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AEGEA

Márcia Costa assume VP de Gestão de Pessoas

Márcia Costa assume VP de Gestão de Pessoas

Antes da Aegea, Márcia comandou a área de RH em empresas como McDonald’s, Alpargatas e C&A.

A Aegea Saneamento nomeou Márcia Costa para o cargo de vice-presidente de Gestão de Pessoas da companhia. A executiva tem mais de 30 anos de carreira em gestão de RH, desenvolvimento de lideranças, transformação cultural e atuação em comitês de pessoas.

Antes da Aegea, Márcia comandou a área de RH em empresas como McDonald’s, Alpargatas e C&A. Graduada em Serviço Social pela UFN/SP, com MBA Executivo em Varejo pela FGV, Márcia está em formação para Conselheira de Administração na Escola de Negócios Saint Paul. A contratação de Márcia Costa pela Aegea demonstra a prioridade da companhia em ter lideranças com vasta experiência de mercado para compor o time de talentos internos, além de reforçar a cultura e governança da empresa.

Criada em 2010, a Aegea começou atendendo a seis municípios. Em 2021, a companhia já atende 153 cidades, com destaques para as vitórias nos blocos 1 e 4 do leilão da Cedae, que irá beneficiar 21 milhões de pessoas.

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A Aegea Saneamento venceu a concorrência internacional nº 001/2020 promovida pela Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan). A licitação tem como objetivo a concessão administrativa para a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário, melhorias, manutenção e operação dos sistemas para cidade de Cariacica, município da Região metropolitana de Vitória (ES). O contrato prevê também o tratamento de esgoto proveniente de bairros do município de Viana, beneficiando mais de 400 mil moradores. Os investimentos previstos são de R$ 580 milhões para o período de concessão de 30 anos. A meta da Parceria Público-Privada (PPP) é universalizar o serviço de esgotamento sanitário nos dez primeiros anos. Atualmente, o índice de cobertura de coleta e tratamento de esgoto é de 45%. A Cesan continuará responsável pela captação, tratamento e distribuição da água na região. “Esta nova concessão reforça o compromisso da Aegea em promover vidas mais dignas e saudáveis, diminuindo o déficit do saneamento no Brasil que afeta milhões de brasileiros que não recebem acesso à coleta e tratamento de esgoto. As cidades de Serra e Vila Velha, também no Espírito Santo, estão em nosso escopo de atendimento com grandes resultados conquistados. Proporcionar o saneamento adequado para mais um importante município do estado, com a Cesan que já é nossa parceira, é um motivo de orgulho para companhia,” afirma Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea Saneamento. Com essa nova conquista, a Aegea Saneamento passa a operar em 58 cidades, distribuídas em 12 estados, e a atender mais de 9,3 milhões de pessoas. “A empresa acredita e confia no modelo de parceria público-privada, com base em concessões bem sucedidas já existentes. A nossa experiência em atuar em localidades de diferentes dimensões, com um modelo de negócio transparente e ético, atrelado a nossa eficiência operacional e investimentos será fundamental para contribuir para universalização do saneamento nesta região”, completa Casseb. A Aegea acredita que, com o novo marco regulatório do saneamento, iniciativas como esta serão potencializadas, gerando novas oportunidades de investimentos em um ambiente ainda mais seguro. O leilão foi realizado na B3, em São Paulo, e contou com a participação de outras seis empresas. A Aegea ofereceu um desconto de 38,12%, com uma tarifa de R$ 0,99 por m³ de esgoto faturado.

9 de novembro, 2020
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RESULTADOS
Aegea comemora números de 2016

Sem dúvida, 2016 foi um bom ano para a Aegea Saneamento, que possui 18% do mercado privado de saneamento básico do Brasil. A receita líquida do Grupo cresceu 24,8%, alcançando R$ 992,4 milhões e manteve a cadência de crescimento planejada; o EBITDA aumentou 14,9%, atingindo R$ 462,5 milhões; e o prazo médio de endividamento da empresa foi ampliado de 5 para 5,9 anos. Os números macros comprovam o desempenho, mas o item que merece destaque, segundo Hamilton Amadeo, CEO da Aegea foi o fortalecimento da estrutura de capital conseguido no último ano, quando os minoritários confirmaram a confiança na administração da empresa ampliando sua participação, o que significou um aporte de R$ 125 milhões. “Esse é um dado muito importante para nós, pois mostra que o projeto apresentado a eles em 2012 foi aprovado o que reforça nossa capacidade de fazer frente a qualquer desafio em termos de necessidade de capital. Hoje, a soma da participação deles se aproxima de 30%, numa evolução constante”. Para explicar a performance, Amadeo ressaltou a atuação da Aegea em “clusters”, regiões onde as concessionárias do Grupo se ajudam, com administração compartilhada e integrada. Como exemplo citou as novas atuações no Espírito Santo, em Vila Velha e Serra (ambas PPPs de esgoto) e a consolidação da atuação em Rondônia, com a concessão plena de Ariquemes, a quarta no Estado, onde atende a uma população de 105 mil habitantes. Especificamente no Espírito Santo, Amadeo salientou a escala favorável da participação privada no Estado e o atendimento de quase 1 milhão de habitantes na Grande Vitória. As novas oportunidades locais surgem a partir de abril, nas cidades de Cariacica e Viana. A mesma janela de oportunidades se abre em Rondônia, onde a companhia de saneamento estadual está listada no PPI para ser privatizada: “É um Estado que tem uma população muito parecida em termos socioeconômicos com o Mato Grosso, índices de inadimplência baixos, crescimento acelerado e as tarifas da concessionária estadual são altas, o que nos dá uma folga para operar até com valores menores”, diz Amadeo, indicando que essas ilhas de crescimento é que puxarão o desenvolvimento futuro da Aegea, “um player diferenciado com presença local. Isso faz parte da estratégia de longo prazo da companhia”. Ainda na lista de conquistas e avanços conseguidos em 2016, Amadeo destacou a criação do Centro de Controle e Operação de Gestão de Perdas, que passou a centralizar as ações das concessões; a universalização de água tratada em Timon (MA) para 100% da população da área urbana, com frequência contínua; a evolução dos índices de tratamento de esgoto (cobertura e tratamento) em Piracicaba (SP), de 36% para 100% num período de quatro anos; e, por fim, o fato de a Aegea se tornar signatária do Pacto Global da ONU, como empresa inclusiva em saneamento no Brasil e referência na redução de perdas de água de 56% para 19% em Campo Grande (MS). “É importante citar que nossas metas de perdas consideram o nível ótimo para cada concessão, dentro de uma escala socioeconômica”, explica o CEO da Aegea. Principais resultados Flávio Crivellari, CFO da Aegea, ressaltou o excepcional desempenho da Aegea em 2016, mesmo num cenário de economia desafiadora: “Nosso crescimento se deu através de aquisições, aportes, licitações e vegetativo, por meio de Capex – aumento de rede nas operações existentes. Outras ações procuraram estabilizar o pico de inadimplência por razões de queda da renda per capita devido ao desemprego”. O volume de economias cresceu 8,8% no ano passado, acompanhando e o volume faturado de água e esgoto aumentou 9,5%. Os custos também cresceram no último ano em 35%, sendo que as despesas com pessoal e energia elétrica se mantiveram dentro do previsto. A economia total versus o número de colaboradores demonstrou aparente perda de produtividade, mas na verdade considera a incorporação dos colaboradores das novas concessões, que trarão resultados mais à frente. Em termos de energia, Crivellari destacou que houve crescimento de volume, mas estabilidade no custo das concessões existentes graças aos investimentos em automação realizados pelo Grupo. Perspectivas otimistas Ao falar sobre o que Aegea espera para 2017, Hamilton Amadeo fez primeiro uma análise do cenário externo, ressaltando a manutenção da crise fiscal em Estados e municípios e a consequente restrição de investimentos, o que poderá gerar oportunidades de novos investimentos privados no setor de saneamento. “A Aegea se coloca no mercado como uma empresa complementar do sistema e não como substituta do serviço. Faz mais sentido prestar serviço ao cidadão dentro de um modelo integrado. Essa é a nossa posição e as companhias estaduais já estão entendendo e aceitando essa nova opção”. Ou seja, a Aegea está se posicionando para tirar proveito da capacidade que tem de se integrar aos prestadores já existentes ou operar de forma plena onde for necessário. É uma demanda que se mostra decorrente da falta de capacidade de investimento dos Estados. A companhia também vem acompanhando o esforço de PPI do Governo Federal, através do BNDES e da Caixa, de criar uma “inteligência de saneamento”, pois não existem experiências perenes de cultura de saneamento ainda no país e a base que está sendo criada interessa à companhia, que aguarda a evolução do processo. Quanto ao cenário interno, a parte de EHS (Environment, health and safety) sempre foi uma preocupação da Aegea e hoje, atuando em quase 50 municípios, novos modelos serão implantados nos próximos dois anos para dotar a companhia de padrões internacionais. Outra ação que terá continuidade é a Academia Aegea para formação de profissionais para o setor de saneamento. Quanto às novas opções de mercado, Amadeo avisa que a companhia continuará aproveitando as oportunidades de crescimento, desde que subordinadas à estrutura de capital: “Não vamos dar o passo maior que a perna. Podemos até perder oportunidades, mas jamais iremos colocar em risco nossos indicadores de saúde financeira”.

7 de março, 2017