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O ano mais quente da história segue sendo 2024, que registrou uma média 1,55°C acima deste patamar, superando pela primeira vez o limite de segurança de 1,5°C do Acordo de Paris.

Conferência fecha com 122 países comprometidos e novos indicadores globais de adaptação aprovados.

O 350.org avalia que o texto ainda está muito aquém do necessário para responder às enormes lacunas na ambição climática e no financiamento.

Para reduzir esse cenário seria necessário a eliminação da exploração e uso de combustíveis fósseis a curto prazo em uma transição justa e factível.

O documento conta com 15 propostas apresentadas por 1,1 mil organizações da sociedade civil de 65 países incluem tópicos, como o fim da exploração de combustíveis fósseis; reparação de perdas e danos causados a populações afetadas por grandes projetos de energia e mineração.

O filósofo defende que haja um movimento global em favor da purificação dos oceanos. “Porque grande parte do próprio oxigênio vem dos oceanos, dos corais. E isso tudo virou uma grande cloaca"

A mobilização demostra o protagonismo das comunidades que vivem na primeira linha dos impactos da extração de combustíveis fósseis, que ameaçam rios, florestas e modos de vida tradicionais.

Os combustíveis fósseis continuam sendo uma importante fonte de energia, no entanto, os países selecionados têm trabalhado para reduzir sua dependência deles.
