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POLUIÇÃO

Nederman inicia produção de filtros modulares

Empresa especializada em produtos e soluções para tratamento do ar industrial, a Nederman do Brasil iniciou a produção de filtros modulares FMCZ e FMKZ em sua sede em Jundiaí (SP). Os equipamentos são empregados na exaustão de poeiras combustíveis em indústrias como Unilever, Rhodia Solvay, Bayer, Brainfarma, entre outras grandes companhias no País. Antes, os filtros eram importados da unidade da Nederman de Friesenheim, na Alemanha. Os filtros FMCZ e FMKZ integram a família de filtros modulares FM e possuem uma versão especial de construção que contam com painéis de alívio de explosão, adequados para trabalho em áreas classificadas EX. A Nederman possui certificado como especialista na utilização de tecnologia de construção que atendem às normas ATEX (Atmosferas Explosivas). “A linha FM de produtos é conhecida e consagrada em toda Europa e Américas e graças à nossa interação com time técnico da Alemanha obtivemos todo o knowhow necessário para a produção de equipamentos com a mesma tecnologia lá empregada e deste modo produzir filtros com a qualidade e garantia que possuímos em outros países. Com isso, ganhamos competitividade, menor prazo de entrega aos nossos clientes, além de impulsionar a economia e o mercado brasileiro”, comenta o Eng.º Alexandre Baldini, gestor do departamento de produção da Nederman do Brasil. A partir desta evolução no portfólio de produtos da Nederman no Brasil, a companhia já fez inclusive entrega dos novos filtros FMCZ e FMKZ. “Outras versões dos filtros FM já são produzidas no Brasil desde 2014 e estão em pleno funcionamento em diversas indústrias do País, contribuindo para que as pessoas, a produção e o meio ambiente sejam protegidos dos efeitos nocivos dos processos industriais” complementa o Eng.º Claudio Visibeli, que atua na coordenação de negócios da Nederman.

Empresa especializada em produtos e soluções para tratamento do ar industrial, a Nederman do Brasil iniciou a produção de filtros modulares FMCZ e FMKZ em sua sede em Jundiaí (SP). Os equipamentos são empregados na exaustão de poeiras combustíveis em indústrias como Unilever, Rhodia Solvay, Bayer, Brainfarma, entre outras grandes companhias no País. Antes, os filtros eram importados da unidade da Nederman de Friesenheim, na Alemanha.
 
Os filtros FMCZ e FMKZ integram a família de filtros modulares FM e possuem uma versão especial de construção que contam com painéis de alívio de explosão, adequados para trabalho em áreas classificadas EX. A Nederman possui certificado como especialista na utilização de tecnologia de construção que atendem às normas ATEX (Atmosferas Explosivas). “A linha FM de produtos é conhecida e consagrada em toda Europa e Américas e graças à nossa interação com time técnico da Alemanha obtivemos todo o knowhow necessário para a produção de equipamentos com a mesma tecnologia lá empregada e deste modo produzir filtros com a qualidade e garantia que possuímos em outros países. Com isso, ganhamos competitividade, menor prazo de entrega aos nossos clientes, além de impulsionar a economia e o mercado brasileiro”, comenta o Eng.º Alexandre Baldini, gestor do departamento de produção da Nederman do Brasil.
 
A partir desta evolução no portfólio de produtos da Nederman no Brasil, a companhia já fez inclusive entrega dos novos filtros FMCZ e FMKZ. “Outras versões dos filtros FM já são produzidas no Brasil desde 2014 e estão em pleno funcionamento em diversas indústrias do País, contribuindo para que as pessoas, a produção e o meio ambiente sejam protegidos dos efeitos nocivos dos processos industriais” complementa o Eng.º Claudio Visibeli, que atua na coordenação de negócios da Nederman.

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A Unilever investiu R$ 500 milhões na inauguração de sua mais nova fábrica, localizada no município paulista de Aguaí. Este é o 10º complexo fabril e a 15º fábrica da empresa no Brasil, que produzirá desodorantes aerossóis. A cerimônia de inauguração ocorrida dia 19 de agosto contou com a presença do Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo; do vice-governador do Estado de São Paulo, Marcio França; do governador do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara; do vice-prefeito de Aguaí, Adalberto Fassina; além de Paul Polman, CEO global da Unilever; e Fernando Fernandez, presidente da Unilever Brasil. “A fábrica de Aguaí é uma das mais sustentáveis da Unilever no mundo. É um grande exemplo de que é possível crescer e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais. Queremos mostrar que a sustentabilidade conduz o crescimento dos nossos negócios. Acreditamos que a sustentabilidade precisa, cada vez mais, fazer parte do dia a dia das empresas e consumidores”, afirma o CEO global da companhia, Paul Polman. Serão 250 empregos diretos e indiretos durante a primeira fase de funcionamento da fábrica, além de 2 mil postos gerados durante a construção. Para viabilizar a capacitação, a Unilever fechou parceria com o Senai e com a Etec. O objetivo é criar cursos na região que suportem o crescimento da fábrica e de toda a cadeia produtiva envolvida na fabricação de desodorantes aerossóis. “Hoje, marcamos o início de nossa história em Aguaí. O investimento na cidade é de longo prazo e estratégico para a Unilever. Estamos nos preparando para os próximos 50 anos no País, já que é um complexo com muito potencial para crescer e que futuramente terá fábricas de produtos de cuidados pessoais e com a casa”, afirma o Presidente da Unilever Brasil, Fernando Fernandez. A unidade ocupa área de 1 milhão de m2 e produzirá desodorantes aerossóis com o objetivo de atender a crescente demanda dos consumidores brasileiros pelo produto. Atualmente, o Brasil é o segundo maior mercado de desodorantes do mundo. “Será a nossa 7ª fábrica, no 4 º complexo industrial em São Paulo, próxima de fornecedores e do maior mercado consumidor do País, características importantes para garantir mais eficiência e menos impacto ambiental”, acrescenta o executivo. Preocupada com o meio ambiente, a Unilever projetou a fábrica de Aguaí de acordo com os critérios do plano de sustentabilidade da Companhia, lançado em 2010, e da certificação LEED, concedida pelo Green Building Council (GBC), selo internacional para atestar construções que seguem padrões socioambientais. “Para a Unilever é fundamental que toda sua cadeia de valor pense a sustentabilidade de maneira estratégica e transversal ao negócio. Acreditamos que, ao fomentar uma atuação sustentável, estamos promovendo uma mudança na maneira como fazer negócio e, consequentemente, na sociedade como um todo. Esperamos plantar mais uma semente, em Aguaí, com a inauguração da fábrica, influenciando nossos funcionários, parceiros e consumidores”, afirma Polman. O projeto da fábrica considerou três pontos fundamentais: eficiência energética, uso racional da água e a gestão responsável de resíduos. A fábrica ainda contempla bicicletário e ciclovia de acesso à fábrica. Em relação aos pilares fundamentais da nova unidade, a fábrica de Aguaí irá operar com consumo de energia 50% menor que as outras unidades produtoras de desodorantes da empresa espalhadas pelo mundo. Segundo a Unilever, isto deve reduzir a emissão de CO2 proveniente do consumo de energia em 50%. A planta terá painéis solares para geração de energia de toda a área administrativa. Iluminação natural, lâmpadas led, modelos de ar condicionado, maquinário e motores da linha de produção de última geração, mais eficientes do ponto de vista energético, são algumas das iniciativas que garantem esse resultado. Na questão da água, a fábrica tem sistema para captar a água da chuva, além de uma estação de tratamento de efluentes sanitários e uso de dispositivos inteligentes que economizam o recurso. A projeção é que a fábrica consuma 70% menos água do que a média das outras plantas da mesma categoria. A água tratada e de reuso serão utilizadas para abastecer sanitários e para irrigar a área verde. A unidade de Aguaí não enviará resíduos para aterros sanitários, assim como as demais fábricas da empresa. A Unilever recicla 100% dos resíduos gerados na operação - como lata, plástico e papelão. Os resíduos que não podem ser reciclados, são co-processados.

25 de agosto, 2015