030, abaixo dos níveis atuais, de acordo com o cenário sugerido pelo IPCC, o dia de Sobrecarga da Terra poderá ser transferido para 16 de setembro de 2030 (assumindo que o resto da Pegada continuaria a expandir no ritmo atual). A Pegada Ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia a demanda humana por recursos naturais, com a capacidade regenerativa do planeta. A Pegada Ecológica de uma pessoa, cidade, país ou região corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e mar necessárias para gerar produtos, bens e serviços que utilizamos. Ela mede a quantidade de recursos naturais biológicos renováveis (grãos, vegetais, carne, peixes, madeira e fibra, energia renovável, entre outros) que estamos utilizando para manter o nosso estilo de vida. O cálculo é feito somando as áreas necessárias para fornecer os recursos renováveis utilizados e para a absorção de resíduos. É utilizada uma unidade de medida, o hectare global (gha), que é a média mundial para terras e águas produtivas em um ano. A Pegada Ecológica do Brasil é de 2,9 hectares globais por habitante, indicando que o consumo médio de recursos ecológicos do cidadão brasileiro é bem próximo da média mundial (2,7 hectares globais por habitante). Isso significa que se todas as pessoas do planeta consumissem como o brasileiro, seria necessário 1,6 planeta para sustentar esse estilo de vida. A média mundial é de 1,5 planeta. Ou seja, o Brasil consome 50% além da capacidade anual do planeta. O WWF-Brasil atua com a Pegada Ecológica, buscando mobilizar e incentivar as pessoas a repensar hábitos de consumo e a adotar práticas mais sustentáveis. Além de utilizá-la como uma ferramenta de mobilização e de conscientização, em 2009 iniciou um trabalho pioneiro no Brasil, com a realização dos cálculos da Pegada Ecológica de Campo Grande (MS) e de São Paulo (Estado e capital). Em Campo Grande foi constatada Pegada Ecológica de 3,14 hectares globais, o equivalente a 1,7 planeta, enquanto o estado de são Paulo registrou média de 3,52 hectares globais por pessoa (equivalente a dois planetas). Já na capital paulista, a Pegada Ecológica foi de 4,38 (2,5 planetas). Em São Paulo, o cálculo foi feito com base nas classes de rendimento familiar e mostrou uma grande diferença. Para os de renda mais alta, ela chegou a quatro planetas. Os resultados mostraram que a pegada média do acreano é de 2,34 hectares globais per capita, 0,5 hectares globais acima da biocapacidade mundial (1,8gha/cap). Isso significa que se todas as pessoas do planeta consumissem de forma semelhante aos acreanos, seriam necessários 1,3 planetas para sustentar esse estilo de vida. Embora a Pegada Ecológica do cidadão do Acre seja maior que a biocapacidade planetária, ela é 20% menor que a do brasileiro. A cidade onde foi lançado o estudo da Pegada Ecológica no Brasil foi Natal (RN), após o período eleitoral. Se todas as pessoas do planeta consumissem de forma semelhante à população potiguar, seria necessário 1,9 planeta para sustentar esse estilo de vida.

18 de agosto, 2015
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Programa Água Brasil lança vídeo de consumo responsável

O Programa Água Brasil acaba de lançar animação que explica como podemos fazer escolhas mais corretas que gerem menos impactos ao meio ambiente. Atualmente, a população mundial é de mais de 7 bilhões de pessoas e cada decisão individual pode impactar diretamente o meio ambiente, desde o ato de usar a água de casa, o meio de transporte escolhido no dia a dia, a compra de um produto ou serviço. “Muitas vezes, não sabemos o impacto que nossas escolhas causam nos recursos naturais do planeta. Por isso, queremos que esse vídeo ajude na conscientização da sociedade para que, juntos, possamos repensar nossos hábitos, reduzir a nossa pegada ecológica e garantir então uma maior harmonia entre o ser humano e a natureza” explica Cristiano Cegana, coordenador do Programa Água Brasil pelo WWF-Brasil. Hoje em dia, para manter o estilo de vida dos brasileiros, precisamos de 1,5 planeta, ou seja, estamos consumindo mais de 50% do que a Terra é capaz de produzir. E isso é nada mais do que o reflexo da forma que vivemos e consumimos, que causa das transformações e impactos ambientais graves no meio ambiente. “Para nos tornarmos uma sociedade mais sustentável, é imprescindível incentivar a sociedade para o consumo responsável, e as instituições financeiras podem ter uma importante participação nessa mudança comportamental, viabilizando uma melhor qualidade de vida e conservação ambiental” explica Asclepius Ramatiz Lopes Soares, Gerente Geral da Unidade Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil. O Água Brasil trabalha em cinco cidades com ações de educação ambiental envolvendo o conceito da pegada ecológica, atividades de fortalecimento da cadeia produtiva de reciclagem com o apoio aos técnicos do poder público e aos catadores nas localidades. O vídeo está disponível no canal do Programa Água Brasil no Youtube. Clique e assista: ( https://goo.gl/rsOVgZ )

12 de agosto, 2015